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	Comentários sobre: Tamo só reconhecendo a derrota (2): São tempos de pessimismo?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: John		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-422640</link>

		<dc:creator><![CDATA[John]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2019 18:19:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu não concordo com a conclusão do autor, e nem com o problema levantado, temos que dar mais destaque aos problemas das organizações, um trabalhador sozinho ou um grupo deles não vão se mobilizar &quot;espontaneamente em carater revolucionário&quot; a menos que tenham uma organização ou estejam em situação super precária enfrentando alguma injustiça extrema, a responsabilidade pela falta de movimentações está em quem anda controlando os sindicatos, quem controla os partidos, essa turma ai que ninguém sabe quem é, que ninguém sabe como é eleito lá dentro, que muitas vezes controlam os partidos e sindicatos como se fossem deles tem grande responsabilidade pela desmobilização apresentada, é um erro atribuir a falta de resposta popular a uma mudança tão drastica assim na mentalidade, isso daí é tudo teoria, todos os trabalhadores que se sentem prejudicados tranquilamente se juntariam para se mobilizar por uma causa se tivesse condições materiais e logisticas pra isso, e quem deveria fazer isso já foi destruido a muito tempo, vocês teoricos subestimam a destruição que os militares fizeram com os aparatos de mobilização no Brasil, diferente do que acreditam os que surgiram após a tal democratização em geral estavam já repletos de infiltrados, sem contar os inumeros assassinatos de lideres sindicais e campesinos que foram apagados desde então... a causa primordial do problema das manifestações e táticas de enfrentamento passa pela qualidade das organizações e a resposta é bem simples pra isso, não as temos, esses coletivos são uma porcaria, cada um com uma pauta diferente, ninguém se junta pra nada a não ser para pedir sua propria pauta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não concordo com a conclusão do autor, e nem com o problema levantado, temos que dar mais destaque aos problemas das organizações, um trabalhador sozinho ou um grupo deles não vão se mobilizar &#8220;espontaneamente em carater revolucionário&#8221; a menos que tenham uma organização ou estejam em situação super precária enfrentando alguma injustiça extrema, a responsabilidade pela falta de movimentações está em quem anda controlando os sindicatos, quem controla os partidos, essa turma ai que ninguém sabe quem é, que ninguém sabe como é eleito lá dentro, que muitas vezes controlam os partidos e sindicatos como se fossem deles tem grande responsabilidade pela desmobilização apresentada, é um erro atribuir a falta de resposta popular a uma mudança tão drastica assim na mentalidade, isso daí é tudo teoria, todos os trabalhadores que se sentem prejudicados tranquilamente se juntariam para se mobilizar por uma causa se tivesse condições materiais e logisticas pra isso, e quem deveria fazer isso já foi destruido a muito tempo, vocês teoricos subestimam a destruição que os militares fizeram com os aparatos de mobilização no Brasil, diferente do que acreditam os que surgiram após a tal democratização em geral estavam já repletos de infiltrados, sem contar os inumeros assassinatos de lideres sindicais e campesinos que foram apagados desde então&#8230; a causa primordial do problema das manifestações e táticas de enfrentamento passa pela qualidade das organizações e a resposta é bem simples pra isso, não as temos, esses coletivos são uma porcaria, cada um com uma pauta diferente, ninguém se junta pra nada a não ser para pedir sua propria pauta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: jocasta casta casta		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-422599</link>

		<dc:creator><![CDATA[jocasta casta casta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2019 14:26:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cara Esfinge, embora eu não possa decifrá-la, peço-te, por gentileza, não me devore...

&quot;mas o que é que está fazendo com que ocorram em maior número que antes?&quot;

Hipóteses:

1) A conveniência da burocracia sindical: com a reforma trabalhista e a diminuição do poder de gestão dos conflitos sociais, a burocracia sindical talvez veja na convocação de greves um sobrefôlego para manutenção de seu status quo diante do operariado e do patronato, mas sempre de maneira a não afetar, DE FATO,  a produção. Era nesta condição de gestores dos conflitos sociais sem afetar de fato a produção que legitimava, dentro das condições superestruturais, a institucionalização sindical ( e também política...);

2) O aumento das greves, ao menos em parte, também está relacionada desde há muito tempo, mas especialmente recentemente, há uma fomentação por parte do próprio patronato. Noutras palavras, existem greves operárias que, na verdade, são patronais. Se antes o patronato estimulava greves nos serviços públicos, como os de transportes de passageiros urbanos, hoje este estímulo se ampliou. A greve dos caminhoneiros ano passado ilustra esta intervenção e a dimensão e poder patronal. Pode-se questionar que aí poderia ter havido algum afetamento à produção. Ora, se houve, quem arcou foi uma parte da pequena burguesia e a grande massa do proletariado, que é quem no final das contas arca com as disputas internas da burguesia...  

Enfim, decifrar este &quot;enigma do capital&quot; requer múltiplas variáveis. Por isso, despeço-me, e vou-me ter com Édipo... meu rei...

PS: Aos identitários (de direita, de esquerda e, especialmente, de centro...): Freud, explica? Explica...!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Esfinge, embora eu não possa decifrá-la, peço-te, por gentileza, não me devore&#8230;</p>
<p>&#8220;mas o que é que está fazendo com que ocorram em maior número que antes?&#8221;</p>
<p>Hipóteses:</p>
<p>1) A conveniência da burocracia sindical: com a reforma trabalhista e a diminuição do poder de gestão dos conflitos sociais, a burocracia sindical talvez veja na convocação de greves um sobrefôlego para manutenção de seu status quo diante do operariado e do patronato, mas sempre de maneira a não afetar, DE FATO,  a produção. Era nesta condição de gestores dos conflitos sociais sem afetar de fato a produção que legitimava, dentro das condições superestruturais, a institucionalização sindical ( e também política&#8230;);</p>
<p>2) O aumento das greves, ao menos em parte, também está relacionada desde há muito tempo, mas especialmente recentemente, há uma fomentação por parte do próprio patronato. Noutras palavras, existem greves operárias que, na verdade, são patronais. Se antes o patronato estimulava greves nos serviços públicos, como os de transportes de passageiros urbanos, hoje este estímulo se ampliou. A greve dos caminhoneiros ano passado ilustra esta intervenção e a dimensão e poder patronal. Pode-se questionar que aí poderia ter havido algum afetamento à produção. Ora, se houve, quem arcou foi uma parte da pequena burguesia e a grande massa do proletariado, que é quem no final das contas arca com as disputas internas da burguesia&#8230;  </p>
<p>Enfim, decifrar este &#8220;enigma do capital&#8221; requer múltiplas variáveis. Por isso, despeço-me, e vou-me ter com Édipo&#8230; meu rei&#8230;</p>
<p>PS: Aos identitários (de direita, de esquerda e, especialmente, de centro&#8230;): Freud, explica? Explica&#8230;!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé Antonio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-422395</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 23:35:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi pessoal. Tô muito feliz com essa discussão,  principalmente pela discussão que aparecerá nas próximas partes ter sido antecipada pela pergunta do johnathan Martins e pela esfinge esmeralda. A primeira, &quot; como é que o autor do texto encaixa o enorme aumento das greves registradas pelo DIEESE com um suposto “repúdio às formas coletivas de resposta à exploração”?&quot; , e a segunda &quot;  mas o que é que está fazendo com que ocorram em maior número que antes?&quot;.

Eu não tinha visto e nem usei como fonte no texto a recente divulgação do dieese de 2018. Usei somente as relações com o avanço de greves ate 2017, ou seja durante 2016. Nas partes 3 e 4 do texto terão relatos e analises que colhi em paralisações de rodoviários,  onde comparando com o aumento da uberizaçao e a crescente informalidade via trabalho autónomo,  eu coloco um terreno que a luta em questão ao ser vencida pelo isolamento e negociação coletiva direta com o patrão,  pode ocorrer uma repulsa por propostas coletivas de resposta à exploração.  Mas em conversas,  passaram-me essa relação de dados sobre o relatório do dieese sobre 2018. As greves dessa relação foram por pautas defensivas.  Não necessariamente isso quer diZer que não se tenha criado experiências coletivas. Mas também reforça que as greves não avança necessariamente para experiências coletivas e ativas. 
https://www.dieese.org.br/balancodasgreves/2018/estPesq89balancoGreves2018.html
Atraso de salário, de férias, do 13º ou do vale salarial 
550 37,9 

Reajuste, piso salarial 
538 37,0

Contratação, demissão, readmissão, efetivação, manutenção do emprego 
178


Condições de trabalho, de segurança, de higiene 
287

Total

1.453]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal. Tô muito feliz com essa discussão,  principalmente pela discussão que aparecerá nas próximas partes ter sido antecipada pela pergunta do johnathan Martins e pela esfinge esmeralda. A primeira, &#8221; como é que o autor do texto encaixa o enorme aumento das greves registradas pelo DIEESE com um suposto “repúdio às formas coletivas de resposta à exploração”?&#8221; , e a segunda &#8221;  mas o que é que está fazendo com que ocorram em maior número que antes?&#8221;.</p>
<p>Eu não tinha visto e nem usei como fonte no texto a recente divulgação do dieese de 2018. Usei somente as relações com o avanço de greves ate 2017, ou seja durante 2016. Nas partes 3 e 4 do texto terão relatos e analises que colhi em paralisações de rodoviários,  onde comparando com o aumento da uberizaçao e a crescente informalidade via trabalho autónomo,  eu coloco um terreno que a luta em questão ao ser vencida pelo isolamento e negociação coletiva direta com o patrão,  pode ocorrer uma repulsa por propostas coletivas de resposta à exploração.  Mas em conversas,  passaram-me essa relação de dados sobre o relatório do dieese sobre 2018. As greves dessa relação foram por pautas defensivas.  Não necessariamente isso quer diZer que não se tenha criado experiências coletivas. Mas também reforça que as greves não avança necessariamente para experiências coletivas e ativas.<br />
<a href="https://www.dieese.org.br/balancodasgreves/2018/estPesq89balancoGreves2018.html" rel="nofollow ugc">https://www.dieese.org.br/balancodasgreves/2018/estPesq89balancoGreves2018.html</a><br />
Atraso de salário, de férias, do 13º ou do vale salarial<br />
550 37,9 </p>
<p>Reajuste, piso salarial<br />
538 37,0</p>
<p>Contratação, demissão, readmissão, efetivação, manutenção do emprego<br />
178</p>
<p>Condições de trabalho, de segurança, de higiene<br />
287</p>
<p>Total</p>
<p>1.453</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Esfinge mesmerizada		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-422265</link>

		<dc:creator><![CDATA[Esfinge mesmerizada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 15:40:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[jocasta, em termos abstratos teu raciocínio é correto. No entanto, os dados do DIEESE conformam uma série histórica. Isto é, capaz de verificar uma alteração delta das greves entre um ano e outro. Se por um lado o número abstrato de greves não indica participação efetiva da classe, o que essa série indica é um aumento das &quot;greves por conveniência&quot;, de &quot;grupos aguerridos&quot;, que &quot;nada afetam o modo de produção&quot;. Oras, algo está acontecendo para que estas farsas, estas épicas e estes dramas ocorram em MAIOR frequência que antes, independente de seus efeitos. Sabemos já que não estão tendo o efeito revolucionário que esperaríamos... mas o que é que está fazendo com que ocorram em maior número que antes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>jocasta, em termos abstratos teu raciocínio é correto. No entanto, os dados do DIEESE conformam uma série histórica. Isto é, capaz de verificar uma alteração delta das greves entre um ano e outro. Se por um lado o número abstrato de greves não indica participação efetiva da classe, o que essa série indica é um aumento das &#8220;greves por conveniência&#8221;, de &#8220;grupos aguerridos&#8221;, que &#8220;nada afetam o modo de produção&#8221;. Oras, algo está acontecendo para que estas farsas, estas épicas e estes dramas ocorram em MAIOR frequência que antes, independente de seus efeitos. Sabemos já que não estão tendo o efeito revolucionário que esperaríamos&#8230; mas o que é que está fazendo com que ocorram em maior número que antes?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: jocasta adora amar edipo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-422055</link>

		<dc:creator><![CDATA[jocasta adora amar edipo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 00:47:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aumento do número de greves não significa a participação efetiva da classe trabalhadora. Quantas não são as greves decretadas a reboque de uma categoria por conveniência de uma burocracia sindical? Quantas também não são as greves que mesmo chamada por um grupo de aguerridos combatentes não mobilizam sequer meia dúzia de trabalhadores? Quantas não são as greves que, mesmo com grande adesão dos trabalhadores de uma dada categoria, em nada afeta o modo de produção capitalista?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento do número de greves não significa a participação efetiva da classe trabalhadora. Quantas não são as greves decretadas a reboque de uma categoria por conveniência de uma burocracia sindical? Quantas também não são as greves que mesmo chamada por um grupo de aguerridos combatentes não mobilizam sequer meia dúzia de trabalhadores? Quantas não são as greves que, mesmo com grande adesão dos trabalhadores de uma dada categoria, em nada afeta o modo de produção capitalista?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé Antonio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-421641</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 20:16:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Johnathan Martins
É exatamente sobre isso que a parte 3 do texto vai comentar. Eu relaciono o aumento de greves com uma reação conservadora como consequência de um fator interno a elas: fragmentação dos organismos surgidos na luta e pelo capitalismo sindical. Pra mim são dois momentos: o ascenso que precedeu 2013 , numa crescimento economico, e ate 2017, após a crise economica brasileira de 2014. Que coincidiu no caldo de identificações conservadoras na greve mais eminente: dos caminhoneiros. 
Eu não tenho muita experiência em escrever texto por aqui .então escrevi um texto enorme que foi dividido.  Peço desculpas pelas duvidas sem respostas que aparecem. 
Ate a parte 4 do texto espero que algumas duvidas.sejam sanadas e as discussões possam correr mais fluidamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Johnathan Martins<br />
É exatamente sobre isso que a parte 3 do texto vai comentar. Eu relaciono o aumento de greves com uma reação conservadora como consequência de um fator interno a elas: fragmentação dos organismos surgidos na luta e pelo capitalismo sindical. Pra mim são dois momentos: o ascenso que precedeu 2013 , numa crescimento economico, e ate 2017, após a crise economica brasileira de 2014. Que coincidiu no caldo de identificações conservadoras na greve mais eminente: dos caminhoneiros.<br />
Eu não tenho muita experiência em escrever texto por aqui .então escrevi um texto enorme que foi dividido.  Peço desculpas pelas duvidas sem respostas que aparecem.<br />
Ate a parte 4 do texto espero que algumas duvidas.sejam sanadas e as discussões possam correr mais fluidamente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-421601</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 17:58:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[SPINOZA RUBRONEGRO
apressa-te devagar &#038;
sem jamais esquecer
que a eminência é parda
a iminência é negra
mas
a imanência é rubra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SPINOZA RUBRONEGRO<br />
apressa-te devagar &amp;<br />
sem jamais esquecer<br />
que a eminência é parda<br />
a iminência é negra<br />
mas<br />
a imanência é rubra</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Johnathan Martins		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-421595</link>

		<dc:creator><![CDATA[Johnathan Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 17:45:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[como é que o autor do texto encaixa o enorme aumento das greves registradas pelo DIEESE com um suposto &quot;repúdio às formas coletivas de resposta à exploração&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>como é que o autor do texto encaixa o enorme aumento das greves registradas pelo DIEESE com um suposto &#8220;repúdio às formas coletivas de resposta à exploração&#8221;?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Poeta em Buenos Aires		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/125868/#comment-421384</link>

		<dc:creator><![CDATA[Poeta em Buenos Aires]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 03:50:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando tudo aguarda, na noite de pretume
basta um vagalume, transformar-se em vanguarda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tudo aguarda, na noite de pretume<br />
basta um vagalume, transformar-se em vanguarda.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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