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	Comentários sobre: Fascismo à brasileira? (7)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/11/123415/#comment-357520</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 17:38:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[manolo, não seria interessante produzir vídeos para plantar sementes de dúvida nos e nas consumidoras dos &quot;digital influencers&quot; da extrema-direita? Isso exige a capacidade de diálogo com um público bem diferente do que estamos acostumados. Ou talvez para um público não tão especializado que não busque estes comunicadores de temas tão especializados, mas aquele público que consume as produções da direita digital em geral.
Sei que como militantes não podemos fazer de tudo, mas ultimamente estive pensando nessa questão, e também por não pertencer à última geração que já está tão acostumada com a lógica dos &quot;influencers&quot;, demorei muito para achar coisas interessantes no Youtube, por exemplo. Mas devo dizer que recentemente encontrei gente fazendo coisas interessantes na &quot;batalha cultural&quot;. E é gente que gasta tempo e energia para combater as posições da nova direita, não aqueles velhos conhecidos só interessados em reafirmar mil vezes o que dizem seus livros favoritos para o mesmo público de sempre (se é que esse público ainda existe). Achei que merecia esse comentário pois o final do teu texto parece indicar a importância que este fenômeno adquiriu, como &quot;intelectuais orgânicos&quot; da extrema-direita, e como neste novo formato comunicativo por mais que existam nichos (como antes) estes são um pouco mais permeáveis do que quando tudo passava por um editor...
E pelo que tenho visto e experimentado, a produção (em termos técnicos e estéticos) é sim algo importante, mas o principal, como sempre o foi, é o argumento. Precisamos de gente inteligente para escrever argumentos concisos, com linguagem simples, que não sejam tão &quot;explicativos&quot;, sem isso nada de bom pode ser produzido. O resto se consegue com um par de companheiros e companheiras jovens que conhecem mais os meandros técnicos e da internet. Então deixo aqui essa ideia para você e para os demais leitores, quem sabe vai brotando coisas interessantes nalgum futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>manolo, não seria interessante produzir vídeos para plantar sementes de dúvida nos e nas consumidoras dos &#8220;digital influencers&#8221; da extrema-direita? Isso exige a capacidade de diálogo com um público bem diferente do que estamos acostumados. Ou talvez para um público não tão especializado que não busque estes comunicadores de temas tão especializados, mas aquele público que consume as produções da direita digital em geral.<br />
Sei que como militantes não podemos fazer de tudo, mas ultimamente estive pensando nessa questão, e também por não pertencer à última geração que já está tão acostumada com a lógica dos &#8220;influencers&#8221;, demorei muito para achar coisas interessantes no Youtube, por exemplo. Mas devo dizer que recentemente encontrei gente fazendo coisas interessantes na &#8220;batalha cultural&#8221;. E é gente que gasta tempo e energia para combater as posições da nova direita, não aqueles velhos conhecidos só interessados em reafirmar mil vezes o que dizem seus livros favoritos para o mesmo público de sempre (se é que esse público ainda existe). Achei que merecia esse comentário pois o final do teu texto parece indicar a importância que este fenômeno adquiriu, como &#8220;intelectuais orgânicos&#8221; da extrema-direita, e como neste novo formato comunicativo por mais que existam nichos (como antes) estes são um pouco mais permeáveis do que quando tudo passava por um editor&#8230;<br />
E pelo que tenho visto e experimentado, a produção (em termos técnicos e estéticos) é sim algo importante, mas o principal, como sempre o foi, é o argumento. Precisamos de gente inteligente para escrever argumentos concisos, com linguagem simples, que não sejam tão &#8220;explicativos&#8221;, sem isso nada de bom pode ser produzido. O resto se consegue com um par de companheiros e companheiras jovens que conhecem mais os meandros técnicos e da internet. Então deixo aqui essa ideia para você e para os demais leitores, quem sabe vai brotando coisas interessantes nalgum futuro.</p>
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		Por: D		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[D]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 15:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A este amplo e detalhado panorama sobre um dos eixos endógenos do novo fascismo à brasileira, analisado pelo Manolo na série, pode se acrescentar e relacionar, notadamente aqui em São Paulo (porém com variações afins em outros estados), o papel dos CONSEGs - Conselhos Comunitários de Segurança. No caso, vale atentar às relações umbilicais destes conselhos &quot;participativos&quot;, presenciais e virtuais, não só com as forças policiais que os coordenam e demais aparatos de &quot;segurança pública&quot;, além das empresas/agências de segurança privada, mas também com as associações de bairros e condominiais e, sobretudo, administradoras/seguradoras prediais, condominiais e patrimoniais. Acho que esta forma (de guerra) híbrida paulista, maturada desde o início da redemocratização, porém muito aprimorada nos últimos anos, indica os modelos mais modernos e avançados da imbricação entre Estado Amplo e Estado Restrito no Brasil contemporâneo, e um dos principais paradigmas por aqui para a gestão neofascista da vida social nas suas relações produtivas e cotidianas nos territórios - especialmente urbanos. 

Tal modelo foi extensamente analisado, sob uma importante perspectiva histórica atenta às objetividades e (novas) subjetividades deste processo fascistizante difuso, por uma dissertação de mestrado recém-apresentada na Unicamp, que vale muito conferir e agregar à análise do Manolo: 

&#060;&#062;

(Para quem tiver interesse, ler a dissertação completa aqui: http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/332266/1/Valente_RodolfoDeAlmeida_M.pdf)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A este amplo e detalhado panorama sobre um dos eixos endógenos do novo fascismo à brasileira, analisado pelo Manolo na série, pode se acrescentar e relacionar, notadamente aqui em São Paulo (porém com variações afins em outros estados), o papel dos CONSEGs &#8211; Conselhos Comunitários de Segurança. No caso, vale atentar às relações umbilicais destes conselhos &#8220;participativos&#8221;, presenciais e virtuais, não só com as forças policiais que os coordenam e demais aparatos de &#8220;segurança pública&#8221;, além das empresas/agências de segurança privada, mas também com as associações de bairros e condominiais e, sobretudo, administradoras/seguradoras prediais, condominiais e patrimoniais. Acho que esta forma (de guerra) híbrida paulista, maturada desde o início da redemocratização, porém muito aprimorada nos últimos anos, indica os modelos mais modernos e avançados da imbricação entre Estado Amplo e Estado Restrito no Brasil contemporâneo, e um dos principais paradigmas por aqui para a gestão neofascista da vida social nas suas relações produtivas e cotidianas nos territórios &#8211; especialmente urbanos. </p>
<p>Tal modelo foi extensamente analisado, sob uma importante perspectiva histórica atenta às objetividades e (novas) subjetividades deste processo fascistizante difuso, por uma dissertação de mestrado recém-apresentada na Unicamp, que vale muito conferir e agregar à análise do Manolo: </p>
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<p>(Para quem tiver interesse, ler a dissertação completa aqui: <a href="http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/332266/1/Valente_RodolfoDeAlmeida_M.pdf" rel="nofollow ugc">http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/332266/1/Valente_RodolfoDeAlmeida_M.pdf</a>)</p>
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