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	Comentários sobre: O ESCÂNDALO DO ZAP E O CRETINISMO DA ESQUERDA (sic)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Compa anônimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/12/124028/#comment-364781</link>

		<dc:creator><![CDATA[Compa anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 20:05:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns pelo texto, compa anônimo.

Você tem material de leitura/video para nos aprofundarmos no tema que você levantou sobre a ilusão da horizontalidade a midia 2.0 e, principalmente e acima de tudo, dos elementos do cretinismo identitário que você colocou em debate (expansão da formação de gestores das pautas identitárias, assim como a difusão desse viés nas universidades)?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto, compa anônimo.</p>
<p>Você tem material de leitura/video para nos aprofundarmos no tema que você levantou sobre a ilusão da horizontalidade a midia 2.0 e, principalmente e acima de tudo, dos elementos do cretinismo identitário que você colocou em debate (expansão da formação de gestores das pautas identitárias, assim como a difusão desse viés nas universidades)?</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Edu Khontra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/12/124028/#comment-364413</link>

		<dc:creator><![CDATA[Edu Khontra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 21:56:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto desperta excelentes reflexões...

O “parasitismo” no capitalismo, na verdade, seria mais apropriado chamar de “simbiótico”.  O rentismo, dentro do modo de produção capitalista é elemento fundamental para a expansão capitalista, ou então não haveria sentido a existência de instituições capitalistas como bancos ou organismos como o BIRD ou FMI. Também o termo capitalismo periférico não seja uma denominação adequada, pois sua integração é imensamente grande e profunda, mesmo onde aparentemente ele não esteja presente ou seja tão forte. Por exemplo, mesmo em países extremamente pobres, com escassas infraestruturas, atrasados tecnologicamente, etc, esta pobreza e escassez são determinações, ainda que negativas, do próprio capitalismo. E tudo isso é importante para que se tenha claro que não existe um “capitalismo do bem” (produtivo) e um “capitalismo do mal” (improdutivo) – base de fundamentação ideológica de partidos de esquerda, especialmente do PT –  e sim apenas um único capitalismo, que possui variadas formas de se produzir e reproduzir.

Ainda que as conjunturas de 1990 e de agora sejam diferentes, as estruturas continuam semelhantes, porém, o PT daquela ocasião não “levou”, mesmo estando “contra tudo que esta aí”, enquanto que o “bolsonarismo” que também estava “contra tudo que está aí”, levou... E não dá para dizer que não havia crise do capital. Estávamos em plena implantação do neoliberalismo, do qual Fernando Collor foi o representante eleito. Na verdade, a análise crítica e racional também deve ser feita em relação à classe trabalhadora.  

O capital está em “revolução permanente” ao desenvolver constantemente as forças produtivas. Por isso a mão de obra é estritamente integrada em todo o processo produtivo em escala mundial, e não fragmentada. O que se fragmenta, atomiza, individualiza, etc., é a classe.  

A educação atual não é tão “a-questionadora” quanto parece. Ao contrário.  Ela é produtora de uma forma estratégica para o capital de questionamento, que se manifesta através dos identitarismos e multiculturalismos, ou seja, ao integrar na grade curricular (desde o ensino fundamental até os cursos universitários), nos vestibulares e no cotidiano social  estas questões identitárias e multiculturais, ao invés das questões de classes, ela está justamente direcionando o potencial questionador da classe trabalhadora  para onde quer o capital.

“Mas algo que com certeza é necessário apontar é que o enfrentamento só é possível quando se conhece a real natureza do adversário”. (...) “Ao mesmo tempo, as facilidades da comunicação que possibilitam a gestão podem facilitar também a revolta contra ela”. É o adversário que produz e detém o monopólio de toda a comunicação, tantos dos “softwares”, quanto dos “hardwares”. O Adversário real produz o computador, é dono da empresa telefônica, dos cabos, das torres,  dos satélites, dos programas, etc, além de deter a própria força de trabalho do trabalhador. E essa é sua real natureza.... Portanto, o adversário permite a revolta, e até estrategicamente facilita e estimula a revolta, mas em limites rigidamente  controlados  (algoritimos são largamente utilizados para fiscalizar a “revolta dentro da ordem”...), mas em nenhum momento permite a “revolução”, ao contrário.  Por isso, nem como auxílio a um movimento revolucionário se prestariam estes meios, caso contrário, estaria-se simplesmente negando &quot;a real natureza do adversário&quot;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto desperta excelentes reflexões&#8230;</p>
<p>O “parasitismo” no capitalismo, na verdade, seria mais apropriado chamar de “simbiótico”.  O rentismo, dentro do modo de produção capitalista é elemento fundamental para a expansão capitalista, ou então não haveria sentido a existência de instituições capitalistas como bancos ou organismos como o BIRD ou FMI. Também o termo capitalismo periférico não seja uma denominação adequada, pois sua integração é imensamente grande e profunda, mesmo onde aparentemente ele não esteja presente ou seja tão forte. Por exemplo, mesmo em países extremamente pobres, com escassas infraestruturas, atrasados tecnologicamente, etc, esta pobreza e escassez são determinações, ainda que negativas, do próprio capitalismo. E tudo isso é importante para que se tenha claro que não existe um “capitalismo do bem” (produtivo) e um “capitalismo do mal” (improdutivo) – base de fundamentação ideológica de partidos de esquerda, especialmente do PT –  e sim apenas um único capitalismo, que possui variadas formas de se produzir e reproduzir.</p>
<p>Ainda que as conjunturas de 1990 e de agora sejam diferentes, as estruturas continuam semelhantes, porém, o PT daquela ocasião não “levou”, mesmo estando “contra tudo que esta aí”, enquanto que o “bolsonarismo” que também estava “contra tudo que está aí”, levou&#8230; E não dá para dizer que não havia crise do capital. Estávamos em plena implantação do neoliberalismo, do qual Fernando Collor foi o representante eleito. Na verdade, a análise crítica e racional também deve ser feita em relação à classe trabalhadora.  </p>
<p>O capital está em “revolução permanente” ao desenvolver constantemente as forças produtivas. Por isso a mão de obra é estritamente integrada em todo o processo produtivo em escala mundial, e não fragmentada. O que se fragmenta, atomiza, individualiza, etc., é a classe.  </p>
<p>A educação atual não é tão “a-questionadora” quanto parece. Ao contrário.  Ela é produtora de uma forma estratégica para o capital de questionamento, que se manifesta através dos identitarismos e multiculturalismos, ou seja, ao integrar na grade curricular (desde o ensino fundamental até os cursos universitários), nos vestibulares e no cotidiano social  estas questões identitárias e multiculturais, ao invés das questões de classes, ela está justamente direcionando o potencial questionador da classe trabalhadora  para onde quer o capital.</p>
<p>“Mas algo que com certeza é necessário apontar é que o enfrentamento só é possível quando se conhece a real natureza do adversário”. (&#8230;) “Ao mesmo tempo, as facilidades da comunicação que possibilitam a gestão podem facilitar também a revolta contra ela”. É o adversário que produz e detém o monopólio de toda a comunicação, tantos dos “softwares”, quanto dos “hardwares”. O Adversário real produz o computador, é dono da empresa telefônica, dos cabos, das torres,  dos satélites, dos programas, etc, além de deter a própria força de trabalho do trabalhador. E essa é sua real natureza&#8230;. Portanto, o adversário permite a revolta, e até estrategicamente facilita e estimula a revolta, mas em limites rigidamente  controlados  (algoritimos são largamente utilizados para fiscalizar a “revolta dentro da ordem”&#8230;), mas em nenhum momento permite a “revolução”, ao contrário.  Por isso, nem como auxílio a um movimento revolucionário se prestariam estes meios, caso contrário, estaria-se simplesmente negando &#8220;a real natureza do adversário&#8221;&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Marcelo de Marchi Mazzoni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/12/124028/#comment-364248</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo de Marchi Mazzoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:54:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Camarada,
Você mandou muito bem. Que texto!

Vou esperar decantar um pouco as idéias para trazer algumas questões.

abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camarada,<br />
Você mandou muito bem. Que texto!</p>
<p>Vou esperar decantar um pouco as idéias para trazer algumas questões.</p>
<p>abraços</p>
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