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	Comentários sobre: Parábola das contradições	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Bruno AP		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-877878</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno AP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 14:20:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao ver a chamada desta notícia, lembrei-me da boa discussão desse Flagrante Delito sobre os novos profissionais da diversidade:
https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2023/01/16/o-que-e-analista-de-diversidade-e-inclusao-profissao-de-bbb-gerou-memes-nas-redes.ghtml

A revista Exame, especializada em Negócios e Carreiras, também abordou o tema, destacando que existem cerca de 7 mil vagas abertas para a área de diversidade e inclusão no Linkedin:
https://exame.com/carreira/o-que-faz-um-analista-de-diversidade-e-inclusao-profissao-da-sarah-aline-do-bbb-23/

Sobre as disputas por espaço entre as identidades, estas também só aumentaram desde então, e vão do governo ao BBB:
https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/noah-scheffel/2023/01/16/novo-governo-lula-e-o-bbb-23-comecam-com-uma-ausencia-em-comum.htm]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ver a chamada desta notícia, lembrei-me da boa discussão desse Flagrante Delito sobre os novos profissionais da diversidade:<br />
<a href="https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2023/01/16/o-que-e-analista-de-diversidade-e-inclusao-profissao-de-bbb-gerou-memes-nas-redes.ghtml" rel="nofollow ugc">https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2023/01/16/o-que-e-analista-de-diversidade-e-inclusao-profissao-de-bbb-gerou-memes-nas-redes.ghtml</a></p>
<p>A revista Exame, especializada em Negócios e Carreiras, também abordou o tema, destacando que existem cerca de 7 mil vagas abertas para a área de diversidade e inclusão no Linkedin:<br />
<a href="https://exame.com/carreira/o-que-faz-um-analista-de-diversidade-e-inclusao-profissao-da-sarah-aline-do-bbb-23/" rel="nofollow ugc">https://exame.com/carreira/o-que-faz-um-analista-de-diversidade-e-inclusao-profissao-da-sarah-aline-do-bbb-23/</a></p>
<p>Sobre as disputas por espaço entre as identidades, estas também só aumentaram desde então, e vão do governo ao BBB:<br />
<a href="https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/noah-scheffel/2023/01/16/novo-governo-lula-e-o-bbb-23-comecam-com-uma-ausencia-em-comum.htm" rel="nofollow ugc">https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/noah-scheffel/2023/01/16/novo-governo-lula-e-o-bbb-23-comecam-com-uma-ausencia-em-comum.htm</a></p>
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		<title>
		Por: Periculum in mora		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-335745</link>

		<dc:creator><![CDATA[Periculum in mora]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 01:43:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Christopher Bedford defende que esse desequilíbrio é ainda mais flagrante numa cidade como Baltimore, de maioria afro-americana: segundo dados dos censos de 2010, 64% dos habitantes são negros&quot;. Seguindo a lógica do diretor do museu de Baltimore, se  &quot;Em relação à demografia, em maio de 2007, Jerusalém tinha uma população de 732 100 - 64% eram judeus, 32% muçulmanos, e 2% cristãos&quot; (https://pt.wikipedia.org/wiki/Demografia_de_Jerusal%C3%A9m), nada mais coerente que a decisão de  Israel de se definir como ‘Estado-nação judeu’ , ou o &quot;Parlamento israelense debate(r) a criação de cidades segregadas só para judeus&quot;, (https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/10/internacional/1531241795_580668.html), tal qual nos espaços de fala exclusivos desta ou daquela identidade e cultura... afinal, não estão os judeus justamente e defender sua identidade e cultura?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Christopher Bedford defende que esse desequilíbrio é ainda mais flagrante numa cidade como Baltimore, de maioria afro-americana: segundo dados dos censos de 2010, 64% dos habitantes são negros&#8221;. Seguindo a lógica do diretor do museu de Baltimore, se  &#8220;Em relação à demografia, em maio de 2007, Jerusalém tinha uma população de 732 100 &#8211; 64% eram judeus, 32% muçulmanos, e 2% cristãos&#8221; (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Demografia_de_Jerusal%C3%A9m" rel="nofollow ugc">https://pt.wikipedia.org/wiki/Demografia_de_Jerusal%C3%A9m</a>), nada mais coerente que a decisão de  Israel de se definir como ‘Estado-nação judeu’ , ou o &#8220;Parlamento israelense debate(r) a criação de cidades segregadas só para judeus&#8221;, (<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/10/internacional/1531241795_580668.html" rel="nofollow ugc">https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/10/internacional/1531241795_580668.html</a>), tal qual nos espaços de fala exclusivos desta ou daquela identidade e cultura&#8230; afinal, não estão os judeus justamente e defender sua identidade e cultura?</p>
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		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-335742</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 21:31:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acabo de ler aqui
https://www.dn.pt/cultura/interior/museu-vende-quadros-de-warhol-para-comprar-obras-de-mulheres-e-afro-americanos-9661697.html 
que o director do Museu de Arte de Baltimore, nos Estados Unidos, decidiu pôr à venda obras de Rauschenberg, Andy Warhol e outros artistas proeminentes por serem homens e com baixo teor de melanina, para com o dinheiro assim obtido comprar obras de mulheres e de negros. Coloca-se uma questão interessante e, como já observei noutros lugares, ora se salta com um pé ora com o outro e nunca se sabe se está a falar-se de biologia ou de género, porque Rauschenberg, sem qualquer dúvida um dos artistas geniais da segunda metade do século XX, era explicitamente homossexual. Quanto a Warhol, se é certo que ele se apresentava e era apresentado como homossexual, há quem diga que se definiria mais exactamente como um assexual a transbordar para a homossexualidade, o que deveria contribuir para situá-lo como pioneiro nas tonalidades do arco-íris. Mas as suas dificuldades com o politicamente correcto não são apenas póstumas, porque em 1968 sofreu uma tentativa de assassinato às mãos da gloriosa militante feminista Valerie Solanas, que o deixou malferido para o resto da vida. Aliás, é curioso que as feministas falem tão pouco desta Joana d’Arc dos nossos dias. Será que se sentem incomodadas? Não posso acreditar.

O problema surge quando os substantivos não prescindem de adjectivos e sobretudo quando os adjectivos se tornam mais importantes do que os substantivos, quando não basta ser classificado como artista e tem de se ser artista nórdico ou artista judeu, e mau artista por ser judeu e bom por ser nórdico, ou quando se pretende definir agora o valor de um ou uma artista pela cor da pele ou pelo baixo ventre.

Os nacionalismos, que na primeira metade do século passado mostraram os seus efeitos mais perversos, não foram extintos pela transnacionalização económica nem pela globalização cultural e ressurgiram nos últimos anos com inesperado vigor. Como se isto não fosse suficientemente trágico, a globalização gerou o terreno para o aparecimento de um novo tipo de chauvinismo transversal, os identitarismos, não menos perigosos nem menos histéricos do que os nacionalismos. E na disputa cruzada que os identitarismos estão a travar entre eles, a decisão do museu de Baltimore contribui para empurrar os “G” para o final da fila.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de ler aqui<br />
<a href="https://www.dn.pt/cultura/interior/museu-vende-quadros-de-warhol-para-comprar-obras-de-mulheres-e-afro-americanos-9661697.html" rel="nofollow ugc">https://www.dn.pt/cultura/interior/museu-vende-quadros-de-warhol-para-comprar-obras-de-mulheres-e-afro-americanos-9661697.html</a><br />
que o director do Museu de Arte de Baltimore, nos Estados Unidos, decidiu pôr à venda obras de Rauschenberg, Andy Warhol e outros artistas proeminentes por serem homens e com baixo teor de melanina, para com o dinheiro assim obtido comprar obras de mulheres e de negros. Coloca-se uma questão interessante e, como já observei noutros lugares, ora se salta com um pé ora com o outro e nunca se sabe se está a falar-se de biologia ou de género, porque Rauschenberg, sem qualquer dúvida um dos artistas geniais da segunda metade do século XX, era explicitamente homossexual. Quanto a Warhol, se é certo que ele se apresentava e era apresentado como homossexual, há quem diga que se definiria mais exactamente como um assexual a transbordar para a homossexualidade, o que deveria contribuir para situá-lo como pioneiro nas tonalidades do arco-íris. Mas as suas dificuldades com o politicamente correcto não são apenas póstumas, porque em 1968 sofreu uma tentativa de assassinato às mãos da gloriosa militante feminista Valerie Solanas, que o deixou malferido para o resto da vida. Aliás, é curioso que as feministas falem tão pouco desta Joana d’Arc dos nossos dias. Será que se sentem incomodadas? Não posso acreditar.</p>
<p>O problema surge quando os substantivos não prescindem de adjectivos e sobretudo quando os adjectivos se tornam mais importantes do que os substantivos, quando não basta ser classificado como artista e tem de se ser artista nórdico ou artista judeu, e mau artista por ser judeu e bom por ser nórdico, ou quando se pretende definir agora o valor de um ou uma artista pela cor da pele ou pelo baixo ventre.</p>
<p>Os nacionalismos, que na primeira metade do século passado mostraram os seus efeitos mais perversos, não foram extintos pela transnacionalização económica nem pela globalização cultural e ressurgiram nos últimos anos com inesperado vigor. Como se isto não fosse suficientemente trágico, a globalização gerou o terreno para o aparecimento de um novo tipo de chauvinismo transversal, os identitarismos, não menos perigosos nem menos histéricos do que os nacionalismos. E na disputa cruzada que os identitarismos estão a travar entre eles, a decisão do museu de Baltimore contribui para empurrar os “G” para o final da fila.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: humanaesfera		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-334953</link>

		<dc:creator><![CDATA[humanaesfera]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 13:51:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse é um dos melhores texto que li sobre o identitarismo nos EUA, sua história, o clima de medo, de acusação etc.: https://brooklynrail.org/2018/07/field-notes/The-Aggressiveness-of-Vulnerability]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um dos melhores texto que li sobre o identitarismo nos EUA, sua história, o clima de medo, de acusação etc.: <a href="https://brooklynrail.org/2018/07/field-notes/The-Aggressiveness-of-Vulnerability" rel="nofollow ugc">https://brooklynrail.org/2018/07/field-notes/The-Aggressiveness-of-Vulnerability</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-334823</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 18:58:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ERRATA
No comentário anterior: sai (800) entra (0800) - grazie.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ERRATA<br />
No comentário anterior: sai (800) entra (0800) &#8211; grazie.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-334820</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 16:50:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[BARTLEBY
BAME or not, proletários - seja por terem mais(-valia, relativa&#038;absoluta) que fazer e, por via de consequência, menos tempo do seu para esbanjar lendo The Economist - não se apoquentariam ainda que soubessem de tais escaramuças, no âmago discursivo das rivalidades interfracionais do kkkapital. Sobreviventes da classe em si, leem o jornal na banca (800) e sabem quase tudo sobre futebol. Guardam a boca para comer farinha, com ou sem feijão...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BARTLEBY<br />
BAME or not, proletários &#8211; seja por terem mais(-valia, relativa&amp;absoluta) que fazer e, por via de consequência, menos tempo do seu para esbanjar lendo The Economist &#8211; não se apoquentariam ainda que soubessem de tais escaramuças, no âmago discursivo das rivalidades interfracionais do kkkapital. Sobreviventes da classe em si, leem o jornal na banca (800) e sabem quase tudo sobre futebol. Guardam a boca para comer farinha, com ou sem feijão&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-334811</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 11:34:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Num artigo publicado em The Economist desta semana ( https://www.economist.com/britain/2018/07/05/the-special-relationship-once-enriched-britains-politics.-no-longer ) leio o seguinte:

«[...] a chamada esquerda progressista está a conduzir os democratas [o Partido Democrático dos Estados Unidos] numa direcção perigosa. [...] Dedica uma excessiva atenção às dificuldades sentidas por grupos de activistas, enquanto ignora ou difama a classe operária. A esquerda britânica foi ainda mais longe na importação do progressismo americano do que foi a direita na importação do trumpismo. As normas [rulebook] adoptadas pelo Partido Trabalhista em 2017, um documento com 91 páginas, mencionam 26 vezes questões de género, 41 vezes questões relativas a negros, asiáticos e minorias étnicas [BAME (black, Asian and minority ethnic)], 43 vezes questões étnicas e 11 vezes de raça, mas só duas vezes as de classe».

Enquanto os identitários, que monopolizam o espaço antes ocupado pela esquerda, esquecem ou esforçam-se por fazer esquecer a exploração económica, deparamos com o espectáculo de o principal órgão do capitalismo internacional insistir na relevância da classe trabalhadora. Qual o significado deste tipo de situações, que se reproduzem hoje por todo o mundo? E quais as suas consequências?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num artigo publicado em The Economist desta semana ( <a href="https://www.economist.com/britain/2018/07/05/the-special-relationship-once-enriched-britains-politics.-no-longer" rel="nofollow ugc">https://www.economist.com/britain/2018/07/05/the-special-relationship-once-enriched-britains-politics.-no-longer</a> ) leio o seguinte:</p>
<p>«[&#8230;] a chamada esquerda progressista está a conduzir os democratas [o Partido Democrático dos Estados Unidos] numa direcção perigosa. [&#8230;] Dedica uma excessiva atenção às dificuldades sentidas por grupos de activistas, enquanto ignora ou difama a classe operária. A esquerda britânica foi ainda mais longe na importação do progressismo americano do que foi a direita na importação do trumpismo. As normas [rulebook] adoptadas pelo Partido Trabalhista em 2017, um documento com 91 páginas, mencionam 26 vezes questões de género, 41 vezes questões relativas a negros, asiáticos e minorias étnicas [BAME (black, Asian and minority ethnic)], 43 vezes questões étnicas e 11 vezes de raça, mas só duas vezes as de classe».</p>
<p>Enquanto os identitários, que monopolizam o espaço antes ocupado pela esquerda, esquecem ou esforçam-se por fazer esquecer a exploração económica, deparamos com o espectáculo de o principal órgão do capitalismo internacional insistir na relevância da classe trabalhadora. Qual o significado deste tipo de situações, que se reproduzem hoje por todo o mundo? E quais as suas consequências?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-334570</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jul 2018 21:28:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na mesma linha do artigo do The Economist que o João Bernardo menciona, segue essa notícia: https://www.gaystarnews.com/article/lesbian-activists-protest-against-trans-women-pride-london/#gs.FYgcLkM]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na mesma linha do artigo do The Economist que o João Bernardo menciona, segue essa notícia: <a href="https://www.gaystarnews.com/article/lesbian-activists-protest-against-trans-women-pride-london/#gs.FYgcLkM" rel="nofollow ugc">https://www.gaystarnews.com/article/lesbian-activists-protest-against-trans-women-pride-london/#gs.FYgcLkM</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-334480</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 11:27:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[NOW, HERE &#038; EREWHON
Diante de algum caso horripilante, uma amiga costuma dizer: &quot;A situação está abacate branco!&quot;
João Bernardo, leitor de Spinoza e Balzac (sobre o qual escreveu e gentilmente disponibilizou, para download, na internet), não é do tipo que oscila entre o entusiasmo e o pânico.
Ergo, JB não rirá nem chorará. Nem, tampouco, cometerá auto-defenestração. Não rirá, como Demócrito; não chorará, como Heráclito; nem se suicidará, como Deleuze. 
JB remanescerá: firme, sóbrio e consequente. Ainda que amarrado ao mastro ou ao penhasco, em meio à balbúrdia das capitulações teóricas e inapetências práticas, compreendendo (e explicando) o que fazer e como fazê-lo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NOW, HERE &amp; EREWHON<br />
Diante de algum caso horripilante, uma amiga costuma dizer: &#8220;A situação está abacate branco!&#8221;<br />
João Bernardo, leitor de Spinoza e Balzac (sobre o qual escreveu e gentilmente disponibilizou, para download, na internet), não é do tipo que oscila entre o entusiasmo e o pânico.<br />
Ergo, JB não rirá nem chorará. Nem, tampouco, cometerá auto-defenestração. Não rirá, como Demócrito; não chorará, como Heráclito; nem se suicidará, como Deleuze.<br />
JB remanescerá: firme, sóbrio e consequente. Ainda que amarrado ao mastro ou ao penhasco, em meio à balbúrdia das capitulações teóricas e inapetências práticas, compreendendo (e explicando) o que fazer e como fazê-lo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/06/120150/#comment-334459</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 21:01:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=120150#comment-334459</guid>

					<description><![CDATA[Os delírios do identitarismo são ainda mais ridículos e mais graves do que os do nacionalismo, porque as nações têm fronteiras, mas as presumidas ou assumidas identidades não as têm. Daí as disputas: o meu identitarismo vale mais do que o teu; a  minha identidade começa antes de a tua acabar; vá para a fila, que a minha identidade chegou primeiro; saia de dentro da minha identidade; eu quero fazer xixi e a sua identidade põe-se à minha frente e não me deixa. Não estou a inventar. A quem ler inglês, peço que leia isto:
https://www.economist.com/open-future/2018/07/05/trans-rights-should-not-come-at-the-cost-of-womens-fragile-gains 
Que este artigo seja publicado em The Economist, que é um padrão de respeitabilidade e de seriedade, mostra a que ponto se chegou.

Não sei se ria, se chore ou se me atire pela janela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os delírios do identitarismo são ainda mais ridículos e mais graves do que os do nacionalismo, porque as nações têm fronteiras, mas as presumidas ou assumidas identidades não as têm. Daí as disputas: o meu identitarismo vale mais do que o teu; a  minha identidade começa antes de a tua acabar; vá para a fila, que a minha identidade chegou primeiro; saia de dentro da minha identidade; eu quero fazer xixi e a sua identidade põe-se à minha frente e não me deixa. Não estou a inventar. A quem ler inglês, peço que leia isto:<br />
<a href="https://www.economist.com/open-future/2018/07/05/trans-rights-should-not-come-at-the-cost-of-womens-fragile-gains" rel="nofollow ugc">https://www.economist.com/open-future/2018/07/05/trans-rights-should-not-come-at-the-cost-of-womens-fragile-gains</a><br />
Que este artigo seja publicado em The Economist, que é um padrão de respeitabilidade e de seriedade, mostra a que ponto se chegou.</p>
<p>Não sei se ria, se chore ou se me atire pela janela.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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