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	Comentários sobre: Sobre as especificidades do Rio de Janeiro nas manifestações de junho de 2013	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/07/120858/#comment-335165</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2018 20:41:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[NOVES FORA, ZERO ou ANABOLADA:
Nem tudo está perdido: entre as especificidades do Rio de Janeiro, ainda não consta a resolução da anarconatimorta polêmica entre sintéticos (neoprotéticos da síntese) e especificistas (genéricos do plataformismo).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NOVES FORA, ZERO ou ANABOLADA:<br />
Nem tudo está perdido: entre as especificidades do Rio de Janeiro, ainda não consta a resolução da anarconatimorta polêmica entre sintéticos (neoprotéticos da síntese) e especificistas (genéricos do plataformismo).</p>
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		Por: TrashMan		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[TrashMan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 00:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Achei bastante interessante o texto.
Todavia apesar de seu desenho analítico dar conta de diversas situações passadas ali no Rio no período, gostaria de fazer algumas contribuições.
A primeira é tomar um grupo, para ser exato um dos dois  partidos especificistas do Rio de Janeiro, como a totalidade dos anarquistas. Apenas tal organização construiu, sofrendo diversas criticas e atacando agressiva e não muito eticamente muitas outras posições no campo libertário. 
De fato parte da militância [ minoritária ] anarquista sintetista da cidade se manteve nas assembleias horizontais e boicotou o processo de verticalização do Forum de Lutas, justamente a partir da assembleia lotada ( 5 mil pessoas? talvez!) no Largo São Francisco em frente a UERJ. Esta buscou a criação de tais assembleias horizontais na cidade  com mais afinco mas também pouca organização e inserção social.
Outra parte dos especificistas, estes mais famosos, rondou as assembleias via seus movimentos sociais, mas pouco construiu com sua militância. Também optaram pela construção partidária. 
Ainda assim houve tal debate estratégico dentro das assembleias populares, em especial a assembléia do Largo.
O MPL do Rio após as jornadas e em seu inicio participou de ambos os espaços [ Forum e Assembleias de rua ], tentando articular dentro de seu foco de militancia a luta pelo direito a cidade. Ainda tentou costurar a aproximação de setores sindicais... porém igualmente falhou. Talvez por não dar conta de por sua vez formar uma militância em meio a tantos holofotes e disputas. De outra forma foi empurrado a uma posição de amortecedor ou mesmo inimigo comum tanto da caixa de eco partidária ( partidos oficiais ) que se tornou o Forum quanto do extremismo estético da FIP.
Uma questão a parte é a atração dos movimentos sociais das pautas das favelas em meio a esse processo como no caso das remoções, do Rafael Braga e  Amarildo na Rocinha.
Logo em meio a estas disputas tacanhas os movimentos que ao meu ver poderiam dar algum lastro social a tal disputa politica e fortalecer as assembleias horizontais, migraram ou se mantiveram na defesa dos casos citados.
O sindicalismo oficial  ou as burocracias sindicais,  como já analisado aqui neste espaço em outros momentos, claramente se viu perdida uam vez que não tinham controle sobre o processo.
Por hora só gostaria de, se não dar nomes aos bois, dar apelidos. Rs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei bastante interessante o texto.<br />
Todavia apesar de seu desenho analítico dar conta de diversas situações passadas ali no Rio no período, gostaria de fazer algumas contribuições.<br />
A primeira é tomar um grupo, para ser exato um dos dois  partidos especificistas do Rio de Janeiro, como a totalidade dos anarquistas. Apenas tal organização construiu, sofrendo diversas criticas e atacando agressiva e não muito eticamente muitas outras posições no campo libertário.<br />
De fato parte da militância [ minoritária ] anarquista sintetista da cidade se manteve nas assembleias horizontais e boicotou o processo de verticalização do Forum de Lutas, justamente a partir da assembleia lotada ( 5 mil pessoas? talvez!) no Largo São Francisco em frente a UERJ. Esta buscou a criação de tais assembleias horizontais na cidade  com mais afinco mas também pouca organização e inserção social.<br />
Outra parte dos especificistas, estes mais famosos, rondou as assembleias via seus movimentos sociais, mas pouco construiu com sua militância. Também optaram pela construção partidária.<br />
Ainda assim houve tal debate estratégico dentro das assembleias populares, em especial a assembléia do Largo.<br />
O MPL do Rio após as jornadas e em seu inicio participou de ambos os espaços [ Forum e Assembleias de rua ], tentando articular dentro de seu foco de militancia a luta pelo direito a cidade. Ainda tentou costurar a aproximação de setores sindicais&#8230; porém igualmente falhou. Talvez por não dar conta de por sua vez formar uma militância em meio a tantos holofotes e disputas. De outra forma foi empurrado a uma posição de amortecedor ou mesmo inimigo comum tanto da caixa de eco partidária ( partidos oficiais ) que se tornou o Forum quanto do extremismo estético da FIP.<br />
Uma questão a parte é a atração dos movimentos sociais das pautas das favelas em meio a esse processo como no caso das remoções, do Rafael Braga e  Amarildo na Rocinha.<br />
Logo em meio a estas disputas tacanhas os movimentos que ao meu ver poderiam dar algum lastro social a tal disputa politica e fortalecer as assembleias horizontais, migraram ou se mantiveram na defesa dos casos citados.<br />
O sindicalismo oficial  ou as burocracias sindicais,  como já analisado aqui neste espaço em outros momentos, claramente se viu perdida uam vez que não tinham controle sobre o processo.<br />
Por hora só gostaria de, se não dar nomes aos bois, dar apelidos. Rs</p>
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		<title>
		Por: nome		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/07/120858/#comment-335026</link>

		<dc:creator><![CDATA[nome]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 19:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[interessante]]></description>
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