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	Comentários sobre: A operária na Rússia soviética	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Arroz e feijão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110261/#comment-312232</link>

		<dc:creator><![CDATA[Arroz e feijão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 17:40:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não (?) sentirei saudades do arroz e do feijão
De minha burguesa e opressora mãinha
Quem cuidará de mim será o grande irmão
E do salão de jantar, não mais se verá a cozinha

Operará o operário a operária
Operará a operária o operário
A vida  vem do sal, o salário
O salário, sem sal, será pecuária  (Êh, oô, vida de gado...Povo marcado...Êh, povo feliz!)

E os dengos de mãinha, na noite escura e fria
Não passarão de exploração (machista, racista, falocentrista, homofóbica, carnívora) da família burguesa
Pois o norte será o dedo (sempre) em riste do grande irmão

Oh! Tão zeloso zelará por ti o grande irmão!
Como é burguês o caldinho quente e amassadinho (com toicinho defumado, alho, cebola, coentro e, amor &quot;burguês&quot; e materno de mãinha) de feijão!
Pois quanto mais o tempo passa, mais o sabor será o sabor da massa (ou com vodka, ou com cerveja, ou com futebol e/ou cachaça...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não (?) sentirei saudades do arroz e do feijão<br />
De minha burguesa e opressora mãinha<br />
Quem cuidará de mim será o grande irmão<br />
E do salão de jantar, não mais se verá a cozinha</p>
<p>Operará o operário a operária<br />
Operará a operária o operário<br />
A vida  vem do sal, o salário<br />
O salário, sem sal, será pecuária  (Êh, oô, vida de gado&#8230;Povo marcado&#8230;Êh, povo feliz!)</p>
<p>E os dengos de mãinha, na noite escura e fria<br />
Não passarão de exploração (machista, racista, falocentrista, homofóbica, carnívora) da família burguesa<br />
Pois o norte será o dedo (sempre) em riste do grande irmão</p>
<p>Oh! Tão zeloso zelará por ti o grande irmão!<br />
Como é burguês o caldinho quente e amassadinho (com toicinho defumado, alho, cebola, coentro e, amor &#8220;burguês&#8221; e materno de mãinha) de feijão!<br />
Pois quanto mais o tempo passa, mais o sabor será o sabor da massa (ou com vodka, ou com cerveja, ou com futebol e/ou cachaça&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/12/110261/#comment-312231</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 12:13:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PODER SOVIÉTICO OU POLICIAL?
Inessa é morta (de cólera, em 1920). Mas, em 1920, os sovietes - expressão orgânica da autonomia proletária - já não existiam. Havia sua homônima caricatura burocrática, que funcionava como correia de transmissão e caixa de ressonância do partido bolchevique. Já então, avançava célere a reestruturação capitalista da Rússia.
“[...] em dois anos, o câncer policial tomou conta da revolução. Apenas dois meses após o golpe de Estado bolchevista de 1917, foi promulgado o decreto — mantido em segredo durante sete anos — que criou a Vetcheka (abreviação de Vserossiskaïa Tchesvytchainaia Komissia — Comissão Extraordinária Pan-russa). O mal progrediu tão rapidamente que, no segundo aniversário da tomada do poder, o Pravda constatava que ‘todo o poder aos soviets’ havia se transformado em ‘todo o poder à Tcheka’.&quot; 
Jacques Baynac [(org.) em colaboração com Alexandre Skirda et Charles Urjewicz] - La terreur sous Lénine. Paris, Le Sagittaire, 1975.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PODER SOVIÉTICO OU POLICIAL?<br />
Inessa é morta (de cólera, em 1920). Mas, em 1920, os sovietes &#8211; expressão orgânica da autonomia proletária &#8211; já não existiam. Havia sua homônima caricatura burocrática, que funcionava como correia de transmissão e caixa de ressonância do partido bolchevique. Já então, avançava célere a reestruturação capitalista da Rússia.<br />
“[&#8230;] em dois anos, o câncer policial tomou conta da revolução. Apenas dois meses após o golpe de Estado bolchevista de 1917, foi promulgado o decreto — mantido em segredo durante sete anos — que criou a Vetcheka (abreviação de Vserossiskaïa Tchesvytchainaia Komissia — Comissão Extraordinária Pan-russa). O mal progrediu tão rapidamente que, no segundo aniversário da tomada do poder, o Pravda constatava que ‘todo o poder aos soviets’ havia se transformado em ‘todo o poder à Tcheka’.&#8221;<br />
Jacques Baynac [(org.) em colaboração com Alexandre Skirda et Charles Urjewicz] &#8211; La terreur sous Lénine. Paris, Le Sagittaire, 1975.</p>
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