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	Comentários sobre: Na beira do abismo? O golpismo e as narrativas de crise no Brasil	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310386</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 13:59:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ACACIANICES
Pouco poética e muito didática, resposta de quem não deixa barato (em que pese o sobrenome) para a fenda (com ou sem chave). Ora pois!
Faltou acrescentar: não confunda as grandes obras do mestre Picasso(*) com a grande pica de aço do mestre de obras.
(*)catalão e stalinista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ACACIANICES<br />
Pouco poética e muito didática, resposta de quem não deixa barato (em que pese o sobrenome) para a fenda (com ou sem chave). Ora pois!<br />
Faltou acrescentar: não confunda as grandes obras do mestre Picasso(*) com a grande pica de aço do mestre de obras.<br />
(*)catalão e stalinista.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Barata		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310372</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2016 17:47:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CHAVE DE FENDA

Acho que os comentários que seguiram aos seus deram conta de responder, de maneira muito mais poética do que eu estaria disposto a fazer, seus questionamentos acerca da espontaneidade das massas.

Acrescento uma coisa. Não confunda espontaneidade com espontaneísmo. Este último é a rejeição de quase qualquer forma de organização, certamente uma ideologia problemática no que diz respeito ao direcionamento de nossas forças inicialmente dispersas na luta contra o capital. A segunda é apenas o reconhecimento de que os grandes movimentos de massas não podem  ser artificialmente pré-fabricados por centrais sindicais ou por qualquer outra coisa que seja. A história não se dobra à nossa vontade. Revoluções não são o puro resultado do esforço, articulação e coordenação de nenhum partido ou grupo político iluminado com a consciência socialista.

Além do mais, se as massas não estiverem preparadas para realizar sua luta de maneira autônoma, não vale a pena colocar o carro na frente dos bois, assumindo uma postura vanguardista, sob o risco de cair no mesmo erro que os bolcheviques na Rússia revolucionária. Assumindo o controle do Estado, sufocando os sovietes e massacrando operários, vide Kronstadt.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CHAVE DE FENDA</p>
<p>Acho que os comentários que seguiram aos seus deram conta de responder, de maneira muito mais poética do que eu estaria disposto a fazer, seus questionamentos acerca da espontaneidade das massas.</p>
<p>Acrescento uma coisa. Não confunda espontaneidade com espontaneísmo. Este último é a rejeição de quase qualquer forma de organização, certamente uma ideologia problemática no que diz respeito ao direcionamento de nossas forças inicialmente dispersas na luta contra o capital. A segunda é apenas o reconhecimento de que os grandes movimentos de massas não podem  ser artificialmente pré-fabricados por centrais sindicais ou por qualquer outra coisa que seja. A história não se dobra à nossa vontade. Revoluções não são o puro resultado do esforço, articulação e coordenação de nenhum partido ou grupo político iluminado com a consciência socialista.</p>
<p>Além do mais, se as massas não estiverem preparadas para realizar sua luta de maneira autônoma, não vale a pena colocar o carro na frente dos bois, assumindo uma postura vanguardista, sob o risco de cair no mesmo erro que os bolcheviques na Rússia revolucionária. Assumindo o controle do Estado, sufocando os sovietes e massacrando operários, vide Kronstadt.</p>
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		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310345</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 15:11:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em que pese estar bem escrito, bem argumentado e a subjetividade de seu autor ser claramente anticapitalista, do ponto de vista das alternativas que indica, trata-se de um péssimo texto. Por 3 motivos que identifico: 1) nesse momento em que todos estamos a refletir sobre a realidade para nos alinharmos em algum lugar da luta de classes, apontar para o alinhamento com o governismo é pernicioso para o futuro das lutas. 2) O mais decisivo agora é ter condições de resistir ao que virá depois do desfecho do impedimento de Dilma e não é possível para a esquerda antiestatal sequer sobreviver no meio de CUTs, MSTs e UNEs quanto mais disputar qualquer coisa q seja com estes aparelhos reacionários consolidados; 3) o mero conhecimento histórico da primeira de todas as social-democracias, a alemã, nos ensina que as mesmas tropas que tentaram derrubar o governo do operário metalúrgico Ebert (chamado pela historiografia de &quot;golpe de Kapp&quot; e derrotado por uma greve geral de proporções tão colossais que o governo golpista sequer conseguia imprimir seus decretos) foram utilizadas pelo mesmo Ebert - o Lula alemão - para assassinar os operários da Alemanha Central que se levantaram meses depois numa insurreição comunista no Vale do Rio Ruhr. Dizem que se a história serve pra alguma coisa é para que aprendamos com ela. Por isso me parece evidente que não se pode combater práticas fascistas da direita tradicional se aliando a práticas fascistas da social-democracia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em que pese estar bem escrito, bem argumentado e a subjetividade de seu autor ser claramente anticapitalista, do ponto de vista das alternativas que indica, trata-se de um péssimo texto. Por 3 motivos que identifico: 1) nesse momento em que todos estamos a refletir sobre a realidade para nos alinharmos em algum lugar da luta de classes, apontar para o alinhamento com o governismo é pernicioso para o futuro das lutas. 2) O mais decisivo agora é ter condições de resistir ao que virá depois do desfecho do impedimento de Dilma e não é possível para a esquerda antiestatal sequer sobreviver no meio de CUTs, MSTs e UNEs quanto mais disputar qualquer coisa q seja com estes aparelhos reacionários consolidados; 3) o mero conhecimento histórico da primeira de todas as social-democracias, a alemã, nos ensina que as mesmas tropas que tentaram derrubar o governo do operário metalúrgico Ebert (chamado pela historiografia de &#8220;golpe de Kapp&#8221; e derrotado por uma greve geral de proporções tão colossais que o governo golpista sequer conseguia imprimir seus decretos) foram utilizadas pelo mesmo Ebert &#8211; o Lula alemão &#8211; para assassinar os operários da Alemanha Central que se levantaram meses depois numa insurreição comunista no Vale do Rio Ruhr. Dizem que se a história serve pra alguma coisa é para que aprendamos com ela. Por isso me parece evidente que não se pode combater práticas fascistas da direita tradicional se aliando a práticas fascistas da social-democracia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310289</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2016 13:59:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O melhor sorriso de Aristóteles não se compara à careta gioconda de Demócrito. Questão de método, diria uma viúva de Sartre. Noves fora, Castor... iadis : jadis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor sorriso de Aristóteles não se compara à careta gioconda de Demócrito. Questão de método, diria uma viúva de Sartre. Noves fora, Castor&#8230; iadis : jadis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Aristothegeles		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310281</link>

		<dc:creator><![CDATA[Aristothegeles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2016 12:04:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre metáforas e analogias é de dynamis que se está a tratar... na dialética entre potência e ato (do fazer-se classe da classe) mesmo o estar parado é movimento, movimento que renova potências enquanto põe outras - apressadas e sedentas por se realizar - para dormir, como lhes aPTece. Teimosos, eles, os movimentos autônomos, ainda existem, só estão num momento (übergreifende Moment) que desagrada os heterorganizados demos&amp;pops, para os quais só &quot;é possível&quot; o movimento existente na aparência palpável dos debordianos atos bipolares, feitos com camisas há muito engavetadas. Enquanto isso, alguns arrancam seus próprios cabelos ao se mirarem no espelho, a perguntar: ó esquerda por que és esquerda? Outros se saciam do desejo de ser golpeado, reforçando a existência de um inimigo cujo existir lhes devolve um - há muito perdido - verniz de esquerda, guerra fria a la brasileira. Depois da tragédia, a farsa, mas a epopeia da classe segue toupeirosa: Segui il tuo curso, e lascia dir le gentil!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre metáforas e analogias é de dynamis que se está a tratar&#8230; na dialética entre potência e ato (do fazer-se classe da classe) mesmo o estar parado é movimento, movimento que renova potências enquanto põe outras &#8211; apressadas e sedentas por se realizar &#8211; para dormir, como lhes aPTece. Teimosos, eles, os movimentos autônomos, ainda existem, só estão num momento (übergreifende Moment) que desagrada os heterorganizados demos&#038;pops, para os quais só &#8220;é possível&#8221; o movimento existente na aparência palpável dos debordianos atos bipolares, feitos com camisas há muito engavetadas. Enquanto isso, alguns arrancam seus próprios cabelos ao se mirarem no espelho, a perguntar: ó esquerda por que és esquerda? Outros se saciam do desejo de ser golpeado, reforçando a existência de um inimigo cujo existir lhes devolve um &#8211; há muito perdido &#8211; verniz de esquerda, guerra fria a la brasileira. Depois da tragédia, a farsa, mas a epopeia da classe segue toupeirosa: Segui il tuo curso, e lascia dir le gentil!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310280</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2016 11:26:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O militante ferramenta, que não é prego, sabe das coisas...
Não é bom &quot;dormirmos felizes com nós mesmos&quot;? Ora pois. E - em verdade, vos digo - é melhor ainda se, &quot;certos da potência&quot; erétil&#038;órgástica, nos intrometemos numa &quot;adormecida, autônoma e de massas&quot; fenda sem chave &quot;que há de calhar em ato (espontaneamente)&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O militante ferramenta, que não é prego, sabe das coisas&#8230;<br />
Não é bom &#8220;dormirmos felizes com nós mesmos&#8221;? Ora pois. E &#8211; em verdade, vos digo &#8211; é melhor ainda se, &#8220;certos da potência&#8221; erétil&amp;órgástica, nos intrometemos numa &#8220;adormecida, autônoma e de massas&#8221; fenda sem chave &#8220;que há de calhar em ato (espontaneamente)&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Chave de Fenda		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310267</link>

		<dc:creator><![CDATA[Chave de Fenda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2016 01:37:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[QUEM ESPERA NUNCA ALCANÇA
O Martelo esteve na Paulista dia 18, pela democracia. A Chave Inglesa, no dia 13, contra os traidores da nação. O Prego foi no ato da CSP.

Mas o importante é dormirmos felizes com nós mesmos, certos da potência, adormecida, autônoma e de massas, que há de calhar em ato (espontaneamente).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>QUEM ESPERA NUNCA ALCANÇA<br />
O Martelo esteve na Paulista dia 18, pela democracia. A Chave Inglesa, no dia 13, contra os traidores da nação. O Prego foi no ato da CSP.</p>
<p>Mas o importante é dormirmos felizes com nós mesmos, certos da potência, adormecida, autônoma e de massas, que há de calhar em ato (espontaneamente).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310253</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2016 16:38:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[QUERER É PROCURAR
Se conversasse com os divíduos da caixa de ferramentas na qual é item beAMONGtween outros, o chinês saberia as respostas para essas perguntas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>QUERER É PROCURAR<br />
Se conversasse com os divíduos da caixa de ferramentas na qual é item beAMONGtween outros, o chinês saberia as respostas para essas perguntas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ca		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310252</link>

		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2016 16:23:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prolegômenos para um O que fazer? 

O governo que aí está, resultante de 20 anos de lulo petismo, aprofundou todos os traços da chamada governabilidade, ou seja, nunca esteve em disputa como algo que poderia ser “um vir a ser” á esquerda.

Todo o cacarejar contra os “atores golpistas” é uma referência a antigos passageiros da mesma nau capitania conservadora que o PT organizou. A agenda, desde os 8 anos de Lula até esses quase 6 de Dilma, é uma tripa de decisões de/para beneficiar o andar de cima. É dizer: O poder da classe dominante mais que se fortaleceu, vide as expressões da “nação em cólera”. 

Entrando no bonde anti golpe?

Onde foi que os governistas deram refresco grátis aos trabalhadores, ou às lutas de abaixo e à esquerda? Que o digam o cotidiano das massas, e as facas longas das “gestões democrático populares”. Nem o decantado orçamento participativo suportou a acidez da psique governista, sempre desesperada pelo &quot;um anel&quot;. 

Sim, a tese do “mal menor” é a expressão do extraordinário trabalho da Ideologia em seu nível zero, e esses malwares infectam inclusive o “nosso meio”, já combalido por eras de lutas intestinas. Esta proposição, ou mesmo a sua variante de “disputar por dentro”, apenas adiam nossa decepção e perdas futuras. 

Mas então, existe mesmo um O que fazer? 

Se o nosso “negócio” passa longe da institucionalidade, e é justo, então é hora de pararmos de ficar organizando a taxinomia de nossas diferenças,uma antiga obsessão do anarquismo, e passarmos e imaginar esses outros caminhos que vimos debatendo. Não há receitas ou fórmulas, e isso todo mundo já sabe. Se é assim, ao menos já sabemos o que não queremos. Mas o que queremos fazer mesmo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prolegômenos para um O que fazer? </p>
<p>O governo que aí está, resultante de 20 anos de lulo petismo, aprofundou todos os traços da chamada governabilidade, ou seja, nunca esteve em disputa como algo que poderia ser “um vir a ser” á esquerda.</p>
<p>Todo o cacarejar contra os “atores golpistas” é uma referência a antigos passageiros da mesma nau capitania conservadora que o PT organizou. A agenda, desde os 8 anos de Lula até esses quase 6 de Dilma, é uma tripa de decisões de/para beneficiar o andar de cima. É dizer: O poder da classe dominante mais que se fortaleceu, vide as expressões da “nação em cólera”. </p>
<p>Entrando no bonde anti golpe?</p>
<p>Onde foi que os governistas deram refresco grátis aos trabalhadores, ou às lutas de abaixo e à esquerda? Que o digam o cotidiano das massas, e as facas longas das “gestões democrático populares”. Nem o decantado orçamento participativo suportou a acidez da psique governista, sempre desesperada pelo &#8220;um anel&#8221;. </p>
<p>Sim, a tese do “mal menor” é a expressão do extraordinário trabalho da Ideologia em seu nível zero, e esses malwares infectam inclusive o “nosso meio”, já combalido por eras de lutas intestinas. Esta proposição, ou mesmo a sua variante de “disputar por dentro”, apenas adiam nossa decepção e perdas futuras. </p>
<p>Mas então, existe mesmo um O que fazer? </p>
<p>Se o nosso “negócio” passa longe da institucionalidade, e é justo, então é hora de pararmos de ficar organizando a taxinomia de nossas diferenças,uma antiga obsessão do anarquismo, e passarmos e imaginar esses outros caminhos que vimos debatendo. Não há receitas ou fórmulas, e isso todo mundo já sabe. Se é assim, ao menos já sabemos o que não queremos. Mas o que queremos fazer mesmo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Chave de fenda		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/03/107826/#comment-310239</link>

		<dc:creator><![CDATA[Chave de fenda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2016 01:12:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.passapalavra.info/?p=107826#comment-310239</guid>

					<description><![CDATA[E onde estariam esses movimentos autônomos, espontâneos e de massa? Eles existem?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E onde estariam esses movimentos autônomos, espontâneos e de massa? Eles existem?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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