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	Comentários sobre: Ninguém solta a mão de ninguém, pra não largar o osso (2)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Guilherme		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 20:13:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Curiosa a ausência de resposta ao comentário do Hugo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curiosa a ausência de resposta ao comentário do Hugo.</p>
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		<title>
		Por: Hugo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 17:08:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A impressão que tenho é que esse conjunto de textos se coloca como uma grande compilação que visa atualizar as históricas e recorrentes posições &quot;autonomistas&quot; - crítica a forma que historicamente se consolidou na estrutura sindical, critica parcial ao projeto petista e em especial as suas políticas de governo, crítica a &quot;oposição de esquerda&quot;, e em contraposição a isso tudo, apresentar um ou outro elemento propositivo que poderia vir a solucionar isso tudo que está aí na esquerda (como a organização pela base, a reforma da estrutura sindical e coisa e tal).

Sem dúvidas parte das críticas são corretas, talvez a maior parte inclusive. Há limitações e contradições inegáveis no projeto que hegemonizou o petismo. Os grupos da tal &quot;oposição de esquerda&quot; possuem diversos pontos em comum com este projeto petista (ainda que o neguem). A noção troska de &quot;crise de direção&quot; é boçal - mais ou menos como todas as formulações trotskistas. Entre alguns outros pontos.

 Contudo, ainda assim o conteúdo destes dois primeiros artigos é no geral equivocado. Isto pois, antes de mais nada, ignora-se por completo a ação política das organizações das elites burguesas e imperialistas, por um lado, e por outro, há uma visão pueril do comportamento das massas populares não militantes. Criando-se assim uma narrativa que visa explicar toda a realidade social, econômica e política nacional exclusivamente por erros e limitações (pretensos ou não) da própria esquerda e das organizações de trabalhadores. Pincela-se uma leitura da realidade onde se abstrai por completo tanto os conflitos de classe quanto os conflitos imperialistas - um quadro por onde a esquerda, majoritariamente &quot;petista&quot; e minoritariamente &quot;oposicionista de esquerda&quot;, navega livremente e a seu bel prazer, e por isto mesmo, seriam os culpados por todas as hodiernas mazelas. Não é necessário ser um gênio da análise política pra perceber que este quadro é um retrato limitado, infiel, fraco, tendencioso e mesmo profundamente distante da realidade.

Além disso, há também diversas afirmações e insinuações um tanto levianas, genéricas e generalizantes, baseadas em clichês e lugares comuns - do tipo &quot;O trabalhador sabe que estão todos de olho nos cargos&quot;. Que em muitos dos casos são reproduzidas indistintamente tanto por direitistas convictos, despolitizados, militantes da &quot;oposição de esquerda&quot;, ou críticos que se colocam a esquerda da &quot;oposição de esquerda&quot;. Essas prefiro nem destrinchar.

Deixo alguns questionamentos:

1. Se o período em que o PT esteve no governo federal (e com minoria nos espaços legislativos) foi tão somente uma continuidade dos governos que o antecederam e que agora o sucedem - ao menos nos termos que vocês pontuam, como de ataques aos direitos trabalhistas, as condições gerais de vida, aos serviços e empresas públicas, e de submissão ao imperialismo ianque - o que justifica a imensa, incessante, incansável ainda que onerosa, campanha reacionária e imperialista contra o PT e outras organizações da esquerda que vocês citam no balaio (PCdoB, MST, CUT etc)? Teriam as elites reacionárias e imperialistas se engajado - politica, moral e financeiramente - na campanha para derrubar Dilma, prender Lula, e destruir o PT (e outras organizações de esquerda próximas) tão somente por &quot;ingratidão&quot; - como por vezes afirma Lula?

2. Analogamente a questão anterior; se a estrutura sindical historicamente consolidada e seus dirigentes (pejorativamente taxados de &quot;burocratas&quot; pelo artigo) atuam para impedir e abafar as lutas, isto é, atuam ao menos indiretamente para garantir e manter o controle das elites e do imperialismo sobre os trabalhadores brasileiros, o que explica a imensa ofensiva dos setores reacionários contra o conjunto das entidades sindicais, e especial contra a CUT? Da mesma maneira, se o imposto sindical é também puramente nocivo a luta de nossa classe, por que sua extinção foi uma das bandeiras prioritárias das elites reacionárias?

3. Não seria a relação entre massas, dirigentes e organizações mais complexa - e profundamente permeada pelas conjunturas políticas nas quais estas se encontram imersas? Concretamente: a formulação do PT se deu durante a luta democrática contra a ditadura (que fora, ao menos parcialmente, vitoriosa) e logo após a fragorosa e brutal derrota da luta armada contra a ditadura; já a consolidação do PT como maior partido popular e progressista nacional aconteceu simultaneamente as vitórias das contra-revoluções nos países soviéticos e a simbólica afirmação do &quot;fim da história&quot;. Estes dois pontos - a derrota de uma estratégia revolucionária e a derrota de regimes socialistas oriundos de processos revolucionários - não contribuíram para que uma proposta reformista, democrática e de humanização do capitalismo se tornasse majoritária dentro do PT, mas também, para que o PT (munido deste projeto) se tornasse majoritário na esquerda brasileira? Em outras palavras, o que consolidou o reformismo do PT, e o PT reformista na sociedade, não foi um anseio popular - presente dentro e fora das fileiras do PT - a favor deste projeto? Vale dizer que haviam outras propostas programáticas dentro e fora do PT - das mais variadas matizes do marxismo, do anarquismo, do autonomismo, do trabalhismo etc - e todas estas foram derrotadas e mantidas ou na insignificância (como as variantes do anarquismo, do autonomismo, do trotskismo) ou a um segundo plano (como Brizola). 

4. O artigo dá a entender que defender o voto (útil) no PT é uma posição equivocada. Com isso me parece que vocês podem querer dizer: a) não há absolutamente nenhuma diferença entre PT no poder ou os partidos das elites reacionárias (o que nos levaria novamente a questão 1.); b) apesar do PT ser menos pior, é melhor que um partido mais pior ganhe (se for isso, gostaria de entender qual a lógica, e exemplos de onde o mais pior trouxe vantagens); c) a tática correta seria a de defender o voto nulo ou o boicote eleitoral. Neste último caso, como se explica o fato de que não houve nenhum avanço real (em qualquer sentido e com qualquer critério) para os projetos e as organizações - assim como para a luta dos trabalhadores brasileiros em geral - oriundo de campanhas de boicote eleitoral em todas os últimos pleitos?

5. Dado que uma eventual libertação de Lula seria uma forte derrota à lava-jato e o lavajatismo - que é um dos principais instrumentos de intervenção política no Brasil das forças imperialistas e das elites entreguistas - não seria absolutamente correto e imprescindível levantar esta bandeira? Ou derrotar esse instrumento da reação e do imperialismo é irrelevante?

Bom enfim, só pra trazer um pouco de &quot;vivência&quot;, queria trazer um role de minha categoria - cujo sindicato é tido como uma referência na questão democrática e pá: não há relação entre participação da base e democratização, no sentido de quanto mais democrático o espaço, mais participação esse tenderia a ter. Na verdade, observo o oposto: quanto mais democrática é uma assembleia na categoria, menos pessoas tendem a participar. Isto pois, ao aplicar os preceitos tidos como democráticos - abrir tempo de fala para diversos inscritos, espaço para muitas novas propostas, e etc - a assembleia se torna extremamente massante e desinteressante para todo trabalhador que não é militante de um dos pequenos grupos ultraesquerdistas. No nosso caso ao menos, ter uma perspectiva de aumentar a participação da categoria na assembleia significa, curiosamente, ter a perspectiva de que as assembleias precisam ser eficientes, objetivas, curtas, sem muita abertura (democrática?) para os discursos de ultraesquerda. Já as assembleias mais democráticas da categoria - onde há maior abertura para debates e intervenções - são via de regra as mais esvaziadas. De certa maneira, temos dois tipos de assembleias: a de massas - que precisa ser mais rápida e eficiente - e a de vanguarda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A impressão que tenho é que esse conjunto de textos se coloca como uma grande compilação que visa atualizar as históricas e recorrentes posições &#8220;autonomistas&#8221; &#8211; crítica a forma que historicamente se consolidou na estrutura sindical, critica parcial ao projeto petista e em especial as suas políticas de governo, crítica a &#8220;oposição de esquerda&#8221;, e em contraposição a isso tudo, apresentar um ou outro elemento propositivo que poderia vir a solucionar isso tudo que está aí na esquerda (como a organização pela base, a reforma da estrutura sindical e coisa e tal).</p>
<p>Sem dúvidas parte das críticas são corretas, talvez a maior parte inclusive. Há limitações e contradições inegáveis no projeto que hegemonizou o petismo. Os grupos da tal &#8220;oposição de esquerda&#8221; possuem diversos pontos em comum com este projeto petista (ainda que o neguem). A noção troska de &#8220;crise de direção&#8221; é boçal &#8211; mais ou menos como todas as formulações trotskistas. Entre alguns outros pontos.</p>
<p> Contudo, ainda assim o conteúdo destes dois primeiros artigos é no geral equivocado. Isto pois, antes de mais nada, ignora-se por completo a ação política das organizações das elites burguesas e imperialistas, por um lado, e por outro, há uma visão pueril do comportamento das massas populares não militantes. Criando-se assim uma narrativa que visa explicar toda a realidade social, econômica e política nacional exclusivamente por erros e limitações (pretensos ou não) da própria esquerda e das organizações de trabalhadores. Pincela-se uma leitura da realidade onde se abstrai por completo tanto os conflitos de classe quanto os conflitos imperialistas &#8211; um quadro por onde a esquerda, majoritariamente &#8220;petista&#8221; e minoritariamente &#8220;oposicionista de esquerda&#8221;, navega livremente e a seu bel prazer, e por isto mesmo, seriam os culpados por todas as hodiernas mazelas. Não é necessário ser um gênio da análise política pra perceber que este quadro é um retrato limitado, infiel, fraco, tendencioso e mesmo profundamente distante da realidade.</p>
<p>Além disso, há também diversas afirmações e insinuações um tanto levianas, genéricas e generalizantes, baseadas em clichês e lugares comuns &#8211; do tipo &#8220;O trabalhador sabe que estão todos de olho nos cargos&#8221;. Que em muitos dos casos são reproduzidas indistintamente tanto por direitistas convictos, despolitizados, militantes da &#8220;oposição de esquerda&#8221;, ou críticos que se colocam a esquerda da &#8220;oposição de esquerda&#8221;. Essas prefiro nem destrinchar.</p>
<p>Deixo alguns questionamentos:</p>
<p>1. Se o período em que o PT esteve no governo federal (e com minoria nos espaços legislativos) foi tão somente uma continuidade dos governos que o antecederam e que agora o sucedem &#8211; ao menos nos termos que vocês pontuam, como de ataques aos direitos trabalhistas, as condições gerais de vida, aos serviços e empresas públicas, e de submissão ao imperialismo ianque &#8211; o que justifica a imensa, incessante, incansável ainda que onerosa, campanha reacionária e imperialista contra o PT e outras organizações da esquerda que vocês citam no balaio (PCdoB, MST, CUT etc)? Teriam as elites reacionárias e imperialistas se engajado &#8211; politica, moral e financeiramente &#8211; na campanha para derrubar Dilma, prender Lula, e destruir o PT (e outras organizações de esquerda próximas) tão somente por &#8220;ingratidão&#8221; &#8211; como por vezes afirma Lula?</p>
<p>2. Analogamente a questão anterior; se a estrutura sindical historicamente consolidada e seus dirigentes (pejorativamente taxados de &#8220;burocratas&#8221; pelo artigo) atuam para impedir e abafar as lutas, isto é, atuam ao menos indiretamente para garantir e manter o controle das elites e do imperialismo sobre os trabalhadores brasileiros, o que explica a imensa ofensiva dos setores reacionários contra o conjunto das entidades sindicais, e especial contra a CUT? Da mesma maneira, se o imposto sindical é também puramente nocivo a luta de nossa classe, por que sua extinção foi uma das bandeiras prioritárias das elites reacionárias?</p>
<p>3. Não seria a relação entre massas, dirigentes e organizações mais complexa &#8211; e profundamente permeada pelas conjunturas políticas nas quais estas se encontram imersas? Concretamente: a formulação do PT se deu durante a luta democrática contra a ditadura (que fora, ao menos parcialmente, vitoriosa) e logo após a fragorosa e brutal derrota da luta armada contra a ditadura; já a consolidação do PT como maior partido popular e progressista nacional aconteceu simultaneamente as vitórias das contra-revoluções nos países soviéticos e a simbólica afirmação do &#8220;fim da história&#8221;. Estes dois pontos &#8211; a derrota de uma estratégia revolucionária e a derrota de regimes socialistas oriundos de processos revolucionários &#8211; não contribuíram para que uma proposta reformista, democrática e de humanização do capitalismo se tornasse majoritária dentro do PT, mas também, para que o PT (munido deste projeto) se tornasse majoritário na esquerda brasileira? Em outras palavras, o que consolidou o reformismo do PT, e o PT reformista na sociedade, não foi um anseio popular &#8211; presente dentro e fora das fileiras do PT &#8211; a favor deste projeto? Vale dizer que haviam outras propostas programáticas dentro e fora do PT &#8211; das mais variadas matizes do marxismo, do anarquismo, do autonomismo, do trabalhismo etc &#8211; e todas estas foram derrotadas e mantidas ou na insignificância (como as variantes do anarquismo, do autonomismo, do trotskismo) ou a um segundo plano (como Brizola). </p>
<p>4. O artigo dá a entender que defender o voto (útil) no PT é uma posição equivocada. Com isso me parece que vocês podem querer dizer: a) não há absolutamente nenhuma diferença entre PT no poder ou os partidos das elites reacionárias (o que nos levaria novamente a questão 1.); b) apesar do PT ser menos pior, é melhor que um partido mais pior ganhe (se for isso, gostaria de entender qual a lógica, e exemplos de onde o mais pior trouxe vantagens); c) a tática correta seria a de defender o voto nulo ou o boicote eleitoral. Neste último caso, como se explica o fato de que não houve nenhum avanço real (em qualquer sentido e com qualquer critério) para os projetos e as organizações &#8211; assim como para a luta dos trabalhadores brasileiros em geral &#8211; oriundo de campanhas de boicote eleitoral em todas os últimos pleitos?</p>
<p>5. Dado que uma eventual libertação de Lula seria uma forte derrota à lava-jato e o lavajatismo &#8211; que é um dos principais instrumentos de intervenção política no Brasil das forças imperialistas e das elites entreguistas &#8211; não seria absolutamente correto e imprescindível levantar esta bandeira? Ou derrotar esse instrumento da reação e do imperialismo é irrelevante?</p>
<p>Bom enfim, só pra trazer um pouco de &#8220;vivência&#8221;, queria trazer um role de minha categoria &#8211; cujo sindicato é tido como uma referência na questão democrática e pá: não há relação entre participação da base e democratização, no sentido de quanto mais democrático o espaço, mais participação esse tenderia a ter. Na verdade, observo o oposto: quanto mais democrática é uma assembleia na categoria, menos pessoas tendem a participar. Isto pois, ao aplicar os preceitos tidos como democráticos &#8211; abrir tempo de fala para diversos inscritos, espaço para muitas novas propostas, e etc &#8211; a assembleia se torna extremamente massante e desinteressante para todo trabalhador que não é militante de um dos pequenos grupos ultraesquerdistas. No nosso caso ao menos, ter uma perspectiva de aumentar a participação da categoria na assembleia significa, curiosamente, ter a perspectiva de que as assembleias precisam ser eficientes, objetivas, curtas, sem muita abertura (democrática?) para os discursos de ultraesquerda. Já as assembleias mais democráticas da categoria &#8211; onde há maior abertura para debates e intervenções &#8211; são via de regra as mais esvaziadas. De certa maneira, temos dois tipos de assembleias: a de massas &#8211; que precisa ser mais rápida e eficiente &#8211; e a de vanguarda.</p>
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		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127191/#comment-457878</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 18:01:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[texto realmente muito instrutivo.
O resumo poderia ser, ainda que muitos não se sintam identificados: &quot;O trostkismo sindical brasileiro&quot;. Isso sim que é la pesada herencia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>texto realmente muito instrutivo.<br />
O resumo poderia ser, ainda que muitos não se sintam identificados: &#8220;O trostkismo sindical brasileiro&#8221;. Isso sim que é la pesada herencia.</p>
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		<title>
		Por: Charles		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Charles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 19:33:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Realmente não sei que é pior: os que aceitavam o Imposto sindical deliberadamente ou os hipócritas da Intersindical, instrumento de luta e org., que garganteavam que eram contra mas viviam disso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente não sei que é pior: os que aceitavam o Imposto sindical deliberadamente ou os hipócritas da Intersindical, instrumento de luta e org., que garganteavam que eram contra mas viviam disso.</p>
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