<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: A Greve Geral contra o Estado de Exceção	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2016/10/109747/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Oct 2017 14:21:44 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/#comment-312061</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 05:43:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mem4odqulpe6l3gg.onion/?p=109747#comment-312061</guid>

					<description><![CDATA[E também, por estas bandas, têm os trabalhadores das escolas da rede pública estadual, mas esses já terminaram a greve do momento, que durou do dia 17 ao 31 de outubro, e tratou apenas junto ao governo estadual de questões internas às categorias professores e técnicos-administrativos dessas escolas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E também, por estas bandas, têm os trabalhadores das escolas da rede pública estadual, mas esses já terminaram a greve do momento, que durou do dia 17 ao 31 de outubro, e tratou apenas junto ao governo estadual de questões internas às categorias professores e técnicos-administrativos dessas escolas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/#comment-312060</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 05:31:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mem4odqulpe6l3gg.onion/?p=109747#comment-312060</guid>

					<description><![CDATA[Enquanto isso, no Setor Litoral da Universidade Federal do Paraná, os estudantes que já estão parados há mais de duas semanas, os técnicos-administrativos, parados desde o último dia 24, e os professores, categoria esta que ainda não está em greve, não criaram um espaço público que aglutinasse os dois conjuntos parados, e nem qualquer proposta de mobilização que envolva mais que uma categoria. Cada categoria faz as suas próprias mobilizações e nada de greve geral nacional. Aqui tem de tudo. Estudantes, técnicos e professores em férias fora de época. Estudantes mobilizados nas atividades que acontecem no interior da própria universidade. Técnicos mobilizados nas atividades organizadas pelo sindicato deles. Estudantes, técnicos e professores que estavam colaborando com diversas atividades nas escolas, principalmente da cidade de Matinhos, mas também em outras da região litorânea desse estado e da capital, que se encontravam ocupadas até a data de ontem. Há também um considerável número de professores que tem buscado, sem sucesso até agora, organizar atividades, que não aulas, no interior do Setor Litoral com o intuito de discutir as reformas propostas pelos executivo e parlamento federal. Acredito que o mais provável é que os técnicos continuem concentrados em seu próprio roteiro de greve (cruzar os braços, negociar problemas menores com a reitoria da universidade, judicializar questões, acatar decisões de tribunais) e, ao modo deles, com as forças que já acumularam, quem sabe participarem da construção da tal greve geral nacional que dia desses estava sendo chamada por algumas centrais sindicais, mas que, provavelmente, não será levada a cabo por todas essas que outrora fez o chamado. O grupo considerável de professores que busca construir atividades para discutir as reformas de Estado do momento tem grande chance de atrair o conjunto dos estudantes em férias fora de época, realizar algumas atividades (palestras, aulas públicas...), e seguir com o calendário e as atividades acadêmicas cotidianas. Já o grupo de estudantes e professores mais mobilizados em outro sentido, sem escolas ocupadas para apoiar, estão perdidos, não sabem que peso jogar nas atividades que virão a surgir pelas mãos de professores. No geral os professores não acreditam que tão sedo saia uma greve de professores da UFPR, e os poucos alunos mobilizados para derrotarem as reformas não sabem para aonde ir: continuar ou não em greve (algo que já dura mais de duas semanas e que ainda eles chamam de paralização), ocupar o Setor Litoral da UFPR, se somar às novas atividades que possivelmente surgirão junto aos movimentos de estudantes que desocuparam as escolas ontem. Nessas bandas nada se fala de construir a greve geral nacional. Assim como nada se fala sobre sucessos e fracassos das mobilizações e caminhos já realizados. No restante do município, havia três escolas ocupadas por reduzidíssimas vanguardas, os funcionários públicos municipais nada estão mobilizados, nem mesmo os da saúde, ou os da educação, que em tempos recentes estavam parados por melhorias nos salários, nas condições de trabalho e infraestrutura dos equipamentos públicos municipais dessas áreas. Boa parte dos trabalhadores desse municípios esta ligada ao setor de serviços, que assim como os desempregados, nada esta mobilizada para derrotar reformas ou o Estado de Exceção. Quer dizer, aqui não há nada de mobilização no sentido de derrotar a regra do Estado de Exceção e o Estado de Exceção como regra que se abate sobre os oprimidos. Aqui tem de tudo, só não tem novos roteiros e nem novas possibilidades de vitórias.
Penso que a iniciativa do Daniel Caribé, de escrever esse texto, assim como a própria existência do Coletivo Passa Palavra e deste site, contribuem para que haja apoios entre as lutas e os lutadores sociais, contribuem com as reflexões e notícias acerca dessas lutas, mesmo num hoje que constrói mais derrotas, conformismos e individualismos, do que a quebra da regra do jogo. Mas sempre cabe perguntar: cadê as lutas? O que dentro delas está acontecendo que poderá levar a unificação das mesmas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto isso, no Setor Litoral da Universidade Federal do Paraná, os estudantes que já estão parados há mais de duas semanas, os técnicos-administrativos, parados desde o último dia 24, e os professores, categoria esta que ainda não está em greve, não criaram um espaço público que aglutinasse os dois conjuntos parados, e nem qualquer proposta de mobilização que envolva mais que uma categoria. Cada categoria faz as suas próprias mobilizações e nada de greve geral nacional. Aqui tem de tudo. Estudantes, técnicos e professores em férias fora de época. Estudantes mobilizados nas atividades que acontecem no interior da própria universidade. Técnicos mobilizados nas atividades organizadas pelo sindicato deles. Estudantes, técnicos e professores que estavam colaborando com diversas atividades nas escolas, principalmente da cidade de Matinhos, mas também em outras da região litorânea desse estado e da capital, que se encontravam ocupadas até a data de ontem. Há também um considerável número de professores que tem buscado, sem sucesso até agora, organizar atividades, que não aulas, no interior do Setor Litoral com o intuito de discutir as reformas propostas pelos executivo e parlamento federal. Acredito que o mais provável é que os técnicos continuem concentrados em seu próprio roteiro de greve (cruzar os braços, negociar problemas menores com a reitoria da universidade, judicializar questões, acatar decisões de tribunais) e, ao modo deles, com as forças que já acumularam, quem sabe participarem da construção da tal greve geral nacional que dia desses estava sendo chamada por algumas centrais sindicais, mas que, provavelmente, não será levada a cabo por todas essas que outrora fez o chamado. O grupo considerável de professores que busca construir atividades para discutir as reformas de Estado do momento tem grande chance de atrair o conjunto dos estudantes em férias fora de época, realizar algumas atividades (palestras, aulas públicas&#8230;), e seguir com o calendário e as atividades acadêmicas cotidianas. Já o grupo de estudantes e professores mais mobilizados em outro sentido, sem escolas ocupadas para apoiar, estão perdidos, não sabem que peso jogar nas atividades que virão a surgir pelas mãos de professores. No geral os professores não acreditam que tão sedo saia uma greve de professores da UFPR, e os poucos alunos mobilizados para derrotarem as reformas não sabem para aonde ir: continuar ou não em greve (algo que já dura mais de duas semanas e que ainda eles chamam de paralização), ocupar o Setor Litoral da UFPR, se somar às novas atividades que possivelmente surgirão junto aos movimentos de estudantes que desocuparam as escolas ontem. Nessas bandas nada se fala de construir a greve geral nacional. Assim como nada se fala sobre sucessos e fracassos das mobilizações e caminhos já realizados. No restante do município, havia três escolas ocupadas por reduzidíssimas vanguardas, os funcionários públicos municipais nada estão mobilizados, nem mesmo os da saúde, ou os da educação, que em tempos recentes estavam parados por melhorias nos salários, nas condições de trabalho e infraestrutura dos equipamentos públicos municipais dessas áreas. Boa parte dos trabalhadores desse municípios esta ligada ao setor de serviços, que assim como os desempregados, nada esta mobilizada para derrotar reformas ou o Estado de Exceção. Quer dizer, aqui não há nada de mobilização no sentido de derrotar a regra do Estado de Exceção e o Estado de Exceção como regra que se abate sobre os oprimidos. Aqui tem de tudo, só não tem novos roteiros e nem novas possibilidades de vitórias.<br />
Penso que a iniciativa do Daniel Caribé, de escrever esse texto, assim como a própria existência do Coletivo Passa Palavra e deste site, contribuem para que haja apoios entre as lutas e os lutadores sociais, contribuem com as reflexões e notícias acerca dessas lutas, mesmo num hoje que constrói mais derrotas, conformismos e individualismos, do que a quebra da regra do jogo. Mas sempre cabe perguntar: cadê as lutas? O que dentro delas está acontecendo que poderá levar a unificação das mesmas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/#comment-312054</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 16:56:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mem4odqulpe6l3gg.onion/?p=109747#comment-312054</guid>

					<description><![CDATA[NO VERÃO, VEREMOS?
A propósito, recomendo: RACKETS - F. Palinorc (ver em https://libcom.org/library/rackets-f-palinorc)
Aos menos ansiosos ou pouco afeiçoados à língua inglesa, sugiro que esperem só um pouco. A galera do Humanisfera está finalizando a revisão da tradução.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NO VERÃO, VEREMOS?<br />
A propósito, recomendo: RACKETS &#8211; F. Palinorc (ver em <a href="https://libcom.org/library/rackets-f-palinorc" rel="nofollow ugc">https://libcom.org/library/rackets-f-palinorc</a>)<br />
Aos menos ansiosos ou pouco afeiçoados à língua inglesa, sugiro que esperem só um pouco. A galera do Humanisfera está finalizando a revisão da tradução.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas2		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/#comment-312053</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas2]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 16:06:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mem4odqulpe6l3gg.onion/?p=109747#comment-312053</guid>

					<description><![CDATA[Acho que o texto e também as centrais sindicais não deixam muito claro do que se trataria a greve geral (o primeiro por ser um exercício teórico sobre os usos da violencia, as segundas para ter espaço de manobra). 
Afinal, se trata de um dia de paralização com mobilização, ou seria uma greve de todas as categorias por tempo indefinido até o fim de algo?
Será que ter essa diferença em mente ajuda a paliar o profundo pessimismo ulissiano? Pois de fato me parece mais salutar abrir logo o jogo e reivindicar uma paralização nacional com piquetes e manifestações, do que esse jogo idiota de chamar diferentes &quot;dias nacionais de greves e passeatas e manifestações e o mais...&quot; para a suposta construção de uma greve geral messiânica. Em países como Grécia e recentemente na India, greve geral significa isso, um dia de mobilização massiva com o intuito de travar momentaneamente a engrenagem das mercadorias (por 24h, 48h, ou quanto seja). O que se consiguirá com isso, difícil saber. Perder, acho que quem tem algo a perder, melhor que perda logo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o texto e também as centrais sindicais não deixam muito claro do que se trataria a greve geral (o primeiro por ser um exercício teórico sobre os usos da violencia, as segundas para ter espaço de manobra).<br />
Afinal, se trata de um dia de paralização com mobilização, ou seria uma greve de todas as categorias por tempo indefinido até o fim de algo?<br />
Será que ter essa diferença em mente ajuda a paliar o profundo pessimismo ulissiano? Pois de fato me parece mais salutar abrir logo o jogo e reivindicar uma paralização nacional com piquetes e manifestações, do que esse jogo idiota de chamar diferentes &#8220;dias nacionais de greves e passeatas e manifestações e o mais&#8230;&#8221; para a suposta construção de uma greve geral messiânica. Em países como Grécia e recentemente na India, greve geral significa isso, um dia de mobilização massiva com o intuito de travar momentaneamente a engrenagem das mercadorias (por 24h, 48h, ou quanto seja). O que se consiguirá com isso, difícil saber. Perder, acho que quem tem algo a perder, melhor que perda logo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/#comment-312050</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 14:43:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mem4odqulpe6l3gg.onion/?p=109747#comment-312050</guid>

					<description><![CDATA[Pois é, Lucas. Sonhar sozinho é só sonhar.
Mas em boa companhia, sonhar is realize.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Lucas. Sonhar sozinho é só sonhar.<br />
Mas em boa companhia, sonhar is realize.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/#comment-312048</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 13:19:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mem4odqulpe6l3gg.onion/?p=109747#comment-312048</guid>

					<description><![CDATA[Ulisses, sonho por sonho, eu também prefiro esse seu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ulisses, sonho por sonho, eu também prefiro esse seu.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/10/109747/#comment-312043</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2016 18:42:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mem4odqulpe6l3gg.onion/?p=109747#comment-312043</guid>

					<description><![CDATA[DA IMPOTÊNCIA DELIRANTE E SUAS CONSIGNAS
Por que não levar o wishful thinking às últimas consequências, suprassumindo a Greve Geral contra o Estado de Exceção na Insurreição Planetária contra a Regra do KapitalEstado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DA IMPOTÊNCIA DELIRANTE E SUAS CONSIGNAS<br />
Por que não levar o wishful thinking às últimas consequências, suprassumindo a Greve Geral contra o Estado de Exceção na Insurreição Planetária contra a Regra do KapitalEstado?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
