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	Comentários sobre: Manifesto contra a Censura 2.0	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: guyoda		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guyoda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 23:01:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[é isso que acontece a deep web tem pelo menos o ponto bo de fakar as coisas mais abertamente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>é isso que acontece a deep web tem pelo menos o ponto bo de fakar as coisas mais abertamente</p>
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		<title>
		Por: fedelico		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108111/#comment-310849</link>

		<dc:creator><![CDATA[fedelico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2016 20:41:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[companheir@s, criar um canal no telegram/signal é uma boa para nós que sempre acompanhamos os bons textos publicados aqui. caberia o coletivo pensar nessa possibilidade

Sobre o encontro do campo autonomista sobre comunicação, acredito que podemos antes conhecer como os hermanos se organizam nesse campo. 

rnma.org.ar

abraços fraternos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>companheir@s, criar um canal no telegram/signal é uma boa para nós que sempre acompanhamos os bons textos publicados aqui. caberia o coletivo pensar nessa possibilidade</p>
<p>Sobre o encontro do campo autonomista sobre comunicação, acredito que podemos antes conhecer como os hermanos se organizam nesse campo. </p>
<p>rnma.org.ar</p>
<p>abraços fraternos</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Mr Robot		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108111/#comment-310665</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mr Robot]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 20:19:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom texto, Lucas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom texto, Lucas!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108111/#comment-310654</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 21:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;E se o Passa Palavra ficasse eternamente censurado pelo Facebook?&quot;

essa pergunta do texto realmente nos faz refletir. E se? Que diferença faria? Será que o próprio coletivo tem uma boa resposta baseada no fluxo de acessos?

Alias, seguindo um texto já publicado aqui (não me lembro se como post ou apenas comentário), &quot;que ativistas permitam que este Cavalo de Tróia chamado Facebook seja parte das suas vidas cotidianas, é um sinal e ignorância num nível crítico.&quot;
(https://www.nadir.org/txt/Precisamos_falar_sobre_o_Facebook.html)
O que se pode fazer para continuar aproveitando o espaço do FB sem com isso alimentar o uso pessoal e inocente do mesmo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E se o Passa Palavra ficasse eternamente censurado pelo Facebook?&#8221;</p>
<p>essa pergunta do texto realmente nos faz refletir. E se? Que diferença faria? Será que o próprio coletivo tem uma boa resposta baseada no fluxo de acessos?</p>
<p>Alias, seguindo um texto já publicado aqui (não me lembro se como post ou apenas comentário), &#8220;que ativistas permitam que este Cavalo de Tróia chamado Facebook seja parte das suas vidas cotidianas, é um sinal e ignorância num nível crítico.&#8221;<br />
(<a href="https://www.nadir.org/txt/Precisamos_falar_sobre_o_Facebook.html" rel="nofollow ugc">https://www.nadir.org/txt/Precisamos_falar_sobre_o_Facebook.html</a>)<br />
O que se pode fazer para continuar aproveitando o espaço do FB sem com isso alimentar o uso pessoal e inocente do mesmo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Adur		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108111/#comment-310653</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adur]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 19:55:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apenas para evitar problemas, um ponto:
Basicamente, quem puxou a ideia de fazer um encontro fui eu, mas em momento nenhum lancei essa pergunta voltada exclusivamente ao PP. Deixei a pergunta no ar, um ou outro comentário se colocou a favor dessa reunião, mas a maioria dos outros comentários entendem que o momento não é o de um encontro, tocado ou não pelo PP, colocando um fim na ideia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas para evitar problemas, um ponto:<br />
Basicamente, quem puxou a ideia de fazer um encontro fui eu, mas em momento nenhum lancei essa pergunta voltada exclusivamente ao PP. Deixei a pergunta no ar, um ou outro comentário se colocou a favor dessa reunião, mas a maioria dos outros comentários entendem que o momento não é o de um encontro, tocado ou não pelo PP, colocando um fim na ideia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: eudoxia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108111/#comment-310610</link>

		<dc:creator><![CDATA[eudoxia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 01:28:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sinceramente ler o PP ocupando-se de tecer uma longa lista de quixumes sobre o Facebook, é como ouvir alguém reclamando do azedo do limão. Todo O Mundo sabe o que é o Face, nem precisa ser da extrema esquerda, nem tão extremamente informado. Se o PP entrou no Face, vai ter de jogar dentro das regras do dono do jogo.O debate que e importa não é sobre controlar o Face, isso aí já passou. O debate relevante é sobre a criação de Outras Redes, Autónomas, fora-e-contra as lógicas das Redes Privadas. Exemplo desse esforço foi a Diáspora, infelizmente detonada pele ritmo de crescimento das privadas.

O PP precisa pensar se desejar estar na matrix do Facebook, permanecer por lá significa ter de abotoar a coleira no pescoço, isso sem falar na incrivelmente eficiente capacidade do Facenook de mapear e vigiar os leitores do PP no Face.O PP quer entregar os IPs de seus leitores? tenho certeza que não]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente ler o PP ocupando-se de tecer uma longa lista de quixumes sobre o Facebook, é como ouvir alguém reclamando do azedo do limão. Todo O Mundo sabe o que é o Face, nem precisa ser da extrema esquerda, nem tão extremamente informado. Se o PP entrou no Face, vai ter de jogar dentro das regras do dono do jogo.O debate que e importa não é sobre controlar o Face, isso aí já passou. O debate relevante é sobre a criação de Outras Redes, Autónomas, fora-e-contra as lógicas das Redes Privadas. Exemplo desse esforço foi a Diáspora, infelizmente detonada pele ritmo de crescimento das privadas.</p>
<p>O PP precisa pensar se desejar estar na matrix do Facebook, permanecer por lá significa ter de abotoar a coleira no pescoço, isso sem falar na incrivelmente eficiente capacidade do Facenook de mapear e vigiar os leitores do PP no Face.O PP quer entregar os IPs de seus leitores? tenho certeza que não</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gut0		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108111/#comment-310609</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gut0]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 00:18:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Facebook e a Matrix e precisamos escapar dele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Facebook e a Matrix e precisamos escapar dele.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: humanaesfera		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/04/108111/#comment-310608</link>

		<dc:creator><![CDATA[humanaesfera]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 23:42:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não sei como contribuir hoje para um modo de divulgação livre do facebook, mas aproveito para compartilhar um diagnóstico da m*%# em que estamos:

&quot;FAMILISMO GENERALIZADO: A DOMESTICAÇÃO DA VIDA COTIDIANA UNIVERSAL PELA INTERNET
A proletarização da reprodução que caracteriza a atual &quot;sociedade de controle&quot; seria incontivelmente explosiva se não fosse acompanhada por uma familização generalizada. E é a internet que leva a uma absolutização do familismo antes inimaginável. No advento da internet, a chamada &quot;web 1.0&quot; resultou numa confluência vulcânica de dimensões díspares da existência: vida cotidiana e tecnologia da informação se chocaram sem controle, provocando um universalismo ou comunismo de ideias livremente produzidas por qualquer um e acessíveis a todos no mundo. A cada um se abria um universo infinitamente além do familismo, da familiaridade das &quot;panelinhas&quot; de amigos e da reificação identitária. Disparidade vulcânica potencialmente revolucionária, porque tornava a perspectiva de uma livre associação mundial dos indivíduos através de suas necessidades, desejos, projetos e paixões mais apaixonante do que o miserável e amedrontrado auto-encarceramento familiar. As pessoas se definiam, se encontravam e se relacionavam pelo que desejavam ser e fazer: o pseudônimo e o anonimato eram a regra.  Porém, com o aparecimento da chamada &quot;web 2.0&quot;, o capital cuidou de destruir essa disparidade vulcânica, obrigando todos a se identificarem, se encontrarem e se relacionarem como &quot;pessoas com famílias, amigos e registradas pelo Estado&quot;, minando na raiz a perspectiva de uma internet universalista de indivíduos livremente associados em função do suas necessidades e paixões livres e comuns [nota 6].

A &quot;web 2.0&quot; é o esvaziamento da internet (websites, fóruns, emails etc) pelas chamadas &quot;redes sociais&quot; (hoje dominadas pelo facebook, whatsapp etc), que levam a uma privatização ou mesmo uma feudalização do que se compartilha e se acessa na internet. O familismo (e o panelismo ou &quot;amiguismo&quot; inerente a ele) passa a ocupar todo o tempo e libido das pessoas: não é mais possível à quase ninguém existir socialmente se não aceitar se deixar chafurdar numa &quot;timeline&quot; frenética e interminável de exibicionismos pessoais e familiares infinitamente descartáveis a cada segundo. Quase toda internet universalista e livremente acessível (por buscadores) e feita autonomamente (homepages, grupos de discussão...) foi abandonada e esvaziada. Nessas condições, dá-se uma redução brutal da capacidade dos indivíduos de se expressarem, se associarem e pensarem fora da burrice da dimensão pessoal, familiar, amiguista e identitária. Ocorre uma infantilização geral.

Há ainda um aspecto ainda mais estarrecedor do familismo das &quot;redes sociais&quot;. Como todos praticamente só são acessíveis e só se comunicam por elas (facebook, whatsapp...), cada proletário ficaria isolado e incomunicável se não se tornasse também usuário delas. Isso dá um poder de vigilância absurdo sobre o que pensa, faz e sente cada um. O facebook é o maior e mais poderoso sistema de vigilância e monitoramento que já existiu na história da humanidade. E não só pelo Estado e serviços secretos. Quem é forçado, para sobreviver, a se vender como objeto de consumo vivo no mercado de trabalho, tem, por isso mesmo, sua sobrevivência sob o poder e arbítrio de outras pessoas (a classe capitalista, tanto burocratas quanto proprietários), que, é claro, vigiam e monitoram o facebook de seu escravo. Qualquer ideia levemente questionadora que encontrar, no dia seguinte, por um pretexto qualquer, o proletário está demitido, no olho da rua. Então, o familismo se torna o único pensamento e sentimento que é permitido ao proletariado expressar em público, a não ser que queira se suicidar socialmente (se tornando mendigo) ou fisicamente. [...]&quot; (trecho de &quot;Contra o familismo novo e velho - abaixo a família!&quot; http://goo.gl/Vw5xzI )]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei como contribuir hoje para um modo de divulgação livre do facebook, mas aproveito para compartilhar um diagnóstico da m*%# em que estamos:</p>
<p>&#8220;FAMILISMO GENERALIZADO: A DOMESTICAÇÃO DA VIDA COTIDIANA UNIVERSAL PELA INTERNET<br />
A proletarização da reprodução que caracteriza a atual &#8220;sociedade de controle&#8221; seria incontivelmente explosiva se não fosse acompanhada por uma familização generalizada. E é a internet que leva a uma absolutização do familismo antes inimaginável. No advento da internet, a chamada &#8220;web 1.0&#8221; resultou numa confluência vulcânica de dimensões díspares da existência: vida cotidiana e tecnologia da informação se chocaram sem controle, provocando um universalismo ou comunismo de ideias livremente produzidas por qualquer um e acessíveis a todos no mundo. A cada um se abria um universo infinitamente além do familismo, da familiaridade das &#8220;panelinhas&#8221; de amigos e da reificação identitária. Disparidade vulcânica potencialmente revolucionária, porque tornava a perspectiva de uma livre associação mundial dos indivíduos através de suas necessidades, desejos, projetos e paixões mais apaixonante do que o miserável e amedrontrado auto-encarceramento familiar. As pessoas se definiam, se encontravam e se relacionavam pelo que desejavam ser e fazer: o pseudônimo e o anonimato eram a regra.  Porém, com o aparecimento da chamada &#8220;web 2.0&#8221;, o capital cuidou de destruir essa disparidade vulcânica, obrigando todos a se identificarem, se encontrarem e se relacionarem como &#8220;pessoas com famílias, amigos e registradas pelo Estado&#8221;, minando na raiz a perspectiva de uma internet universalista de indivíduos livremente associados em função do suas necessidades e paixões livres e comuns [nota 6].</p>
<p>A &#8220;web 2.0&#8221; é o esvaziamento da internet (websites, fóruns, emails etc) pelas chamadas &#8220;redes sociais&#8221; (hoje dominadas pelo facebook, whatsapp etc), que levam a uma privatização ou mesmo uma feudalização do que se compartilha e se acessa na internet. O familismo (e o panelismo ou &#8220;amiguismo&#8221; inerente a ele) passa a ocupar todo o tempo e libido das pessoas: não é mais possível à quase ninguém existir socialmente se não aceitar se deixar chafurdar numa &#8220;timeline&#8221; frenética e interminável de exibicionismos pessoais e familiares infinitamente descartáveis a cada segundo. Quase toda internet universalista e livremente acessível (por buscadores) e feita autonomamente (homepages, grupos de discussão&#8230;) foi abandonada e esvaziada. Nessas condições, dá-se uma redução brutal da capacidade dos indivíduos de se expressarem, se associarem e pensarem fora da burrice da dimensão pessoal, familiar, amiguista e identitária. Ocorre uma infantilização geral.</p>
<p>Há ainda um aspecto ainda mais estarrecedor do familismo das &#8220;redes sociais&#8221;. Como todos praticamente só são acessíveis e só se comunicam por elas (facebook, whatsapp&#8230;), cada proletário ficaria isolado e incomunicável se não se tornasse também usuário delas. Isso dá um poder de vigilância absurdo sobre o que pensa, faz e sente cada um. O facebook é o maior e mais poderoso sistema de vigilância e monitoramento que já existiu na história da humanidade. E não só pelo Estado e serviços secretos. Quem é forçado, para sobreviver, a se vender como objeto de consumo vivo no mercado de trabalho, tem, por isso mesmo, sua sobrevivência sob o poder e arbítrio de outras pessoas (a classe capitalista, tanto burocratas quanto proprietários), que, é claro, vigiam e monitoram o facebook de seu escravo. Qualquer ideia levemente questionadora que encontrar, no dia seguinte, por um pretexto qualquer, o proletário está demitido, no olho da rua. Então, o familismo se torna o único pensamento e sentimento que é permitido ao proletariado expressar em público, a não ser que queira se suicidar socialmente (se tornando mendigo) ou fisicamente. [&#8230;]&#8221; (trecho de &#8220;Contra o familismo novo e velho &#8211; abaixo a família!&#8221; <a href="http://goo.gl/Vw5xzI" rel="nofollow ugc">http://goo.gl/Vw5xzI</a> )</p>
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