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	Comentários sobre: Expressões periféricas (1)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Carlos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/126257/#comment-428500</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2019 02:52:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exatamente! Quem mora na periferia convive com o horror cotidiano. Quer ver outras coisas, novela da Globo. Só a classe média que romantiza as periferias. Romantiza, mas viver no horror não vai. Nem deve, ninguém merece!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exatamente! Quem mora na periferia convive com o horror cotidiano. Quer ver outras coisas, novela da Globo. Só a classe média que romantiza as periferias. Romantiza, mas viver no horror não vai. Nem deve, ninguém merece!</p>
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		<title>
		Por: LT		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/126257/#comment-427577</link>

		<dc:creator><![CDATA[LT]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 19:33:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A genialidade do filme está na recusa de fazer um retrato fiel da realidade. Não é um documentário, não é um manifesto, não é um romance. É um jogo entre memórias, violências, desejos e possibilidades. É a cidade que precisa de passaporte, é o viajante do tempo em busca da reparação dos crimes de Estado, é o cenário apocalíptico, o galpão de partes mecânicas do corpo...

Quando perguntaram a Adirley Queirós &quot;como surge a ideia para realizar Branco sai nesse formato&quot; (https://brasil.elpais.com/brasil/2015/03/20/cultura/1426879114_215283.html), ele respondeu:

&quot;Com os dois atores, já tínhamos a ideia inicial de não fazer um documentário clássico. Queríamos uma coisa mais próxima do apocalíptico, de uma volta do futuro. Aí surge a ideia da ficção. O Marquim, que é cadeirante, me disse que não queria falar sobre ele, contar de novo a história do Quarentão. E para ele documentário não é filme. Disse que se voasse, se tivesse bomba, aí ele faria&quot;.

Enfim, há muita gente que não gosta do filme, faz parte. O problema é tratá-lo como se fosse um simples documentário retratando as obviedades da vida cotidiana periférica e achar que os aplausos vieram por conta do distanciamento da plateia em relação a esta realidade, uma espécie de fetiche da pobreza.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A genialidade do filme está na recusa de fazer um retrato fiel da realidade. Não é um documentário, não é um manifesto, não é um romance. É um jogo entre memórias, violências, desejos e possibilidades. É a cidade que precisa de passaporte, é o viajante do tempo em busca da reparação dos crimes de Estado, é o cenário apocalíptico, o galpão de partes mecânicas do corpo&#8230;</p>
<p>Quando perguntaram a Adirley Queirós &#8220;como surge a ideia para realizar Branco sai nesse formato&#8221; (<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/03/20/cultura/1426879114_215283.html" rel="nofollow ugc">https://brasil.elpais.com/brasil/2015/03/20/cultura/1426879114_215283.html</a>), ele respondeu:</p>
<p>&#8220;Com os dois atores, já tínhamos a ideia inicial de não fazer um documentário clássico. Queríamos uma coisa mais próxima do apocalíptico, de uma volta do futuro. Aí surge a ideia da ficção. O Marquim, que é cadeirante, me disse que não queria falar sobre ele, contar de novo a história do Quarentão. E para ele documentário não é filme. Disse que se voasse, se tivesse bomba, aí ele faria&#8221;.</p>
<p>Enfim, há muita gente que não gosta do filme, faz parte. O problema é tratá-lo como se fosse um simples documentário retratando as obviedades da vida cotidiana periférica e achar que os aplausos vieram por conta do distanciamento da plateia em relação a esta realidade, uma espécie de fetiche da pobreza.</p>
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		<title>
		Por: Mc Oz Tentação		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/126257/#comment-427565</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mc Oz Tentação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 19:01:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nois curti memo é velozes e furiosos... Todos eles... Especialmente o que filmaram nas nossa quebradas... 
Tamo cum Anita, mano! Nois é ostentação, vacilão...!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nois curti memo é velozes e furiosos&#8230; Todos eles&#8230; Especialmente o que filmaram nas nossa quebradas&#8230;<br />
Tamo cum Anita, mano! Nois é ostentação, vacilão&#8230;!</p>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/126257/#comment-427497</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 15:49:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu também não entendi por que virou coqueluxe da extrema-esquerda. Vi o filme e achei chato. E eu até gosto de filme &quot;cabeça&quot;. Mas o filme é ruim simplesmente. Pelo menos pra mim. E claro, eles conhecem aquela realidade. O filme foi feito pra quem não conhece.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também não entendi por que virou coqueluxe da extrema-esquerda. Vi o filme e achei chato. E eu até gosto de filme &#8220;cabeça&#8221;. Mas o filme é ruim simplesmente. Pelo menos pra mim. E claro, eles conhecem aquela realidade. O filme foi feito pra quem não conhece.</p>
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		<title>
		Por: matheus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/04/126257/#comment-427496</link>

		<dc:creator><![CDATA[matheus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 15:48:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É a parada que o Eduardo Marinho falou que mais me capturou, nunca tinha percebido isso. Pra esquerda falta vivência! Dizem lutar por um povo que eles não conhecem, não convivem. E eu não me identifico com a direita, nem de muito longe. Mas para muitos de nós que estamos mais à esquerda no espectro falta traquejo e autocrítica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É a parada que o Eduardo Marinho falou que mais me capturou, nunca tinha percebido isso. Pra esquerda falta vivência! Dizem lutar por um povo que eles não conhecem, não convivem. E eu não me identifico com a direita, nem de muito longe. Mas para muitos de nós que estamos mais à esquerda no espectro falta traquejo e autocrítica.</p>
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