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	Comentários sobre: Um turbante não é um turbante: materialidade ideológica, fragmentação e representação dos trabalhadores	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Rafael Gonzaga		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Gonzaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 01:30:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns pela reflexão com bastante fundamentação. Com certeza esse texto me ajudou a formular certas ideias que já trazia comigo em relação aos essencialismos identitários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pela reflexão com bastante fundamentação. Com certeza esse texto me ajudou a formular certas ideias que já trazia comigo em relação aos essencialismos identitários.</p>
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		Por: José Barata		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/07/113390/#comment-317440</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 18:50:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho louvável trazer esse debate sobre o papel das representações simbólicas para o materialismo. A consciência humana se constitui, cotidianamente, muito mais através dos símbolos linguísticos do que através da observação das relações sociais concretas. Por isso, frequentemente os grupos oprimidos tratam seus próprios problemas como inexistentes, pois no dia a dia (mídia, escola, vocabulário etc.) estes problemas não são representados por se tratarem de tabus.

Em minha opinião, a crítica deve se voltar ao questionamento de porque a estética social valoriza o turbante na cabeça de uma pessoa branca em detrimento de uma pessoa negra. Quem promove esta estética? A serviço de quê ela é promovida? Todavia, o debate sobre &quot;apropriação cultural&quot; frequentemente toma o rumo do sectarismo, como reflexo direto do individualismo burguês no qual estamos atolados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho louvável trazer esse debate sobre o papel das representações simbólicas para o materialismo. A consciência humana se constitui, cotidianamente, muito mais através dos símbolos linguísticos do que através da observação das relações sociais concretas. Por isso, frequentemente os grupos oprimidos tratam seus próprios problemas como inexistentes, pois no dia a dia (mídia, escola, vocabulário etc.) estes problemas não são representados por se tratarem de tabus.</p>
<p>Em minha opinião, a crítica deve se voltar ao questionamento de porque a estética social valoriza o turbante na cabeça de uma pessoa branca em detrimento de uma pessoa negra. Quem promove esta estética? A serviço de quê ela é promovida? Todavia, o debate sobre &#8220;apropriação cultural&#8221; frequentemente toma o rumo do sectarismo, como reflexo direto do individualismo burguês no qual estamos atolados.</p>
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		Por: Bruno Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/07/113390/#comment-317436</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 13:55:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho super legal essa quebra de padrões e criação de uma estética positiva, a luta por representatividade, contudo não gosto da forma como parte do movimento negro aborda a questão. PAREM DE CRIAR VILÕES. Uma mulher careca, com câncer, usando um turbante NÃO É INIMIGA DO MOVIMENTO NEGRO. Uma mulher branca fantasiada de Carmem Miranda NÃO ESTÁ PROVOCANDO O MOVIMENTO NEGRO. Uma cozinheira branca, que usa turbante no lugar de uma touca, NÃO O FAZ PARA REBAIXAR O NEGRO. Uma mulher branca que usa turbante como acessório NÃO PODE SER TAXADA DE RACISTA POR ISSO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho super legal essa quebra de padrões e criação de uma estética positiva, a luta por representatividade, contudo não gosto da forma como parte do movimento negro aborda a questão. PAREM DE CRIAR VILÕES. Uma mulher careca, com câncer, usando um turbante NÃO É INIMIGA DO MOVIMENTO NEGRO. Uma mulher branca fantasiada de Carmem Miranda NÃO ESTÁ PROVOCANDO O MOVIMENTO NEGRO. Uma cozinheira branca, que usa turbante no lugar de uma touca, NÃO O FAZ PARA REBAIXAR O NEGRO. Uma mulher branca que usa turbante como acessório NÃO PODE SER TAXADA DE RACISTA POR ISSO.</p>
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