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	Comentários sobre: 22 SET 2016 (BR-SP) A escola como empresa: fanzine e vídeo sobre a reforma do ensino	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Carlos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/09/109402/#comment-311973</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 13:55:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[http://www.passapalavra.info/2016/09/109422
Para aprofundar a curiosidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.passapalavra.info/2016/09/109422" rel="nofollow ugc">http://www.passapalavra.info/2016/09/109422</a><br />
Para aprofundar a curiosidade</p>
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		<title>
		Por: Danielle Maciel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/09/109402/#comment-311970</link>

		<dc:creator><![CDATA[Danielle Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 14:32:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Curioso, acho que não é perguntar demais não, ao contrário, é um questionamento pertinente. Pois é, a Fundação Rosa Luxemburg bancou fazer cópias desse zine e a animação do vídeo. Isso que aparece de Ministério Alemão provavelmente é porque essa Fundação é ligada a um partido chamado A Esquerda na Alemanha. Essa é uma grande contradição que acredito que a maioria dos autores e pesquisadores que tentaram produzir conteúdos críticos ou até anticapitalistas tiveram e ainda têm que enfrentar, ou seja, para disponibilizar suas ideias para um número maior de pessoas tiveram que submeter seus materiais a editoras, empresas, institutos de fomento à pesquisa etc. (estatais ou privados, todos capitalistas) a fim de conseguir obter uma reprodução maior de determinado material. Nós, que estávamos empenhadas nessa pesquisa, avaliamos que o ônus de se aceitar essa contradição poderia ser menor em relação a possibilidade de difundir dados que conseguimos levantar sobre a atuação das empresas nesse setor e que geralmente são ocultados da maioria das pessoas  e, até quem sabe, contribuir para as discussões e formas de luta e resistência no campo da educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curioso, acho que não é perguntar demais não, ao contrário, é um questionamento pertinente. Pois é, a Fundação Rosa Luxemburg bancou fazer cópias desse zine e a animação do vídeo. Isso que aparece de Ministério Alemão provavelmente é porque essa Fundação é ligada a um partido chamado A Esquerda na Alemanha. Essa é uma grande contradição que acredito que a maioria dos autores e pesquisadores que tentaram produzir conteúdos críticos ou até anticapitalistas tiveram e ainda têm que enfrentar, ou seja, para disponibilizar suas ideias para um número maior de pessoas tiveram que submeter seus materiais a editoras, empresas, institutos de fomento à pesquisa etc. (estatais ou privados, todos capitalistas) a fim de conseguir obter uma reprodução maior de determinado material. Nós, que estávamos empenhadas nessa pesquisa, avaliamos que o ônus de se aceitar essa contradição poderia ser menor em relação a possibilidade de difundir dados que conseguimos levantar sobre a atuação das empresas nesse setor e que geralmente são ocultados da maioria das pessoas  e, até quem sabe, contribuir para as discussões e formas de luta e resistência no campo da educação.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/09/109402/#comment-311966</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 21:50:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MODJU
Éramos poucos.  Decrepitavó em dores parturientes urrava feito cabra degolada e a curiosa nada de chegar. 
Então, cocando destarte a insigne preguiça, curiocioso destampa, entre bocejos, interrogatório with(out) proposta de delação premiada...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MODJU<br />
Éramos poucos.  Decrepitavó em dores parturientes urrava feito cabra degolada e a curiosa nada de chegar.<br />
Então, cocando destarte a insigne preguiça, curiocioso destampa, entre bocejos, interrogatório with(out) proposta de delação premiada&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Curioso		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/09/109402/#comment-311965</link>

		<dc:creator><![CDATA[Curioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 18:39:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ministério alemão financiando vídeo anticapitalista no Brasil? Oi? Como é isso? E de onde consegue grana a Fundação Rosa Luxemburgo? Seria perguntar demais quanto foi investido nesse video e como foi o processo de captação da verba?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ministério alemão financiando vídeo anticapitalista no Brasil? Oi? Como é isso? E de onde consegue grana a Fundação Rosa Luxemburgo? Seria perguntar demais quanto foi investido nesse video e como foi o processo de captação da verba?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/09/109402/#comment-311961</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 23:09:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Existe uma questão de critério, Setembrista. Para quem e para o que uma gestão é boa. Basta olhar a atual gestão industrial nas universidades públicas e de ponta: escrever 20 papers por ano em 3 idiomas diferentes é algo &quot;melhor&quot; para o trabalhador, para sua família e sua comunidade?
A mera ideia de que uma &quot;melhora de gestão&quot; trará efeitos na taxa de analfabetismo funcional mostra o caminho errado que suas criticas tomaram. De fato, a atual variação do mercado é de baixa, de corte e de desemprego. O que o mercado precisa é de gente que se forme para postos de trabalho precários e de baixa remuneração, especialmente considerando que o Brasil já conta com estrutura para formação de profissionais de ponta.
Por fim, não sou autor do zine nem do coletivo, mas me parece que qualquer perspectiva revolucionária não passa por propor um modelo de gestão, senão pelo apoio e pela construção do poder estudantil e dos trabalhadores nas escolas, sem os quais não existe modelo de gestão no mundo que tenha um caráter emancipatório.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma questão de critério, Setembrista. Para quem e para o que uma gestão é boa. Basta olhar a atual gestão industrial nas universidades públicas e de ponta: escrever 20 papers por ano em 3 idiomas diferentes é algo &#8220;melhor&#8221; para o trabalhador, para sua família e sua comunidade?<br />
A mera ideia de que uma &#8220;melhora de gestão&#8221; trará efeitos na taxa de analfabetismo funcional mostra o caminho errado que suas criticas tomaram. De fato, a atual variação do mercado é de baixa, de corte e de desemprego. O que o mercado precisa é de gente que se forme para postos de trabalho precários e de baixa remuneração, especialmente considerando que o Brasil já conta com estrutura para formação de profissionais de ponta.<br />
Por fim, não sou autor do zine nem do coletivo, mas me parece que qualquer perspectiva revolucionária não passa por propor um modelo de gestão, senão pelo apoio e pela construção do poder estudantil e dos trabalhadores nas escolas, sem os quais não existe modelo de gestão no mundo que tenha um caráter emancipatório.</p>
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		<title>
		Por: Setembrino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/09/109402/#comment-311960</link>

		<dc:creator><![CDATA[Setembrino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 21:55:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[ ... ]  &quot;a reforma empresarial da educação tende a estreitar o controle e as pressões do capital sobre o dia a dia de pais, professores e alunos. Isso significa distanciá-lo das reais necessidade da comunidade que nela trabalha ou estuda, uma vez que irá reforçar a dimensão da escola enquanto fábrica de resultados vazios e mão de obra adaptada às variações do mercado. O estímulo à competição, ao individualismo cego, através da pressão cada vez maior para o batimento de metas, aponta para corrosão dos já frágeis laços de solidariedade entre os debaixo, minando as possibilidades de ação coletiva, como as que vimos com o recente levante dos secundaristas pelo país.&quot; 

Não parecem-me lá muito certeiros, nem o dito Zine, nem o Passa Palavra. 
Digo: acho que falta ponderar. Mais pela sobriedade, menos pelos bordões. 
 
Vou ater-me ao trecho supracitado. 

Quais diabos serão as &quot;reais necessidades da comunidade que nela trabalha ou estuda&quot;?  
Rebatizar a sala de &quot;Marighella&quot;? &quot;Fazer uma sala de videogame&quot;? (sic). 
Se a &quot;racionalidade neoliberal&quot; transforma a porcaria do ensino público hoje em uma porcaria mais eficiente, é lucro. 
Se a gestão é eficiente em melhorar as taxas de analfabetismo funcional por estas bandas, já é melhor que a situação presente. Matemática, então? Nem se fale.
É melhor um trabalhador bem formado que um trabalhador mal formado, oras. Para ele, para a sua família e para sua comunidade. É melhor um milhão de trabalhadores bem formados do que mal formados.  Qualquer candidato a prefeito, o mais boçal que o seja, bem sabe disso.  
No fundo, a escola já funciona sob essa lógica. Só é mal gerida. Muito mal gerida...

Pergunto aos camaradas que vieram de escola particular: terão elas, por serem privadas, &quot;limitado as possibilidades do processo educacional reduzido o campo da criatividade, autonomia e o amplo desenvolvimento social e humano&quot;? (sic). 
Um pouco, talvez. A instituição escolar é bem problemática, sabemos. Mas parece-me que o fato de serem escola-mercadoria não os tornaram tão inertes assim. 
Aliás, muito provavelmente deu-lhes uma educação muitíssimo melhor que das tais escolas públicas. Provavelmente colocou-os nas melhores universidades do país. Boa gestão, bons resultados. 

No mais, pergunto-me qual o modelo de gestão que os camaradas têm em mente. Uma não-gestão? Uma auto-gestão?  
Porque, da maneira colocada, parece-me tão só uma negativa um tanto reticente e nada propositiva.

Saudações!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[ &#8230; ]  &#8220;a reforma empresarial da educação tende a estreitar o controle e as pressões do capital sobre o dia a dia de pais, professores e alunos. Isso significa distanciá-lo das reais necessidade da comunidade que nela trabalha ou estuda, uma vez que irá reforçar a dimensão da escola enquanto fábrica de resultados vazios e mão de obra adaptada às variações do mercado. O estímulo à competição, ao individualismo cego, através da pressão cada vez maior para o batimento de metas, aponta para corrosão dos já frágeis laços de solidariedade entre os debaixo, minando as possibilidades de ação coletiva, como as que vimos com o recente levante dos secundaristas pelo país.&#8221; </p>
<p>Não parecem-me lá muito certeiros, nem o dito Zine, nem o Passa Palavra.<br />
Digo: acho que falta ponderar. Mais pela sobriedade, menos pelos bordões. </p>
<p>Vou ater-me ao trecho supracitado. </p>
<p>Quais diabos serão as &#8220;reais necessidades da comunidade que nela trabalha ou estuda&#8221;?<br />
Rebatizar a sala de &#8220;Marighella&#8221;? &#8220;Fazer uma sala de videogame&#8221;? (sic).<br />
Se a &#8220;racionalidade neoliberal&#8221; transforma a porcaria do ensino público hoje em uma porcaria mais eficiente, é lucro.<br />
Se a gestão é eficiente em melhorar as taxas de analfabetismo funcional por estas bandas, já é melhor que a situação presente. Matemática, então? Nem se fale.<br />
É melhor um trabalhador bem formado que um trabalhador mal formado, oras. Para ele, para a sua família e para sua comunidade. É melhor um milhão de trabalhadores bem formados do que mal formados.  Qualquer candidato a prefeito, o mais boçal que o seja, bem sabe disso.<br />
No fundo, a escola já funciona sob essa lógica. Só é mal gerida. Muito mal gerida&#8230;</p>
<p>Pergunto aos camaradas que vieram de escola particular: terão elas, por serem privadas, &#8220;limitado as possibilidades do processo educacional reduzido o campo da criatividade, autonomia e o amplo desenvolvimento social e humano&#8221;? (sic).<br />
Um pouco, talvez. A instituição escolar é bem problemática, sabemos. Mas parece-me que o fato de serem escola-mercadoria não os tornaram tão inertes assim.<br />
Aliás, muito provavelmente deu-lhes uma educação muitíssimo melhor que das tais escolas públicas. Provavelmente colocou-os nas melhores universidades do país. Boa gestão, bons resultados. </p>
<p>No mais, pergunto-me qual o modelo de gestão que os camaradas têm em mente. Uma não-gestão? Uma auto-gestão?<br />
Porque, da maneira colocada, parece-me tão só uma negativa um tanto reticente e nada propositiva.</p>
<p>Saudações!</p>
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