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	Comentários sobre: Três semanas na Rússia	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Zé		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 23:07:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais uma vez o PP acerta em traduzir um texto que chama a atenção para a adoção de uma língua técnico-instrumental como segunda língua para a comunicação transfronteiras. Livre de questões étnicas e culturais e assumida e explicitamente artificial. Ao invés de investirmos pesadamente em adquirirmos uma ou duas línguas para nos tornarmos poliglotas, investir em algo que possa ser aprendido sem as condicionantes das línguas nacionais e territoriais. Hoje sou um simpatizante do esperanto, mas pretendo dentro de algum me tornar um esperantista. E para quem não conhece os vínculos do esperanto com a luta de classes, vale ler o artigo &quot;Comunismo em palavras&quot; acessando o link https://jacobinmag.com/2017/05/esperanto-world-common-language-z]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez o PP acerta em traduzir um texto que chama a atenção para a adoção de uma língua técnico-instrumental como segunda língua para a comunicação transfronteiras. Livre de questões étnicas e culturais e assumida e explicitamente artificial. Ao invés de investirmos pesadamente em adquirirmos uma ou duas línguas para nos tornarmos poliglotas, investir em algo que possa ser aprendido sem as condicionantes das línguas nacionais e territoriais. Hoje sou um simpatizante do esperanto, mas pretendo dentro de algum me tornar um esperantista. E para quem não conhece os vínculos do esperanto com a luta de classes, vale ler o artigo &#8220;Comunismo em palavras&#8221; acessando o link <a href="https://jacobinmag.com/2017/05/esperanto-world-common-language-z" rel="nofollow ugc">https://jacobinmag.com/2017/05/esperanto-world-common-language-z</a></p>
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