<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Consciência de Classe ou Prática Concreta?	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2019/07/127468/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Sun, 31 May 2020 02:39:59 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Charles Jr		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-617617</link>

		<dc:creator><![CDATA[Charles Jr]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2020 02:39:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-617617</guid>

					<description><![CDATA[Belo texto. Entretanto, um porém: acredito que nossa tarefa também é levar o partido histórico do proletariado aos trabalhadores em luta, isto é, a teoria revolucionária e o histórico de lutas tem q se unificar com a classe hoje e isso é nossa tarefa, senão a merda se refaz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto. Entretanto, um porém: acredito que nossa tarefa também é levar o partido histórico do proletariado aos trabalhadores em luta, isto é, a teoria revolucionária e o histórico de lutas tem q se unificar com a classe hoje e isso é nossa tarefa, senão a merda se refaz.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-617310</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 19:57:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-617310</guid>

					<description><![CDATA[&quot;Lutando pelos seus companheiros, pelo que eles acreditam, por seus problemas na vida pessoal fora do trabalho.&quot;

talvez seja difícil ter paciência e pensar inclusive a médio prazo em um Brasil &quot;em vertigem&quot; desde 2013. Talvez o verdadeiro desafio revolucionário seja justamente o de aprender a lutar contra esse sintoma contemporâneo, a ansiedade, no plano individual e coletivo. Mas talvez os 50.000 homicídios anuais prévios a 2013 já mostravam que a sensação de urgência é bastante plástica neste país.

Proponho uma hipótese, apenas, seguindo o pensamento do Gabriel.
Será que a tal &quot;atuação na realidade prática&quot; não está, ao menos em alguma medida, viciada justamente por aspectos teóricos e quadros de análise que tem sua origem em verdadeiras &quot;consciências de classe&quot;? Pois ALGO guia a atuação militante, não existe uma &quot;linha de base&quot; da classe trabalhadora onde como militantes apenas realizamos o potencial &quot;natural&quot; de nossa classe. Talvez essa naturalização extrema da classe termine levando a que uma atuação &quot;na realidade prática&quot; seja entendida como &quot;o óbvio&quot;, &quot;a única forma&quot;, que tem como único resultado possível o &quot;avanço da luta contra o capitalismo&quot;, e, portanto, a uma ortodoxia às avessas. Pois por meio desta naturalização, existe a suposição de que a experiência de luta tem o mesmo sentido e significado para todos, em uma projeção que não estaria tão distante daquela visão clássica de &quot;consciência de classe&quot; que o autor do texto comento. A diferença é que ao invés de &quot;forçar&quot; essa consciência nas massas ignorantes de forma escolar, passamos apenas a já supô-la, esperando um efeito análogo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Lutando pelos seus companheiros, pelo que eles acreditam, por seus problemas na vida pessoal fora do trabalho.&#8221;</p>
<p>talvez seja difícil ter paciência e pensar inclusive a médio prazo em um Brasil &#8220;em vertigem&#8221; desde 2013. Talvez o verdadeiro desafio revolucionário seja justamente o de aprender a lutar contra esse sintoma contemporâneo, a ansiedade, no plano individual e coletivo. Mas talvez os 50.000 homicídios anuais prévios a 2013 já mostravam que a sensação de urgência é bastante plástica neste país.</p>
<p>Proponho uma hipótese, apenas, seguindo o pensamento do Gabriel.<br />
Será que a tal &#8220;atuação na realidade prática&#8221; não está, ao menos em alguma medida, viciada justamente por aspectos teóricos e quadros de análise que tem sua origem em verdadeiras &#8220;consciências de classe&#8221;? Pois ALGO guia a atuação militante, não existe uma &#8220;linha de base&#8221; da classe trabalhadora onde como militantes apenas realizamos o potencial &#8220;natural&#8221; de nossa classe. Talvez essa naturalização extrema da classe termine levando a que uma atuação &#8220;na realidade prática&#8221; seja entendida como &#8220;o óbvio&#8221;, &#8220;a única forma&#8221;, que tem como único resultado possível o &#8220;avanço da luta contra o capitalismo&#8221;, e, portanto, a uma ortodoxia às avessas. Pois por meio desta naturalização, existe a suposição de que a experiência de luta tem o mesmo sentido e significado para todos, em uma projeção que não estaria tão distante daquela visão clássica de &#8220;consciência de classe&#8221; que o autor do texto comento. A diferença é que ao invés de &#8220;forçar&#8221; essa consciência nas massas ignorantes de forma escolar, passamos apenas a já supô-la, esperando um efeito análogo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gabriel M A Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-616092</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabriel M A Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 15:28:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-616092</guid>

					<description><![CDATA[A &#039;&#039;consciência de classe&#039;&#039; e as formas de relações sociais que superam as atuais virão da realidade prática, mas ao mesmo tempo não parece que pensar que devemos integrar e observar, praticar a solidariedade, não cavarmos nossa própria cova ao tornarmos alvos..tudo isso, trás um caráter de &#039;&#039;não-urgência&#039;&#039;?
E, ao mesmo tempo, um relação paradoxal entre o avanço e o recuo na luta.. enquanto se atua na realidade prática é possível avançar, ainda que de maneira &#039;&#039;atomizada&#039;&#039;, local... mas esses avanços não têm sido suficientemente rebatidos pela capacidade do capital de se adaptar e cooptar as pautas, lutas e etc? Me parece, às vezes, que a esse discurso de que devemos atuar na realidade prática, local e imediata, falta algum componente. Fazemos isso e ao longo do tempo o que vemos é que essas iniciativas locais são desmanteladas diretamente ou perdem seu caráter de &#039;&#039;rompimento&#039;&#039; com as formas vigentes de relações sociais..ou vemos que os progessos alcançados são facilmente revertidos no futuro, por conta das condições materiais impostas por uma crise, por exemplo.. e nessa reversão tem fundamental papel o aparato idealológico dominante. As narrativas criadas e disseminadas as massas prestam um papel fundamental para &#039;&#039;reverter&#039;&#039;, por exemplo, aquilo que poderíamos ter visto como avanço na luta. 
Por isso os paradoxos. Nos focamos em atuar na nossa realidade material imediata - mas nossa capacidade de atuação é limitada por nossos meios materiais de sobrevivência, de tempo disponível, etc. Ao focar na realidade imediata talvez nos distanciamos do aspecto ideal, discursivo, que também ajuda a moldar a percepção da realidade das pessoas que compõe as massas, mas também não temos acesso aos meios de disseminação de ideias e nossa ação nesse campo é tão ou mais restrita que no campo mais &#039;&#039;puramente prático&#039;&#039;..
Me pergunto se falar em foco na ação real e imediata, solidariedade e etc não contribui em reforçar uma prática e uma crença que não tem sido capaz de resistir aos avanços da sociedade do capital]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8221;consciência de classe&#8221; e as formas de relações sociais que superam as atuais virão da realidade prática, mas ao mesmo tempo não parece que pensar que devemos integrar e observar, praticar a solidariedade, não cavarmos nossa própria cova ao tornarmos alvos..tudo isso, trás um caráter de &#8221;não-urgência&#8221;?<br />
E, ao mesmo tempo, um relação paradoxal entre o avanço e o recuo na luta.. enquanto se atua na realidade prática é possível avançar, ainda que de maneira &#8221;atomizada&#8221;, local&#8230; mas esses avanços não têm sido suficientemente rebatidos pela capacidade do capital de se adaptar e cooptar as pautas, lutas e etc? Me parece, às vezes, que a esse discurso de que devemos atuar na realidade prática, local e imediata, falta algum componente. Fazemos isso e ao longo do tempo o que vemos é que essas iniciativas locais são desmanteladas diretamente ou perdem seu caráter de &#8221;rompimento&#8221; com as formas vigentes de relações sociais..ou vemos que os progessos alcançados são facilmente revertidos no futuro, por conta das condições materiais impostas por uma crise, por exemplo.. e nessa reversão tem fundamental papel o aparato idealológico dominante. As narrativas criadas e disseminadas as massas prestam um papel fundamental para &#8221;reverter&#8221;, por exemplo, aquilo que poderíamos ter visto como avanço na luta.<br />
Por isso os paradoxos. Nos focamos em atuar na nossa realidade material imediata &#8211; mas nossa capacidade de atuação é limitada por nossos meios materiais de sobrevivência, de tempo disponível, etc. Ao focar na realidade imediata talvez nos distanciamos do aspecto ideal, discursivo, que também ajuda a moldar a percepção da realidade das pessoas que compõe as massas, mas também não temos acesso aos meios de disseminação de ideias e nossa ação nesse campo é tão ou mais restrita que no campo mais &#8221;puramente prático&#8221;..<br />
Me pergunto se falar em foco na ação real e imediata, solidariedade e etc não contribui em reforçar uma prática e uma crença que não tem sido capaz de resistir aos avanços da sociedade do capital</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: 脾气暴躁的评论员		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-463279</link>

		<dc:creator><![CDATA[脾气暴躁的评论员]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 16:39:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-463279</guid>

					<description><![CDATA[A única explicação para tantos comentários contra as provocantes imagens escolhidas é o Passa Palavra ter publicado sem saber o texto de algum militante de algum grupúsculo maoísta, que agora ficam de mimimi porque as imagens não batem com o dogma do realismo socialista. Pode ser também que os militantes de algum grupúsculo maoísta tenham gostado desse texto, mesmo não sendo de &quot;camarada&quot;, mas quiseram &quot;dar a linha&quot; também nas ilustrações. Pelo gosto deles, o Passa Palavra só bota figuras nos artigos com fotos das &lt;em&gt;Oito peças-modelo&lt;/em&gt;, e &lt;em&gt;O oriente é vermelho&lt;/em&gt; vira trilha sonora do site...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A única explicação para tantos comentários contra as provocantes imagens escolhidas é o Passa Palavra ter publicado sem saber o texto de algum militante de algum grupúsculo maoísta, que agora ficam de mimimi porque as imagens não batem com o dogma do realismo socialista. Pode ser também que os militantes de algum grupúsculo maoísta tenham gostado desse texto, mesmo não sendo de &#8220;camarada&#8221;, mas quiseram &#8220;dar a linha&#8221; também nas ilustrações. Pelo gosto deles, o Passa Palavra só bota figuras nos artigos com fotos das <em>Oito peças-modelo</em>, e <em>O oriente é vermelho</em> vira trilha sonora do site&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nicolas Lorca		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-463052</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nicolas Lorca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 19:14:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-463052</guid>

					<description><![CDATA[Não sinto o mesmo incomodo em relação a escolha das imagens e a sua disposição no texto. Acho que, de maneira abstrata, elas representam o texto; o que ele traz enquanto conteúdo e o que propõe. O que seria a consciência se não algo abstrato? poderíamos quantifica-la? toca-la?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sinto o mesmo incomodo em relação a escolha das imagens e a sua disposição no texto. Acho que, de maneira abstrata, elas representam o texto; o que ele traz enquanto conteúdo e o que propõe. O que seria a consciência se não algo abstrato? poderíamos quantifica-la? toca-la?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-463033</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 17:13:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-463033</guid>

					<description><![CDATA[Há muitos anos, em Portugal, durante o fascismo, um amigo que estava numa das prisões políticas, em Caxias, pediu-me por interposta pessoa que lhe enviasse um livro sobre arte contemporânea, com ilustrações. Éramos ambos militantes clandestinos do Partido Comunista. Enviei-lhe um de Herbert Read, profusamente ilustrado. Na sala onde ele estava havia uma porção de intelectuais e bastantes camponeses do sul do país, o Alentejo, onde a influência comunista era, e ainda é, muito forte. Algum tempo depois, quando ele foi libertado, contou-me uma experiência que fizera. Pedira a cada um dos outros presos que escolhessem no livro as duas ou três obras de que mais gostassem. Todos os intelectuais, disse-me ele, escolheram pinturas figurativas, realistas de preferência. Mas a maior parte dos camponeses escolhera pinturas abstractas.

No receio dos intelectuais de que os trabalhadores não compreendam uma arte que é arte transparece a ideia que esses intelectuais fazem dos trabalhadores. Afinal, quem impôs o zhdanovismo e o realismo socialista não foram os trabalhadores, mas a burocracia soviética. Quando a revolução russa ainda estava pujante, ela fundou a Proletkult, atraiu e acolheu artistas exilados ou marginalizados como Kandinsky, Chagall, Malevitch, El Lissitsky, Rodtchenko e deixou trabalhar em paz os vorticistas. Mas quando a ditadura burocrática se instalou sobre a classe trabalhadora soviética, o primeiro passo que deu foi expulsar ou silenciar a vanguarda artística.

Pelos comentários, vejo que não faltam candidatos para repetirem a experiência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos anos, em Portugal, durante o fascismo, um amigo que estava numa das prisões políticas, em Caxias, pediu-me por interposta pessoa que lhe enviasse um livro sobre arte contemporânea, com ilustrações. Éramos ambos militantes clandestinos do Partido Comunista. Enviei-lhe um de Herbert Read, profusamente ilustrado. Na sala onde ele estava havia uma porção de intelectuais e bastantes camponeses do sul do país, o Alentejo, onde a influência comunista era, e ainda é, muito forte. Algum tempo depois, quando ele foi libertado, contou-me uma experiência que fizera. Pedira a cada um dos outros presos que escolhessem no livro as duas ou três obras de que mais gostassem. Todos os intelectuais, disse-me ele, escolheram pinturas figurativas, realistas de preferência. Mas a maior parte dos camponeses escolhera pinturas abstractas.</p>
<p>No receio dos intelectuais de que os trabalhadores não compreendam uma arte que é arte transparece a ideia que esses intelectuais fazem dos trabalhadores. Afinal, quem impôs o zhdanovismo e o realismo socialista não foram os trabalhadores, mas a burocracia soviética. Quando a revolução russa ainda estava pujante, ela fundou a Proletkult, atraiu e acolheu artistas exilados ou marginalizados como Kandinsky, Chagall, Malevitch, El Lissitsky, Rodtchenko e deixou trabalhar em paz os vorticistas. Mas quando a ditadura burocrática se instalou sobre a classe trabalhadora soviética, o primeiro passo que deu foi expulsar ou silenciar a vanguarda artística.</p>
<p>Pelos comentários, vejo que não faltam candidatos para repetirem a experiência.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Felipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-463019</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 15:56:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-463019</guid>

					<description><![CDATA[Texto muito bom, só queria fazer uma crítica sobre a escolha das imagens.
Apesar das imagens conterem uma referência &quot;refinada&quot; (pesquisei rapidamente sobre o artista e sobre o movimento que ele participa) pra reforçar o conteúdo do texto de uma forma sutil, essa forma de comunicação não é a melhor, principalmente quando a pessoa não tem tempo pra ficar pesquisando artista, movimento etc. Quanto mais direto melhor, arte é resistência, mas ela tem que ser acessível, assertiva, clara, aliás, é o que diz o texto também, se aproximar das massas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto muito bom, só queria fazer uma crítica sobre a escolha das imagens.<br />
Apesar das imagens conterem uma referência &#8220;refinada&#8221; (pesquisei rapidamente sobre o artista e sobre o movimento que ele participa) pra reforçar o conteúdo do texto de uma forma sutil, essa forma de comunicação não é a melhor, principalmente quando a pessoa não tem tempo pra ficar pesquisando artista, movimento etc. Quanto mais direto melhor, arte é resistência, mas ela tem que ser acessível, assertiva, clara, aliás, é o que diz o texto também, se aproximar das massas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gabib		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-462824</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabib]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 21:20:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-462824</guid>

					<description><![CDATA[E essas fotos mano?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E essas fotos mano?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Joba		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-462788</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 16:40:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-462788</guid>

					<description><![CDATA[Excelente texto. Temos que nos ligar as massas, partir de seus problemas, estuda-los com afinco junto com o que temos de mais avançado e sistematizado da luta de classes, o marxismo leninismo. Nunca se colocar acima das massas ,  para se confundir/unir com os Exploradores, nem ficar atrás reclamando, fazendo juízo. Temos que, com paciência e perseverança, nos colocar a sua frente para dirigi-las. Isso nos dizia Mao. 
Aparte o gosto duvidoso do autor quanto as imagens (preferiria umas fotos da luta de massas) temos um texto excelente. Concordo com a crítica anterior..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto. Temos que nos ligar as massas, partir de seus problemas, estuda-los com afinco junto com o que temos de mais avançado e sistematizado da luta de classes, o marxismo leninismo. Nunca se colocar acima das massas ,  para se confundir/unir com os Exploradores, nem ficar atrás reclamando, fazendo juízo. Temos que, com paciência e perseverança, nos colocar a sua frente para dirigi-las. Isso nos dizia Mao.<br />
Aparte o gosto duvidoso do autor quanto as imagens (preferiria umas fotos da luta de massas) temos um texto excelente. Concordo com a crítica anterior..</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Evangelina Santiago		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/07/127468/#comment-462779</link>

		<dc:creator><![CDATA[Evangelina Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 14:51:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127468#comment-462779</guid>

					<description><![CDATA[Texto muito coerente e direto. Precisamos mesmo desse trabalho concreto e baixar a guarda e estar mais próximo do nosso povo.
Eu não sei qual relação das imagens com o texto. Ficou estranho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto muito coerente e direto. Precisamos mesmo desse trabalho concreto e baixar a guarda e estar mais próximo do nosso povo.<br />
Eu não sei qual relação das imagens com o texto. Ficou estranho.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
