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	Comentários sobre: Cartas estudantis &#8211; 1ª carta de Arthur a Helo	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311393</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2016 17:20:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[REMEMBERING ARISTÓTELES
Então, o dilema: reduzir a cultura aos meios de produção ou reduzi-los a ela?
Mas as duas unilateralidades, posto que contraditórias, são identicamente falsas. Ou seja, cada uma das duas teria sua contraverdade - como diferença específica? - na outra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REMEMBERING ARISTÓTELES<br />
Então, o dilema: reduzir a cultura aos meios de produção ou reduzi-los a ela?<br />
Mas as duas unilateralidades, posto que contraditórias, são identicamente falsas. Ou seja, cada uma das duas teria sua contraverdade &#8211; como diferença específica? &#8211; na outra.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311383</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 19:41:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[não sei se é pela verve de criticar o multiculturalismo, mas existem diversos problemas nesse marxismo bololô.

1. Conflitos de geração? Elis Regina tinha 22 anos na época da Passeata mencionada. Gilberto Gil tinha 25.
2. Quer falar de eletricidade?
a) A música eletroacústica já vinha se desenvolvendo no Brasil desde os ano 50, você consegue explicar com A+B marxista o porque que a Passeata foi contra a guitarra elétrica na música popular e não contra a composição de vanguarda?
b) Pense um mínimo em música. A eletricidade nos meios de produção e circulação de mercadorias artísticas musicais começou com a rádio, passou para a produção de discos e para as demais tecnologias de gravação. A guitarra elétrica é apenas um novo timbre. Ou será que a flauta transversal e o piano de cauda não passarão de arcaismos?

Mas voltemos ao ponto inicial. Se tudo tem gênese nas transformações ocorridas nos meios de produção, a arte consciente deve ser inteiramente dedicada a &quot;mostrar as cenas deletadas&quot;? Quê seria isso, um tipo de jornalismo investigativo com floreios estéticos para capturar a atenção? Para depois acusar os desinteressados de &quot;alienados&quot; e &quot;pequeno-burgueses&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>não sei se é pela verve de criticar o multiculturalismo, mas existem diversos problemas nesse marxismo bololô.</p>
<p>1. Conflitos de geração? Elis Regina tinha 22 anos na época da Passeata mencionada. Gilberto Gil tinha 25.<br />
2. Quer falar de eletricidade?<br />
a) A música eletroacústica já vinha se desenvolvendo no Brasil desde os ano 50, você consegue explicar com A+B marxista o porque que a Passeata foi contra a guitarra elétrica na música popular e não contra a composição de vanguarda?<br />
b) Pense um mínimo em música. A eletricidade nos meios de produção e circulação de mercadorias artísticas musicais começou com a rádio, passou para a produção de discos e para as demais tecnologias de gravação. A guitarra elétrica é apenas um novo timbre. Ou será que a flauta transversal e o piano de cauda não passarão de arcaismos?</p>
<p>Mas voltemos ao ponto inicial. Se tudo tem gênese nas transformações ocorridas nos meios de produção, a arte consciente deve ser inteiramente dedicada a &#8220;mostrar as cenas deletadas&#8221;? Quê seria isso, um tipo de jornalismo investigativo com floreios estéticos para capturar a atenção? Para depois acusar os desinteressados de &#8220;alienados&#8221; e &#8220;pequeno-burgueses&#8221;?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: X da questão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311381</link>

		<dc:creator><![CDATA[X da questão]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 15:26:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“(...) Esta arquelogia do saber faz-se olhando para a parte de baixo das páginas, para as notas de rodapé, e também entre as linhas, destacando o que é afirmado no corpo do texto e esquecido nas conclusões. Em matéria de ideologia o silêncio é uma parte do discurso — para a visão crítica é a componente fundamental — por isso quanto mais exactamente se definir o lugar do silêncio, tanto mais gritante ele será e mais o abafarão numa pletora  de  palavras” (João Bernardo – Labirintos do fascismo).


Talvez, as cartas de Helo à Arthur e de Arthur à Helo, escritas a duas (ou sabe-se lá a quantas outras - isso se não forem “mono-escritas”) mãos, guardam silêncios que, embora, gritem, ficam esquecidos nas conclusões...  

“Você gosta disso? Hein? Bate na minha bunda!”.

( Um tapinha não dói. Um tapinha não dói. Um tapinha não dói, só um tapinha...)

Enquanto o Tigrão (revolucionário e revolucionariamente) ruge, se o cachorro late, vira sabão a lavar os “WCs” dos bares da vida por aí... e não se fala mais nisso (se os evangélicos têm o “fala que te escuto”, os multiculturalistas têm o “fala que te escracho”, amém...?!).

Dia desses no prédio de sociologia da USP um “post” afixado num dos murais dizia mais ou menos assim, que um rapaz era machista porque se recusava manter relações sexuais com uma (ou um) transexual pois preferia mulher (biologicamente falando). Segundo o “post” o machismo se caracterizava pois a sexualidade, por ser opção, tornava a (ou o) transexual também uma mulher.

Noutro dia, na mesma USP, vi dois cartazes, um na porta do banheiro masculino que dizia mais ou menos assim: para uso de homens, gays, trans masculino. Na porta do feminino estava assim: para uso de mulheres, lésbicas e trans femininas.

Se para bom entendedor meias palavras bastam, palavras inteiras não deixam dúvidas... E aí é que reside o X da questão: a guitarra “eletrificou-se” não apenas pela força da cultura, mas, acima de tudo, pela força da eletricidade. Os conflitos de geração têm sua gênese nas transformações ocorridas nos meios de produção, não nas transformações supostamente ideológicas. E a Light, agradece...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“(&#8230;) Esta arquelogia do saber faz-se olhando para a parte de baixo das páginas, para as notas de rodapé, e também entre as linhas, destacando o que é afirmado no corpo do texto e esquecido nas conclusões. Em matéria de ideologia o silêncio é uma parte do discurso — para a visão crítica é a componente fundamental — por isso quanto mais exactamente se definir o lugar do silêncio, tanto mais gritante ele será e mais o abafarão numa pletora  de  palavras” (João Bernardo – Labirintos do fascismo).</p>
<p>Talvez, as cartas de Helo à Arthur e de Arthur à Helo, escritas a duas (ou sabe-se lá a quantas outras &#8211; isso se não forem “mono-escritas”) mãos, guardam silêncios que, embora, gritem, ficam esquecidos nas conclusões&#8230;  </p>
<p>“Você gosta disso? Hein? Bate na minha bunda!”.</p>
<p>( Um tapinha não dói. Um tapinha não dói. Um tapinha não dói, só um tapinha&#8230;)</p>
<p>Enquanto o Tigrão (revolucionário e revolucionariamente) ruge, se o cachorro late, vira sabão a lavar os “WCs” dos bares da vida por aí&#8230; e não se fala mais nisso (se os evangélicos têm o “fala que te escuto”, os multiculturalistas têm o “fala que te escracho”, amém&#8230;?!).</p>
<p>Dia desses no prédio de sociologia da USP um “post” afixado num dos murais dizia mais ou menos assim, que um rapaz era machista porque se recusava manter relações sexuais com uma (ou um) transexual pois preferia mulher (biologicamente falando). Segundo o “post” o machismo se caracterizava pois a sexualidade, por ser opção, tornava a (ou o) transexual também uma mulher.</p>
<p>Noutro dia, na mesma USP, vi dois cartazes, um na porta do banheiro masculino que dizia mais ou menos assim: para uso de homens, gays, trans masculino. Na porta do feminino estava assim: para uso de mulheres, lésbicas e trans femininas.</p>
<p>Se para bom entendedor meias palavras bastam, palavras inteiras não deixam dúvidas&#8230; E aí é que reside o X da questão: a guitarra “eletrificou-se” não apenas pela força da cultura, mas, acima de tudo, pela força da eletricidade. Os conflitos de geração têm sua gênese nas transformações ocorridas nos meios de produção, não nas transformações supostamente ideológicas. E a Light, agradece&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311380</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 14:26:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O BOI REBARBOU
Símbolos dos quatro evangelistas: anjo (Mateus); leão (Marcos); boi (Lucas); águia (João). Os quatro símbolos teriam sido descritos e escoliografados a partir da visão da Glória de Deus... 
O bou rebarboi. Freeboi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O BOI REBARBOU<br />
Símbolos dos quatro evangelistas: anjo (Mateus); leão (Marcos); boi (Lucas); águia (João). Os quatro símbolos teriam sido descritos e escoliografados a partir da visão da Glória de Deus&#8230;<br />
O bou rebarboi. Freeboi.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311371</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 22:47:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[bem...
se é que há, volto a tentar dialogar com interlocutores do século XXI (não me levem a mal, é linda toda essa escoliografia que ajudará os cyberfilólogos do futuro a entenderem melhor as minorias revolucionárias de nosso tempo).
O link quebrado do meu último comentário era da foto que se ve aqui (espero que não se quebre também):
http://www.audiofagia.com.br/blog/passeata-contra-a-guitarra-eletrica/

Nada mais queria que trazer um pouco de exemplo histórico para o debate estético, para dar um pouquinho mais de conteúdo já que o diretor frustrado kraftiano acima parece partir da aplicação canhestra de um esquema tipo &quot;bololô marxista-radical&quot;, desses que podem ser aplicados a qualquer coisa que se imagine em qualquer debate. 
No caso, era uma tal &quot;Frente Única da Música Popular Brasileira&quot;, tentando defender o que eles pensavam ser as &quot;cenas deletadas&quot; da indústria cultural internacional. 
O tipo de crítica, se se pode chamar assim, destes infelizes comentadores me faz pensar nos petistas de hoje, injuriando os militantes dos pequenos partidos de esquerda tal como antes os esquerdistas dos &quot;partidões&quot; faziam com o pequeno e &quot;sectário&quot; PT dos anos 80. Somos realmente um povo de memória curta, os brasileiros!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>bem&#8230;<br />
se é que há, volto a tentar dialogar com interlocutores do século XXI (não me levem a mal, é linda toda essa escoliografia que ajudará os cyberfilólogos do futuro a entenderem melhor as minorias revolucionárias de nosso tempo).<br />
O link quebrado do meu último comentário era da foto que se ve aqui (espero que não se quebre também):<br />
<a href="http://www.audiofagia.com.br/blog/passeata-contra-a-guitarra-eletrica/" rel="nofollow ugc">http://www.audiofagia.com.br/blog/passeata-contra-a-guitarra-eletrica/</a></p>
<p>Nada mais queria que trazer um pouco de exemplo histórico para o debate estético, para dar um pouquinho mais de conteúdo já que o diretor frustrado kraftiano acima parece partir da aplicação canhestra de um esquema tipo &#8220;bololô marxista-radical&#8221;, desses que podem ser aplicados a qualquer coisa que se imagine em qualquer debate.<br />
No caso, era uma tal &#8220;Frente Única da Música Popular Brasileira&#8221;, tentando defender o que eles pensavam ser as &#8220;cenas deletadas&#8221; da indústria cultural internacional.<br />
O tipo de crítica, se se pode chamar assim, destes infelizes comentadores me faz pensar nos petistas de hoje, injuriando os militantes dos pequenos partidos de esquerda tal como antes os esquerdistas dos &#8220;partidões&#8221; faziam com o pequeno e &#8220;sectário&#8221; PT dos anos 80. Somos realmente um povo de memória curta, os brasileiros!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311367</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 20:47:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[COADJUVANDO PABLO

Welt(mensch)gemeinschaft é o telos da guerra social

Xronos aion kairos : Ungleichzeitigkeit (Ernst Bloch)

Y por supuesto potência (instituinte) X poder (instituído) hic&#038;nunc

Zeroworker singulariza a autopraxis histórica do proletariado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>COADJUVANDO PABLO</p>
<p>Welt(mensch)gemeinschaft é o telos da guerra social</p>
<p>Xronos aion kairos : Ungleichzeitigkeit (Ernst Bloch)</p>
<p>Y por supuesto potência (instituinte) X poder (instituído) hic&amp;nunc</p>
<p>Zeroworker singulariza a autopraxis histórica do proletariado</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311364</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 16:12:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[F)olhas
G)rassam verdejantes 
H)abitando arvoredos seculares. Até que, finalmente sozinhas, perfazem um silencioso voo dançarino até o chão. Como se dissessem cummig&#039;é assim:

1(a

le
af
fa

11

s)
one
1

iness

J)á com os homens a coisa é distinta. A dança é em vida, com o
K)KKpital ditando o ritmo. Mas espere aí. É um pássaro? Um avião? Não! É ele! o odiado anônimo mais antônimo dos diabos! O injuriado atônito mais antenado dentre os jurados!
L)isses lisses vem aí olê olê.. ó lá ele se preparando mais uma vez pra pousar na sopa de
M)ulhomens &#038; homulheres comportados e melindrosos, pudorados esperançosos, pegajosos, até que sem querer querendo ialá
N)a garganta dos vamps fica entalado, que nem navalhei-me deus, é o fim do nosso amor, que nem navalhei-me deus dos desgraçados, dizei-me vós o que esperar diante de
O)rnitorraquíticos de experiência e sapiência, de onde tirar pá, ciência?
P)ronco final?
Q)uerela das querelas, acender velas, das mais belas, aos que temem a trama e cantam a chama e tremem o leme (sempre destros) e lambem a cama e fecham o hímen e sentem a sana e somem na lama, não sem antes: 

R)icochatearnos tanto, até
S)oul of pigs
T)UDOMINAR! o admirável ScheißWelt fervido a 1984 graus Fahren hell it&#039;s

R)icochatealos tanto, até
S)inistr[a]mente
T)UDOMIN AR! Comunidade humana universal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>F)olhas<br />
G)rassam verdejantes<br />
H)abitando arvoredos seculares. Até que, finalmente sozinhas, perfazem um silencioso voo dançarino até o chão. Como se dissessem cummig&#8217;é assim:</p>
<p>1(a</p>
<p>le<br />
af<br />
fa</p>
<p>11</p>
<p>s)<br />
one<br />
1</p>
<p>iness</p>
<p>J)á com os homens a coisa é distinta. A dança é em vida, com o<br />
K)KKpital ditando o ritmo. Mas espere aí. É um pássaro? Um avião? Não! É ele! o odiado anônimo mais antônimo dos diabos! O injuriado atônito mais antenado dentre os jurados!<br />
L)isses lisses vem aí olê olê.. ó lá ele se preparando mais uma vez pra pousar na sopa de<br />
M)ulhomens &amp; homulheres comportados e melindrosos, pudorados esperançosos, pegajosos, até que sem querer querendo ialá<br />
N)a garganta dos vamps fica entalado, que nem navalhei-me deus, é o fim do nosso amor, que nem navalhei-me deus dos desgraçados, dizei-me vós o que esperar diante de<br />
O)rnitorraquíticos de experiência e sapiência, de onde tirar pá, ciência?<br />
P)ronco final?<br />
Q)uerela das querelas, acender velas, das mais belas, aos que temem a trama e cantam a chama e tremem o leme (sempre destros) e lambem a cama e fecham o hímen e sentem a sana e somem na lama, não sem antes: </p>
<p>R)icochatearnos tanto, até<br />
S)oul of pigs<br />
T)UDOMINAR! o admirável ScheißWelt fervido a 1984 graus Fahren hell it&#8217;s</p>
<p>R)icochatealos tanto, até<br />
S)inistr[a]mente<br />
T)UDOMIN AR! Comunidade humana universal.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311361</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 01:44:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[www.audiofagia.com.br/wp-content/uploads/2015/09/passeata-gacuitarra-eletrica.png
memórias curtas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audiofagia.com.br/wp-content/uploads/2015/09/passeata-gacuitarra-eletrica.png" rel="nofollow ugc">http://www.audiofagia.com.br/wp-content/uploads/2015/09/passeata-gacuitarra-eletrica.png</a><br />
memórias curtas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Viva o ócio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311357</link>

		<dc:creator><![CDATA[Viva o ócio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 18:24:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ai sim! ai eu gostei... esses últimos trabalhadores são os desejos inconfessáveis de todos os trabalhadores do mundo inteiro! Viva a preguiça e abaixo a teologia protestante do trabalho!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ai sim! ai eu gostei&#8230; esses últimos trabalhadores são os desejos inconfessáveis de todos os trabalhadores do mundo inteiro! Viva a preguiça e abaixo a teologia protestante do trabalho!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Trabalhadores verdadeiros		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108516/#comment-311354</link>

		<dc:creator><![CDATA[Trabalhadores verdadeiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 16:24:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://jrz524vll72f4ljr.onion/?p=108516#comment-311354</guid>

					<description><![CDATA[Pujança no &quot;tripalium&quot; do verdadeiro trabalhador X trabalhadores verdadeiros em luta pujante:

https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRKJ3NBzHwWb2irRMR-OLuq0w2Iy0gJjruyp70GRIS8NlinzdZ7]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pujança no &#8220;tripalium&#8221; do verdadeiro trabalhador X trabalhadores verdadeiros em luta pujante:</p>
<p><a href="https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRKJ3NBzHwWb2irRMR-OLuq0w2Iy0gJjruyp70GRIS8NlinzdZ7" rel="nofollow ugc">https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRKJ3NBzHwWb2irRMR-OLuq0w2Iy0gJjruyp70GRIS8NlinzdZ7</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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