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	Comentários sobre: Os pingos nos “ii” do identitarismo (ou: como atear fogo aos espantalhos)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fascismo Identitário		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-913078</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fascismo Identitário]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 00:17:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O identitarismo é um fascismo. João Bernardo demonstrou como o velho nacionalismo em que se baseavam os fascistas clássicos foi metamorfoseado nas múltiplas identidades. Assim como na Alemanha os nazistas passaram a adotar apenas livros de &quot;arianos&quot; e a proibir e queimar os demais, agora as Universidades condenam autores &quot;eurocêntricos&quot;. Inclusive, a maior Universidade do país resolveu cobrar como literatura obrigatória do seu vestibular apenas obras escritas por mulheres https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/11/usp-muda-lista-de-livros-no-vestibular-e-vai-cobrar-so-mulheres-pela-1a-vez-na-historia.shtml. Enquanto a &quot;queima&quot; de livros pós-moderna é o sistema de &quot;cancelamento&quot; de autores &quot;brancos, héteros, cis, etc.&quot;. E ainda estamos bem longe de ver onde isso vai parar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O identitarismo é um fascismo. João Bernardo demonstrou como o velho nacionalismo em que se baseavam os fascistas clássicos foi metamorfoseado nas múltiplas identidades. Assim como na Alemanha os nazistas passaram a adotar apenas livros de &#8220;arianos&#8221; e a proibir e queimar os demais, agora as Universidades condenam autores &#8220;eurocêntricos&#8221;. Inclusive, a maior Universidade do país resolveu cobrar como literatura obrigatória do seu vestibular apenas obras escritas por mulheres <a href="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/11/usp-muda-lista-de-livros-no-vestibular-e-vai-cobrar-so-mulheres-pela-1a-vez-na-historia.shtml" rel="nofollow ugc">https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/11/usp-muda-lista-de-livros-no-vestibular-e-vai-cobrar-so-mulheres-pela-1a-vez-na-historia.shtml</a>. Enquanto a &#8220;queima&#8221; de livros pós-moderna é o sistema de &#8220;cancelamento&#8221; de autores &#8220;brancos, héteros, cis, etc.&#8221;. E ainda estamos bem longe de ver onde isso vai parar&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Clotilde		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-321971</link>

		<dc:creator><![CDATA[Clotilde]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2018 14:15:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pois é... Essa piada do APP resume bem o caminho que os movimentos sectários vêm tomando, fortalecendo o estado e o capitalismo. Eu poderia listar uma penca de coletivos com grande expressão e capacidade de autocrítica, que apesar disso, foram rachados por picuinhas. Isso não significa que não se deve lutar contra o machismos, racismos e fobias em geral. É fato que sim e isso se agrega à própria luta anticapitalista e estatal. A questão não é ignorar as lutas dos oprimidos em louvor único pela luta de classes, mas menos ainda é fazer o contrário, nos digladiarmos em lutas seccionais e ignorar a classe. &quot;Classe, raça e gênero&quot; são faces de um mesmo monstro, da mesma hidra. Nesse caso não se deve ir à nenhum dos extremos.
Ainda quero apontar para o quão patriarcal é o punitivismo adotado por esses movimentos sectários, tornam-se contrarrevolucionários por princípio ao adotarem o método branco, machista europeu para lidar com as questões de conflito. Se apegam ao biologizismo como se o machismo e racismo estivessem no DNA e não na relação de poderes dentro do sistema. Não é, somos tod@s oprimid@s por um sistema segregário, opressor, que mata todos os dias nossos jovens negros, as mulheres e pobres em geral.
Já se reconhece as formas de opressão que o estado capitalista opera, mas com isso vamos criar uma hierarquia de opressões? Quais os parâmetros que definem isso? Vamos criar um APP para definir em uma escala de 0 à 10 quem é mais oprimido? Ou vamos buscar a essência da opressão e da manutenção dessas relações de poder para puxar o fio condutor que a amalgama.
Imagino os mesmos homens brancos e muito ricos rindo das nossas constantes divisões e subdivisões provenientes do sectarismo dos grupos identitários no geral, que não só fortalecem o capitalismo e o estado como o próprio racismo, machismo e homofobia não permitindo que se destrua suas raízes. Estão-se criando gangues que só se sustentam pela suas rivalidades ao invés de se unirem por sua solidariedade.
Trabalhador@s, negr@s, branc@s, lgbts, uni-vos contra o capital e estado, patriarcais e racistas por princípio e método!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é&#8230; Essa piada do APP resume bem o caminho que os movimentos sectários vêm tomando, fortalecendo o estado e o capitalismo. Eu poderia listar uma penca de coletivos com grande expressão e capacidade de autocrítica, que apesar disso, foram rachados por picuinhas. Isso não significa que não se deve lutar contra o machismos, racismos e fobias em geral. É fato que sim e isso se agrega à própria luta anticapitalista e estatal. A questão não é ignorar as lutas dos oprimidos em louvor único pela luta de classes, mas menos ainda é fazer o contrário, nos digladiarmos em lutas seccionais e ignorar a classe. &#8220;Classe, raça e gênero&#8221; são faces de um mesmo monstro, da mesma hidra. Nesse caso não se deve ir à nenhum dos extremos.<br />
Ainda quero apontar para o quão patriarcal é o punitivismo adotado por esses movimentos sectários, tornam-se contrarrevolucionários por princípio ao adotarem o método branco, machista europeu para lidar com as questões de conflito. Se apegam ao biologizismo como se o machismo e racismo estivessem no DNA e não na relação de poderes dentro do sistema. Não é, somos tod@s oprimid@s por um sistema segregário, opressor, que mata todos os dias nossos jovens negros, as mulheres e pobres em geral.<br />
Já se reconhece as formas de opressão que o estado capitalista opera, mas com isso vamos criar uma hierarquia de opressões? Quais os parâmetros que definem isso? Vamos criar um APP para definir em uma escala de 0 à 10 quem é mais oprimido? Ou vamos buscar a essência da opressão e da manutenção dessas relações de poder para puxar o fio condutor que a amalgama.<br />
Imagino os mesmos homens brancos e muito ricos rindo das nossas constantes divisões e subdivisões provenientes do sectarismo dos grupos identitários no geral, que não só fortalecem o capitalismo e o estado como o próprio racismo, machismo e homofobia não permitindo que se destrua suas raízes. Estão-se criando gangues que só se sustentam pela suas rivalidades ao invés de se unirem por sua solidariedade.<br />
Trabalhador@s, negr@s, branc@s, lgbts, uni-vos contra o capital e estado, patriarcais e racistas por princípio e método!</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Significante sem Significado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-321177</link>

		<dc:creator><![CDATA[Significante sem Significado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2017 00:53:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pois é. O núcleo duro do PP (Passa Pano) foi desmascarado!!! Já há muito era notado esse identitarismo de homens brancos héteros cisgêneros. Falando nisso, montei com meus amigxs uma startup de desenvolvimento de software anticapitalista e nosso primeiro programa serve para detectar, em comentários sem identificação pessoal, o tom da pele, o sexo, o gênero e a orientação sexual da pessoa (tem também a versão paga, que acrescenta o CEP e formação educacional). Baixe já o Lacrex ® e não deixe passar batido as transposições de lugar de fala! Disponível para iOS e Android em suas respectivas lojas. Logo menos também para Windows Phone. 
Gratx pela atenção, desculpa qualquer coisa!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é. O núcleo duro do PP (Passa Pano) foi desmascarado!!! Já há muito era notado esse identitarismo de homens brancos héteros cisgêneros. Falando nisso, montei com meus amigxs uma startup de desenvolvimento de software anticapitalista e nosso primeiro programa serve para detectar, em comentários sem identificação pessoal, o tom da pele, o sexo, o gênero e a orientação sexual da pessoa (tem também a versão paga, que acrescenta o CEP e formação educacional). Baixe já o Lacrex ® e não deixe passar batido as transposições de lugar de fala! Disponível para iOS e Android em suas respectivas lojas. Logo menos também para Windows Phone.<br />
Gratx pela atenção, desculpa qualquer coisa!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Legume		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-321154</link>

		<dc:creator><![CDATA[Legume]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 14:35:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por certo existem movimentos identitários brancos, basta ver os nacionalistas brancos nos EUA, as manifestações pró-identidade na Polônia ou a aberta hostilidade aos imigrantes na Hungria. 
Acontece que para alguns setores da esquerda basta as mobilizações em torno da identidade não estarem associadas àqueles considerados opressores que elas são libertadoras. Pois, há um século atrás era examente a mobilização da ideia de nação oprimida que animava os movimentos na Europa Central. Não a toa Marcus Garvey, figura muito referenciada por setores do Movimento Negro no Brasil, afirmava : &quot;Nós fomos os primeiros fascistas. Disciplinamos homens, mulheres e crianças e preparamo-los para a libertação da África. As massas negras viram que só neste nacionalismo extremo podiam depositar as suas esperanças e apoiaram-no de imediato. Mussolini copiou de mim o fascismo, mas os reacionários negros sabotaram-no.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por certo existem movimentos identitários brancos, basta ver os nacionalistas brancos nos EUA, as manifestações pró-identidade na Polônia ou a aberta hostilidade aos imigrantes na Hungria.<br />
Acontece que para alguns setores da esquerda basta as mobilizações em torno da identidade não estarem associadas àqueles considerados opressores que elas são libertadoras. Pois, há um século atrás era examente a mobilização da ideia de nação oprimida que animava os movimentos na Europa Central. Não a toa Marcus Garvey, figura muito referenciada por setores do Movimento Negro no Brasil, afirmava : &#8220;Nós fomos os primeiros fascistas. Disciplinamos homens, mulheres e crianças e preparamo-los para a libertação da África. As massas negras viram que só neste nacionalismo extremo podiam depositar as suas esperanças e apoiaram-no de imediato. Mussolini copiou de mim o fascismo, mas os reacionários negros sabotaram-no.&#8221;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-321103</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Dec 2017 19:48:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto da autora é bem estranho e parece ter por objetivo mostrar que existe um identitarismo dos homens brancos heteros -- que teria por essência a negação do identitarismo de outras identidades. 
Eu não teria porque meter o bedelho na questão, mas achei muito irônico a autora citar o &quot;Ni una menos&quot; como uma &quot;greve de mulheres&quot; na Argentina, e dizer que tem um conteúdo &quot;radicalizado&quot; sobre a &quot;produção e reprodução&quot; das mulheres trabalhadoras.
Em primeiro lugar, o &quot;Ni una menos&quot; é a coisa menos radical que existe no feminismo argentino. De fato teve uma massificação impressionante, mas é uma consigna extremamente defensista (algo que não deixa de ser importante) e um movimento sem a menor capacidade de formular uma direção política, e por isso a queda na participação das marchas. Não é detalhe menor que o &quot;coletivo&quot; Ni una menos seja conformada profissionais liberais com bom posicionamento profissional e não pelas organizações de mulheres já com décadas de experiência e luta no país.
E se falando nisso, vale mencionar que no Encontro Nacional de Mulheres da Argentina existem correntes feministas de peso que vetam a participação de mulheres trans por não considerá-las mulheres. Por mais que a autora do texto original queira, a questão das identidades não se resume a &quot;homens brancos cis heteros vs. o resto das identidades&quot;.
A acusação de que se diria que &quot;pessoas negras, mulheres e LGBT’s fragmentam a classe&quot; é bem sintomática. Estes setores identitários tentam ganhar força por meio de uma identificação &quot;autêntica&quot; com os demais indivíduos desta e daquela identidade, quando em realidade são um tipo de organização política com uma ideologia específica. E de fato lembram bastante a extrema direita e seus discursos nacionalistas que visam impor sua ideologia e apagar vestígios de outras posições políticas dentro de sua base. Basta ver que recentemente ocorreu algo grave no movimento negro, quando os setores mais próximos ao fascismo pan-africanista expulsaram da manifestação negros com bandeiras de partidos e brancos que foram apoiar a causa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto da autora é bem estranho e parece ter por objetivo mostrar que existe um identitarismo dos homens brancos heteros &#8212; que teria por essência a negação do identitarismo de outras identidades.<br />
Eu não teria porque meter o bedelho na questão, mas achei muito irônico a autora citar o &#8220;Ni una menos&#8221; como uma &#8220;greve de mulheres&#8221; na Argentina, e dizer que tem um conteúdo &#8220;radicalizado&#8221; sobre a &#8220;produção e reprodução&#8221; das mulheres trabalhadoras.<br />
Em primeiro lugar, o &#8220;Ni una menos&#8221; é a coisa menos radical que existe no feminismo argentino. De fato teve uma massificação impressionante, mas é uma consigna extremamente defensista (algo que não deixa de ser importante) e um movimento sem a menor capacidade de formular uma direção política, e por isso a queda na participação das marchas. Não é detalhe menor que o &#8220;coletivo&#8221; Ni una menos seja conformada profissionais liberais com bom posicionamento profissional e não pelas organizações de mulheres já com décadas de experiência e luta no país.<br />
E se falando nisso, vale mencionar que no Encontro Nacional de Mulheres da Argentina existem correntes feministas de peso que vetam a participação de mulheres trans por não considerá-las mulheres. Por mais que a autora do texto original queira, a questão das identidades não se resume a &#8220;homens brancos cis heteros vs. o resto das identidades&#8221;.<br />
A acusação de que se diria que &#8220;pessoas negras, mulheres e LGBT’s fragmentam a classe&#8221; é bem sintomática. Estes setores identitários tentam ganhar força por meio de uma identificação &#8220;autêntica&#8221; com os demais indivíduos desta e daquela identidade, quando em realidade são um tipo de organização política com uma ideologia específica. E de fato lembram bastante a extrema direita e seus discursos nacionalistas que visam impor sua ideologia e apagar vestígios de outras posições políticas dentro de sua base. Basta ver que recentemente ocorreu algo grave no movimento negro, quando os setores mais próximos ao fascismo pan-africanista expulsaram da manifestação negros com bandeiras de partidos e brancos que foram apoiar a causa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manainsignificante2005		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-321077</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manainsignificante2005]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Dec 2017 04:12:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que textão dramático em camaradas. Não sei onde está a maior parte desse dramão, se ta em voces ficarem se martirizando ao longo do texto todo e transformarem a autora numa feminista doida que persegue vocês com uma tocha, ou nessas expressões cafonas do tipo &quot;escolher cirurgicamente sua amostra e de torturar os números&quot;. Na verdade acho que sei onde ta a maior parte do drama, no final do texto, na missão heroica que o passa palavra bravamente assume, que, apesar de todas as adversidades, consegue se manter fiel aos seus valores e nao desistir de seus ideais hahaha
 Mas o que eu queria mesmo saber é se o espantalho da foto é pra ilustrar que vocês não tocaram em nenhum momento nas questões mais pertinentes levantadas pela autora, que é a falta de uma definição precisa sobre o que é o identitarismo, como a falta dessa definição pode fazer com q seja um conceito instrumentalizado pra qualquer coisa; e também a formação e interferência de outras identidades (que nao deixam de ser pq nao se reivindicam)  dentro de coletivos, enfim rs varias questões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que textão dramático em camaradas. Não sei onde está a maior parte desse dramão, se ta em voces ficarem se martirizando ao longo do texto todo e transformarem a autora numa feminista doida que persegue vocês com uma tocha, ou nessas expressões cafonas do tipo &#8220;escolher cirurgicamente sua amostra e de torturar os números&#8221;. Na verdade acho que sei onde ta a maior parte do drama, no final do texto, na missão heroica que o passa palavra bravamente assume, que, apesar de todas as adversidades, consegue se manter fiel aos seus valores e nao desistir de seus ideais hahaha<br />
 Mas o que eu queria mesmo saber é se o espantalho da foto é pra ilustrar que vocês não tocaram em nenhum momento nas questões mais pertinentes levantadas pela autora, que é a falta de uma definição precisa sobre o que é o identitarismo, como a falta dessa definição pode fazer com q seja um conceito instrumentalizado pra qualquer coisa; e também a formação e interferência de outras identidades (que nao deixam de ser pq nao se reivindicam)  dentro de coletivos, enfim rs varias questões</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: anon1		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-321076</link>

		<dc:creator><![CDATA[anon1]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Dec 2017 01:18:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto https://www.entranhas.org/o-identitarismo-dos-homens-brancos-e-heteros/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto <a href="https://www.entranhas.org/o-identitarismo-dos-homens-brancos-e-heteros/" rel="nofollow ugc">https://www.entranhas.org/o-identitarismo-dos-homens-brancos-e-heteros/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/12/117337/#comment-321045</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2017 04:09:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Camaradas, não consegui ainda terminar de ler o texto. Mas já deixo à princípio uma discordância: que método é esse de não dizer qual é a fonte que vcs tão rebatendo? Só quem tá &quot;por dentro&quot; das polêmicas tem a possibilidade de ler a fonte original e tirar suas próprias conclusões? Eu não faço a mínima ideia de quem escreveu esse texto que vcs tão rebatendo, mas queria ler ele pra ver se é tudo isso que vcs tão falando, e se suas críticas são coerentes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camaradas, não consegui ainda terminar de ler o texto. Mas já deixo à princípio uma discordância: que método é esse de não dizer qual é a fonte que vcs tão rebatendo? Só quem tá &#8220;por dentro&#8221; das polêmicas tem a possibilidade de ler a fonte original e tirar suas próprias conclusões? Eu não faço a mínima ideia de quem escreveu esse texto que vcs tão rebatendo, mas queria ler ele pra ver se é tudo isso que vcs tão falando, e se suas críticas são coerentes&#8230;</p>
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