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	Comentários sobre: Ainda aquela pedra	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: poeta doutro lado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/08/127762/#comment-466641</link>

		<dc:creator><![CDATA[poeta doutro lado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2019 16:56:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[belíssimo texto de crítica! Muito bom de ler. E também achei interessante abrir o debate sobre a participação do poeta no regime varguista. Especialmente porque no texto a questão política aparece e lhe dá inclusive mais interesse e força. Só acho que o comentarista que chamou a atenção para isso poderia ter uma postura mais aberta, de apresentar a questão, sem fechá-la tão facilmente com um julgamento de valor político. É possível, por exemplo, rastrear esta questão na produção do poeta? Seria muito interessante analisar esta situação do autor, integrante do regime ao mesmo tempo que escritor admirado por militantes de esquerda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>belíssimo texto de crítica! Muito bom de ler. E também achei interessante abrir o debate sobre a participação do poeta no regime varguista. Especialmente porque no texto a questão política aparece e lhe dá inclusive mais interesse e força. Só acho que o comentarista que chamou a atenção para isso poderia ter uma postura mais aberta, de apresentar a questão, sem fechá-la tão facilmente com um julgamento de valor político. É possível, por exemplo, rastrear esta questão na produção do poeta? Seria muito interessante analisar esta situação do autor, integrante do regime ao mesmo tempo que escritor admirado por militantes de esquerda.</p>
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		<title>
		Por: Jan Cenek		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/08/127762/#comment-466511</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jan Cenek]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2019 00:12:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Creio que o zombeteiro Millôr inseriu Cristo e Judas no dito popular justamente para problematizá-lo, se não, somos forçados a concluir que Judas é Cristo e o inverso é verdadeiro, afinal, andavam juntos. Ou seja, nem o suposto filho de deus sobreviveria ao dito popular.

Se ter cargo de confiança torna o ocupante responsável por toda a política do governo, muita gente boa vai responder por compor o governo Bolsonaro, que não é formado apenas por familiares, laranjas e milicianos. Mas, de qualquer forma, associar Drummond às torturas praticadas pelo governo Vargas é como responsabilizar um pernilongo por uma hemorragia.  

Quando perguntam a Milan Kundera se ele é direita ou de esquerda, o bardo tcheco responde que é romancista. É uma forma de garantir que o texto seja analisados em si, e não a partir das posições políticas do autor. Quem deve falar é o texto, o autor que precisa explicar seu trabalho depõe contra sua obra. É certamente a mesma razão que explica por que Drummond evitava entrevistas (faz uns 30 anos que Kundera não concede entrevistas). A crítica deve ser livre e irrestrita, mas é muito limitada a crítica que analisa a obra a partir da biografia do autor. A poesia de Drummond desmente totalmente essa possibilidade, mas suponhamos que o poeta fosse varguista, que tivesse &quot;as mãos sujas&quot;, isso alteraria o valor da obra? 

Ainda Kundera, sempre ele, o bardo sobre os que analisam obras a partir da biografia dos autores: “Esses parasitas não sabem nada sobre a vida sexual de seus próprios cônjuges, mas acham que sabem tudo sobre a intimidade de Stendhal ou Faulkner.” 

Como em geral são contra a arte, que é libertária, não é raro direitistas tentarem desqualificar obras a partir da biografia dos autores. É a forma que encontram para contornar e isolar a arte. Não impede que sejam problematizadas posições políticas de poetas e escritores, mas a esquerda partir e/ou parar nesse ponto é se limitar por baixo, aproximando-se perigosamente da mediocridade direitista.

Enfim, nada contra discutir posições políticas do homem Carlos Drummond de Andrade, mas o que me interessa e, creio, realmente importa, é discutir a poesia de Carlos Drummond de Andrade. O homem morreu, sua poesia vai viver pelo menos enquanto existir a língua portuguesa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que o zombeteiro Millôr inseriu Cristo e Judas no dito popular justamente para problematizá-lo, se não, somos forçados a concluir que Judas é Cristo e o inverso é verdadeiro, afinal, andavam juntos. Ou seja, nem o suposto filho de deus sobreviveria ao dito popular.</p>
<p>Se ter cargo de confiança torna o ocupante responsável por toda a política do governo, muita gente boa vai responder por compor o governo Bolsonaro, que não é formado apenas por familiares, laranjas e milicianos. Mas, de qualquer forma, associar Drummond às torturas praticadas pelo governo Vargas é como responsabilizar um pernilongo por uma hemorragia.  </p>
<p>Quando perguntam a Milan Kundera se ele é direita ou de esquerda, o bardo tcheco responde que é romancista. É uma forma de garantir que o texto seja analisados em si, e não a partir das posições políticas do autor. Quem deve falar é o texto, o autor que precisa explicar seu trabalho depõe contra sua obra. É certamente a mesma razão que explica por que Drummond evitava entrevistas (faz uns 30 anos que Kundera não concede entrevistas). A crítica deve ser livre e irrestrita, mas é muito limitada a crítica que analisa a obra a partir da biografia do autor. A poesia de Drummond desmente totalmente essa possibilidade, mas suponhamos que o poeta fosse varguista, que tivesse &#8220;as mãos sujas&#8221;, isso alteraria o valor da obra? </p>
<p>Ainda Kundera, sempre ele, o bardo sobre os que analisam obras a partir da biografia dos autores: “Esses parasitas não sabem nada sobre a vida sexual de seus próprios cônjuges, mas acham que sabem tudo sobre a intimidade de Stendhal ou Faulkner.” </p>
<p>Como em geral são contra a arte, que é libertária, não é raro direitistas tentarem desqualificar obras a partir da biografia dos autores. É a forma que encontram para contornar e isolar a arte. Não impede que sejam problematizadas posições políticas de poetas e escritores, mas a esquerda partir e/ou parar nesse ponto é se limitar por baixo, aproximando-se perigosamente da mediocridade direitista.</p>
<p>Enfim, nada contra discutir posições políticas do homem Carlos Drummond de Andrade, mas o que me interessa e, creio, realmente importa, é discutir a poesia de Carlos Drummond de Andrade. O homem morreu, sua poesia vai viver pelo menos enquanto existir a língua portuguesa.</p>
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		<title>
		Por: Fabiano e Aurora		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/08/127762/#comment-466466</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabiano e Aurora]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 18:35:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Diga-me com quem andas e dir-te-ei [que língua, a nossa!] quem és. Pois é: Judas andava com Cristo. Cristo andava com Judas” (Millôr Fernandes) 

Sintética, mas profunda expressão de Millôr... Se a poesia é obra do poeta, nem sempre o homem é obra da poesia.  “(...) o fato é que o emprego público foi a forma que Drummond encontrou para se sustentar e escrever”. Gustavo Capanema, amigo pessoal de Drummond,  foi quem lhe garantiu o sustento como secretário (indicado) de seu gabinete, antes e durante quase todo o Estado Novo, regime ditatorial, que, entre tantos outros, prendeu e torturou o autor de “Vidas Secas” Graciliano Ramos... Realmente “Vidas Secas”... 

Falar “da Legião de Outubro um texto que trata do poema No meio do caminho, do pico do Cauê e dos crimes da mineração” não é uma afirmação crítica, mas justamente o contrário, uma proposição à reflexão crítica (não só a Drummond, mas a quem e ao que quer que seja), especialmente no tocante àquilo que versa a teoria, poética ou não, e à práxis. De fato, “No meio do caminho “passou a compor o ecossistema da língua portuguesa””, e isto por si só já é um grande feito. Mas os grandes feitos nem sempre são tão laureados... à crítica cabe buscar, ainda que no meio do caminho se &quot;estilhace&quot; ou que se torne pó o idílico, a compreensão da &quot;aurora&quot;... 

“(...) Da garrafa estilhaçada,
no ladrilho já sereno
escorre uma coisa espessa
que é leite, sangue… não sei.
Por entre objetos confusos,
mal redimidos da noite,
duas cores se procuram,
suavemente se tocam,
amorosamente se enlaçam,
formando um terceiro tom
a que chamamos aurora. (Morte do leiteiro - Carlos Drummond de Andrade)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Diga-me com quem andas e dir-te-ei [que língua, a nossa!] quem és. Pois é: Judas andava com Cristo. Cristo andava com Judas” (Millôr Fernandes) </p>
<p>Sintética, mas profunda expressão de Millôr&#8230; Se a poesia é obra do poeta, nem sempre o homem é obra da poesia.  “(&#8230;) o fato é que o emprego público foi a forma que Drummond encontrou para se sustentar e escrever”. Gustavo Capanema, amigo pessoal de Drummond,  foi quem lhe garantiu o sustento como secretário (indicado) de seu gabinete, antes e durante quase todo o Estado Novo, regime ditatorial, que, entre tantos outros, prendeu e torturou o autor de “Vidas Secas” Graciliano Ramos&#8230; Realmente “Vidas Secas”&#8230; </p>
<p>Falar “da Legião de Outubro um texto que trata do poema No meio do caminho, do pico do Cauê e dos crimes da mineração” não é uma afirmação crítica, mas justamente o contrário, uma proposição à reflexão crítica (não só a Drummond, mas a quem e ao que quer que seja), especialmente no tocante àquilo que versa a teoria, poética ou não, e à práxis. De fato, “No meio do caminho “passou a compor o ecossistema da língua portuguesa””, e isto por si só já é um grande feito. Mas os grandes feitos nem sempre são tão laureados&#8230; à crítica cabe buscar, ainda que no meio do caminho se &#8220;estilhace&#8221; ou que se torne pó o idílico, a compreensão da &#8220;aurora&#8221;&#8230; </p>
<p>“(&#8230;) Da garrafa estilhaçada,<br />
no ladrilho já sereno<br />
escorre uma coisa espessa<br />
que é leite, sangue… não sei.<br />
Por entre objetos confusos,<br />
mal redimidos da noite,<br />
duas cores se procuram,<br />
suavemente se tocam,<br />
amorosamente se enlaçam,<br />
formando um terceiro tom<br />
a que chamamos aurora. (Morte do leiteiro &#8211; Carlos Drummond de Andrade)</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Jan Cenek		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/08/127762/#comment-466438</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jan Cenek]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 14:28:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127762#comment-466438</guid>

					<description><![CDATA[Insinuar que Drummond fosse simpatizante ou próximo de grupos fascistas é desconhecer profundamente a biografia e, sobretudo, a obra do poeta, que chegou a afirmar que, se não tivesse uma família para sustentar, teria sido um anarquista radical. À parte a ironia e a gozação, o fato é que o emprego público foi a forma que Drummond encontrou para se sustentar e escrever. Funcionou: é, para muitos, o maior poeta brasileiro.

Drummond escreveu seus poemas mais politizados justamente no período em que trabalhou no Ministério da Educação: “O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus dedos” – registrou no poema A noite dissolve os homens, em 1938. Naquela época os versos de Drummond eram copiados a mão e circulavam entre pessoas de esquerda, davam “a poucos uma esperança mínima” – o relato é de Antonio Candido, o verso é de Drummond. Em 1945, o poeta se aproximou do PCB por um período curto. O pessimismo do poeta teria dificuldades para se adaptar às certezas de um militante – imagino, mas isso não tem importância para o que se discute aqui.

Não entendo por que teria que falar da Legião de Outubro um texto que trata do poema No meio do caminho, do pico do Cauê e dos crimes da mineração. O que aquela tem a ver com estes? Mas, enfim, o comentário acima atesta que No meio do caminho “passou a compor o ecossistema da língua portuguesa”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Insinuar que Drummond fosse simpatizante ou próximo de grupos fascistas é desconhecer profundamente a biografia e, sobretudo, a obra do poeta, que chegou a afirmar que, se não tivesse uma família para sustentar, teria sido um anarquista radical. À parte a ironia e a gozação, o fato é que o emprego público foi a forma que Drummond encontrou para se sustentar e escrever. Funcionou: é, para muitos, o maior poeta brasileiro.</p>
<p>Drummond escreveu seus poemas mais politizados justamente no período em que trabalhou no Ministério da Educação: “O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus dedos” – registrou no poema A noite dissolve os homens, em 1938. Naquela época os versos de Drummond eram copiados a mão e circulavam entre pessoas de esquerda, davam “a poucos uma esperança mínima” – o relato é de Antonio Candido, o verso é de Drummond. Em 1945, o poeta se aproximou do PCB por um período curto. O pessimismo do poeta teria dificuldades para se adaptar às certezas de um militante – imagino, mas isso não tem importância para o que se discute aqui.</p>
<p>Não entendo por que teria que falar da Legião de Outubro um texto que trata do poema No meio do caminho, do pico do Cauê e dos crimes da mineração. O que aquela tem a ver com estes? Mas, enfim, o comentário acima atesta que No meio do caminho “passou a compor o ecossistema da língua portuguesa”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedra do Caminho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/08/127762/#comment-466232</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedra do Caminho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 16:33:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=127762#comment-466232</guid>

					<description><![CDATA[A história é um incessante desenrolar de pedras no meio do caminho... “do meio da década de 1930” ao meio da década de 1940, mais precisamente de 1934 a 1945, Drummond “se tornou chefe de gabinete” do ministro (no meio do caminho havia uma pedra...) Gustavo Capanema (partidário decidido do movimento revolucionário que depôs o presidente Washington Luís e conduziu Vargas ao poder em novembro de 1930 liderou, em fevereiro de 1931, junto com Francisco Campos e Amaro Lanari, a formação da Legião de Outubro, organização política criada em Minas Gerais com a finalidade de oferecer apoio ao regime surgido da Revolução de 30. A Legião de Outubro, que teve uma existência breve e apresentava traços programáticos e organizativos semelhantes aos movimentos fascistas... no meio do caminhohavia uma perda), que foi o Ministro da Educação que mais tempo ficou no cargo em toda a história do Brasil (1934 a 1945, aproximadamente 11 anos contínuos), por consequência, ministério e ministro profundamente envolvidos com o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) um órgão criado no Brasil em dezembro de 1939, por decreto do presidente Getúlio Vargas e que serviu como instrumento de censura e propaganda do governo durante o Estado Novo. O Pico do Cauê virou pó... Mas há um pico que insiste em obliterar a história, impondo à classe trabalhadora, a partir da esquerda, uma verdadeira “derrota incomparável” ao negar (ou omitir...) a intensa (e nefasta?) circulação de figuras de direita e esquerda junto aos fascismos... havia uma pedra no meio do caminho...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história é um incessante desenrolar de pedras no meio do caminho&#8230; “do meio da década de 1930” ao meio da década de 1940, mais precisamente de 1934 a 1945, Drummond “se tornou chefe de gabinete” do ministro (no meio do caminho havia uma pedra&#8230;) Gustavo Capanema (partidário decidido do movimento revolucionário que depôs o presidente Washington Luís e conduziu Vargas ao poder em novembro de 1930 liderou, em fevereiro de 1931, junto com Francisco Campos e Amaro Lanari, a formação da Legião de Outubro, organização política criada em Minas Gerais com a finalidade de oferecer apoio ao regime surgido da Revolução de 30. A Legião de Outubro, que teve uma existência breve e apresentava traços programáticos e organizativos semelhantes aos movimentos fascistas&#8230; no meio do caminhohavia uma perda), que foi o Ministro da Educação que mais tempo ficou no cargo em toda a história do Brasil (1934 a 1945, aproximadamente 11 anos contínuos), por consequência, ministério e ministro profundamente envolvidos com o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) um órgão criado no Brasil em dezembro de 1939, por decreto do presidente Getúlio Vargas e que serviu como instrumento de censura e propaganda do governo durante o Estado Novo. O Pico do Cauê virou pó&#8230; Mas há um pico que insiste em obliterar a história, impondo à classe trabalhadora, a partir da esquerda, uma verdadeira “derrota incomparável” ao negar (ou omitir&#8230;) a intensa (e nefasta?) circulação de figuras de direita e esquerda junto aos fascismos&#8230; havia uma pedra no meio do caminho&#8230;</p>
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