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	Comentários sobre: O que realmente importa	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108014/#comment-310542</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2016 17:12:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[RIZOMAS INIMAGINÁVEIS &#038; TRANSVERSALIDADES PLÚRIMAS 
No diálogo presencial, o único que tem cheiro, sempre haverá linhas de fuga e virtuais fragmentos de verdade por atualizar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIZOMAS INIMAGINÁVEIS &amp; TRANSVERSALIDADES PLÚRIMAS<br />
No diálogo presencial, o único que tem cheiro, sempre haverá linhas de fuga e virtuais fragmentos de verdade por atualizar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108014/#comment-310540</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2016 16:17:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se tem algo que concordo muito no sentido das discussões sobre &quot;encontro ou não encontro&quot;, é que as tradições da esquerda brasileira tem destruído o sentido original do classismo, que é o pertencimento à uma classe a partir do contexto de classe mesma; o companheirismo entre colegas de trabalho acima de qualquer partido ou ideologia. O resultado disso é que as pessoas se sentem mais combativas pertencendo a agrupações/partidos (e exibindo isso via redes sociais) ou em marchas na rua, do que reunindo-se entre os que se encontram todos os dias e com os quais se compartilha as mesmas atividades (de trabalho, de estudos, de moradia, etc) independente do teor &quot;radical&quot; ou não de tais reuniões. Juntar 5 marcianos para falar sobre revolução não é tão difícil. Difícil é fazer com que 1 colega de trabalho sem formação política passe a discutir seriamente uma ação direta ou o confronto com os patrões.

Agora, por outro lado, a tendência no mundo do trabalho em direção à precarização, realidade vivida tanto pelos setores que se proletarizam de forma ascendente quanto descendente, é que o tal &quot;chão de fábrica&quot; se torna algo quase abstrato. Por mais que as aspas nos ajudem a generalizar a ideia, o uso do termo não deixa de expressar que as últimas 2 décadas não forma capazes de gestar uma novidade no movimento dos trabalhadores. Falo de experiência própria, de amigos e conhecidos; os que trabalham no setor privado raramente tem um chão onde identificar-se, onde encontrar-se com outros companheiros; muitos dos que trabalham no setor público são tragados pelo discurso do &quot;Estado como espaço de militância&quot; (principalmente no setor da saúde e da educação).
Com isso quero chamar a atenção não apenas para a dificuldade de muitos em sequer saber como &quot;organizar-se para as lutas nos locais de trabalho&quot;, dado que a tendência é que tais &quot;locais&quot; são cada vez menos físicos, cada vez mais controlados e cada vez mais passageiros; mas a outra questão é também que para este setor essa palavra de ordem soa antiquada justamente porque não se ajusta à sua realidade de trabalho. 
A saída mais fácil frente a isso é a formação dos tais coletivos autônomos, que são um tipo de espelho das relações de trabalho desta geração, como um &quot;co-working&quot; engajado. Creio que esse site tem mostrado bastante acúmulo nos últimos anos a respeito dos enormes limites desse tipo de organização. 
Em fim, acho que entre dizer &quot;organizai-vos em vossos locais de trabalho!&quot; e traduzir isso para a realidade de alguns setores da classe há um grande passo que só é possível de ser dado colocando a criatividade coletiva para funcionar. Essa resposta ainda não foi dada e nesse sentido eu creio que os trabalhadores devem reunir-se por fora de seus lugares de trabalho, mas enquanto trabalhadores se ajudando mutuamente a organizar-se em seus espaços.
[acho que esse comentário é especialmente válido tendo em vista que a porção de leitores do PP que são operários deve ser bem baixa. Mas afinal, quem são os leitores então?]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem algo que concordo muito no sentido das discussões sobre &#8220;encontro ou não encontro&#8221;, é que as tradições da esquerda brasileira tem destruído o sentido original do classismo, que é o pertencimento à uma classe a partir do contexto de classe mesma; o companheirismo entre colegas de trabalho acima de qualquer partido ou ideologia. O resultado disso é que as pessoas se sentem mais combativas pertencendo a agrupações/partidos (e exibindo isso via redes sociais) ou em marchas na rua, do que reunindo-se entre os que se encontram todos os dias e com os quais se compartilha as mesmas atividades (de trabalho, de estudos, de moradia, etc) independente do teor &#8220;radical&#8221; ou não de tais reuniões. Juntar 5 marcianos para falar sobre revolução não é tão difícil. Difícil é fazer com que 1 colega de trabalho sem formação política passe a discutir seriamente uma ação direta ou o confronto com os patrões.</p>
<p>Agora, por outro lado, a tendência no mundo do trabalho em direção à precarização, realidade vivida tanto pelos setores que se proletarizam de forma ascendente quanto descendente, é que o tal &#8220;chão de fábrica&#8221; se torna algo quase abstrato. Por mais que as aspas nos ajudem a generalizar a ideia, o uso do termo não deixa de expressar que as últimas 2 décadas não forma capazes de gestar uma novidade no movimento dos trabalhadores. Falo de experiência própria, de amigos e conhecidos; os que trabalham no setor privado raramente tem um chão onde identificar-se, onde encontrar-se com outros companheiros; muitos dos que trabalham no setor público são tragados pelo discurso do &#8220;Estado como espaço de militância&#8221; (principalmente no setor da saúde e da educação).<br />
Com isso quero chamar a atenção não apenas para a dificuldade de muitos em sequer saber como &#8220;organizar-se para as lutas nos locais de trabalho&#8221;, dado que a tendência é que tais &#8220;locais&#8221; são cada vez menos físicos, cada vez mais controlados e cada vez mais passageiros; mas a outra questão é também que para este setor essa palavra de ordem soa antiquada justamente porque não se ajusta à sua realidade de trabalho.<br />
A saída mais fácil frente a isso é a formação dos tais coletivos autônomos, que são um tipo de espelho das relações de trabalho desta geração, como um &#8220;co-working&#8221; engajado. Creio que esse site tem mostrado bastante acúmulo nos últimos anos a respeito dos enormes limites desse tipo de organização.<br />
Em fim, acho que entre dizer &#8220;organizai-vos em vossos locais de trabalho!&#8221; e traduzir isso para a realidade de alguns setores da classe há um grande passo que só é possível de ser dado colocando a criatividade coletiva para funcionar. Essa resposta ainda não foi dada e nesse sentido eu creio que os trabalhadores devem reunir-se por fora de seus lugares de trabalho, mas enquanto trabalhadores se ajudando mutuamente a organizar-se em seus espaços.<br />
[acho que esse comentário é especialmente válido tendo em vista que a porção de leitores do PP que são operários deve ser bem baixa. Mas afinal, quem são os leitores então?]</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108014/#comment-310531</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 20:49:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Zé,

Eu acho que as pessoas devem buscar organizar-se, mas note-se que eu insisto que a organização deva ser gerada ou absorvida pelo processo de luta interno às relações de trabalho, embora outras lutas sejam também importantes, e insisto que reunir dissidentes para fundar grupos políticos dissidentes, cada vez mais à esquerda do campo governista em termos ideológicos, não leva necessariamente a patamares superiores de enfrentamento ao capital. Pela minha experiência, as organizações não governistas, no sentido acima, têm grande dificuldade em encontrar uma “base” onde atuar, ou porque temem ser tragadas pela base (perda da pureza ideológica e da pureza dos rituais consagrados pelo grupo), ou porque temem exercer “direção” sobre a base (o mesmo tipo de perda, só que em sentido inverso: endogenamente, não exogenamente). Se essas dificuldades forem superadas, a organização pode potencializar a luta. Mas o principal é organizar uma rede de solidariedade e ajuda mútua, criar condições favoráveis à luta num contexto de precarização das relações de trabalho (a precarização da solidariedade de classe é condição da precarização das relações de trabalho, que por sua vez favorece a precarização da solidariedade de classe; tal ciclo deve ser interrompido não pela luta nas ruas contra a precarização das relações de trabalho, ou não somente, mas pela luta pelo desenvolvimento da solidariedade de classe, que depende tão somente da auto-organização nos locais de trabalho: trata-se de uma luta interna à classe trabalhadora, uma luta contra os elementos proletários que representam um obstáculo à solidariedade de classe). Isso não significa não dar importância para lutas fora do “chão de fábrica”, mas o que a esquerda não governista tem priorizado, como nas manifestações contra a tarifa do transporte coletivo e nas ocupações de escolas, são lutas que se desenvolvem sem interferir no que se passa no “chão de fábrica” (entendendo, é claro, por “chão de fábrica”, todo e qualquer local de trabalho, não apenas os estabelecimentos industriais) (não incluo aí o que se passa nas escolas no Rio de Janeiro, processo que não tenho acompanhado, então não sei opinar). É esse o tipo de organização que estou defendendo, e não vejo como um encontro convocado pelo Passa Palavra possa ser condição indispensável para que esse tipo de organização se realize. Enfim, ao que me parece, a julgar por comentários publicados neste site desde que começou o debate sobre a crise do MPL, da esquerda autônoma e sobre estratégia, uma nova perspectiva de esquerda não governista parece estar se esboçando agora, defendida por aqueles que perceberam os temores da esquerda autônoma, de ser tragada pela base e de exercer direção sobre ela, e apresentam como alternativa uma esquerda não governista radical que não teme exercer direção, processo que passa pela revalorização do bolchevismo, só que dando maior ênfase à sua componente democrática, e não à sua componente burocrática (mas um bolchevismo sempre será um bolchevismo, porque a questão não é de ênfase, mas de modelo).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Zé,</p>
<p>Eu acho que as pessoas devem buscar organizar-se, mas note-se que eu insisto que a organização deva ser gerada ou absorvida pelo processo de luta interno às relações de trabalho, embora outras lutas sejam também importantes, e insisto que reunir dissidentes para fundar grupos políticos dissidentes, cada vez mais à esquerda do campo governista em termos ideológicos, não leva necessariamente a patamares superiores de enfrentamento ao capital. Pela minha experiência, as organizações não governistas, no sentido acima, têm grande dificuldade em encontrar uma “base” onde atuar, ou porque temem ser tragadas pela base (perda da pureza ideológica e da pureza dos rituais consagrados pelo grupo), ou porque temem exercer “direção” sobre a base (o mesmo tipo de perda, só que em sentido inverso: endogenamente, não exogenamente). Se essas dificuldades forem superadas, a organização pode potencializar a luta. Mas o principal é organizar uma rede de solidariedade e ajuda mútua, criar condições favoráveis à luta num contexto de precarização das relações de trabalho (a precarização da solidariedade de classe é condição da precarização das relações de trabalho, que por sua vez favorece a precarização da solidariedade de classe; tal ciclo deve ser interrompido não pela luta nas ruas contra a precarização das relações de trabalho, ou não somente, mas pela luta pelo desenvolvimento da solidariedade de classe, que depende tão somente da auto-organização nos locais de trabalho: trata-se de uma luta interna à classe trabalhadora, uma luta contra os elementos proletários que representam um obstáculo à solidariedade de classe). Isso não significa não dar importância para lutas fora do “chão de fábrica”, mas o que a esquerda não governista tem priorizado, como nas manifestações contra a tarifa do transporte coletivo e nas ocupações de escolas, são lutas que se desenvolvem sem interferir no que se passa no “chão de fábrica” (entendendo, é claro, por “chão de fábrica”, todo e qualquer local de trabalho, não apenas os estabelecimentos industriais) (não incluo aí o que se passa nas escolas no Rio de Janeiro, processo que não tenho acompanhado, então não sei opinar). É esse o tipo de organização que estou defendendo, e não vejo como um encontro convocado pelo Passa Palavra possa ser condição indispensável para que esse tipo de organização se realize. Enfim, ao que me parece, a julgar por comentários publicados neste site desde que começou o debate sobre a crise do MPL, da esquerda autônoma e sobre estratégia, uma nova perspectiva de esquerda não governista parece estar se esboçando agora, defendida por aqueles que perceberam os temores da esquerda autônoma, de ser tragada pela base e de exercer direção sobre ela, e apresentam como alternativa uma esquerda não governista radical que não teme exercer direção, processo que passa pela revalorização do bolchevismo, só que dando maior ênfase à sua componente democrática, e não à sua componente burocrática (mas um bolchevismo sempre será um bolchevismo, porque a questão não é de ênfase, mas de modelo).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108014/#comment-310524</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 17:09:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CLASSE MÉDIA
Quanto mais vota, tanto mais o proletário se sente cidadão: escravo feliz, normopata e ciclotímico, que oscila da euforia ao pânico. Devedor contumaz, loucamente apaixonado pelo cartão de crédito...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CLASSE MÉDIA<br />
Quanto mais vota, tanto mais o proletário se sente cidadão: escravo feliz, normopata e ciclotímico, que oscila da euforia ao pânico. Devedor contumaz, loucamente apaixonado pelo cartão de crédito&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108014/#comment-310521</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 15:42:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma coisa é a existência em si da classe trabalhadora a nível internacional. Outra coisa é o prestígio social da esquerda a nível nacional. É difícil tentar considerar o revés atual da esquerda brasileira a nível internacional: é uma esquerda muito nacionalista, sem laços de colaboração prática na luta com outras esquerdas fora do país. E se passarmos à classe trabalhadora brasileira, em que medida ela se insere num processo de luta internacional? O internacionalismo ainda está para ser praticado, tanto pela esquerda quanto pela classe trabalhadora. Se os capitalistas conseguem atuar internacionalmente com grande eficiência e eficácia, no que se refere aos trabalhadores é exatamente o contrário, sobretudo se o referencial político-ideológico dos trabalhadores é uma esquerda nacionalista, de um lado, e tendências de extrema-direita, de outro. É o cenário com que nos deparamos, já que os partidos e políticos que ficam a meio do caminho entre a extrema-esquerda e a extrema-direita estão também bastante desmoralizados. Para voltarmos a nossa atenção para um fenômeno internacional de luta da classe trabalhadora, e para um fenômeno de inserção internacional da esquerda brasileira nas lutas, tais fenômenos precisam primeiro existir. Centrar nossa atenção e nossos esforços nos processos de luta existentes no plano das relações de trabalho, ao mesmo tempo em que se centramos nossa atenção e nossos esforços em processos análogos em outros países, é o primeiro passo para desenvolver o internacionalismo na prática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa é a existência em si da classe trabalhadora a nível internacional. Outra coisa é o prestígio social da esquerda a nível nacional. É difícil tentar considerar o revés atual da esquerda brasileira a nível internacional: é uma esquerda muito nacionalista, sem laços de colaboração prática na luta com outras esquerdas fora do país. E se passarmos à classe trabalhadora brasileira, em que medida ela se insere num processo de luta internacional? O internacionalismo ainda está para ser praticado, tanto pela esquerda quanto pela classe trabalhadora. Se os capitalistas conseguem atuar internacionalmente com grande eficiência e eficácia, no que se refere aos trabalhadores é exatamente o contrário, sobretudo se o referencial político-ideológico dos trabalhadores é uma esquerda nacionalista, de um lado, e tendências de extrema-direita, de outro. É o cenário com que nos deparamos, já que os partidos e políticos que ficam a meio do caminho entre a extrema-esquerda e a extrema-direita estão também bastante desmoralizados. Para voltarmos a nossa atenção para um fenômeno internacional de luta da classe trabalhadora, e para um fenômeno de inserção internacional da esquerda brasileira nas lutas, tais fenômenos precisam primeiro existir. Centrar nossa atenção e nossos esforços nos processos de luta existentes no plano das relações de trabalho, ao mesmo tempo em que se centramos nossa atenção e nossos esforços em processos análogos em outros países, é o primeiro passo para desenvolver o internacionalismo na prática.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108014/#comment-310520</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 14:43:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este texto coloca o dedo na ferida. Tenho insistido em um encontro exatamente para pensar em formas institucionais (organizativas) que façam exatamente o que este texto indica, só que de forma não atomizada. Não individualizada ou informal, mas que acumule no sentido de &quot;ser a ligação entre lutas passadas e presentes&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto coloca o dedo na ferida. Tenho insistido em um encontro exatamente para pensar em formas institucionais (organizativas) que façam exatamente o que este texto indica, só que de forma não atomizada. Não individualizada ou informal, mas que acumule no sentido de &#8220;ser a ligação entre lutas passadas e presentes&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Padaqui		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108014/#comment-310514</link>

		<dc:creator><![CDATA[Padaqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 02:04:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Fagner, 

A afirmação de que &quot;Bastaram aproximadamente dez anos de governos petistas para que a esquerda se encontrasse completamente desmoralizada e completamente na defensiva&quot; talvez devesse ser reconsiderada, posto que não é de hoje que a classe trabalhadora enfrenta reveses que a conduzem à posições defensivas e desmoralizadoras, como quando, por exemplo, Getúlio Vargas chegou ao poder. Como nos ensina o João Bernardo: &quot; Hoje, quando tudo parece recomeçar, não partimos do zero, mas de uma enorme experiência acumulada, que permite esclarecer muitas questões&quot; (https://comunism0.wordpress.com/transnacionalizacao-do-capital-e-fragmentacao-dostrabalhadores/).  

Creio que esta observação se faz necessária justamente pela centralidade que as relações de trabalho deveriam ter nas lutas contra o capitalismo e o Estado, como você bem salientou.
Assim, penso eu, requer-se uma abordagem histórica e geográfica mais ampla para que a classe trabalhadora (enquanto classe &quot;universal&quot; ou &quot;internacional&quot; contra o capital) possa perceber e apontar caminhos em suas lutas.

Em minha opinião,  estamos cometendo o mesmo pecado que tanto condenamos... quando nossas atenções parecem se voltarem quase que exclusivamente aos problemas nacionais... como se o mundo todo não estivesse aqui...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Fagner, </p>
<p>A afirmação de que &#8220;Bastaram aproximadamente dez anos de governos petistas para que a esquerda se encontrasse completamente desmoralizada e completamente na defensiva&#8221; talvez devesse ser reconsiderada, posto que não é de hoje que a classe trabalhadora enfrenta reveses que a conduzem à posições defensivas e desmoralizadoras, como quando, por exemplo, Getúlio Vargas chegou ao poder. Como nos ensina o João Bernardo: &#8221; Hoje, quando tudo parece recomeçar, não partimos do zero, mas de uma enorme experiência acumulada, que permite esclarecer muitas questões&#8221; (<a href="https://comunism0.wordpress.com/transnacionalizacao-do-capital-e-fragmentacao-dostrabalhadores/" rel="nofollow ugc">https://comunism0.wordpress.com/transnacionalizacao-do-capital-e-fragmentacao-dostrabalhadores/</a>).  </p>
<p>Creio que esta observação se faz necessária justamente pela centralidade que as relações de trabalho deveriam ter nas lutas contra o capitalismo e o Estado, como você bem salientou.<br />
Assim, penso eu, requer-se uma abordagem histórica e geográfica mais ampla para que a classe trabalhadora (enquanto classe &#8220;universal&#8221; ou &#8220;internacional&#8221; contra o capital) possa perceber e apontar caminhos em suas lutas.</p>
<p>Em minha opinião,  estamos cometendo o mesmo pecado que tanto condenamos&#8230; quando nossas atenções parecem se voltarem quase que exclusivamente aos problemas nacionais&#8230; como se o mundo todo não estivesse aqui&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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