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	<title>
	Comentários sobre: Presos à UNIESP	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Débora		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109928/#comment-336108</link>

		<dc:creator><![CDATA[Débora]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Aug 2018 12:51:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu também preciso de um advogado especializado. Meu WhatsApp é 11 995556664. Débora. Muito obrigada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também preciso de um advogado especializado. Meu WhatsApp é 11 995556664. Débora. Muito obrigada.</p>
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		<title>
		Por: Lucinei Marli Garcia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109928/#comment-324201</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucinei Marli Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 17:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estou na mesma situação me formei em 2016 e já estou sendo cobrada das mensalidades sendo que cumpri com todas as exigências da faculdade . Encontro -me desempregada e não tenho condições de fazer os pagamentos . Quero saber como faço pra encontrar um advogado que já tem conhecimento do caso sobre a Uniesp e que já tenha ganho alguma causa .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou na mesma situação me formei em 2016 e já estou sendo cobrada das mensalidades sendo que cumpri com todas as exigências da faculdade . Encontro -me desempregada e não tenho condições de fazer os pagamentos . Quero saber como faço pra encontrar um advogado que já tem conhecimento do caso sobre a Uniesp e que já tenha ganho alguma causa .</p>
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		<title>
		Por: Vânia Alves da Rocha trigueiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109928/#comment-320370</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vânia Alves da Rocha trigueiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 21:51:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Preciso urgentemente de ajuda já me formei tudo certinho agora eles não  querem pagar o fies. Me ajudem por favor.A dívida e enorme.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preciso urgentemente de ajuda já me formei tudo certinho agora eles não  querem pagar o fies. Me ajudem por favor.A dívida e enorme.</p>
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		<title>
		Por: Sandra Maria Muniz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109928/#comment-317729</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sandra Maria Muniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Aug 2017 19:29:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Participei do programa Uniesp paga,me formei em 2015 ,e hoje estou sendo cobrada 49 mil reais ,como  vou pagar isso ??
Preciso saber onde posso conseguir ajuda ? Estou desesperada pois só a 5 meses estou trabalhando , e disseram que vão bloquear minha conta salário, dois anos passando todo tipo de necessidades, e agora isso ! Me ajudem por favor ?!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participei do programa Uniesp paga,me formei em 2015 ,e hoje estou sendo cobrada 49 mil reais ,como  vou pagar isso ??<br />
Preciso saber onde posso conseguir ajuda ? Estou desesperada pois só a 5 meses estou trabalhando , e disseram que vão bloquear minha conta salário, dois anos passando todo tipo de necessidades, e agora isso ! Me ajudem por favor ?!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Luciana Bortoletto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109928/#comment-317601</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciana Bortoletto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 16:21:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu sou uma exaluna (de frequencia de apenas um mês da UNIESP) de 2011. Entrei com a promessa que a UNIESP pagaria meu FIES. Fiquei um mês apenas na faculdade e depois abandonei por problemas de cunho pessoal. Cinco anos depois, fui descobrir que o FIES está correndo como se tivesse freqeuntado a faculdade até o fim, e ainda por cima, sem a isenção prometida. AGora, me diz:   para o FIES continuar correndo, a cada semestre o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar documentação da universidade e precisa estar frequentando, precisa fazer as rematrículas, etc. \Como que meu nome foi correndo durante tantos anos, sendo eu uma aluna de apenas um mês de frequencia????? Estou indo atrás para descobrir como posso ser orientada a respeito, pois meu nome está comprometido na Caixa Econômica, estou devendo todas as parcelas da faculdade como se tivesse me formado!!!!!!!!! Se puderem me ajudar com algum tipo de orientação, agradeço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou uma exaluna (de frequencia de apenas um mês da UNIESP) de 2011. Entrei com a promessa que a UNIESP pagaria meu FIES. Fiquei um mês apenas na faculdade e depois abandonei por problemas de cunho pessoal. Cinco anos depois, fui descobrir que o FIES está correndo como se tivesse freqeuntado a faculdade até o fim, e ainda por cima, sem a isenção prometida. AGora, me diz:   para o FIES continuar correndo, a cada semestre o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar documentação da universidade e precisa estar frequentando, precisa fazer as rematrículas, etc. \Como que meu nome foi correndo durante tantos anos, sendo eu uma aluna de apenas um mês de frequencia????? Estou indo atrás para descobrir como posso ser orientada a respeito, pois meu nome está comprometido na Caixa Econômica, estou devendo todas as parcelas da faculdade como se tivesse me formado!!!!!!!!! Se puderem me ajudar com algum tipo de orientação, agradeço!</p>
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		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109928/#comment-312114</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2016 20:19:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Essa intervenção na porta da faculdade me lembrou muito da luta que acompanhei aqui em Buenos Aires por suspensões e demissões em um call center (possivelmente o local de trabalho de muitos estudantes da UNIESP). Eu reproduzo abaixo parte da entrevista que fiz, pois a confluência da luta legal, necessária, e da luta por meio de ações diretas como a que aparece no video, costuma ser uma disputa por quem aguenta mais tempo. O desgaste é sempre uma das principais armas das patronais e dos empresários, por isso os e as companheiras despedidas e suspendidas da GFK faziam um esquema de ir toda segunda, quarta e sexta na porta da empresa na hora do almoço vender comida para gerar vínculos com os demais trabalhadores, um momento para trocar um papo sobre o que ocorria, além de juntar dinheiro para impressões de panfletos, faixas, o fundo de luta -- e o principal era a presença territorial deles lá, o que por si já incomoda a patronal. Fazer isso por semanas, meses, desgasta, por isso é importante lutar em frentes diferentes, ser criativo e buscar laços de solidariedade:

&quot;Trabalhadora: Quando me despediram houve três dias de paralisação e os companheiros assinaram um petição em que me reconheciam como uma delegada de fato na empresa. 87% dos companheiros assinaram, ou seja, confirmam essa opinião. Nós entramos com o processo por discriminação [sindical] no âmbito jurídico e, fora isso, mantivemos atividades gremiais de todo tipo – por exemplo houve uma mobilização até a porta da empresa onde vieram músicos do Teatro Colón, tiveram mobilizações até o tribunal, tiveram mobilizações até a porta da empresa, que contou com a companheira Elia Espen das Madres de Plaza de Mayo, que encabeçou a luta esse dia; e bom, junto com diferentes ativistas de diferentes agremiações que vieram apoiar, junto com a Rede de Trabalhadores e outros companheiros de diferentes organizações gremiais, políticas, culturais. A luta foi mantida durante um ano e conseguimos a reincorporação, sempre na porta da empresa ou no tribunal, quando tínhamos que mobilizar até lá – com muita pouca gente conseguimos fazer muito [barulho!]. Essa é a luta, vamos seguir mantendo ela até que possamos acabar com a tal lista de trabalhadores, que é completamente discriminatória, até que consigamos também reincorporar os trabalhadores despedidos e os que estão suspendidos. Convocamos todas as organizações que queiram aproximar-se para colaborar com os companheiros, tudo ajuda: panfletos, contribuições para o fundo de luta, bandeiras, o que quer que tenham.
http://www.passapalavra.info/2016/05/108313]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa intervenção na porta da faculdade me lembrou muito da luta que acompanhei aqui em Buenos Aires por suspensões e demissões em um call center (possivelmente o local de trabalho de muitos estudantes da UNIESP). Eu reproduzo abaixo parte da entrevista que fiz, pois a confluência da luta legal, necessária, e da luta por meio de ações diretas como a que aparece no video, costuma ser uma disputa por quem aguenta mais tempo. O desgaste é sempre uma das principais armas das patronais e dos empresários, por isso os e as companheiras despedidas e suspendidas da GFK faziam um esquema de ir toda segunda, quarta e sexta na porta da empresa na hora do almoço vender comida para gerar vínculos com os demais trabalhadores, um momento para trocar um papo sobre o que ocorria, além de juntar dinheiro para impressões de panfletos, faixas, o fundo de luta &#8212; e o principal era a presença territorial deles lá, o que por si já incomoda a patronal. Fazer isso por semanas, meses, desgasta, por isso é importante lutar em frentes diferentes, ser criativo e buscar laços de solidariedade:</p>
<p>&#8220;Trabalhadora: Quando me despediram houve três dias de paralisação e os companheiros assinaram um petição em que me reconheciam como uma delegada de fato na empresa. 87% dos companheiros assinaram, ou seja, confirmam essa opinião. Nós entramos com o processo por discriminação [sindical] no âmbito jurídico e, fora isso, mantivemos atividades gremiais de todo tipo – por exemplo houve uma mobilização até a porta da empresa onde vieram músicos do Teatro Colón, tiveram mobilizações até o tribunal, tiveram mobilizações até a porta da empresa, que contou com a companheira Elia Espen das Madres de Plaza de Mayo, que encabeçou a luta esse dia; e bom, junto com diferentes ativistas de diferentes agremiações que vieram apoiar, junto com a Rede de Trabalhadores e outros companheiros de diferentes organizações gremiais, políticas, culturais. A luta foi mantida durante um ano e conseguimos a reincorporação, sempre na porta da empresa ou no tribunal, quando tínhamos que mobilizar até lá – com muita pouca gente conseguimos fazer muito [barulho!]. Essa é a luta, vamos seguir mantendo ela até que possamos acabar com a tal lista de trabalhadores, que é completamente discriminatória, até que consigamos também reincorporar os trabalhadores despedidos e os que estão suspendidos. Convocamos todas as organizações que queiram aproximar-se para colaborar com os companheiros, tudo ajuda: panfletos, contribuições para o fundo de luta, bandeiras, o que quer que tenham.<br />
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