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	Comentários sobre: Goiás: Ocupação de reitoria contra assédio e abusos sexuais	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2016 02:17:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Importante trazer a experiência da Ocupação do Prédio da Superintendência de Assistência Social (SAS, órgão que administra a Moradia da USP), na USP. A ocupação se levantou contra um caso de agressão dentro da moradia e diante da política de abafar os casos de violência contra a mulher por parte da REitoria. O movimento de ocupação exigiu a formação de uma comissão independente para apurar os casos de violência contra as mulheres ocorridos, a reabertura dos blocos K e L para moradia para mães, a reabertura de vagas nas creches que foram fechadas recentemente, etc. Como não poderia deixar de ser, a REItoria reagiu criminalizando o movimento (através de e-mails aos estudantes, responsabilizando a ocupação pelos problemas nos restaurantes universitários, emissão de passes, etc.)e entrou com um pedido judicial de reintegração de posse... as correntes políticas burocráticas com suas políticas reformistas, centristas e estalinistas (vinculadas ao PT, PCdoB, PSOL, PSTU) boicotaram abertamente o movimento...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Importante trazer a experiência da Ocupação do Prédio da Superintendência de Assistência Social (SAS, órgão que administra a Moradia da USP), na USP. A ocupação se levantou contra um caso de agressão dentro da moradia e diante da política de abafar os casos de violência contra a mulher por parte da REitoria. O movimento de ocupação exigiu a formação de uma comissão independente para apurar os casos de violência contra as mulheres ocorridos, a reabertura dos blocos K e L para moradia para mães, a reabertura de vagas nas creches que foram fechadas recentemente, etc. Como não poderia deixar de ser, a REItoria reagiu criminalizando o movimento (através de e-mails aos estudantes, responsabilizando a ocupação pelos problemas nos restaurantes universitários, emissão de passes, etc.)e entrou com um pedido judicial de reintegração de posse&#8230; as correntes políticas burocráticas com suas políticas reformistas, centristas e estalinistas (vinculadas ao PT, PCdoB, PSOL, PSTU) boicotaram abertamente o movimento&#8230;</p>
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