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	Comentários sobre: Um turbante, é um turbante, é um turbante: idealismo e materialismo cultural	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Píi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/03/110857/#comment-327773</link>

		<dc:creator><![CDATA[Píi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 01:17:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vale pensar nos aspectos onde a penetração em espaços e o resgate subjetivo de populações marginalizadas, empregam bases matérias efetivas, a partir das quais processos críticos combativos podem ser erigidos. 
O problema dessas lutas monotemáticas ou &quot;idealistas culturais&quot;, é justamente a auxenia de negação frente a sociedade presente, resultado do fatalismo irreversível do capitalismo. Agora, da mesma forma que a crítica não surge sem as dadas condições materiais, a teoria não pode desenvolver-se sem &quot;veículos&quot; revolucionários que a vinculem, de modo que, sem uma teoria pós-capitalista poderosa, dificilmente uma crítica anticapitalista pode difundir-se na sociedade. Restam as atuais falsificações. Enquanto que as críticas contundentes, por voltarem-se também contra os pretensos veículos revolucionários, que sustentam as castas dirigentes, assumem um caráter desarticulador.
Nisso, em troca de certos avanços, que só ganham significado subversivo se articulados a uma crítica e práxis feroz, movimentos passam a ser fins em si mesmos. Assim, tendo por resultados o moralismo cultural individualista e a legitimação do empreendedorismo empoderado, de modo que, o pouco avanço, em geral, perde-se nos projetos pessoais de ascensão pequeno burguesa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale pensar nos aspectos onde a penetração em espaços e o resgate subjetivo de populações marginalizadas, empregam bases matérias efetivas, a partir das quais processos críticos combativos podem ser erigidos.<br />
O problema dessas lutas monotemáticas ou &#8220;idealistas culturais&#8221;, é justamente a auxenia de negação frente a sociedade presente, resultado do fatalismo irreversível do capitalismo. Agora, da mesma forma que a crítica não surge sem as dadas condições materiais, a teoria não pode desenvolver-se sem &#8220;veículos&#8221; revolucionários que a vinculem, de modo que, sem uma teoria pós-capitalista poderosa, dificilmente uma crítica anticapitalista pode difundir-se na sociedade. Restam as atuais falsificações. Enquanto que as críticas contundentes, por voltarem-se também contra os pretensos veículos revolucionários, que sustentam as castas dirigentes, assumem um caráter desarticulador.<br />
Nisso, em troca de certos avanços, que só ganham significado subversivo se articulados a uma crítica e práxis feroz, movimentos passam a ser fins em si mesmos. Assim, tendo por resultados o moralismo cultural individualista e a legitimação do empreendedorismo empoderado, de modo que, o pouco avanço, em geral, perde-se nos projetos pessoais de ascensão pequeno burguesa.</p>
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		<title>
		Por: Marcelo Mazzoni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/03/110857/#comment-314216</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Mazzoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 13:11:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cada um no seu quadrado X Semana de Arte moderna de 22

Saudações camarada Lindberg,
A preocupação dos artistas de um evento quase centenário com a formação de uma cultural nacional, formação do povo, é uma árvore que ainda pode dar frutos para o &quot;materialismo cultural&quot;. Tal é a força deste evento que num livro publicado recentemente, o porta-voz da Direito (ultraneliberal) Lobão no livro Manifesto do nada na Terra do Nunca, dedica-se a lançar as bases de uma estética da direita e o grande inimigo que ele vislumbra a ser destruído é o projeto nacional que ainda vive na agenda cultural, o demônio que ganhou asas na Semana de XX. É uma coisa que eu sempre penso, se a direita está atacando é que tem muita coisa boa.
Mas, interessante usar a chave analítica do idealismoXmaterialismo para colocar os pingos nos &quot;Is&quot; aqui neste debate.

Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada um no seu quadrado X Semana de Arte moderna de 22</p>
<p>Saudações camarada Lindberg,<br />
A preocupação dos artistas de um evento quase centenário com a formação de uma cultural nacional, formação do povo, é uma árvore que ainda pode dar frutos para o &#8220;materialismo cultural&#8221;. Tal é a força deste evento que num livro publicado recentemente, o porta-voz da Direito (ultraneliberal) Lobão no livro Manifesto do nada na Terra do Nunca, dedica-se a lançar as bases de uma estética da direita e o grande inimigo que ele vislumbra a ser destruído é o projeto nacional que ainda vive na agenda cultural, o demônio que ganhou asas na Semana de XX. É uma coisa que eu sempre penso, se a direita está atacando é que tem muita coisa boa.<br />
Mas, interessante usar a chave analítica do idealismoXmaterialismo para colocar os pingos nos &#8220;Is&#8221; aqui neste debate.</p>
<p>Abraços.</p>
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