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	Comentários sobre: Cancionero Militante: cânticos de mobilização política argentina	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Poeta		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/07/108813/#comment-311491</link>

		<dc:creator><![CDATA[Poeta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2016 14:29:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caio, a 4 não é com base em Ay Carmela (mesmo porque as primeiras versões são bem peronistas). Veja aqui uma versão:
https://www.youtube.com/watch?v=AgOSiIufkew

Sobre os chilenos, a última, a 15), também é bastante cantada pelos estudantes secundaristas chilenos. De fato, o primeiro e o terceiro vídeos são chilenos -- ajuda o fato de que a palavra &quot;yuta&quot; também lá é usada como giria para policial.

Sobre &quot;fazer pegar&quot;... é uma bela questão, bem paralela a fenômenos políticos e de militância. Tem a ver com tradições anteriores, momentos especiais de receptividade e também aquilo que eu menciono no começo do texto, a &quot;militância de coisas&quot;. 
A história do cantinho argentino no Mundial (Brasil decime qué se siente...) é um bom exemplo: um pequeno grupo de pessoas &quot;militou&quot; o canto até que massificou de forma completamente desmedida. Inventaram a versão, tweetaram para pessoas famosas (ninguém deu bola), panfletaram a letra numa concentração de torcedores argentinos antes do primeiro jogo e colaram em uma das pessoas que estava tocando bumbo para que ela os ajudasse a promover a música.
https://www.youtube.com/watch?v=q1ftC4nkTU4]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caio, a 4 não é com base em Ay Carmela (mesmo porque as primeiras versões são bem peronistas). Veja aqui uma versão:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=AgOSiIufkew" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=AgOSiIufkew</a></p>
<p>Sobre os chilenos, a última, a 15), também é bastante cantada pelos estudantes secundaristas chilenos. De fato, o primeiro e o terceiro vídeos são chilenos &#8212; ajuda o fato de que a palavra &#8220;yuta&#8221; também lá é usada como giria para policial.</p>
<p>Sobre &#8220;fazer pegar&#8221;&#8230; é uma bela questão, bem paralela a fenômenos políticos e de militância. Tem a ver com tradições anteriores, momentos especiais de receptividade e também aquilo que eu menciono no começo do texto, a &#8220;militância de coisas&#8221;.<br />
A história do cantinho argentino no Mundial (Brasil decime qué se siente&#8230;) é um bom exemplo: um pequeno grupo de pessoas &#8220;militou&#8221; o canto até que massificou de forma completamente desmedida. Inventaram a versão, tweetaram para pessoas famosas (ninguém deu bola), panfletaram a letra numa concentração de torcedores argentinos antes do primeiro jogo e colaram em uma das pessoas que estava tocando bumbo para que ela os ajudasse a promover a música.<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=q1ftC4nkTU4" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=q1ftC4nkTU4</a></p>
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		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/07/108813/#comment-311486</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2016 15:56:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre a 4), é com base na melodia de Ay Carmela?

Sobre a 12), em 2011 no Chile os estudantes também cantavam:

&quot;Vamos compañeros, hay que poner un poco más empeño,
salimos a la calle nuevamente
la educación chilena no se vende, se defiende!&quot;
(Dá pra ouvir nos 02:50 desse clipe: https://www.youtube.com/watch?v=ReSAjxLh_Nc)

Era bem animador! Já pensei numa tradução para o português mas é um ritmo que simplesmente não pegaria aqui.

Fiquei lembrando do Encontro Nacional do MPL em 2013. Dava pra ter feito uma coletânea com as músicas que cantavam em cada cidade. Algumas eram paródias, outras eram reinterpretadas de lugar pra lugar, mudando o nome dos terminais de ônibus ou a forma de se falar algumas palavras (&quot;catraca&quot; pode ser &quot;roleta&quot;, &quot;borboleta&quot;; &quot;cobrador&quot; pode ser &quot;trocador&quot;), mas ali, e principalmente naquele ano, era muito forte a sensação de que se vinha de um processo social comum.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a 4), é com base na melodia de Ay Carmela?</p>
<p>Sobre a 12), em 2011 no Chile os estudantes também cantavam:</p>
<p>&#8220;Vamos compañeros, hay que poner un poco más empeño,<br />
salimos a la calle nuevamente<br />
la educación chilena no se vende, se defiende!&#8221;<br />
(Dá pra ouvir nos 02:50 desse clipe: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ReSAjxLh_Nc" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=ReSAjxLh_Nc</a>)</p>
<p>Era bem animador! Já pensei numa tradução para o português mas é um ritmo que simplesmente não pegaria aqui.</p>
<p>Fiquei lembrando do Encontro Nacional do MPL em 2013. Dava pra ter feito uma coletânea com as músicas que cantavam em cada cidade. Algumas eram paródias, outras eram reinterpretadas de lugar pra lugar, mudando o nome dos terminais de ônibus ou a forma de se falar algumas palavras (&#8220;catraca&#8221; pode ser &#8220;roleta&#8221;, &#8220;borboleta&#8221;; &#8220;cobrador&#8221; pode ser &#8220;trocador&#8221;), mas ali, e principalmente naquele ano, era muito forte a sensação de que se vinha de um processo social comum.</p>
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