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	Comentários sobre: O que é “Makhaevismo”?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Para além do paradoxo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Para além do paradoxo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 16:14:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vai um ótimo texto do Mauricio Tragtenberg sobre a polemica Marx vs Bakunin: http://redelp.net/revistas/index.php/rma/article/view/03tragtenberg05]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vai um ótimo texto do Mauricio Tragtenberg sobre a polemica Marx vs Bakunin: <a href="http://redelp.net/revistas/index.php/rma/article/view/03tragtenberg05" rel="nofollow ugc">http://redelp.net/revistas/index.php/rma/article/view/03tragtenberg05</a></p>
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		Por: Para além do paradoxo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/04/111586/#comment-316192</link>

		<dc:creator><![CDATA[Para além do paradoxo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 15:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não entendi a lógica do autor desse texto, ele atribui ao marxismo uma essência burocrática, que em Marx isso está dado, que para Marx os intelectuais serão a futura elite da sociedade do futuro, mas ele só cita as interpretações de Bakunin e do tal Machajski. Aonde isso encontra-se em Marx? A única passagem em que Marx é citado é justamente pra dizer o contrário daquilo que ele é acusado. A acusação apresenta um marxismo estático, essencialista e a-histórico, nunca a crítica é apontada em suas contradições e não se tem nenhuma preocupação em provar aquilo que é afirmado. O mais preocupante dessas perspectivas é da onde vem, quais são as referencias que reforçam a analise, será possível fazer uma crítica que tenha por objetivo combater as elites a partir de um ponto de vista das elites? Qual a diferença das elites burocráticas da industria para as elites políticas secretas que irão se apossar de uma estado maior, concentrando a violência em suas mãos? Ser contrário a Estado significa que o Estado somo nós? Será uma ditadura coletiva, com seus comites de salvação compostos pelas forças naturais de sinceros socialistas a única solução para combater a intelligentzia? Oras, a libertação da classe trabalhadora  não deve ser tarefa dos próprios trabalhadores? Combater uma já pré-concebida elite com uma outra elite(mesmo que invisível)? E qual o problema dos anarquistas colocarem a prova em uma autocrítica o autoritarismo de suas posições? O autor desconhece as concepções de Bakunin e seus fundos falsos ou é pura dissimulação? A respeito da perspectiva das elites socialistas e da consciência que vem de fora, muito marcante no bolchevismo, se enquadra mais do pensamento político de Bakunin do que de Marx. O fracasso das revolução russa e outras durante o século XX foi por causa da ditadura do proletariado sobre as bases de uma democracia proletária(que encontra-se no pensamento político do Marx e do Engels) ou foi pela ditadura coletiva dos grandes revolucionários dos partidos, que sempre se apresentam de forma sincera e energética (que encontra-se em Bakunin)? Ruim esse texto!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendi a lógica do autor desse texto, ele atribui ao marxismo uma essência burocrática, que em Marx isso está dado, que para Marx os intelectuais serão a futura elite da sociedade do futuro, mas ele só cita as interpretações de Bakunin e do tal Machajski. Aonde isso encontra-se em Marx? A única passagem em que Marx é citado é justamente pra dizer o contrário daquilo que ele é acusado. A acusação apresenta um marxismo estático, essencialista e a-histórico, nunca a crítica é apontada em suas contradições e não se tem nenhuma preocupação em provar aquilo que é afirmado. O mais preocupante dessas perspectivas é da onde vem, quais são as referencias que reforçam a analise, será possível fazer uma crítica que tenha por objetivo combater as elites a partir de um ponto de vista das elites? Qual a diferença das elites burocráticas da industria para as elites políticas secretas que irão se apossar de uma estado maior, concentrando a violência em suas mãos? Ser contrário a Estado significa que o Estado somo nós? Será uma ditadura coletiva, com seus comites de salvação compostos pelas forças naturais de sinceros socialistas a única solução para combater a intelligentzia? Oras, a libertação da classe trabalhadora  não deve ser tarefa dos próprios trabalhadores? Combater uma já pré-concebida elite com uma outra elite(mesmo que invisível)? E qual o problema dos anarquistas colocarem a prova em uma autocrítica o autoritarismo de suas posições? O autor desconhece as concepções de Bakunin e seus fundos falsos ou é pura dissimulação? A respeito da perspectiva das elites socialistas e da consciência que vem de fora, muito marcante no bolchevismo, se enquadra mais do pensamento político de Bakunin do que de Marx. O fracasso das revolução russa e outras durante o século XX foi por causa da ditadura do proletariado sobre as bases de uma democracia proletária(que encontra-se no pensamento político do Marx e do Engels) ou foi pela ditadura coletiva dos grandes revolucionários dos partidos, que sempre se apresentam de forma sincera e energética (que encontra-se em Bakunin)? Ruim esse texto!!</p>
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		<title>
		Por: Danilo Chaves Nakamura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/04/111586/#comment-316190</link>

		<dc:creator><![CDATA[Danilo Chaves Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 11:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótimo texto! 

Revela de forma contundente os dilemas da intelligentsia russa. Nikolai Mikhailovski, por exemplo, confessava: “A gente se deu conta de que nossa consciência universal só podia ser alcançada a custa do prolongado sofrimento do povo. Somos devedores do povo e essa dívida pesa sobre nossa consciência.”  No entanto, povo para Mikhailovski significava imediatamente o camponês russo, o mujique. Herdeiro da tradição que nos anos setenta do XIX lançou a campanha &quot;ir ao povo&quot;, Mikhailovski via nas aldeias russa a possibilidade de regeneração da sociedade.  

Já Machajski, pelo menos na forma que aparece no texto de Avrich, parece muito preocupado com o trabalhador da cidade. Assim, embora tenha uma posição anti-intelectualista, Machajski padece dos vícios da &quot;classe&quot; que tentou criticar. O &quot;economicismo&quot; numa sociedade majoritariamente camponesa (censo de 1913 fala em aproximadamente 76% de camponeses) significa dialogar com uma parte minoritária dos trabalhadores e algo demasiadamente &quot;ocidental&quot;. 

Tendo isso em vista, ele deixa de explicar o central no fracasso da Revolução Russa, ou seja, a manutenção dos camponeses na posição secular de oposição ao Estado Autocrático.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto! </p>
<p>Revela de forma contundente os dilemas da intelligentsia russa. Nikolai Mikhailovski, por exemplo, confessava: “A gente se deu conta de que nossa consciência universal só podia ser alcançada a custa do prolongado sofrimento do povo. Somos devedores do povo e essa dívida pesa sobre nossa consciência.”  No entanto, povo para Mikhailovski significava imediatamente o camponês russo, o mujique. Herdeiro da tradição que nos anos setenta do XIX lançou a campanha &#8220;ir ao povo&#8221;, Mikhailovski via nas aldeias russa a possibilidade de regeneração da sociedade.  </p>
<p>Já Machajski, pelo menos na forma que aparece no texto de Avrich, parece muito preocupado com o trabalhador da cidade. Assim, embora tenha uma posição anti-intelectualista, Machajski padece dos vícios da &#8220;classe&#8221; que tentou criticar. O &#8220;economicismo&#8221; numa sociedade majoritariamente camponesa (censo de 1913 fala em aproximadamente 76% de camponeses) significa dialogar com uma parte minoritária dos trabalhadores e algo demasiadamente &#8220;ocidental&#8221;. </p>
<p>Tendo isso em vista, ele deixa de explicar o central no fracasso da Revolução Russa, ou seja, a manutenção dos camponeses na posição secular de oposição ao Estado Autocrático.</p>
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