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	Comentários sobre: Mirsaid Sultan-Galiev, a Revolução Russa e o nacional-comunismo	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-893667</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 15:24:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[a conferir
https://hacialavida.noblogs.org/folleto-contra-la-posicion-leninista-sobre-el-imperialismo/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a conferir<br />
<a href="https://hacialavida.noblogs.org/folleto-contra-la-posicion-leninista-sobre-el-imperialismo/" rel="nofollow ugc">https://hacialavida.noblogs.org/folleto-contra-la-posicion-leninista-sobre-el-imperialismo/</a></p>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-332711</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 15:41:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Geral viajou. Sultan-Galiev não tinha nada de &quot;autonomista&quot;, nem tampouco Miasnikóv. Nem isso de &quot;autonomismo&quot; existia na época; é coisa dos anos 1960. Para se ter uma ideia, Miasnikóv não se adaptou nem sequer como &quot;conselhista&quot; quando foi &quot;adotado&quot; pela esquerda conselhista da Europa Ocidental depois de sua fuga da URSS; permaneceu até o fim da vida como um &quot;bolchevique proletário&quot;, um &quot;comunista operário&quot;. Precisamos ter muito cuidado para não projetarmos ao passado coisas que lá não existiam, e saber entender a História nos termos em que o fizeram aqueles que a construíram; do contrário, não há mudança, transformação, contextos, épocas, contradições, mas sim eterna repetição -- o que tranquiliza o pensamento, mas não resolve nada prático.

O que ressaltei neste artigo foi o elemento central da ação política de Sultan-Galiev: as contradições entre a &quot;modernização&quot;, que no contexto da revolução russa era necessariamente internacionalista, e as preocupações étnico-nacionais. Poderia fazer o mesmo tendo Rinchinó como exemplo, ou Narimanov, ou ainda Vahitov, e as questões seriam as mesmas, os problemas enfrentados por eles seriam os mesmos, e as contradições seriam as mesmas. Da nossa parte, quais as contradições centrais para nossa ação política? Quais as propostas construídas no meio político para solucioná-las? Quais seus resultados? Quais seus problemas? Como se entrechocam? O que resulta destes entrechoques?

De outro lado, a comparação entre Sultan-Galiev e Sneevliet serviu para mostrar que nenhum contexto político comporta soluções unívocas, inescapáveis e inevitáveis para os mesmos problemas. A questão, e é isto o determinante da História, é a capacidade de mobilização de forças para que um determinado projeto político se sobreponha a outros. Ou esta questão é enfrentada, ou há que se contentar com o cassandrismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Geral viajou. Sultan-Galiev não tinha nada de &#8220;autonomista&#8221;, nem tampouco Miasnikóv. Nem isso de &#8220;autonomismo&#8221; existia na época; é coisa dos anos 1960. Para se ter uma ideia, Miasnikóv não se adaptou nem sequer como &#8220;conselhista&#8221; quando foi &#8220;adotado&#8221; pela esquerda conselhista da Europa Ocidental depois de sua fuga da URSS; permaneceu até o fim da vida como um &#8220;bolchevique proletário&#8221;, um &#8220;comunista operário&#8221;. Precisamos ter muito cuidado para não projetarmos ao passado coisas que lá não existiam, e saber entender a História nos termos em que o fizeram aqueles que a construíram; do contrário, não há mudança, transformação, contextos, épocas, contradições, mas sim eterna repetição &#8212; o que tranquiliza o pensamento, mas não resolve nada prático.</p>
<p>O que ressaltei neste artigo foi o elemento central da ação política de Sultan-Galiev: as contradições entre a &#8220;modernização&#8221;, que no contexto da revolução russa era necessariamente internacionalista, e as preocupações étnico-nacionais. Poderia fazer o mesmo tendo Rinchinó como exemplo, ou Narimanov, ou ainda Vahitov, e as questões seriam as mesmas, os problemas enfrentados por eles seriam os mesmos, e as contradições seriam as mesmas. Da nossa parte, quais as contradições centrais para nossa ação política? Quais as propostas construídas no meio político para solucioná-las? Quais seus resultados? Quais seus problemas? Como se entrechocam? O que resulta destes entrechoques?</p>
<p>De outro lado, a comparação entre Sultan-Galiev e Sneevliet serviu para mostrar que nenhum contexto político comporta soluções unívocas, inescapáveis e inevitáveis para os mesmos problemas. A questão, e é isto o determinante da História, é a capacidade de mobilização de forças para que um determinado projeto político se sobreponha a outros. Ou esta questão é enfrentada, ou há que se contentar com o cassandrismo.</p>
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		<title>
		Por: Malanga		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-321638</link>

		<dc:creator><![CDATA[Malanga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2018 19:45:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótimo texto. Parabéns ao PP por apresentar mais um personagem que ficou oculto na versão oficiosa da Revolução Russa. Assim como o debate que Mirsaid Khaidargalievich Sultan-Galiev traz.
Concordo com os comentários do Zé e Lucas. O “campo autônomo “ deve tentar reunir forças para não passar em branco. Ultrapassar apenas a crítica. Pois, sempre vai estar a reboque da social democracia ou da direita conservadora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto. Parabéns ao PP por apresentar mais um personagem que ficou oculto na versão oficiosa da Revolução Russa. Assim como o debate que Mirsaid Khaidargalievich Sultan-Galiev traz.<br />
Concordo com os comentários do Zé e Lucas. O “campo autônomo “ deve tentar reunir forças para não passar em branco. Ultrapassar apenas a crítica. Pois, sempre vai estar a reboque da social democracia ou da direita conservadora.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320868</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 20:38:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PERGUNTA -QUE NÃO QUER CALAR- A BRENO:

É promessa ou ameaça?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PERGUNTA -QUE NÃO QUER CALAR- A BRENO:</p>
<p>É promessa ou ameaça?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Breno		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320857</link>

		<dc:creator><![CDATA[Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 15:56:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da seção comentários do PP ainda vai nascer uma organização autonomista. =P]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da seção comentários do PP ainda vai nascer uma organização autonomista. =P</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320798</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 00:38:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320780&quot;&gt;neto&lt;/a&gt;.

Caros Neto, você está correto: não recebemos nenhuma das suas mensagens. Entretanto, acabamos de lhe enviar um email. Por favor, confira em sua caixa de entrada e, caso não tenha recebido, nos notifique mais uma vez. Nos desculpamos desde já pelo inconveniente.

Cordialmente,

Coletivo Passa Palavra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320780">neto</a>.</p>
<p>Caros Neto, você está correto: não recebemos nenhuma das suas mensagens. Entretanto, acabamos de lhe enviar um email. Por favor, confira em sua caixa de entrada e, caso não tenha recebido, nos notifique mais uma vez. Nos desculpamos desde já pelo inconveniente.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Coletivo Passa Palavra</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320794</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 00:18:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Lucas,
Sua mensagem ajuda a lançar mais luzes sobre o problema. Mas o que eu tentei expressar foi um pouco mais modesto: começar a romper essa fragmentação do nosso campo ANTES do momento do enfrentamento (percebo que vc e eu sabemos da fragilidade de se travar uma luta que é coletiva em todos os níveis sem estar organizado coletivamente). Começar um processo de discussões nacionais que possa culminar em uma plataforma mínima de lutas e, assim, começarmos a aferir o nosso tamanho real em termos de país. Aí então será possível traçar ações e políticas compatíveis com a força concreta que se conseguiu organizar. Já seria um salto imenso de qualidade em relação ao que temos hoje no Brasil. A FMLL da Holanda de Sneevliet nos dá um ensinamento nesse sentido.
Sinta-se abraçado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Lucas,<br />
Sua mensagem ajuda a lançar mais luzes sobre o problema. Mas o que eu tentei expressar foi um pouco mais modesto: começar a romper essa fragmentação do nosso campo ANTES do momento do enfrentamento (percebo que vc e eu sabemos da fragilidade de se travar uma luta que é coletiva em todos os níveis sem estar organizado coletivamente). Começar um processo de discussões nacionais que possa culminar em uma plataforma mínima de lutas e, assim, começarmos a aferir o nosso tamanho real em termos de país. Aí então será possível traçar ações e políticas compatíveis com a força concreta que se conseguiu organizar. Já seria um salto imenso de qualidade em relação ao que temos hoje no Brasil. A FMLL da Holanda de Sneevliet nos dá um ensinamento nesse sentido.<br />
Sinta-se abraçado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: neto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320780</link>

		<dc:creator><![CDATA[neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 09:40:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[OFF] 

Olá, caros!

Tenho enviado e-mails ao coletivo,
com sugestões de revisão ao texto,
porém os e-mails têm retornado.

Abraços!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[OFF] </p>
<p>Olá, caros!</p>
<p>Tenho enviado e-mails ao coletivo,<br />
com sugestões de revisão ao texto,<br />
porém os e-mails têm retornado.</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320749</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 14:52:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[estimado Zé,
eu também me encontro com certo desgosto no chamado &quot;campo autonomista&quot; -- creio preferir comunismo libertário ou até anarco-comunismo, ainda não tenho clareza do quanto importa isso em realidade. Mas tuas questões me parecem apontar a uma ansiedade capaz de desviar os focos do momento. Oras, o &quot;campo autônomo/autonomista/etc&quot; é tão pequeno, como TANTAS outras vertentes da extrema esquerda na atualidade, que preocupar-se com formular uma direção política para a situação brasileira está a milhas de distância de nossas tarefas concretas e tangíveis (no máximo, quiçá, apoiar taticamente uma ou outra tímida direção de esquerda). O mesmo poderia dizer-se em termos de colunas: me parece óbvio que no contexto das ruas de 2013 se os autonomistas saíam para marchar em colunas políticas que tivessem os trotskistas como aliados para qualquer tipo de combate físico contra o fascismo. De fato, as colunas &quot;autonomistas&quot;, assim convocadas para mobilizações grandes, me parece que apenas adicionam mais gatos na bolsa -- ao menos os partidos tem um critério prévio de integrar a organização; na coluna autonomista entra quem quer sem nenhuma organização prévia ou que esteja conduzindo minimamente: que tipo de prática de segurança é essa? Se é apenas para dar a aparência de um campo político &quot;autonomista&quot;, é uma mistura de tiro no pé e sectarismo, talvez respondendo a esse tipo de ansiedade de querer ser uma expressão política apenas por juntar 50 pessoas em um lugar e hora marcados.
Para voltar um pouco à questão do texto, creio que o debate a respeito da organização territorial é extremamente interessante pois é justamente uma questão de autonomia o que está em jogo. Mas são duas autonomias, não uma. Primeiro está a questão da autonomia de governo, a forma de coordenação e centralização social e política dos territórios vizinhos ao centro político da ditadura bolchevique. Em segundo lugar está a autonomia dos militantes bolcheviques em relação ao partido -- aqui parece que Sultan-Galiev, junto a Miasnikov, são exemplos para nós, &quot;autonomistas&quot;, ainda que fossem bolcheviques. Mostram que não existe uma fórmula de militância correta, existem inúmeras opções, mas dentro destas opções sempre estarão as formas mais coerentes e corajosas de atuar em uma perspectiva libertária, não é o simples pertencer a um partido que automaticamente transforma o sujeito em um quadrado -- assim como o não pertencer não faz ninguém melhor ou mais sábio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>estimado Zé,<br />
eu também me encontro com certo desgosto no chamado &#8220;campo autonomista&#8221; &#8212; creio preferir comunismo libertário ou até anarco-comunismo, ainda não tenho clareza do quanto importa isso em realidade. Mas tuas questões me parecem apontar a uma ansiedade capaz de desviar os focos do momento. Oras, o &#8220;campo autônomo/autonomista/etc&#8221; é tão pequeno, como TANTAS outras vertentes da extrema esquerda na atualidade, que preocupar-se com formular uma direção política para a situação brasileira está a milhas de distância de nossas tarefas concretas e tangíveis (no máximo, quiçá, apoiar taticamente uma ou outra tímida direção de esquerda). O mesmo poderia dizer-se em termos de colunas: me parece óbvio que no contexto das ruas de 2013 se os autonomistas saíam para marchar em colunas políticas que tivessem os trotskistas como aliados para qualquer tipo de combate físico contra o fascismo. De fato, as colunas &#8220;autonomistas&#8221;, assim convocadas para mobilizações grandes, me parece que apenas adicionam mais gatos na bolsa &#8212; ao menos os partidos tem um critério prévio de integrar a organização; na coluna autonomista entra quem quer sem nenhuma organização prévia ou que esteja conduzindo minimamente: que tipo de prática de segurança é essa? Se é apenas para dar a aparência de um campo político &#8220;autonomista&#8221;, é uma mistura de tiro no pé e sectarismo, talvez respondendo a esse tipo de ansiedade de querer ser uma expressão política apenas por juntar 50 pessoas em um lugar e hora marcados.<br />
Para voltar um pouco à questão do texto, creio que o debate a respeito da organização territorial é extremamente interessante pois é justamente uma questão de autonomia o que está em jogo. Mas são duas autonomias, não uma. Primeiro está a questão da autonomia de governo, a forma de coordenação e centralização social e política dos territórios vizinhos ao centro político da ditadura bolchevique. Em segundo lugar está a autonomia dos militantes bolcheviques em relação ao partido &#8212; aqui parece que Sultan-Galiev, junto a Miasnikov, são exemplos para nós, &#8220;autonomistas&#8221;, ainda que fossem bolcheviques. Mostram que não existe uma fórmula de militância correta, existem inúmeras opções, mas dentro destas opções sempre estarão as formas mais coerentes e corajosas de atuar em uma perspectiva libertária, não é o simples pertencer a um partido que automaticamente transforma o sujeito em um quadrado &#8212; assim como o não pertencer não faz ninguém melhor ou mais sábio.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117069/#comment-320661</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2017 15:52:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=117069#comment-320661</guid>

					<description><![CDATA[Para muito além dos resplandecentes méritos historiográficos, bibliográficos e analíticos deste texto, ele nos remete para uma questão de palpitante atualidade: como que o campo dito &quot;autonomista&quot; se organiza nas lutas sociais de hoje, sem ficar refém das organizações bolcheviques e bakuninistas no momento em que a direita tradicional vem para a ofensiva no &quot;nosso&quot; terreno (ruas, praças e espaços públicos em geral). Esse gelatinoso campo  - o mal chamado autonomismo - no qual me incluo, tem demonstrado uma impotência organizativa que contrasta radicalmente com a precisão de suas críticas. Ou seja, pela negativa estamos bem, sabemos o que não queremos. Mas pela positiva... que fiasco!
Cito dois exemplos recentes. A) Durante o junho de 2013 depois que os coxinhas recuperaram a luta e partiram para a agressão física, presenciei e li relatos por todo o Brasil de autonomistas que se viram no condição de pedir &quot;arrego&quot; para o PSTU e ingressar na coluna morenista para salvara a própria pele. Nem que fosse para apanhar junto. B) Durante o impedimento de Dilma, fomos incapazes de abrir um terceiro campo público que apontasse concretamente para a oposição aos dois campos capitalistas e sequer conseguimos ser uma espécie de &quot;consciência crítica&quot; pela esquerda à CONLUTAS/PSTU que ensaiaram abrir o tal &quot;terceiro campo&quot; chamando pela Greve Geral (antes do racha que os fez recuar para o &quot;Fora Temer&quot;).
Nessa conjutura de &quot;Bolsonaro X Lula&quot; esse parece ser o desafio principal para quem, sendo do campo &quot;autonomista&quot;, não integra nem a ala dos antiorganizacionais nem a dos politicistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para muito além dos resplandecentes méritos historiográficos, bibliográficos e analíticos deste texto, ele nos remete para uma questão de palpitante atualidade: como que o campo dito &#8220;autonomista&#8221; se organiza nas lutas sociais de hoje, sem ficar refém das organizações bolcheviques e bakuninistas no momento em que a direita tradicional vem para a ofensiva no &#8220;nosso&#8221; terreno (ruas, praças e espaços públicos em geral). Esse gelatinoso campo  &#8211; o mal chamado autonomismo &#8211; no qual me incluo, tem demonstrado uma impotência organizativa que contrasta radicalmente com a precisão de suas críticas. Ou seja, pela negativa estamos bem, sabemos o que não queremos. Mas pela positiva&#8230; que fiasco!<br />
Cito dois exemplos recentes. A) Durante o junho de 2013 depois que os coxinhas recuperaram a luta e partiram para a agressão física, presenciei e li relatos por todo o Brasil de autonomistas que se viram no condição de pedir &#8220;arrego&#8221; para o PSTU e ingressar na coluna morenista para salvara a própria pele. Nem que fosse para apanhar junto. B) Durante o impedimento de Dilma, fomos incapazes de abrir um terceiro campo público que apontasse concretamente para a oposição aos dois campos capitalistas e sequer conseguimos ser uma espécie de &#8220;consciência crítica&#8221; pela esquerda à CONLUTAS/PSTU que ensaiaram abrir o tal &#8220;terceiro campo&#8221; chamando pela Greve Geral (antes do racha que os fez recuar para o &#8220;Fora Temer&#8221;).<br />
Nessa conjutura de &#8220;Bolsonaro X Lula&#8221; esse parece ser o desafio principal para quem, sendo do campo &#8220;autonomista&#8221;, não integra nem a ala dos antiorganizacionais nem a dos politicistas.</p>
]]></content:encoded>
		
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