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	Comentários sobre: O calor do Rio de Janeiro é uma coisa absurda	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: acr		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[acr]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 01:37:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom!]]></description>
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		<title>
		Por: Alfredo Lima		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/12/124567/#comment-370210</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 01:11:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas, 

Agradeço muito sua contribuição. No entanto, para uma perspectiva das relações sociais de produção, a quem interessa que não sejamos &quot;base&quot;? Nossos patrões nos chamam &quot;colaboradores&quot; pra mascarar o estatuto-jurídico que permita que a nossa exaustão diária seja cada dia mais explorada. Interessa não que sejamos para sempre base, mas que entendamos que sem uma base que a sustente, não há estrutura que permaneça intacta. Abraços!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas, </p>
<p>Agradeço muito sua contribuição. No entanto, para uma perspectiva das relações sociais de produção, a quem interessa que não sejamos &#8220;base&#8221;? Nossos patrões nos chamam &#8220;colaboradores&#8221; pra mascarar o estatuto-jurídico que permita que a nossa exaustão diária seja cada dia mais explorada. Interessa não que sejamos para sempre base, mas que entendamos que sem uma base que a sustente, não há estrutura que permaneça intacta. Abraços!</p>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/12/124567/#comment-370143</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 22:30:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alfredo,
gostei do estilo da tua escritura. Ao ler o teu relato, identifiquei em experiências minhas este setor &quot;libertário-vanguardista&quot;. Como você mesmo viu com teus olhos, costuma ser um setor com muita vontade de direção, mas sem nenhuma capacidade para diálogo ou construção de longo (ou mesmo médio) prazo. Por isso mesmo costumam expressar um elitismo que no identitarismo parece ter encontrado uma roupagem perfeita. 
Pessoalmente não gosto do termo &quot;trabalho de base&quot;, pois supõe de partida uma diferença essencial entre quem faz esse trabalho e quem o &quot;recebe&quot;. Acho até mais honesto um evento de formação &quot;áulico&quot;, com uma pessoa falando e as outras todas escutando, ao menos aqui a situação é clara. O tipo de ativismo chamado &quot;trabalho de base&quot; tem a ver com conseguir estabelecer e afiançar contatos com diversos setores de um grupo social - no teu caso, &quot;estudantes&quot;. Mas &quot;trabalho de base&quot; quem faz é sindicalista, destes bem gordos que precisam se apoiar no corrimão para descer até o chão de fábrica. Se queremos descrever o tipo de agitação e ativismo que realizamos ao nível dos espaços de massas, dos locais de trabalho ou bairro, seria importante não partir da separação entre &quot;base&quot; e &quot;direção&quot; --- especialmente quando nós não somos parte de nenhuma direção. No dia em que o formos, aí talvez existam outras possibilidades, e também outras formas de fazer a coisa que não seja &quot;trabalho de base&quot;. Mas é que o próprio grupinho de &quot;libertários-vanguardistas&quot; não pensa serem eles mesmos &quot;base&quot;, &quot;base&quot; é sempre o Outro.
Já pensou o dia em que fazer agitação de base queira dizer que a própria base faz agitação política?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alfredo,<br />
gostei do estilo da tua escritura. Ao ler o teu relato, identifiquei em experiências minhas este setor &#8220;libertário-vanguardista&#8221;. Como você mesmo viu com teus olhos, costuma ser um setor com muita vontade de direção, mas sem nenhuma capacidade para diálogo ou construção de longo (ou mesmo médio) prazo. Por isso mesmo costumam expressar um elitismo que no identitarismo parece ter encontrado uma roupagem perfeita.<br />
Pessoalmente não gosto do termo &#8220;trabalho de base&#8221;, pois supõe de partida uma diferença essencial entre quem faz esse trabalho e quem o &#8220;recebe&#8221;. Acho até mais honesto um evento de formação &#8220;áulico&#8221;, com uma pessoa falando e as outras todas escutando, ao menos aqui a situação é clara. O tipo de ativismo chamado &#8220;trabalho de base&#8221; tem a ver com conseguir estabelecer e afiançar contatos com diversos setores de um grupo social &#8211; no teu caso, &#8220;estudantes&#8221;. Mas &#8220;trabalho de base&#8221; quem faz é sindicalista, destes bem gordos que precisam se apoiar no corrimão para descer até o chão de fábrica. Se queremos descrever o tipo de agitação e ativismo que realizamos ao nível dos espaços de massas, dos locais de trabalho ou bairro, seria importante não partir da separação entre &#8220;base&#8221; e &#8220;direção&#8221; &#8212; especialmente quando nós não somos parte de nenhuma direção. No dia em que o formos, aí talvez existam outras possibilidades, e também outras formas de fazer a coisa que não seja &#8220;trabalho de base&#8221;. Mas é que o próprio grupinho de &#8220;libertários-vanguardistas&#8221; não pensa serem eles mesmos &#8220;base&#8221;, &#8220;base&#8221; é sempre o Outro.<br />
Já pensou o dia em que fazer agitação de base queira dizer que a própria base faz agitação política?</p>
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