<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Ao girar da porta: o que muda após as eleições?	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2016/10/109474/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2016/10/109474/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Sep 2018 20:08:05 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: O Brasil Feliz de Novo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109474/#comment-338130</link>

		<dc:creator><![CDATA[O Brasil Feliz de Novo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 14:56:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=109474#comment-338130</guid>

					<description><![CDATA[Mckinsey vai dominar o mundo minha gente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mckinsey vai dominar o mundo minha gente</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Clementina de Jesus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109474/#comment-311997</link>

		<dc:creator><![CDATA[Clementina de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2016 12:45:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=109474#comment-311997</guid>

					<description><![CDATA[A folha publicou recentemente que a USP, em crise, vai contratar a Mckinsey para elaborar seu novo modelo de gestão e governança (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/09/1815437-em-crise-usp-contrata-consultoria-privada-para-novo-modelo-de-gestao.shtml). Muito triste tudo isso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A folha publicou recentemente que a USP, em crise, vai contratar a Mckinsey para elaborar seu novo modelo de gestão e governança (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/09/1815437-em-crise-usp-contrata-consultoria-privada-para-novo-modelo-de-gestao.shtml" rel="nofollow ugc">http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/09/1815437-em-crise-usp-contrata-consultoria-privada-para-novo-modelo-de-gestao.shtml</a>). Muito triste tudo isso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109474/#comment-311995</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2016 21:19:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=109474#comment-311995</guid>

					<description><![CDATA[Respondendo a Lucas. No campo teórico, trata-se de criar alternativas de poder desde baixo, pautadas por relações solidárias e igualitárias entre os lutadores. Claro que, sendo uma definição teórica, ela indica uma situação-limite, não algo imediatamente realizável, nem tampouco algo isento de contradições e conflitos durante sua implementação. No campo histórico, surgiram vários ensaios: comissões de fábrica, sovietes, Comuna de Paris, a autogestão nos &quot;cordones industriales&quot; chilenos e nas empresas autogeridas na Revolução dos Cravos.... qualquer coisa que sirva como instrumento de luta para os trabalhadores e esteja, ao máximo, sob seu controle e gestão enquanto instrumento.

Respondendo a Caio. A relação segue muito bem definida, porque estas classes se definem pela posição no processo produtivo (principalmente), e não pelos indivíduos que as compõem. O mesmo indivíduo pode percorrer classes diferentes ao longo de sua vida -- é a isto que se chama de mobilidade social. A porta giratória é apenas uma das muitas formas de relacionamento entre classes capitalistas diferentes (burgueses e gestores) ou entre frações da mesma classe (CEOs e ministros ou funcionários públicos federais nível DAS III, por exemplo, que são, todos eles, gestores).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Respondendo a Lucas. No campo teórico, trata-se de criar alternativas de poder desde baixo, pautadas por relações solidárias e igualitárias entre os lutadores. Claro que, sendo uma definição teórica, ela indica uma situação-limite, não algo imediatamente realizável, nem tampouco algo isento de contradições e conflitos durante sua implementação. No campo histórico, surgiram vários ensaios: comissões de fábrica, sovietes, Comuna de Paris, a autogestão nos &#8220;cordones industriales&#8221; chilenos e nas empresas autogeridas na Revolução dos Cravos&#8230;. qualquer coisa que sirva como instrumento de luta para os trabalhadores e esteja, ao máximo, sob seu controle e gestão enquanto instrumento.</p>
<p>Respondendo a Caio. A relação segue muito bem definida, porque estas classes se definem pela posição no processo produtivo (principalmente), e não pelos indivíduos que as compõem. O mesmo indivíduo pode percorrer classes diferentes ao longo de sua vida &#8212; é a isto que se chama de mobilidade social. A porta giratória é apenas uma das muitas formas de relacionamento entre classes capitalistas diferentes (burgueses e gestores) ou entre frações da mesma classe (CEOs e ministros ou funcionários públicos federais nível DAS III, por exemplo, que são, todos eles, gestores).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109474/#comment-311992</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 15:47:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=109474#comment-311992</guid>

					<description><![CDATA[Manolo, o texto também me deixou com uma pergunta. Seguindo essa análise da &quot;porta giratória&quot;, da relação porosa entre empresas e Estado, você acha que hoje ainda é possível estabelecer uma divisão bem definida entre gestores e proprietários dos meios de produção, como classes diferentes, ou hoje ambos se encontram progressivamente amalgamados em uma classe de capitalistas? Ou a &quot;porta giratória&quot; seria um fenômeno próprio da classe gestora - que transita entre o âmbito privado e o estatal cumprindo as mesmas práticas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo, o texto também me deixou com uma pergunta. Seguindo essa análise da &#8220;porta giratória&#8221;, da relação porosa entre empresas e Estado, você acha que hoje ainda é possível estabelecer uma divisão bem definida entre gestores e proprietários dos meios de produção, como classes diferentes, ou hoje ambos se encontram progressivamente amalgamados em uma classe de capitalistas? Ou a &#8220;porta giratória&#8221; seria um fenômeno próprio da classe gestora &#8211; que transita entre o âmbito privado e o estatal cumprindo as mesmas práticas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109474/#comment-311990</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 03:22:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=109474#comment-311990</guid>

					<description><![CDATA[Manolo, que tipo de instituições você tem em mente quando fala da consolidação por parte dos movimentos sociais? Tive essa curiosidade tanto do ponto de vista &quot;teórico&quot; quanto dos exemplos históricos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo, que tipo de instituições você tem em mente quando fala da consolidação por parte dos movimentos sociais? Tive essa curiosidade tanto do ponto de vista &#8220;teórico&#8221; quanto dos exemplos históricos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
