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	Comentários sobre: As ocupações-susto: novas formas de controle das lutas sociais?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108543/#comment-311205</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 13:36:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[0800 BISCOITO FINÍSSIMO 
Recomendo - com ênfase redobrada, aos nauseados com o pindorâmico varejo político e suas varejeiras moscas (de esquerda &#038; direita, recíproca e simetricamente contrarrevolucionárias) -: SOCIEDADE BURGUESA (DE UM E OUTRO LADO DO ESPELHO: La Comédie humaine) e  OS SENTIDOS DAS PALAVRAS (Terminologia econômica e social em La Comédie humaine), cujo autor, João Bernardo, em copyleft de boníssima hora disponibilizou na internet &#038; alhures... 

JB flana: passapalavrando alegorias, analogias, metáforas social-históricas &#038; análises percucientes  para gozo estético-intelectual de doutos, leigos, virgilianos, dantescos etc., leitores (ou não) de Balzac. 
O também balzaquiano (sic) Marx aprovaria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>0800 BISCOITO FINÍSSIMO<br />
Recomendo &#8211; com ênfase redobrada, aos nauseados com o pindorâmico varejo político e suas varejeiras moscas (de esquerda &amp; direita, recíproca e simetricamente contrarrevolucionárias) -: SOCIEDADE BURGUESA (DE UM E OUTRO LADO DO ESPELHO: La Comédie humaine) e  OS SENTIDOS DAS PALAVRAS (Terminologia econômica e social em La Comédie humaine), cujo autor, João Bernardo, em copyleft de boníssima hora disponibilizou na internet &amp; alhures&#8230; </p>
<p>JB flana: passapalavrando alegorias, analogias, metáforas social-históricas &amp; análises percucientes  para gozo estético-intelectual de doutos, leigos, virgilianos, dantescos etc., leitores (ou não) de Balzac.<br />
O também balzaquiano (sic) Marx aprovaria.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/06/108543/#comment-311200</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 04:10:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como as ocupações do MinC principalmente são heterogêneas pelo Brasil, tendo como único consenso o &quot;Fora Temer&quot;, seria bom que o PP dissesse de onde pegou informação para fazer essa análise e chegar às suas conclusões.

Deixando de lado o tom do artigo, o que primeiro se observa nele é a contradição entre a parte que diz &quot;Em qualquer conflito social as táticas de luta não são aquelas que desejamos ou gostaríamos, mas sim, e sempre, aquelas que se tem à mão&quot;, para depois afirmar sobre as ocupações em tela, com uma certeza que o leitor não sabe de onde foi retirada, que: &quot;trata-se, aqui, de simplesmente “dar um susto” no governo provisório e de demarcar posição, somente. Um susto, só isso. Porque o Estado deve, precisa estar em pleno funcionamento quando de um possível retorno do PT à presidência — que é o limite objetivo da pauta das ocupações.&quot;

Afinal, com todo conhecimento que o PP tem das ocupações pelo país, elas são a tática que se tem à mão ou se usa ela porque o interesse e objetivo é apenas dar um &quot;susto&quot;?

A crítica seria boa e válida se ela se detivesse no que está ficando claro já pelo menos a parte dos ocupantes: que eles não estão incomodando, que eles não estão atingindo o capital. Mas o texto faz essa crítica como se os ocupantes fossem petistas de má fé, e não que como se estivessem usando as táticas que tem às mãos no momento, e como sendo capazes de refletir sobre elas, e redefini-las. Por isso e pelo tom, o artigo acaba sendo altamente sectário, para dizer o mínimo.

É tolo achar que as pautas, e mais importante, os desejos dos tais ocupantes se limitam ao que o texto aponta. E mais, que essas lutas uma vez desencadeadas não possam ir para além do horizonte inicial delas. Ou pegaram uma ocupação de uma cidade com as características apontadas no artigo e generalizaram erroneamente para todo o Brasil.

Outra contradição que me parece é um coletivo que sempre afirmou que a forma dos movimentos são mais importantes que a bandeira (a pauta), afirme que pelo limite objetivo das pautas dessas ocupações elas aprofundam o enredamento nas malhas da exploração e opressão. Precisa avisar pro pessoal aqui do Ocupa MinC -SC isso aí... que se eles estivessem em casa vendo TV estariam ajudando mais a luta anticapitalista.

Aí chegamos na ´&quot;radicalidade&quot; tal que é típica da inércia das seitas de extrema-esquerda. Assim prefiro mesmo o Baudrillard de 1980, que afirmava logo que o que curto-circuitava o sistema era a não participação, a passividade.

Ah, mas não é isso que estamos dizendo... Mas como não? Não estou vendo a ocupação do Banco Central!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como as ocupações do MinC principalmente são heterogêneas pelo Brasil, tendo como único consenso o &#8220;Fora Temer&#8221;, seria bom que o PP dissesse de onde pegou informação para fazer essa análise e chegar às suas conclusões.</p>
<p>Deixando de lado o tom do artigo, o que primeiro se observa nele é a contradição entre a parte que diz &#8220;Em qualquer conflito social as táticas de luta não são aquelas que desejamos ou gostaríamos, mas sim, e sempre, aquelas que se tem à mão&#8221;, para depois afirmar sobre as ocupações em tela, com uma certeza que o leitor não sabe de onde foi retirada, que: &#8220;trata-se, aqui, de simplesmente “dar um susto” no governo provisório e de demarcar posição, somente. Um susto, só isso. Porque o Estado deve, precisa estar em pleno funcionamento quando de um possível retorno do PT à presidência — que é o limite objetivo da pauta das ocupações.&#8221;</p>
<p>Afinal, com todo conhecimento que o PP tem das ocupações pelo país, elas são a tática que se tem à mão ou se usa ela porque o interesse e objetivo é apenas dar um &#8220;susto&#8221;?</p>
<p>A crítica seria boa e válida se ela se detivesse no que está ficando claro já pelo menos a parte dos ocupantes: que eles não estão incomodando, que eles não estão atingindo o capital. Mas o texto faz essa crítica como se os ocupantes fossem petistas de má fé, e não que como se estivessem usando as táticas que tem às mãos no momento, e como sendo capazes de refletir sobre elas, e redefini-las. Por isso e pelo tom, o artigo acaba sendo altamente sectário, para dizer o mínimo.</p>
<p>É tolo achar que as pautas, e mais importante, os desejos dos tais ocupantes se limitam ao que o texto aponta. E mais, que essas lutas uma vez desencadeadas não possam ir para além do horizonte inicial delas. Ou pegaram uma ocupação de uma cidade com as características apontadas no artigo e generalizaram erroneamente para todo o Brasil.</p>
<p>Outra contradição que me parece é um coletivo que sempre afirmou que a forma dos movimentos são mais importantes que a bandeira (a pauta), afirme que pelo limite objetivo das pautas dessas ocupações elas aprofundam o enredamento nas malhas da exploração e opressão. Precisa avisar pro pessoal aqui do Ocupa MinC -SC isso aí&#8230; que se eles estivessem em casa vendo TV estariam ajudando mais a luta anticapitalista.</p>
<p>Aí chegamos na ´&#8221;radicalidade&#8221; tal que é típica da inércia das seitas de extrema-esquerda. Assim prefiro mesmo o Baudrillard de 1980, que afirmava logo que o que curto-circuitava o sistema era a não participação, a passividade.</p>
<p>Ah, mas não é isso que estamos dizendo&#8230; Mas como não? Não estou vendo a ocupação do Banco Central!</p>
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