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	Comentários sobre: Nas ruas, nas praças, ninguém nunca mais viu, onde é que foi parar o movimento estudantil? (parte III)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Manolo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 21:54:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enfim carne, seiva, corpo para debate!

Parece-me que temos aqui um relato fidedigno do que foi -- e em certa medida continua sendo -- a política de expansão do ensino universitário país afora sob as gestões do PT: funda-se uma universidade, e os estudantes que briguem pelo resto. Digo &quot;os estudantes&quot; porque nas experiências que conheço, e não são poucas, esta tem sido a regra; professores e servidores pouco se envolvem, estudantes partem pro pau.

É aí que está a questão, a meu ver. Teria o movimento estudantil num tal contexto não apenas a consciência de seus próprios limites, mas também condições de superá-los quando é a luta pelo mais básico do básico o que se impõe cotidianamente, não raro para garantir que haja, ao fim e ao cabo, ao menos diplomas? Não é impossível, evidentemente, mas me parece pouco provável. Se se trata de política deliberada ou de externalidade negativa, pouco importa; importam as consequẽncias, e esta restrição à forma e conteúdo das lutas me parece ser a consequência mais evidente.

Daí pensar, extrapolando o(s) caso(s): que tipo de sujeito(s) estas constrições -- à formação e à luta pela formação -- produzem? Deixo em aberto a questão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim carne, seiva, corpo para debate!</p>
<p>Parece-me que temos aqui um relato fidedigno do que foi &#8212; e em certa medida continua sendo &#8212; a política de expansão do ensino universitário país afora sob as gestões do PT: funda-se uma universidade, e os estudantes que briguem pelo resto. Digo &#8220;os estudantes&#8221; porque nas experiências que conheço, e não são poucas, esta tem sido a regra; professores e servidores pouco se envolvem, estudantes partem pro pau.</p>
<p>É aí que está a questão, a meu ver. Teria o movimento estudantil num tal contexto não apenas a consciência de seus próprios limites, mas também condições de superá-los quando é a luta pelo mais básico do básico o que se impõe cotidianamente, não raro para garantir que haja, ao fim e ao cabo, ao menos diplomas? Não é impossível, evidentemente, mas me parece pouco provável. Se se trata de política deliberada ou de externalidade negativa, pouco importa; importam as consequẽncias, e esta restrição à forma e conteúdo das lutas me parece ser a consequência mais evidente.</p>
<p>Daí pensar, extrapolando o(s) caso(s): que tipo de sujeito(s) estas constrições &#8212; à formação e à luta pela formação &#8212; produzem? Deixo em aberto a questão.</p>
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