<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Uma luta, dois caminhos: qual o interesse do MBL na luta contra o aumento em Goiânia?	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2018/01/117476/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2018/01/117476/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Sat, 27 Jan 2018 03:30:42 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: MarinhoM		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/01/117476/#comment-324401</link>

		<dc:creator><![CDATA[MarinhoM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2018 03:30:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=117476#comment-324401</guid>

					<description><![CDATA[De que esgoto saíram esses farsantes do emebelê?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De que esgoto saíram esses farsantes do emebelê?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: zeppo molotov		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/01/117476/#comment-322941</link>

		<dc:creator><![CDATA[zeppo molotov]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 15:03:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=117476#comment-322941</guid>

					<description><![CDATA[algumas coisas me fugiram a percepção enquanto analisava sobre a questão do interesse do mbl na luta contro o aumento da tarifa e percebi que precisavam ser acrescentados na analise para que não ficasse distópico: 

permitir que o MBL participe ou não das reuniões e de manifestações não combate diretamente o prolema central. o que acontece é que o MBL está num processo de deslegitimação da forma de luta que já era operada no transporte em goiania. cabe criticas a esse modelo de luta e como se desdobra do dia a dia, mas ainda assim é uma forma de organização horizontal e em determinados momentos ultrapassa a barreira do institucionalismo e de fato se radicaliza em suas ações. embora o que é tido como trabalho de base se limite apenas a uma panfletagem em terminais de ônibus e em escolas (nas vésperas das manifestações), a tentativa do MBL é de deslegitimar nossas ações no sentido de as classificar como ineficazes. para isso o MBL não necessariamente precisa estar vinculado, nem que seja minimamente ao MCC, pois a sua atuação em lugares onde o movimento estudantil não existe ou o que existe são frações das juventudes de burocracia eleitoral contribuem para a solidificação e a legitimação de movimentos alheios aos interesses do conjunto da classe trabalhadora, tal como o MBL. é possível pressupor que após a exposição do caso e as ultimas reuniões do MCC a militância se proponha a construir algo realmente efetivo, no que diz respeito ao trabalho de base nesses locais, via núcleos nos locais de estudo, trabalho e moradia. porém o que se mostra ainda aparente na práxis do MCC é a fetichização dos métodos de luta utilizados em 2013. muito se falou sobre observar os erros e avançar na construção de um movimento ainda mais horizontal e radicalizado, porém na construção coletiva das propostas e ações se evidenciou as velhas praticas de 2013, sem se dar conta do contexto histórico e o nível de organização da base. Ou falharemos miseravelmente na tentativa de construir uma jornada de lutas tal qual 2013 ou de fato rompemos com esse fetiche e avançamos na superação das velhas praticas que hoje se mostram ineficazes, para de fato construirmos um movimento radicalizado e dar continuidade (ou não) ao que faltou em 2013 por motivos específicos daquela conjuntura. o MCC não pode se deixar levar por qualquer anacronismo histórico em relação a 2013. é preciso frisar novamente que é importante analisar as questões relativas a conjuntura politica e a luta do trasporte, mas o que precisamos romper é com a ideia de que a unica forma de construir um movimento de fato radicalizado é seguindo os métodos de luta e organização de 2013. é preciso ainda esclarecer (para que não surja equívocos) que essa critica aos métodos de luta e de organização não diz respeito a auto-organização e a coletivização das tarefas e tomadas de decisão, pois esse modelo ainda se mostra eficaz. precisamos combater de fato a velha concepção de trabalho de base, os velhos modos de atuação das organizações tanto verticais quanto principalmente as organizações tidas como horizontais dentro do MCC e fundamentalmente as disputas no espaço que teoricamente é coletivo. Por fim, cairemos na romantização das ideias e em nada conseguiremos avançar sem termos claramente definido  o que temos por decisões coletivas, organização horizontal, trabalho de base e principalmente  se não abandonarmos o fetiche por 2013.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>algumas coisas me fugiram a percepção enquanto analisava sobre a questão do interesse do mbl na luta contro o aumento da tarifa e percebi que precisavam ser acrescentados na analise para que não ficasse distópico: </p>
<p>permitir que o MBL participe ou não das reuniões e de manifestações não combate diretamente o prolema central. o que acontece é que o MBL está num processo de deslegitimação da forma de luta que já era operada no transporte em goiania. cabe criticas a esse modelo de luta e como se desdobra do dia a dia, mas ainda assim é uma forma de organização horizontal e em determinados momentos ultrapassa a barreira do institucionalismo e de fato se radicaliza em suas ações. embora o que é tido como trabalho de base se limite apenas a uma panfletagem em terminais de ônibus e em escolas (nas vésperas das manifestações), a tentativa do MBL é de deslegitimar nossas ações no sentido de as classificar como ineficazes. para isso o MBL não necessariamente precisa estar vinculado, nem que seja minimamente ao MCC, pois a sua atuação em lugares onde o movimento estudantil não existe ou o que existe são frações das juventudes de burocracia eleitoral contribuem para a solidificação e a legitimação de movimentos alheios aos interesses do conjunto da classe trabalhadora, tal como o MBL. é possível pressupor que após a exposição do caso e as ultimas reuniões do MCC a militância se proponha a construir algo realmente efetivo, no que diz respeito ao trabalho de base nesses locais, via núcleos nos locais de estudo, trabalho e moradia. porém o que se mostra ainda aparente na práxis do MCC é a fetichização dos métodos de luta utilizados em 2013. muito se falou sobre observar os erros e avançar na construção de um movimento ainda mais horizontal e radicalizado, porém na construção coletiva das propostas e ações se evidenciou as velhas praticas de 2013, sem se dar conta do contexto histórico e o nível de organização da base. Ou falharemos miseravelmente na tentativa de construir uma jornada de lutas tal qual 2013 ou de fato rompemos com esse fetiche e avançamos na superação das velhas praticas que hoje se mostram ineficazes, para de fato construirmos um movimento radicalizado e dar continuidade (ou não) ao que faltou em 2013 por motivos específicos daquela conjuntura. o MCC não pode se deixar levar por qualquer anacronismo histórico em relação a 2013. é preciso frisar novamente que é importante analisar as questões relativas a conjuntura politica e a luta do trasporte, mas o que precisamos romper é com a ideia de que a unica forma de construir um movimento de fato radicalizado é seguindo os métodos de luta e organização de 2013. é preciso ainda esclarecer (para que não surja equívocos) que essa critica aos métodos de luta e de organização não diz respeito a auto-organização e a coletivização das tarefas e tomadas de decisão, pois esse modelo ainda se mostra eficaz. precisamos combater de fato a velha concepção de trabalho de base, os velhos modos de atuação das organizações tanto verticais quanto principalmente as organizações tidas como horizontais dentro do MCC e fundamentalmente as disputas no espaço que teoricamente é coletivo. Por fim, cairemos na romantização das ideias e em nada conseguiremos avançar sem termos claramente definido  o que temos por decisões coletivas, organização horizontal, trabalho de base e principalmente  se não abandonarmos o fetiche por 2013.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marinho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/01/117476/#comment-322291</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2018 19:30:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=117476#comment-322291</guid>

					<description><![CDATA[Por falar nisso, em São Paulo também haverá aumento dos preços das passagens. Vamos ver como o tal MBL irá se comportar lá, já que o prefeito Dória é seu aliado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por falar nisso, em São Paulo também haverá aumento dos preços das passagens. Vamos ver como o tal MBL irá se comportar lá, já que o prefeito Dória é seu aliado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
