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	Comentários sobre: Mészáros: caiu um dos nossos	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318585</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2017 12:17:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318555&quot;&gt;Zé Ruela&lt;/a&gt;.

Zé Ruela não leu Meszaros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318555">Zé Ruela</a>.</p>
<p>Zé Ruela não leu Meszaros.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Zé Ruela		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318555</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Ruela]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2017 00:32:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mészáros retoma a ideia de revolução permanente de Marx e Engels e procura desenvolvê-la a partir de uma reflexão influenciada sobretudo por Rosa Luxemburgo. Essa influência se dá não só na parte política da sua teoria, mas sobretudo na sua base econômica. Isso só pra início de conversa.... Se juntarmos O Poder da Ideologia e Para Além do Capital, que são onde essas ideias basicamente se assentam, temos aí, assim, por alto, umas 500 páginas onde são desenvolvidos os argumentos. 500 páginas. Mas nem isso o livra do carimbo de superficial, fraco, raso, isolado, academicista, e, agora mais essa, simpático da agroecologia (!!). Por que, afinal, não resumir tudo numa única palavra: Mészáros, no fim das contas, é burro. Um burro bem intencionado, claro, amigo nosso, um dos nossos, mas acima de tudo um burro. Inteligentes são a meia-dúzia de gatos pingados que escrevem estas belezuras de textos e comentários... 

A construção argumentativa dominante na esquerda se orienta, desgraçadamente, a partir destas coordenadas: mostrar que o outro é burro (com uns eufemismos bem escolhidos, uma espécie de tapinha nas costas) e que inteligente sou eu (ou &quot;nós&quot;, a nossa organização...). Tudo o que não é &quot;nós&quot; ganha o fatídico adjetivo depreciativo. Não se pode, assim, por mera prudência intelectual, ser reticente, deixar a interrogação em suspenso, expressar uma dúvida sobre um tema complicado, colocar um &quot;talvez&quot; no ar. Não! Tem que cravar a certeza. É isto! Aqui o caminho! E pronto. E faz-se de conta de que está tudo claro, todos os assuntos resolvidos, todas as dúvidas sanadas, o real totalmente apreendido. Só não se sabe como é que, depois disso tudo, a revolução socialista ainda não estourou no Brasil (por falta de clareza teórica e de formação política é que não deve ser...).  

Agora, o mais curioso de tudo isso é o seguinte: as organizações de esquerda rotulam, espezinham, excluem, maltratam, pisoteiam, destratam, escanteiam, criticam superficialmente e ISOLAM os seus próprios simpatizantes, partidários e militantes, para depois dizer que.... eles se isolam! Eles fazem seitas! Eles são narcisistas! Talvez um dia alguém possa, quem sabe, aventar a bizarra possibilidade de que seja a própria dinâmica de produção e reprodução do capital que fragmente e isole a classe trabalhadora, e que isso se expressa até mesmo dentro das organizações de esquerda (inclusive entre os mui nobres e respeitáveis publicantes deste insigne Passa Palavra blogue de comunicação de massas...)

A classe trabalhadora, as suas organizações, os militantes de esquerda, todos nós, meus amigos, estamos afundados na merda até o pescoço. Mas tem gente que consegue ser arrogante e presunçoso até mesmo na merda!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mészáros retoma a ideia de revolução permanente de Marx e Engels e procura desenvolvê-la a partir de uma reflexão influenciada sobretudo por Rosa Luxemburgo. Essa influência se dá não só na parte política da sua teoria, mas sobretudo na sua base econômica. Isso só pra início de conversa&#8230;. Se juntarmos O Poder da Ideologia e Para Além do Capital, que são onde essas ideias basicamente se assentam, temos aí, assim, por alto, umas 500 páginas onde são desenvolvidos os argumentos. 500 páginas. Mas nem isso o livra do carimbo de superficial, fraco, raso, isolado, academicista, e, agora mais essa, simpático da agroecologia (!!). Por que, afinal, não resumir tudo numa única palavra: Mészáros, no fim das contas, é burro. Um burro bem intencionado, claro, amigo nosso, um dos nossos, mas acima de tudo um burro. Inteligentes são a meia-dúzia de gatos pingados que escrevem estas belezuras de textos e comentários&#8230; </p>
<p>A construção argumentativa dominante na esquerda se orienta, desgraçadamente, a partir destas coordenadas: mostrar que o outro é burro (com uns eufemismos bem escolhidos, uma espécie de tapinha nas costas) e que inteligente sou eu (ou &#8220;nós&#8221;, a nossa organização&#8230;). Tudo o que não é &#8220;nós&#8221; ganha o fatídico adjetivo depreciativo. Não se pode, assim, por mera prudência intelectual, ser reticente, deixar a interrogação em suspenso, expressar uma dúvida sobre um tema complicado, colocar um &#8220;talvez&#8221; no ar. Não! Tem que cravar a certeza. É isto! Aqui o caminho! E pronto. E faz-se de conta de que está tudo claro, todos os assuntos resolvidos, todas as dúvidas sanadas, o real totalmente apreendido. Só não se sabe como é que, depois disso tudo, a revolução socialista ainda não estourou no Brasil (por falta de clareza teórica e de formação política é que não deve ser&#8230;).  </p>
<p>Agora, o mais curioso de tudo isso é o seguinte: as organizações de esquerda rotulam, espezinham, excluem, maltratam, pisoteiam, destratam, escanteiam, criticam superficialmente e ISOLAM os seus próprios simpatizantes, partidários e militantes, para depois dizer que&#8230;. eles se isolam! Eles fazem seitas! Eles são narcisistas! Talvez um dia alguém possa, quem sabe, aventar a bizarra possibilidade de que seja a própria dinâmica de produção e reprodução do capital que fragmente e isole a classe trabalhadora, e que isso se expressa até mesmo dentro das organizações de esquerda (inclusive entre os mui nobres e respeitáveis publicantes deste insigne Passa Palavra blogue de comunicação de massas&#8230;)</p>
<p>A classe trabalhadora, as suas organizações, os militantes de esquerda, todos nós, meus amigos, estamos afundados na merda até o pescoço. Mas tem gente que consegue ser arrogante e presunçoso até mesmo na merda!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Eugênio Varlino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318534</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eugênio Varlino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 02:16:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Imaginem um partido ou sindicato leninista ou trotskista ou gramsciano brasileiro lançando uma nota face à morte de algum pensador do campo autonomista onde chama de &quot;um dos nossos&quot; a um autor cuja obra e cuja prática militante confluiu em tão poucos pontos como confluiu a obra e a prática de Mészáros em relação à linha política do Passa Palavra. Conseguem imaginar?

Mészáros acreditava na reforma das formas clássicas de organização do proletariado. O Passa Palavra acha isso pura ingenuidade.

Mészáros via com simpatia a agroecologia. O Passa Palavra vê como uma experiência próxima ao fascismo.

Mészáros defendia que o Capitalismo está em crise estrutural. O Passa Palavra vê o Capitalismo a todo vapor.

Mészáros via o Imperialismo como algo muito próximo a um embate de nações em tempos de capital transnacional, justamente por ter se baseado naqueles autores que a nota menciona. O Passa Palavra acha anacrônico falar em nações e só fala em empresas, se baseando muito mais nas análises do The Economist (abominado por Mészáros) do que em qualquer autor que tenha abordado o imperialismo.

Mészáros via a exploração de hoje como suor escorrendo, como volta a patamares historicamente superados de exploração (novo escravismo etc). O Passa Palavra vê a exploração de hoje como operários com PhD, vestidos de branco em setores de P&amp;D de empresas de ponta. (Daí, creio, a nota falar em mais-valia absoluta num lado e relativa no outro).

Mészáros via a URSS como pós-capitalista, baseado em filosofia de alta abstração (o conceito de capital, o sistema sociometabólico etc). O Passa Palavra preocupa-se em traduzir autores desconhecidos da extrema-esquerda anti-bolchevique que apontavam aquilo como Capitalismo de Estado desde os anos 1920, por aí.

Mészáros via o Capitalismo de hoje como barbárie, como não tendo &quot;nada mais a oferecer à humanidade&quot; a não ser o espectro da destruição nuclear. O Passa Palavra vê o Capitalismo de hoje como um sistema plástico, onde os trabalhadores constroem em suas lutas assimiladas as janelas que tiram o capital das crises, portanto um sistema onde a criatividade dos trabalhadores tira o capital da crise e o reforça, sempre que a luta não consegue se converter em revolução, o que ocorre, inclusive, por meio de inovações científicas, modernização.

As diferenças são muitas, beirando sempre ao antagonismo de visões, e no entanto este coletivo soube reconhecer neste autor de raiz e de ideias e de práticas tão distintas às suas, um companheiro que morreu do mesmo lado da barricada. Parabéns ao coletivo por fazer algo que a esquerda brasileira jamais faria. Até porque a grande maioria dela tem o problema não da &quot;soberba, pretensão e arrogância&quot; (quem dera), e sim do narcisismo, do isolamento (cada um no seu quadrado, mesmo em termos de debates teóricos), da catequese. A maioria da esquerda brasileira sequer conseguiria redigir uma nota sobre algum autor de uma matriz de pensamento distinta a este nível, pelo simples fato de que não leem &quot;os outros&quot; e se contentam em ser o que via de regra criticam em notas e comunicados e seminários: seitas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imaginem um partido ou sindicato leninista ou trotskista ou gramsciano brasileiro lançando uma nota face à morte de algum pensador do campo autonomista onde chama de &#8220;um dos nossos&#8221; a um autor cuja obra e cuja prática militante confluiu em tão poucos pontos como confluiu a obra e a prática de Mészáros em relação à linha política do Passa Palavra. Conseguem imaginar?</p>
<p>Mészáros acreditava na reforma das formas clássicas de organização do proletariado. O Passa Palavra acha isso pura ingenuidade.</p>
<p>Mészáros via com simpatia a agroecologia. O Passa Palavra vê como uma experiência próxima ao fascismo.</p>
<p>Mészáros defendia que o Capitalismo está em crise estrutural. O Passa Palavra vê o Capitalismo a todo vapor.</p>
<p>Mészáros via o Imperialismo como algo muito próximo a um embate de nações em tempos de capital transnacional, justamente por ter se baseado naqueles autores que a nota menciona. O Passa Palavra acha anacrônico falar em nações e só fala em empresas, se baseando muito mais nas análises do The Economist (abominado por Mészáros) do que em qualquer autor que tenha abordado o imperialismo.</p>
<p>Mészáros via a exploração de hoje como suor escorrendo, como volta a patamares historicamente superados de exploração (novo escravismo etc). O Passa Palavra vê a exploração de hoje como operários com PhD, vestidos de branco em setores de P&#038;D de empresas de ponta. (Daí, creio, a nota falar em mais-valia absoluta num lado e relativa no outro).</p>
<p>Mészáros via a URSS como pós-capitalista, baseado em filosofia de alta abstração (o conceito de capital, o sistema sociometabólico etc). O Passa Palavra preocupa-se em traduzir autores desconhecidos da extrema-esquerda anti-bolchevique que apontavam aquilo como Capitalismo de Estado desde os anos 1920, por aí.</p>
<p>Mészáros via o Capitalismo de hoje como barbárie, como não tendo &#8220;nada mais a oferecer à humanidade&#8221; a não ser o espectro da destruição nuclear. O Passa Palavra vê o Capitalismo de hoje como um sistema plástico, onde os trabalhadores constroem em suas lutas assimiladas as janelas que tiram o capital das crises, portanto um sistema onde a criatividade dos trabalhadores tira o capital da crise e o reforça, sempre que a luta não consegue se converter em revolução, o que ocorre, inclusive, por meio de inovações científicas, modernização.</p>
<p>As diferenças são muitas, beirando sempre ao antagonismo de visões, e no entanto este coletivo soube reconhecer neste autor de raiz e de ideias e de práticas tão distintas às suas, um companheiro que morreu do mesmo lado da barricada. Parabéns ao coletivo por fazer algo que a esquerda brasileira jamais faria. Até porque a grande maioria dela tem o problema não da &#8220;soberba, pretensão e arrogância&#8221; (quem dera), e sim do narcisismo, do isolamento (cada um no seu quadrado, mesmo em termos de debates teóricos), da catequese. A maioria da esquerda brasileira sequer conseguiria redigir uma nota sobre algum autor de uma matriz de pensamento distinta a este nível, pelo simples fato de que não leem &#8220;os outros&#8221; e se contentam em ser o que via de regra criticam em notas e comunicados e seminários: seitas.</p>
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		<title>
		Por: Flor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318533</link>

		<dc:creator><![CDATA[Flor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 01:56:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não entendeu Meszaros. Aliás não deve ter nem lido. Lamentável!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendeu Meszaros. Aliás não deve ter nem lido. Lamentável!</p>
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		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318531</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 01:18:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desde muito que considero Mészáros muito bom quando utilizamos os seus escritos contra as correntes externas ao marxismo (liberais e social-democratas principalmente). Mas de bem menos serventia para um debate entre proletários com consciência comunista. Nesse sentido, a linha da nota (necrológio?) do Passa Palavra me parece acertada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde muito que considero Mészáros muito bom quando utilizamos os seus escritos contra as correntes externas ao marxismo (liberais e social-democratas principalmente). Mas de bem menos serventia para um debate entre proletários com consciência comunista. Nesse sentido, a linha da nota (necrológio?) do Passa Palavra me parece acertada.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo O. Fonseca		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318524</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo O. Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 19:34:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acredito que essa é a melhor forma de homenagear um teórico verdadeiramente revolucionário, despindo-se totalmente das condescendências e conveniências de praxe por ocasião de sua morte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que essa é a melhor forma de homenagear um teórico verdadeiramente revolucionário, despindo-se totalmente das condescendências e conveniências de praxe por ocasião de sua morte.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: B.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318523</link>

		<dc:creator><![CDATA[B.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 18:44:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entendo que foge ao escopo desse artigo uma crítica mais aprofundada a Meszaros. 
De todo modo, me pareceu um pouco indelicado algumas críticas ao filósofo húngaro sem o devido aprofundamento.

Tarefa para futuros ensaios.

abç.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entendo que foge ao escopo desse artigo uma crítica mais aprofundada a Meszaros.<br />
De todo modo, me pareceu um pouco indelicado algumas críticas ao filósofo húngaro sem o devido aprofundamento.</p>
<p>Tarefa para futuros ensaios.</p>
<p>abç.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé Ruela		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115245/#comment-318519</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Ruela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 16:06:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[que belo reconhecimento. um tapinha nas costas com uma das mãos e uma bofetada com a outra.

mas essas coisas são assim... mesmo que o sujeito escreva mais de vinte livros contra o capital, ele ainda assim vai ser chamado de raso, superficial, fraco e, desgraça das desgraças, academicista.

realmente, o nível de exigência do militante de esquerda brasileiro médio, que rarissimamente produz alguma coisa importante no plano da teoria, só é superado por sua soberba, pretensão e arrogância.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>que belo reconhecimento. um tapinha nas costas com uma das mãos e uma bofetada com a outra.</p>
<p>mas essas coisas são assim&#8230; mesmo que o sujeito escreva mais de vinte livros contra o capital, ele ainda assim vai ser chamado de raso, superficial, fraco e, desgraça das desgraças, academicista.</p>
<p>realmente, o nível de exigência do militante de esquerda brasileiro médio, que rarissimamente produz alguma coisa importante no plano da teoria, só é superado por sua soberba, pretensão e arrogância.</p>
]]></content:encoded>
		
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