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	Comentários sobre: Sem futuro: reestruturação produtiva na escola	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Machucho Pimpinela		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109963/#comment-312146</link>

		<dc:creator><![CDATA[Machucho Pimpinela]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2016 13:48:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leo V, a relação entre a racionalidade pos-fordista e a sua observação sobre a importância, mesmo que simbólica, do Alexandre Frota sendo recebido pelo ministro,  dá o que pensar.... lembremos que ele eh um dos maiores experts em Reality Show de nossa querida fazenda...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leo V, a relação entre a racionalidade pos-fordista e a sua observação sobre a importância, mesmo que simbólica, do Alexandre Frota sendo recebido pelo ministro,  dá o que pensar&#8230;. lembremos que ele eh um dos maiores experts em Reality Show de nossa querida fazenda&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109963/#comment-312135</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2016 02:57:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leo V, sobre sua crítica, acho que não dá pra perder de vista que quem elaborou essa reforma não foram os ministros de Temer. Tampouco foram exatamente os ministros da Dilma, ainda que os governos petistas já viessem preparando esse projeto há um tempo. Os elaboradores foram principalmente agentes empresariais, consultorias privadas, em geral seguindo diretrizes prévias do Banco Mundial e outros organismos internacionais, como apontaram alguns dos textos que saíram recentemente aqui no PP.
Nesse sentido, parece até que o governo atual está propondo uma parada que caiu pronta na mesa deles. E, como você apontou, sem uma compreensão mais terem aprofundada mesmo. Tanto que existem tentativas de encaixar no texto da MP elementos que iriam noutro sentido, como o Escola Sem Partido.
Daí se entende também o motivo de alguns grupos que elaboraram a própria reforma, como o Itaú Unibanco, agora se colocarem como críticos à MP (porque acham que precisaria ter um debate amplo, democrático, participativo...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leo V, sobre sua crítica, acho que não dá pra perder de vista que quem elaborou essa reforma não foram os ministros de Temer. Tampouco foram exatamente os ministros da Dilma, ainda que os governos petistas já viessem preparando esse projeto há um tempo. Os elaboradores foram principalmente agentes empresariais, consultorias privadas, em geral seguindo diretrizes prévias do Banco Mundial e outros organismos internacionais, como apontaram alguns dos textos que saíram recentemente aqui no PP.<br />
Nesse sentido, parece até que o governo atual está propondo uma parada que caiu pronta na mesa deles. E, como você apontou, sem uma compreensão mais terem aprofundada mesmo. Tanto que existem tentativas de encaixar no texto da MP elementos que iriam noutro sentido, como o Escola Sem Partido.<br />
Daí se entende também o motivo de alguns grupos que elaboraram a própria reforma, como o Itaú Unibanco, agora se colocarem como críticos à MP (porque acham que precisaria ter um debate amplo, democrático, participativo&#8230;)</p>
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		<title>
		Por: Fora do Eixo vive		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109963/#comment-312132</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fora do Eixo vive]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 20:25:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[e se falando em autoengajamento: https://www.youtube.com/watch?v=i4K9h0V6QAY]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>e se falando em autoengajamento: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=i4K9h0V6QAY" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=i4K9h0V6QAY</a></p>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/11/109963/#comment-312129</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 15:53:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho que concordo principalmente com algo no final do texto, mas que eu descreveria de outra forma: no sentido da escola integral ser uma forma de controle sobre o tempo da juventude. O trabalho e a escola se justificam cada vez mais como forma de controle político do que como produção de valor econômico (ou de força de trabalho).

Mas, o que eu faria de crítica é que acho que o texto projeta uma racionalidade de adaptação a um &quot;pós-fordismo&quot; nessa reforma do ensino médio; projeta uma coerência. Não consigo ver em figuras como esse ministro da educação (que recebe um Alexandre Frota por exemplo), e na secretária responsável pela reforma, que são pessoas, digamos, toscas, uma visão assim modernizante e antenada nos modos de produção do capitalismo - relacionados à subjetividade emergente da classe trabalhadora. Me parecem pessoas autoritárias, que enxergam o controle ainda mais pelo viés disciplinar (nesse sentido ainda fordista). Ao menos é a impressão pelo perfil delas, e pelo próprio caráter conservador e reacionário do golpe e desse governo. A forma que foi estabelecida a reforma contradiz até o pressuposto do engajamento e participação. Acho que um Ricardo Semler sim pensaria de acordo com a racionalidade exposta no texto.
Mas, de toda forma, são pelo menos hipóteses interessantes pra se pensar a reforma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que concordo principalmente com algo no final do texto, mas que eu descreveria de outra forma: no sentido da escola integral ser uma forma de controle sobre o tempo da juventude. O trabalho e a escola se justificam cada vez mais como forma de controle político do que como produção de valor econômico (ou de força de trabalho).</p>
<p>Mas, o que eu faria de crítica é que acho que o texto projeta uma racionalidade de adaptação a um &#8220;pós-fordismo&#8221; nessa reforma do ensino médio; projeta uma coerência. Não consigo ver em figuras como esse ministro da educação (que recebe um Alexandre Frota por exemplo), e na secretária responsável pela reforma, que são pessoas, digamos, toscas, uma visão assim modernizante e antenada nos modos de produção do capitalismo &#8211; relacionados à subjetividade emergente da classe trabalhadora. Me parecem pessoas autoritárias, que enxergam o controle ainda mais pelo viés disciplinar (nesse sentido ainda fordista). Ao menos é a impressão pelo perfil delas, e pelo próprio caráter conservador e reacionário do golpe e desse governo. A forma que foi estabelecida a reforma contradiz até o pressuposto do engajamento e participação. Acho que um Ricardo Semler sim pensaria de acordo com a racionalidade exposta no texto.<br />
Mas, de toda forma, são pelo menos hipóteses interessantes pra se pensar a reforma.</p>
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