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	Comentários sobre: Vale™ tudo nas artes plásticas?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-390670</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 15:21:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[pensando um pouco a respeito deste texto publicado recentemente (http://passapalavra.info/2019/01/125118/), acho que faz parte da estrutura da &quot;guerra de todos contra todos&quot; a capacidade das empresas transnacionais tão sujas como a Vale de angariar gente para projetos &quot;bem intencionados&quot;. Isto é, não é apenas uma questão de &quot;ignorância&quot;, é um estado de guerra permanente onde as oportunidades e a vantagem individual são buscadas a qualquer custo. 

Relendo este texto no momento atual, acho que a seguinte frase deveria ser repensada pelos autores: &quot;Como já dito, não se trata aqui de denúncia ou patrulhamento ideológico da produção artística, como dita a moda do Brasil de hoje&quot;.
O patrulhamento não é ideológico. É humanista. É muito básico. É necessário jogar a lama de volta na cara de quem faz pouco caso do totalitarismo das corporações, de quem não tem problema em lavar a cara dessa gente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pensando um pouco a respeito deste texto publicado recentemente (<a href="http://passapalavra.info/2019/01/125118/" rel="ugc">http://passapalavra.info/2019/01/125118/</a>), acho que faz parte da estrutura da &#8220;guerra de todos contra todos&#8221; a capacidade das empresas transnacionais tão sujas como a Vale de angariar gente para projetos &#8220;bem intencionados&#8221;. Isto é, não é apenas uma questão de &#8220;ignorância&#8221;, é um estado de guerra permanente onde as oportunidades e a vantagem individual são buscadas a qualquer custo. </p>
<p>Relendo este texto no momento atual, acho que a seguinte frase deveria ser repensada pelos autores: &#8220;Como já dito, não se trata aqui de denúncia ou patrulhamento ideológico da produção artística, como dita a moda do Brasil de hoje&#8221;.<br />
O patrulhamento não é ideológico. É humanista. É muito básico. É necessário jogar a lama de volta na cara de quem faz pouco caso do totalitarismo das corporações, de quem não tem problema em lavar a cara dessa gente.</p>
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		<title>
		Por: Ronan Aguiar de Freitas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319703</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan Aguiar de Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 10:44:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Falaram, falaram, falaram, e não disseram nada, fizeram um monte de críticas sem fundamento, talvez por falta de capacidade de entender uma arte que não está dentro de seu espectro de compreensão estética e política, e mais fizeram tudo que disseram que não queriam fazer ou que não estavam fazendo, como se dizer que não era essa intenção isentasse a responsabilidade de ter feito, tipico texto Yurugu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falaram, falaram, falaram, e não disseram nada, fizeram um monte de críticas sem fundamento, talvez por falta de capacidade de entender uma arte que não está dentro de seu espectro de compreensão estética e política, e mais fizeram tudo que disseram que não queriam fazer ou que não estavam fazendo, como se dizer que não era essa intenção isentasse a responsabilidade de ter feito, tipico texto Yurugu.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Lobo Pasoli		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319681</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lobo Pasoli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 14:08:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo. Compactuar com essas empresas - e aceitar seu patrocínio e atrelar seu nome à elas é fazer isso - é assumir a covardia, é trair a vida assolada pela lama dessas máquinas de morte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo. Compactuar com essas empresas &#8211; e aceitar seu patrocínio e atrelar seu nome à elas é fazer isso &#8211; é assumir a covardia, é trair a vida assolada pela lama dessas máquinas de morte.</p>
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		<title>
		Por: Marcelo Brantes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319563</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2017 14:55:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto. A KM7 está atenta a estas questões. Difícil navegar quando nossos inimigos estão no poder. Parábens aos trabalhos que ilustão a matéria. Marcelo Brantes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto. A KM7 está atenta a estas questões. Difícil navegar quando nossos inimigos estão no poder. Parábens aos trabalhos que ilustão a matéria. Marcelo Brantes</p>
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		<title>
		Por: Liége Saboya		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319460</link>

		<dc:creator><![CDATA[Liége Saboya]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 16:45:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom texto/crítica.
Não seria o caso dos artistas promoverem um boicote (como o #BDS) a Samarco e a BHP?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom texto/crítica.<br />
Não seria o caso dos artistas promoverem um boicote (como o #BDS) a Samarco e a BHP?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319078</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 18:40:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros autores, vocês citam Rolnik e Guatarri, os mesmos autores que, pelo pouco que li, negam com energética veemência uma tal frase como &quot;É inegável a necessidade do patrocínio do Estado ou da iniciativa privada para apoiar a cultura.&quot; Não por anti-estatistas (pena), mas sim pela crítica à noção de cultura que apresentam no livro &quot;Micropolítica. Cartografias do desejo&quot;. Tudo o que o Estado e a iniciativa privada fazem é prover cultura enquanto bem de consumo (vide o primeiro comentário de Carla Viviane).
Neste sentido é essencial que os artistas, ao menos parte deles, se convençam o mais rápido possível da necessidade de abandonar a dependência do Estado e da iniciativa privada. Que se consiga um trabalho normal e que a arte seja parte de uma dedicação militante, antes de tornarem-se agentes &quot;freelancers&quot; de instituições que são as causas dos males contra os quais se imaginam combater. E se a ideia é disputar espaços &quot;do inimigo&quot;, ainda que isso seja muito duvidoso, que se faça enquanto uma estratégia muito bem pensada, há de se estar preparado e organizado, do contrário é apenas oportunismo. Na maioria das vezes isto é apenas retórica de gente querendo garantir o seu, disfarçando seu comodismo em &quot;tática&quot; política.
Quantas vezes não se justifica o pobre que vira policial por &quot;precisar de um salário&quot;? A justificativa do artista &quot;militante&quot; que trabalha para as transnacionais não é tão diferente. Miséria social e de consciência de classe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros autores, vocês citam Rolnik e Guatarri, os mesmos autores que, pelo pouco que li, negam com energética veemência uma tal frase como &#8220;É inegável a necessidade do patrocínio do Estado ou da iniciativa privada para apoiar a cultura.&#8221; Não por anti-estatistas (pena), mas sim pela crítica à noção de cultura que apresentam no livro &#8220;Micropolítica. Cartografias do desejo&#8221;. Tudo o que o Estado e a iniciativa privada fazem é prover cultura enquanto bem de consumo (vide o primeiro comentário de Carla Viviane).<br />
Neste sentido é essencial que os artistas, ao menos parte deles, se convençam o mais rápido possível da necessidade de abandonar a dependência do Estado e da iniciativa privada. Que se consiga um trabalho normal e que a arte seja parte de uma dedicação militante, antes de tornarem-se agentes &#8220;freelancers&#8221; de instituições que são as causas dos males contra os quais se imaginam combater. E se a ideia é disputar espaços &#8220;do inimigo&#8221;, ainda que isso seja muito duvidoso, que se faça enquanto uma estratégia muito bem pensada, há de se estar preparado e organizado, do contrário é apenas oportunismo. Na maioria das vezes isto é apenas retórica de gente querendo garantir o seu, disfarçando seu comodismo em &#8220;tática&#8221; política.<br />
Quantas vezes não se justifica o pobre que vira policial por &#8220;precisar de um salário&#8221;? A justificativa do artista &#8220;militante&#8221; que trabalha para as transnacionais não é tão diferente. Miséria social e de consciência de classe.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Stela Maris Sanmartin		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319072</link>

		<dc:creator><![CDATA[Stela Maris Sanmartin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 14:12:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto. 
Em tempo de ampliarmos a reflexão com a recente aprovação do projeto de lei 383/2017 do Deputado Euclerio Sampaio que proibe exposições artísticas ou culturais com &quot;teor pornográfico e nu&quot; no Estado do Espírito Santo. Assistir a plenária na Assembléia Legislativa ontem, foi para mim, a experiência mais intensa de jogo político no mal sentido da palavra jogo. Pude constatar o avassalador desconhecimento que se tem sobre arte e cultura, a banalização da oratória, a falta de respeito, a imposição de limites à arte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto.<br />
Em tempo de ampliarmos a reflexão com a recente aprovação do projeto de lei 383/2017 do Deputado Euclerio Sampaio que proibe exposições artísticas ou culturais com &#8220;teor pornográfico e nu&#8221; no Estado do Espírito Santo. Assistir a plenária na Assembléia Legislativa ontem, foi para mim, a experiência mais intensa de jogo político no mal sentido da palavra jogo. Pude constatar o avassalador desconhecimento que se tem sobre arte e cultura, a banalização da oratória, a falta de respeito, a imposição de limites à arte.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcela Almeida		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319057</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcela Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 01:14:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vejam o filme “Terras remotas” e a tese de doutorado de Simone Cortezão.  Produção artística e de conhecimento sobre o tema. 
Também há um excelente texto em http://piseagrama.org/terras-remotas/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam o filme “Terras remotas” e a tese de doutorado de Simone Cortezão.  Produção artística e de conhecimento sobre o tema.<br />
Também há um excelente texto em <a href="http://piseagrama.org/terras-remotas/" rel="nofollow ugc">http://piseagrama.org/terras-remotas/</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carla Viviane Roncararati		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/10/115936/#comment-319056</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carla Viviane Roncararati]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 01:11:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Domingo que passou, fui com minha família no Parque Botânico Vale, onde haveria apresentações musicais. Nunca havia ido ao local mas já tinha ouvido elogios ao mesmo. A área que permite convivência é pequena e para ser chamado de &#034;parque&#034; não faz jus&#160; ao nome. No geral é bem cuidado visualmente, mas vê-se, que as pessoas não são&#160; primordialmente privilegiadas, a começar pela entrada, onde se percorre um caminho de ida e volta de um metro de largura, em contraposição ao destinado aos carros. Sentada sob uma árvore, tentando fruir o local, desenhava e ouvia uma voz feminina no alto falante (devia ser funcionária) dando informações e em dado momento dizia. &#034;Tem um carrinho... tem algum menino pra brincar de carrinho?&#034;. Na apresentação musical a aparelhagem de som poderia ser bem melhor e em respeito aos músicos, não farei mais observações. A empresa oferece migalhas, comparadas ao lucro que obtém. O ponto que quero chegar: não pude deixar de questionar com minha família, o que estávamos fazendo ali. Não esqueci o dia 05 de novembro e jamais esquecerei, (tingiu de lama o dia do meu aniversário) e não me conformo com a postura da Vale e demais empresas envolvidas. Indigno-me, ao mesmo tempo que me sinto frágil diante do desmando e da irresponsabilidade. Estarei presente no seminário e esse excelente texto veio ao encontro dos meus anseios, reforçando meu pensamento e o desejo que um dia, essas questões sejam encaradas com a seriedade que merecem e que estejamos mais fortalecidos, para que não nos rendamos a apatheia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo que passou, fui com minha família no Parque Botânico Vale, onde haveria apresentações musicais. Nunca havia ido ao local mas já tinha ouvido elogios ao mesmo. A área que permite convivência é pequena e para ser chamado de &quot;parque&quot; não faz jus&nbsp; ao nome. No geral é bem cuidado visualmente, mas vê-se, que as pessoas não são&nbsp; primordialmente privilegiadas, a começar pela entrada, onde se percorre um caminho de ida e volta de um metro de largura, em contraposição ao destinado aos carros. Sentada sob uma árvore, tentando fruir o local, desenhava e ouvia uma voz feminina no alto falante (devia ser funcionária) dando informações e em dado momento dizia. &quot;Tem um carrinho&#8230; tem algum menino pra brincar de carrinho?&quot;. Na apresentação musical a aparelhagem de som poderia ser bem melhor e em respeito aos músicos, não farei mais observações. A empresa oferece migalhas, comparadas ao lucro que obtém. O ponto que quero chegar: não pude deixar de questionar com minha família, o que estávamos fazendo ali. Não esqueci o dia 05 de novembro e jamais esquecerei, (tingiu de lama o dia do meu aniversário) e não me conformo com a postura da Vale e demais empresas envolvidas. Indigno-me, ao mesmo tempo que me sinto frágil diante do desmando e da irresponsabilidade. Estarei presente no seminário e esse excelente texto veio ao encontro dos meus anseios, reforçando meu pensamento e o desejo que um dia, essas questões sejam encaradas com a seriedade que merecem e que estejamos mais fortalecidos, para que não nos rendamos a apatheia.</p>
]]></content:encoded>
		
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