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	Comentários sobre: Quando o trabalhador se cansa de apenas assistir: Reflexões sobre o aumento da tarifa e a luta pelo transporte coletivo no local de moradia	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: zeppo molotov		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[zeppo molotov]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 21:26:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[alguns pontos do texto me trouxeram a seguinte reflexão ao que tange a ação do MCC em Goiânia

&#039;&#039;Porém, esses trabalhadores e trabalhadoras não costumam ser convocados como sujeitos políticos principais dessa luta. Pede-se deles (e é uma situação cômoda para alguns trabalhadores) o papel de apoiadores passivos dos “bravos estudantes” ou “dos jovens”. &#039;&#039; 

Na pratica a colocação do texto é acerta quando se observa a pratica do movimento que afirma estar lutando contra o aumento das tarifas ou estar promovendo alguma especie de trabalho de base. o que acaba acontecendo na maioria das vezes é o que o mesmo texto classifica como &#039;&#039; prestar contas a cena ou fazer propaganda de si mesmo para disputar com outras correntes&#039;&#039;. com isso o movimento não avança para além do que considero como &#039;&#039;propaganda pelo ato&#039;&#039; e que na pratica não causa efeito algum. o texto aponta um panorama em que nem toda ciencia militante por mais geniosa que se proponha a ser ou mais &#039;&#039;radical&#039;&#039; conseguiria chegar, pois não se preocupa de fato com essas contradições da realidade - a de que é preciso abandonar esse posto quase que &#039;&#039;santo&#039;&#039; da militância e se colocar no lugar do outro, de entender seus anseios e necessidades. o MCC, bem como parte da militância goiana não poderá compreender esse texto e nem a pratica que resultou nessa analise. ou por não querer abdicar desse posto cheio de holofotes que não passa de uma besteira e em nada contribui de fato ou simplesmente por não entender que 2013 passou e não volta mais. ou falharemos miseravelmente tentando construir outro &#039;&#039;2013&#039;&#039; ou nos propomos coletivamente para desenvolver um novo método de atuação.

o texto traz uma excelente reflexão sobre como é possível desenvolver outras formas de luta e de organização para além da militância profissional. talvez, ainda demore um tempo para que esses &#039;&#039;jovens guerreiros&#039;&#039; ou &#039;&#039;bravos estudantes&#039;&#039; que hoje integram o MCC (pois no fundo o movimento não consegue alcançar nenhum outro grupo para além dos estudantes) consigam romper com essa velha pratica de &#039;&#039;propaganda&#039;&#039; ou dessa especie de canonização estupida de militantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>alguns pontos do texto me trouxeram a seguinte reflexão ao que tange a ação do MCC em Goiânia</p>
<p>&#8221;Porém, esses trabalhadores e trabalhadoras não costumam ser convocados como sujeitos políticos principais dessa luta. Pede-se deles (e é uma situação cômoda para alguns trabalhadores) o papel de apoiadores passivos dos “bravos estudantes” ou “dos jovens”. &#8221; </p>
<p>Na pratica a colocação do texto é acerta quando se observa a pratica do movimento que afirma estar lutando contra o aumento das tarifas ou estar promovendo alguma especie de trabalho de base. o que acaba acontecendo na maioria das vezes é o que o mesmo texto classifica como &#8221; prestar contas a cena ou fazer propaganda de si mesmo para disputar com outras correntes&#8221;. com isso o movimento não avança para além do que considero como &#8221;propaganda pelo ato&#8221; e que na pratica não causa efeito algum. o texto aponta um panorama em que nem toda ciencia militante por mais geniosa que se proponha a ser ou mais &#8221;radical&#8221; conseguiria chegar, pois não se preocupa de fato com essas contradições da realidade &#8211; a de que é preciso abandonar esse posto quase que &#8221;santo&#8221; da militância e se colocar no lugar do outro, de entender seus anseios e necessidades. o MCC, bem como parte da militância goiana não poderá compreender esse texto e nem a pratica que resultou nessa analise. ou por não querer abdicar desse posto cheio de holofotes que não passa de uma besteira e em nada contribui de fato ou simplesmente por não entender que 2013 passou e não volta mais. ou falharemos miseravelmente tentando construir outro &#8221;2013&#8221; ou nos propomos coletivamente para desenvolver um novo método de atuação.</p>
<p>o texto traz uma excelente reflexão sobre como é possível desenvolver outras formas de luta e de organização para além da militância profissional. talvez, ainda demore um tempo para que esses &#8221;jovens guerreiros&#8221; ou &#8221;bravos estudantes&#8221; que hoje integram o MCC (pois no fundo o movimento não consegue alcançar nenhum outro grupo para além dos estudantes) consigam romper com essa velha pratica de &#8221;propaganda&#8221; ou dessa especie de canonização estupida de militantes.</p>
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