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	Comentários sobre: O que aprendi sobre Marx trabalhando em uma empresa transnacional	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Renato Borghi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/03/111208/#comment-315567</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renato Borghi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Apr 2017 05:13:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entendi, obrigado pela resposta! Evidentemente não sei muito sobre o funcionamento deste tipo de empresa.]]></description>
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		<title>
		Por: Trabalhador do setor de serviços		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/03/111208/#comment-315545</link>

		<dc:creator><![CDATA[Trabalhador do setor de serviços]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2017 16:27:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renato, você está certo no que diz respeito aos serviços de suporte técnico emergencial de TI, pois é sempre necessário que haja uma equipe pronta para apagar fogos grandes 24h, considerando já uma dinâmica completamente globalizada dos sistemas. No entanto, é necessário ter em conta que a minha função não é majoritária na consultora, ou seja, a atenção ao cliente, ou suporte técnico, qualquer uma destas modalidades de comunicação direta com o cliente, não é a função da grande massa de trabalhadores, especialmente a partir dos sistemas de tickets, que funciona como uma caixa de entrada e saída de operações: ao invés das solicitações de suporte serem feitas pelo telefone, &quot;ao vivo&quot;, o pedido entra por meio de um ticket que é submetido pelo sistema, o qual deve ser resolvido pelo trabalhador dentro de uma métrica que faz parte do serviço acordado com a empresa contratante. Isto quer dizer, para o meu caso, 72h para resolver questões normais, 24h para resolver questões importantes, e 8h para resolver questões urgentes (nisto entraria coisas como queda do servidor e outras situações que inviabilizam o trabalho em escala global -- por sorte minha equipe nunca recebe este tipo de ticket).
Tudo isso para dizer que a questão dos idiomas entra principalmente nos serviços intermediários de atenção e suporte direto ao cliente. Para exemplificar, a consultora tem sede em muitos países, mas na Europa a base de operações de terceirização fica em Varsóvia, no sudeste asiático é em Manila. A partir destes centros é que a região se &quot;comunica&quot; com os trabalhadores, mas já o processo de resolução interno corre por outros caminhos digitais e com tempos metrificados. Desta forma, a relação dos indianos com o inglês é principalmente através da linguagem dos computadores (e dos clientes com os computadores), não diretamente indiano-cliente (a não ser em poucos casos) -- em boa parte das vezes o suporte é feito com nosso intermediário (cliente - suporte regional - TI). Daí que os indianos não necessitam estar todos trabalhando 24h por atender diretamente o mundo inteiro em inglês, mas sim o fazem com métricas que não são de resolução imediata e sem ter que falar diretamente com o cliente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, você está certo no que diz respeito aos serviços de suporte técnico emergencial de TI, pois é sempre necessário que haja uma equipe pronta para apagar fogos grandes 24h, considerando já uma dinâmica completamente globalizada dos sistemas. No entanto, é necessário ter em conta que a minha função não é majoritária na consultora, ou seja, a atenção ao cliente, ou suporte técnico, qualquer uma destas modalidades de comunicação direta com o cliente, não é a função da grande massa de trabalhadores, especialmente a partir dos sistemas de tickets, que funciona como uma caixa de entrada e saída de operações: ao invés das solicitações de suporte serem feitas pelo telefone, &#8220;ao vivo&#8221;, o pedido entra por meio de um ticket que é submetido pelo sistema, o qual deve ser resolvido pelo trabalhador dentro de uma métrica que faz parte do serviço acordado com a empresa contratante. Isto quer dizer, para o meu caso, 72h para resolver questões normais, 24h para resolver questões importantes, e 8h para resolver questões urgentes (nisto entraria coisas como queda do servidor e outras situações que inviabilizam o trabalho em escala global &#8212; por sorte minha equipe nunca recebe este tipo de ticket).<br />
Tudo isso para dizer que a questão dos idiomas entra principalmente nos serviços intermediários de atenção e suporte direto ao cliente. Para exemplificar, a consultora tem sede em muitos países, mas na Europa a base de operações de terceirização fica em Varsóvia, no sudeste asiático é em Manila. A partir destes centros é que a região se &#8220;comunica&#8221; com os trabalhadores, mas já o processo de resolução interno corre por outros caminhos digitais e com tempos metrificados. Desta forma, a relação dos indianos com o inglês é principalmente através da linguagem dos computadores (e dos clientes com os computadores), não diretamente indiano-cliente (a não ser em poucos casos) &#8212; em boa parte das vezes o suporte é feito com nosso intermediário (cliente &#8211; suporte regional &#8211; TI). Daí que os indianos não necessitam estar todos trabalhando 24h por atender diretamente o mundo inteiro em inglês, mas sim o fazem com métricas que não são de resolução imediata e sem ter que falar diretamente com o cliente.</p>
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		<title>
		Por: Renato Borghi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/03/111208/#comment-315227</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renato Borghi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 04:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Interessante o texto! Só queria comentar sobre uma ideia que me surgiu sobre a jornada de trabalho dos trabalhadores na Índia cobrir todo o dia; além dos argumentos apresentados pelo autor, não seria possível que isso também se devesse ao fato de que o inglês, idioma utilizado por esses trabalhadores, cobre uma área mais extensa do globo (mais longitudes), com horários de trabalho &quot;normal&quot; que cobrem todos os turnos de um trabalhador da Índia? Imagino que se essa mesma consultora presta serviços a empresas dos EUA (na Califórnia, por exemplo), da Inglaterra, da própria Índia e da Austrália, já se explicaria a necessidade de cobrir todos os turnos (considerando que se mantêm todas as operações na Índia pela mão-de-obra mais barata, é claro). Já o português se usa principalmente no Brasil e em Portugal (acredito que os PALOP ainda não devem estar utilizando os serviços dessa consultora), enquanto o espanhol se localiza principalmente na América Latina e na Espanha, não necessitando assim mais que um horário, por exemplo, de 8 a 20 para conseguir cobrir a jornada desses países. Não sei se será o caso, mas foi o que pensei quando li.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante o texto! Só queria comentar sobre uma ideia que me surgiu sobre a jornada de trabalho dos trabalhadores na Índia cobrir todo o dia; além dos argumentos apresentados pelo autor, não seria possível que isso também se devesse ao fato de que o inglês, idioma utilizado por esses trabalhadores, cobre uma área mais extensa do globo (mais longitudes), com horários de trabalho &#8220;normal&#8221; que cobrem todos os turnos de um trabalhador da Índia? Imagino que se essa mesma consultora presta serviços a empresas dos EUA (na Califórnia, por exemplo), da Inglaterra, da própria Índia e da Austrália, já se explicaria a necessidade de cobrir todos os turnos (considerando que se mantêm todas as operações na Índia pela mão-de-obra mais barata, é claro). Já o português se usa principalmente no Brasil e em Portugal (acredito que os PALOP ainda não devem estar utilizando os serviços dessa consultora), enquanto o espanhol se localiza principalmente na América Latina e na Espanha, não necessitando assim mais que um horário, por exemplo, de 8 a 20 para conseguir cobrir a jornada desses países. Não sei se será o caso, mas foi o que pensei quando li.</p>
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