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	Comentários sobre: O futuro (ainda) está em aberto	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110207/#comment-767932</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 13:45:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Zé António,

O problema foi resolvido neste artigo &lt;em&gt;O futuro (ainda) está em aberto&lt;/em&gt;, mas no artigo &lt;em&gt;Reforma do ensino médio&lt;/em&gt; não conseguimos identificar o link inserido no texto.

Cordialmente,
o colectivo do Passa Palavra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé António,</p>
<p>O problema foi resolvido neste artigo <em>O futuro (ainda) está em aberto</em>, mas no artigo <em>Reforma do ensino médio</em> não conseguimos identificar o link inserido no texto.</p>
<p>Cordialmente,<br />
o colectivo do Passa Palavra</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé Antonio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110207/#comment-767803</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 00:31:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=110207#comment-767803</guid>

					<description><![CDATA[Um dos links colocados está dando erro. Sabem dizer o que aconteceu?
http://www.passapalavra.info/2016/11/109963]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos links colocados está dando erro. Sabem dizer o que aconteceu?<br />
<a href="http://www.passapalavra.info/2016/11/109963" rel="nofollow ugc">http://www.passapalavra.info/2016/11/109963</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Denis Moura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110207/#comment-312256</link>

		<dc:creator><![CDATA[Denis Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2017 11:57:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=110207#comment-312256</guid>

					<description><![CDATA[Sugiro acrescentarmos nesta análise as variáveis de &quot;vigilância global&quot; e &quot;operações psicológicas em massa&quot; patrocinadas, certamente, pelas mais poderosas transnacionais  que, para além das mídias tradicionais, agora se operam através das redes sociais harmonizadas com as informações obtidas pela vigilância global para ir tecendo pós-verdades e fazendo as massas desejarem e defenderem o que mais favorece aos que concentram renda/poder no mundo contemporâneo.

Como exemplo cito o caso brasileiro onde parece que para os nossos Hommers Simpsons o Brasil está sendo passado à limpo por uma Operação Lava-Jato(LJ) imparcial e implacável que precisa extrapolar os limites da legalidade criada pelos corruptos para que a justiça os alcance. Daí ser totalmente aceitável que juízes infrinjam as leis e a Constituição em nome de furar as barreiras legais com que os corruptos se protegem.

Esta é a pós-verdade que tem predominado. Mas observemos à quem a mesma favorece.


Eles não conseguem entender que as infrações as leis podem estar servindo pra proteger alguns grupos politicos e exterminar outros conforme certos interesses particulares(corporações americanas, rentistas especuladores brasileiros, politicos aportunistas) muito distantes do interesse público e do efetivo combate à corrupção.


Os Hommers continuam iludidos mesmo com fartas evidências recentes de que quem está ganhando com a bagunça político-juridico-midiática do Brasil são:

I.As industrias petrolíferas americanas que poderão explorar o pré-sal diretamente já que conseguiram com os herdeiros do butim do Golpe do Impeachment(O PSDB de Serra) o cumprimeto da promessa de favorecer os americanos(Vide provas por Wikileaks):

 Wikileaks: Cartas diplomáticas americanas revelam que desde 2009 o PSDB prometia aos americanos rever lei do pré-sal para beneficiá-los.

As explicações das cartas diplomáticas acima fazem parte de artigo de Natália Viana disponível em: https://cartacapitalwikileaks.wordpress.com/2010/12/13/nos-bastidores-o-lobby-pelo-pre-sal/

II. As empreiteiras americanas que estavam perdendo espaço no mundo pras gigantes brasileiras e agora eliminaram estas concorrentes Odebrecht, OAS, etc;

III. Os grandes bancos e fundos de investimentos americanos que direcionarão os recursos da previdência brasileira para seus cofres simplesmente forçando que os políticos brasileiros aprovem a REFORMA DA PREVIDÊNCIA que inviabilizará ao trabalhador assinar carteira pra contribuir aos cofres públicos o que certamente nunca lhe será devolvido(aposentar-se no limite de sua expectativa de vida) empurrando-o à contratos diretos em PJ com os patrões e aplicando nos fundos americanos de previdência privada;

iV. Com a PEC55 do teto dos gastos sociais aprovada foi garantida que mesmo a arrecadação crescendo devido o almento da população brasileira os gastos sociais serão proporcionalmente menores para uma população maior enquanto será cada ves maior a fatia dos impostos destinados ao pagamento de juros de dívidas públicas para rentistas nacionais e internacionais(GANHAM OS JOGADORES DO SISTEMA FINANCEIRO E PERDE O POVO BRASILEIRO).


Como foi possível isto?

Penso que o seguinte Xadrez ajuda a explicar:

A passividade brasileira ante o ataque americano à Petrobras, à previdência, às empreiteiras, etc... se deve aos seguintes fatores:

Nenhum político brasileiro que tenha/teve significativo poder ousará contrariar os EUA simplesmente porque sabem que a NSA grapeou todo mundo e como na democracia representativa chega-se ao poder somente atraves de toma-lá-dá-cá todo mundo tá refém das chantagens americanas;

As agências de investigação americanas não precisam infiltrar agentes no Brasil e muito menos perder tempo quebrando senhas de nenhuma rede de dados ou disco rígido de qualquer compurador(mesmo tendo tecnologia pra isto) pois as nossas porteiras para a vigilância global americana já estão todas escancaradas pois geralmente usamos sempre equipamentos e softwares americanos(Windows, Oracle Java, iPhone, Android, WhatsApp, Facebook, Google, etc...) e os mesmos são mantidos sempre com brechas de segurança atualizadas para o livre acesso e indexação das infomações por parte da NSA/CIA/FBI(lembram daquelas mensagens diárias de atualizações de segurança do Java e do Windows? Poize! Ali tanto se atualizam as brechas de segurança quanto se podem enviar pacotes de dados criptografados informando à NSA sobre conteúdos relevantes à espiar: basta um caractere diferente numa mensagem pra sinalizar que existem informações de certo tipo de interesse ali na máquina Windows ou Apple ( E certamente até do Linux Ubuntu já que tá infestado de pedaços obscuros de programas) de um funcionário da Petrobras ou da presidência da república.

Assim fica muito fácio para os americanos escolherem que politicos ou autoridades ou empresários brasileiros querem derrubar, à pretexto de combate à corrupção, pra favorecer seus próprios negócios.

Se corruptocracia é a regra da democracia representativa e está tudo grampeado então é só usar parte dos grampos que dê pra derrubar apenas os políticos que atrapalham os negócios americanos!

Você pode entender melhor isto observando 4 peças fundamentais no atual jogo mundial do poder:

Peça 1: A Espionagem Global: quem tem na mão a espionagem universal(indexação de dados de qualquer computador/celular e comunicações) sabe onde mover as milhares(até bilhões) de peças/variáveis no tabuleiro mundial de xadrez do poder,

Peça 2: A Corruptocracia: A Regra básica da &quot;democracia&quot; representativa: Quem fizer mais Toma-lá-dá-cá terá como pagar mais publicidade ou &quot;expontâneo&quot; apoio midiático e quem for mais bem visto será mais eleito.

Peça 3: As fogueiras das vaidades humanas: aqueles atores(Juizes, promotores, jornalistas, etc...) menos cientes da peça 1 e que não forem seduzidos por vantagens transnacionais podem ser recrutados pela sedução de terem informações poderosas nas mãos para se passarem como sapientes justiceiros do combate à corrupção. Se os interesses políticos forem convergentes então o fator vaidade será irrelevante. Da mesma forma se estes atores forem, em último caso, subornados.

Peça 4: Efeito HommerBr: a preguiça de pensar das massas e consequente tendência a decidir mais pelas emoções(ódio) que pela razão. Alvos fáceis dos algoritimos de Zukemberg já testados com sucesso em Operações psicologicas em grandes populações simplesmente permitindo ou restringindo mais ou menos compartilhamentos de emoções, de ódio ou de serenidade e razão.

As peças 1 e 2 permitem que o Poder Global(Peça 1), ciente de que quem estiver no poder eletivo certamente o conquistou por meios corruptos(Peça 2), então simplesmente escolhe, conforme lucre mais, sobre quais políticos deverá revelar as corrupções às autoridades persecutórias locais(Peça 3) e quais politicos deverá poupar com informações obtidas ilegalmente pela espionagem global. Conjuntamente atuam sobre veículos de imprensa e sobre regras de disseminação de postagens em redes sociais e alimentam as emoções preguiçosas das massas(Peça 4) que fazem o resto do trabalho de tornar legítima a estratégia de derrubada de governo que favoreça as massas e fazer chegar no poder os politicos que privilegiem as grandes jogadas financeiras.

RESUMINDO: Corruptocracia + espionagem = derrubar só os políticos que não interessam aos EUA e ajoelhar os demais!


Corruptocracia é todo um xadrez à parte e fiz um esboço do mesmo neste pequeno artigo:

http://denismouradelima.jusbrasil.com.br/artigos/156797790/corruptocracia

Assim conclui-se que nenhum político brasileiro que esteve ou esteja no poder ousará contrariar os EUA simplesmente porque sabem que a NSA grapeou todo mundo e como na democracia representativa chega-se ao poder somente atraves de toma-lá-dá-cá todo mundo tá refém com medo de alguma prova ilícita virar &quot;pé na porta&quot; lícito e metê-los em cana. Logicamente que sob estas chantagens os políticos brasileiros(maioria corruptocrata) aceitarão prontamente aprovar leis que favorecem os americanos se não quiserem que provas de seus ilicitos oriundos de espionagem caiam nas mãos de algum juiz brasileiro que as esquente e os ferrem de vez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sugiro acrescentarmos nesta análise as variáveis de &#8220;vigilância global&#8221; e &#8220;operações psicológicas em massa&#8221; patrocinadas, certamente, pelas mais poderosas transnacionais  que, para além das mídias tradicionais, agora se operam através das redes sociais harmonizadas com as informações obtidas pela vigilância global para ir tecendo pós-verdades e fazendo as massas desejarem e defenderem o que mais favorece aos que concentram renda/poder no mundo contemporâneo.</p>
<p>Como exemplo cito o caso brasileiro onde parece que para os nossos Hommers Simpsons o Brasil está sendo passado à limpo por uma Operação Lava-Jato(LJ) imparcial e implacável que precisa extrapolar os limites da legalidade criada pelos corruptos para que a justiça os alcance. Daí ser totalmente aceitável que juízes infrinjam as leis e a Constituição em nome de furar as barreiras legais com que os corruptos se protegem.</p>
<p>Esta é a pós-verdade que tem predominado. Mas observemos à quem a mesma favorece.</p>
<p>Eles não conseguem entender que as infrações as leis podem estar servindo pra proteger alguns grupos politicos e exterminar outros conforme certos interesses particulares(corporações americanas, rentistas especuladores brasileiros, politicos aportunistas) muito distantes do interesse público e do efetivo combate à corrupção.</p>
<p>Os Hommers continuam iludidos mesmo com fartas evidências recentes de que quem está ganhando com a bagunça político-juridico-midiática do Brasil são:</p>
<p>I.As industrias petrolíferas americanas que poderão explorar o pré-sal diretamente já que conseguiram com os herdeiros do butim do Golpe do Impeachment(O PSDB de Serra) o cumprimeto da promessa de favorecer os americanos(Vide provas por Wikileaks):</p>
<p> Wikileaks: Cartas diplomáticas americanas revelam que desde 2009 o PSDB prometia aos americanos rever lei do pré-sal para beneficiá-los.</p>
<p>As explicações das cartas diplomáticas acima fazem parte de artigo de Natália Viana disponível em: <a href="https://cartacapitalwikileaks.wordpress.com/2010/12/13/nos-bastidores-o-lobby-pelo-pre-sal/" rel="nofollow ugc">https://cartacapitalwikileaks.wordpress.com/2010/12/13/nos-bastidores-o-lobby-pelo-pre-sal/</a></p>
<p>II. As empreiteiras americanas que estavam perdendo espaço no mundo pras gigantes brasileiras e agora eliminaram estas concorrentes Odebrecht, OAS, etc;</p>
<p>III. Os grandes bancos e fundos de investimentos americanos que direcionarão os recursos da previdência brasileira para seus cofres simplesmente forçando que os políticos brasileiros aprovem a REFORMA DA PREVIDÊNCIA que inviabilizará ao trabalhador assinar carteira pra contribuir aos cofres públicos o que certamente nunca lhe será devolvido(aposentar-se no limite de sua expectativa de vida) empurrando-o à contratos diretos em PJ com os patrões e aplicando nos fundos americanos de previdência privada;</p>
<p>iV. Com a PEC55 do teto dos gastos sociais aprovada foi garantida que mesmo a arrecadação crescendo devido o almento da população brasileira os gastos sociais serão proporcionalmente menores para uma população maior enquanto será cada ves maior a fatia dos impostos destinados ao pagamento de juros de dívidas públicas para rentistas nacionais e internacionais(GANHAM OS JOGADORES DO SISTEMA FINANCEIRO E PERDE O POVO BRASILEIRO).</p>
<p>Como foi possível isto?</p>
<p>Penso que o seguinte Xadrez ajuda a explicar:</p>
<p>A passividade brasileira ante o ataque americano à Petrobras, à previdência, às empreiteiras, etc&#8230; se deve aos seguintes fatores:</p>
<p>Nenhum político brasileiro que tenha/teve significativo poder ousará contrariar os EUA simplesmente porque sabem que a NSA grapeou todo mundo e como na democracia representativa chega-se ao poder somente atraves de toma-lá-dá-cá todo mundo tá refém das chantagens americanas;</p>
<p>As agências de investigação americanas não precisam infiltrar agentes no Brasil e muito menos perder tempo quebrando senhas de nenhuma rede de dados ou disco rígido de qualquer compurador(mesmo tendo tecnologia pra isto) pois as nossas porteiras para a vigilância global americana já estão todas escancaradas pois geralmente usamos sempre equipamentos e softwares americanos(Windows, Oracle Java, iPhone, Android, WhatsApp, Facebook, Google, etc&#8230;) e os mesmos são mantidos sempre com brechas de segurança atualizadas para o livre acesso e indexação das infomações por parte da NSA/CIA/FBI(lembram daquelas mensagens diárias de atualizações de segurança do Java e do Windows? Poize! Ali tanto se atualizam as brechas de segurança quanto se podem enviar pacotes de dados criptografados informando à NSA sobre conteúdos relevantes à espiar: basta um caractere diferente numa mensagem pra sinalizar que existem informações de certo tipo de interesse ali na máquina Windows ou Apple ( E certamente até do Linux Ubuntu já que tá infestado de pedaços obscuros de programas) de um funcionário da Petrobras ou da presidência da república.</p>
<p>Assim fica muito fácio para os americanos escolherem que politicos ou autoridades ou empresários brasileiros querem derrubar, à pretexto de combate à corrupção, pra favorecer seus próprios negócios.</p>
<p>Se corruptocracia é a regra da democracia representativa e está tudo grampeado então é só usar parte dos grampos que dê pra derrubar apenas os políticos que atrapalham os negócios americanos!</p>
<p>Você pode entender melhor isto observando 4 peças fundamentais no atual jogo mundial do poder:</p>
<p>Peça 1: A Espionagem Global: quem tem na mão a espionagem universal(indexação de dados de qualquer computador/celular e comunicações) sabe onde mover as milhares(até bilhões) de peças/variáveis no tabuleiro mundial de xadrez do poder,</p>
<p>Peça 2: A Corruptocracia: A Regra básica da &#8220;democracia&#8221; representativa: Quem fizer mais Toma-lá-dá-cá terá como pagar mais publicidade ou &#8220;expontâneo&#8221; apoio midiático e quem for mais bem visto será mais eleito.</p>
<p>Peça 3: As fogueiras das vaidades humanas: aqueles atores(Juizes, promotores, jornalistas, etc&#8230;) menos cientes da peça 1 e que não forem seduzidos por vantagens transnacionais podem ser recrutados pela sedução de terem informações poderosas nas mãos para se passarem como sapientes justiceiros do combate à corrupção. Se os interesses políticos forem convergentes então o fator vaidade será irrelevante. Da mesma forma se estes atores forem, em último caso, subornados.</p>
<p>Peça 4: Efeito HommerBr: a preguiça de pensar das massas e consequente tendência a decidir mais pelas emoções(ódio) que pela razão. Alvos fáceis dos algoritimos de Zukemberg já testados com sucesso em Operações psicologicas em grandes populações simplesmente permitindo ou restringindo mais ou menos compartilhamentos de emoções, de ódio ou de serenidade e razão.</p>
<p>As peças 1 e 2 permitem que o Poder Global(Peça 1), ciente de que quem estiver no poder eletivo certamente o conquistou por meios corruptos(Peça 2), então simplesmente escolhe, conforme lucre mais, sobre quais políticos deverá revelar as corrupções às autoridades persecutórias locais(Peça 3) e quais politicos deverá poupar com informações obtidas ilegalmente pela espionagem global. Conjuntamente atuam sobre veículos de imprensa e sobre regras de disseminação de postagens em redes sociais e alimentam as emoções preguiçosas das massas(Peça 4) que fazem o resto do trabalho de tornar legítima a estratégia de derrubada de governo que favoreça as massas e fazer chegar no poder os politicos que privilegiem as grandes jogadas financeiras.</p>
<p>RESUMINDO: Corruptocracia + espionagem = derrubar só os políticos que não interessam aos EUA e ajoelhar os demais!</p>
<p>Corruptocracia é todo um xadrez à parte e fiz um esboço do mesmo neste pequeno artigo:</p>
<p><a href="http://denismouradelima.jusbrasil.com.br/artigos/156797790/corruptocracia" rel="nofollow ugc">http://denismouradelima.jusbrasil.com.br/artigos/156797790/corruptocracia</a></p>
<p>Assim conclui-se que nenhum político brasileiro que esteve ou esteja no poder ousará contrariar os EUA simplesmente porque sabem que a NSA grapeou todo mundo e como na democracia representativa chega-se ao poder somente atraves de toma-lá-dá-cá todo mundo tá refém com medo de alguma prova ilícita virar &#8220;pé na porta&#8221; lícito e metê-los em cana. Logicamente que sob estas chantagens os políticos brasileiros(maioria corruptocrata) aceitarão prontamente aprovar leis que favorecem os americanos se não quiserem que provas de seus ilicitos oriundos de espionagem caiam nas mãos de algum juiz brasileiro que as esquente e os ferrem de vez.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110207/#comment-312221</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2016 16:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quanto ao populismo, parece ser a forma como a mídia corporativa alinhada com o &quot;stablishment&quot; estadunidense+União Europeia estão se referindo aos projetos econômicos dissidentes que estão ganhando espaço -- em geral essa alcunha de populista vem com análises que tentam demonstrar como algumas promessas destas dissidências são &quot;irrealizáveis&quot; e atc,  como um último grito desesperado do paradigma &quot;Não há alternativa&quot;, que inaugurava o último período que parece estar se encerrando.

Além disso, como outro exemplo prático do que disse João Bernardo acima, Cristina Kirchner faz uma análise da vitória do Trump que por um lado se aproxima muito do diagnóstico feito por este site, dizendo que os eleitores estadunidenses votaram contra os efeitos das políticas neoliberais. Mas o tom do discurso é o que mais importa, pois diz que &quot;o maravilhoso do povo dos Estados Unidos é que votaram pelo que está sentindo economicamente&quot;, diz também que &quot;acaba de ganhar alguém que em suas empresas faz do protecionismo uma de suas principais bandeiras&quot;, e fecha dizendo que &quot;ninguém pode pensar que o povo estadunidense é uma sociedade racista, porque há oito anos atrás votou pelo primeiro presidente afroamericano&quot;.
http://www.telam.com.ar/notas/201611/170037-crsitina-fernandez-de-kirchner-elecciones-estados-unidos-donald-trump.html
Mais opiniões da esquerda &quot;nac &#038; pop&quot; argentina são analisadas aqui:
https://rolandoastarita.wordpress.com/2016/11/11/trump-y-el-nac-pop-criollo/

Para somar um pouco mais ao terceiro ponto levantado pelo João Bernado, conversando com companheiros sobre os recentes atentados na Europa, vejo que alguns companheiros sustentam uma versão um pouco rígida de que os que mais se beneficiariam dos atentados seriam os Estados europeus, que assim teriam as desculpas perfeitas para aprofundar as medidas de controle e militarização. Inclusive esta seria uma explicação para o atentado à AMIA aqui em Buenos Aires no ano de 1994, sob o governo de Menem -- segundo esta versão, o alinhamento com os EUA &quot;produz&quot; auto-atentados para fortalecer a repressão. Bem, creio que os atentados às torres gêmeas até que corroboram um pouco essa versão, assim como o fato de que o próprio Menem falou em cadeia nacional dando rapidamente uma versão dos fatos que vinha diretamente da embaixada de Israel, pois foi o primeiro contato do presidente antes de dar um discurso, ele nem sequer havia conversado para saber a versão da polícia federal nacional. Tudo isso para chamar atenção ao fundamentalismo islâmico como uma força autônoma que não está totalmente enquadrada pelo poder imperialista alinhado aos EUA: os atentados na Europa, os locais escolhidos, assim como a realidade de certos bairros e organizações islâmicas civis em diferentes países europeus, parecem buscar uma verdadeira influência cultural e política em territórios, influência que tem origens nas formas culturais e políticas de seus países de origem.
Mas o caso AMIA também nos leva diretamente ao episódio de suicídio (provável) do promotor Nisman, em janeiro de 2015, que estava justamente preparando uma acusação ao governo da Cristina por encobrimento das investigações sobre o atentado. Existem diversos fios soltos na história, brigas entre setores dos serviços secretos, relações pouco explicadas com a embaixada de Israel, acusações de relação entre os governos Kirchner e o Irã, acusado de ter responsabilidades sobre o atentado. Mas a grande questão, que até hoje para mim melhor explica o ocorrido, é que a acusação que Nisman apresentaria no dia seguinte à sua morte, aparentemente era bem ruim. Nada que haja impedido o ministério público de avançar pesado contra Lula, mas o caso aqui talvez seja um pouco diferente devido à relação de forças e aos ânimos populares (também a ausência de uma crise tão estrutural como no Brasil neste momento). O fato ao que quero chegar para terminar o comentário, é que não há dúvidas de que nos últimos anos os EUA estabeleceram uma estratégia particular para a região, ao menos para os dois países mais importantes do continente, que foi insuflar o que alguns comentaristas chamam de &quot;partido judicial&quot;, formando e dando todo tipo de apoio para essa parcela do Estado a fim de controlar e se necessário confrontar abertamente outros setores do Estado e da burguesia. Os recentes casos de denúncias de lavagem de dinheiro e de paraísos fiscais (como o Panamá Papers) também revela um poder global sobre as informações de movimentação financeira de indivíduos que garante dados muito importantes, e controlados, para afetar os embates entre diferentes frações dos gestores. 
Bem, essa era a estratégia do &quot;stablishment&quot; do Partido Democrata, da União Europeia, do capitalismo multiculturalista e do &quot;soft power&quot;. Um novo momento parece estar sendo aberto a nível global. Uma coisa é certa. Lula assume em janeiro de 2003, Nestor Kirchner assume em maio de 2003; Macri assume em dezembro de 2015, Temer assume em agosto de 2016. No mundo das particularidades, os processos são muito dissimilares, considerando o 2001 argentino, o impeachment brasileiro. O suicídio de Nisman e o power point do Dallagnol. 
Outro dado assim para deixar no ar, é que o primeiro ano do governo Macri teve um déficit fiscal da mesma magnitude que o do último ano de Cristina. Esse é o governo que todos estão chamando de neoliberal. Eis aqui uma boa pista para entender qual margem realmente existe para qualquer governo da região aplicar algo como um &quot;programa econômico&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao populismo, parece ser a forma como a mídia corporativa alinhada com o &#8220;stablishment&#8221; estadunidense+União Europeia estão se referindo aos projetos econômicos dissidentes que estão ganhando espaço &#8212; em geral essa alcunha de populista vem com análises que tentam demonstrar como algumas promessas destas dissidências são &#8220;irrealizáveis&#8221; e atc,  como um último grito desesperado do paradigma &#8220;Não há alternativa&#8221;, que inaugurava o último período que parece estar se encerrando.</p>
<p>Além disso, como outro exemplo prático do que disse João Bernardo acima, Cristina Kirchner faz uma análise da vitória do Trump que por um lado se aproxima muito do diagnóstico feito por este site, dizendo que os eleitores estadunidenses votaram contra os efeitos das políticas neoliberais. Mas o tom do discurso é o que mais importa, pois diz que &#8220;o maravilhoso do povo dos Estados Unidos é que votaram pelo que está sentindo economicamente&#8221;, diz também que &#8220;acaba de ganhar alguém que em suas empresas faz do protecionismo uma de suas principais bandeiras&#8221;, e fecha dizendo que &#8220;ninguém pode pensar que o povo estadunidense é uma sociedade racista, porque há oito anos atrás votou pelo primeiro presidente afroamericano&#8221;.<br />
<a href="http://www.telam.com.ar/notas/201611/170037-crsitina-fernandez-de-kirchner-elecciones-estados-unidos-donald-trump.html" rel="nofollow ugc">http://www.telam.com.ar/notas/201611/170037-crsitina-fernandez-de-kirchner-elecciones-estados-unidos-donald-trump.html</a><br />
Mais opiniões da esquerda &#8220;nac &amp; pop&#8221; argentina são analisadas aqui:<br />
<a href="https://rolandoastarita.wordpress.com/2016/11/11/trump-y-el-nac-pop-criollo/" rel="nofollow ugc">https://rolandoastarita.wordpress.com/2016/11/11/trump-y-el-nac-pop-criollo/</a></p>
<p>Para somar um pouco mais ao terceiro ponto levantado pelo João Bernado, conversando com companheiros sobre os recentes atentados na Europa, vejo que alguns companheiros sustentam uma versão um pouco rígida de que os que mais se beneficiariam dos atentados seriam os Estados europeus, que assim teriam as desculpas perfeitas para aprofundar as medidas de controle e militarização. Inclusive esta seria uma explicação para o atentado à AMIA aqui em Buenos Aires no ano de 1994, sob o governo de Menem &#8212; segundo esta versão, o alinhamento com os EUA &#8220;produz&#8221; auto-atentados para fortalecer a repressão. Bem, creio que os atentados às torres gêmeas até que corroboram um pouco essa versão, assim como o fato de que o próprio Menem falou em cadeia nacional dando rapidamente uma versão dos fatos que vinha diretamente da embaixada de Israel, pois foi o primeiro contato do presidente antes de dar um discurso, ele nem sequer havia conversado para saber a versão da polícia federal nacional. Tudo isso para chamar atenção ao fundamentalismo islâmico como uma força autônoma que não está totalmente enquadrada pelo poder imperialista alinhado aos EUA: os atentados na Europa, os locais escolhidos, assim como a realidade de certos bairros e organizações islâmicas civis em diferentes países europeus, parecem buscar uma verdadeira influência cultural e política em territórios, influência que tem origens nas formas culturais e políticas de seus países de origem.<br />
Mas o caso AMIA também nos leva diretamente ao episódio de suicídio (provável) do promotor Nisman, em janeiro de 2015, que estava justamente preparando uma acusação ao governo da Cristina por encobrimento das investigações sobre o atentado. Existem diversos fios soltos na história, brigas entre setores dos serviços secretos, relações pouco explicadas com a embaixada de Israel, acusações de relação entre os governos Kirchner e o Irã, acusado de ter responsabilidades sobre o atentado. Mas a grande questão, que até hoje para mim melhor explica o ocorrido, é que a acusação que Nisman apresentaria no dia seguinte à sua morte, aparentemente era bem ruim. Nada que haja impedido o ministério público de avançar pesado contra Lula, mas o caso aqui talvez seja um pouco diferente devido à relação de forças e aos ânimos populares (também a ausência de uma crise tão estrutural como no Brasil neste momento). O fato ao que quero chegar para terminar o comentário, é que não há dúvidas de que nos últimos anos os EUA estabeleceram uma estratégia particular para a região, ao menos para os dois países mais importantes do continente, que foi insuflar o que alguns comentaristas chamam de &#8220;partido judicial&#8221;, formando e dando todo tipo de apoio para essa parcela do Estado a fim de controlar e se necessário confrontar abertamente outros setores do Estado e da burguesia. Os recentes casos de denúncias de lavagem de dinheiro e de paraísos fiscais (como o Panamá Papers) também revela um poder global sobre as informações de movimentação financeira de indivíduos que garante dados muito importantes, e controlados, para afetar os embates entre diferentes frações dos gestores.<br />
Bem, essa era a estratégia do &#8220;stablishment&#8221; do Partido Democrata, da União Europeia, do capitalismo multiculturalista e do &#8220;soft power&#8221;. Um novo momento parece estar sendo aberto a nível global. Uma coisa é certa. Lula assume em janeiro de 2003, Nestor Kirchner assume em maio de 2003; Macri assume em dezembro de 2015, Temer assume em agosto de 2016. No mundo das particularidades, os processos são muito dissimilares, considerando o 2001 argentino, o impeachment brasileiro. O suicídio de Nisman e o power point do Dallagnol.<br />
Outro dado assim para deixar no ar, é que o primeiro ano do governo Macri teve um déficit fiscal da mesma magnitude que o do último ano de Cristina. Esse é o governo que todos estão chamando de neoliberal. Eis aqui uma boa pista para entender qual margem realmente existe para qualquer governo da região aplicar algo como um &#8220;programa econômico&#8221;.</p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110207/#comment-312217</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 15:59:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[NÃO AINDA
Sem tirar as castanhas do fogo, mas puxando uma brasa para minhas sardinhas - quase tão lusíadas quanto o JB... - derivo:
“Como todo estado presente de uma substância simples é naturalmente uma continuação de seu estado anterior, o presente está carregado de passado e grávido de futuro.”  Gottfried Wilhelm von LEIBNIZ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NÃO AINDA<br />
Sem tirar as castanhas do fogo, mas puxando uma brasa para minhas sardinhas &#8211; quase tão lusíadas quanto o JB&#8230; &#8211; derivo:<br />
“Como todo estado presente de uma substância simples é naturalmente uma continuação de seu estado anterior, o presente está carregado de passado e grávido de futuro.”  Gottfried Wilhelm von LEIBNIZ</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110207/#comment-312216</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 13:39:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=110207#comment-312216</guid>

					<description><![CDATA[Já que o Passa Palavra convida a um esforço de reflexão, e como me parece que a reflexão se faz mais por perguntas do que por respostas, ficam três questões:
Em vez de considerar que o racismo é acrescentado como um extra às reacções anti-imigrantes num mercado de trabalho em retracção, por que não considerar que o racismo actual na Europa e nos Estados Unidos é determinado e definido por essas reacções anti-imigrantes? O Passa Palavra esqueceu talvez um dos primeiros artigos que publicou, em Fevereiro de 2009, e parece-me conveniente relê-lo: http://passapalavra.info/2009/02/772 Se na Alemanha são os turcos e agora os sírios o principal alvo desse racismo e se no Reino Unido o principal alvo são os polacos (em Portugal diz-se polacos, e não poloneses como no Brasil), e se na Polónia são os ucranianos, então não estaremos a assistir ao próprio mecanismo de génese do racismo? E não será que, neste contexto, o identitarismo se revela como plenamente nocivo?
Em vez de considerar «populista» como uma categoria vazia, por que não reflectir sobre aquilo que há realmente de comum entre essas figuras ou, mais profundamente, entre as correntes políticas que essas figuras representam? Porque é que a extrema-esquerda europeia, a assim chamada extrema-esquerda, saudou o Brexit e deposita tantas esperanças na desagregação da Europa, ao mesmo tempo que incorpora o identitarismo em comum com a nova extrema-direita e com o novo tipo de fascismo? Será que a designação de «populismo» é uma tentativa de dar conta dessa convergência real?
A política de terra arrasada no Médio Oriente será um resultado de uma acção das grandes companhias transnacionais e dos governos dos países onde elas têm as suas sedes? Ou deverá ser vista no contexto da velha luta entre sunitas e xiitas, em que agora os xiitas estão a predominar? Não será conveniente passarmos neste caso para a perspectiva do islamismo, que é afinal onde essa terra é arrasada? E não será conveniente lembrar que o jihadismo se tem dirigido muito mais contra os muçulmanos de outras persuasões do que contra os não muçulmanos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que o Passa Palavra convida a um esforço de reflexão, e como me parece que a reflexão se faz mais por perguntas do que por respostas, ficam três questões:<br />
Em vez de considerar que o racismo é acrescentado como um extra às reacções anti-imigrantes num mercado de trabalho em retracção, por que não considerar que o racismo actual na Europa e nos Estados Unidos é determinado e definido por essas reacções anti-imigrantes? O Passa Palavra esqueceu talvez um dos primeiros artigos que publicou, em Fevereiro de 2009, e parece-me conveniente relê-lo: <a href="http://passapalavra.info/2009/02/772" rel="ugc">http://passapalavra.info/2009/02/772</a> Se na Alemanha são os turcos e agora os sírios o principal alvo desse racismo e se no Reino Unido o principal alvo são os polacos (em Portugal diz-se polacos, e não poloneses como no Brasil), e se na Polónia são os ucranianos, então não estaremos a assistir ao próprio mecanismo de génese do racismo? E não será que, neste contexto, o identitarismo se revela como plenamente nocivo?<br />
Em vez de considerar «populista» como uma categoria vazia, por que não reflectir sobre aquilo que há realmente de comum entre essas figuras ou, mais profundamente, entre as correntes políticas que essas figuras representam? Porque é que a extrema-esquerda europeia, a assim chamada extrema-esquerda, saudou o Brexit e deposita tantas esperanças na desagregação da Europa, ao mesmo tempo que incorpora o identitarismo em comum com a nova extrema-direita e com o novo tipo de fascismo? Será que a designação de «populismo» é uma tentativa de dar conta dessa convergência real?<br />
A política de terra arrasada no Médio Oriente será um resultado de uma acção das grandes companhias transnacionais e dos governos dos países onde elas têm as suas sedes? Ou deverá ser vista no contexto da velha luta entre sunitas e xiitas, em que agora os xiitas estão a predominar? Não será conveniente passarmos neste caso para a perspectiva do islamismo, que é afinal onde essa terra é arrasada? E não será conveniente lembrar que o jihadismo se tem dirigido muito mais contra os muçulmanos de outras persuasões do que contra os não muçulmanos?</p>
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