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	Comentários sobre: Abandonem o Zap!	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: 01010001		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-618851</link>

		<dc:creator><![CDATA[01010001]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 14:05:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Custo zero&quot;, em telecomunicações, se chama &lt;em&gt;zero rating&lt;/em&gt;. É a política que Google, Facebook e outros estão usando para fazer a internet &quot;chegar aos mais pobres&quot;: a empresa banca o custo de conexão, às vezes também a infraestrutura física (cabos, centrais de comutação e controle, servidores etc.). O resultado de curto prazo: &quot;Youtube de graça&quot;, &quot;WhatsApp ilimitado&quot;, &quot;Instagram sem gastar crédito&quot; etc. O resultado de médio prazo: gigantes da internet que bancam certos conteúdos chegarem aos mais pobres oligopolizam a produção de conteúdo na internet, ou transformam-se no(s) único(s) meio(s) de fazer conteúdos (quaisquer conteúdos) chegarem aos &quot;mais pobres&#039;. O resultado de longo prazo: na medida em que os mais pobres, graças ao &quot;acesso barato à comunicação, notícias, entretenimento&quot;, trafegam por dentro das redes destas gigantes da internet, deixando registrados com elas seus dados de navegação, que terminam sendo usados para criar perfis de usuário a serem usados por estas empresas na venda de propagandas direcionadas. Tudo isso, claro, a &quot;custo zero&quot; para o usuário. Lembrem-se sempre: na internet, se há um serviço sendo prestado a &quot;custo zero&quot;, a mercadoria não é o serviço prestado -- a mercadoria é você.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Custo zero&#8221;, em telecomunicações, se chama <em>zero rating</em>. É a política que Google, Facebook e outros estão usando para fazer a internet &#8220;chegar aos mais pobres&#8221;: a empresa banca o custo de conexão, às vezes também a infraestrutura física (cabos, centrais de comutação e controle, servidores etc.). O resultado de curto prazo: &#8220;Youtube de graça&#8221;, &#8220;WhatsApp ilimitado&#8221;, &#8220;Instagram sem gastar crédito&#8221; etc. O resultado de médio prazo: gigantes da internet que bancam certos conteúdos chegarem aos mais pobres oligopolizam a produção de conteúdo na internet, ou transformam-se no(s) único(s) meio(s) de fazer conteúdos (quaisquer conteúdos) chegarem aos &#8220;mais pobres&#8217;. O resultado de longo prazo: na medida em que os mais pobres, graças ao &#8220;acesso barato à comunicação, notícias, entretenimento&#8221;, trafegam por dentro das redes destas gigantes da internet, deixando registrados com elas seus dados de navegação, que terminam sendo usados para criar perfis de usuário a serem usados por estas empresas na venda de propagandas direcionadas. Tudo isso, claro, a &#8220;custo zero&#8221; para o usuário. Lembrem-se sempre: na internet, se há um serviço sendo prestado a &#8220;custo zero&#8221;, a mercadoria não é o serviço prestado &#8212; a mercadoria é você.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: FRANCISCO CARLOS DA SILVA		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-617370</link>

		<dc:creator><![CDATA[FRANCISCO CARLOS DA SILVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 21:05:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O whatsApp é uma maravilha da narureza tecnológica que está quebrando conceitos, preconceitos, multinacionais de telecominicações, a cara de políticos canalhas etc etc... Por isso, &quot;a ordem agora&quot; é desconstruir, obstruir e impedir o pobre a ter acesso barato à comunicação, notícias,  entretenimento a custo zero!  Vamos desconstruir o Zap.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O whatsApp é uma maravilha da narureza tecnológica que está quebrando conceitos, preconceitos, multinacionais de telecominicações, a cara de políticos canalhas etc etc&#8230; Por isso, &#8220;a ordem agora&#8221; é desconstruir, obstruir e impedir o pobre a ter acesso barato à comunicação, notícias,  entretenimento a custo zero!  Vamos desconstruir o Zap.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Um militante ai que usa o zap mas sabe que não contribui para a militância		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-539047</link>

		<dc:creator><![CDATA[Um militante ai que usa o zap mas sabe que não contribui para a militância]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:54:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro colega com o nome extenso, participei de uma mobilização de estagiários no Rio de Janeiro. Não teríamos dado um sequer passo em direção a uma organização de estagiários se não tivessemos feito um chamado via grupos de zap, cuja finalidade era decidir onde faríamos ato para cobrar nossos salários, quem levaria faixa, cartazes, além de conversar sobre nossas tretas com a burocracia da secretaria de educação. O limite de nossa organização estava dado uma vez que mesmo o zap tendo sido um fator que nos uniu, estagiários de várias escolas, ao mesmo tempo a sua dinâmica dificultou em muito conseguirmos mobilizar reuniões para pensar em pautas de médio e longo prazo. Resumindo, o zap deu conta de uma necessidade imediata, mas não foi através dele que conseguimos nos aproximar para além do ato específico sobre o nosso salário. Hoje o grupo ainda existe mas é tão disperso que parece grupo de família. E essa dinâmica é muito própria do zap mesmo. Receio que não tenhamos como escapar da necessidade do zap, mas continuaremos errando se acreditarmos que algo de bom resultará de uma organização que se estabelece nele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro colega com o nome extenso, participei de uma mobilização de estagiários no Rio de Janeiro. Não teríamos dado um sequer passo em direção a uma organização de estagiários se não tivessemos feito um chamado via grupos de zap, cuja finalidade era decidir onde faríamos ato para cobrar nossos salários, quem levaria faixa, cartazes, além de conversar sobre nossas tretas com a burocracia da secretaria de educação. O limite de nossa organização estava dado uma vez que mesmo o zap tendo sido um fator que nos uniu, estagiários de várias escolas, ao mesmo tempo a sua dinâmica dificultou em muito conseguirmos mobilizar reuniões para pensar em pautas de médio e longo prazo. Resumindo, o zap deu conta de uma necessidade imediata, mas não foi através dele que conseguimos nos aproximar para além do ato específico sobre o nosso salário. Hoje o grupo ainda existe mas é tão disperso que parece grupo de família. E essa dinâmica é muito própria do zap mesmo. Receio que não tenhamos como escapar da necessidade do zap, mas continuaremos errando se acreditarmos que algo de bom resultará de uma organização que se estabelece nele.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: passei mais tempo pensando em um nome do que refletindo sobre o texto,acho que isso diz muito sobre meu comentario.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-539022</link>

		<dc:creator><![CDATA[passei mais tempo pensando em um nome do que refletindo sobre o texto,acho que isso diz muito sobre meu comentario.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 14:38:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em qual rede social se constrói algo &quot;verdadeiramente coletivo&quot; ?
Tentando seguir sua logica de raciocínio,as &quot;atividades militantes&quot; (?) não se constrói com a &quot;intensidade necessária&quot; em um ambiente virtual. 
O telegram,por exemplo, só se diferencia do zap na logica de segurança (bem duvidosa) das informações.
O zap serve para aquilo que ele se propõem,que certamente não é construir nada de fato concreto. A praticidade tem disso,né]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em qual rede social se constrói algo &#8220;verdadeiramente coletivo&#8221; ?<br />
Tentando seguir sua logica de raciocínio,as &#8220;atividades militantes&#8221; (?) não se constrói com a &#8220;intensidade necessária&#8221; em um ambiente virtual.<br />
O telegram,por exemplo, só se diferencia do zap na logica de segurança (bem duvidosa) das informações.<br />
O zap serve para aquilo que ele se propõem,que certamente não é construir nada de fato concreto. A praticidade tem disso,né</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: um leitor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-519202</link>

		<dc:creator><![CDATA[um leitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 22:58:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O zap é um otimo app. A questão é que ele não é seguro ou adequado para comportar organizações políticas. A sua dinâmica em si já impede esquematicidade. Por isso assino embaixo de Zeca Riben. ABANDONEM O ZAP! Há recursos melhores para se organizar com camaradas de luta. Sugiro também que leiam as colunas sobre cuidados digitais que o PassaPalavra tem publicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O zap é um otimo app. A questão é que ele não é seguro ou adequado para comportar organizações políticas. A sua dinâmica em si já impede esquematicidade. Por isso assino embaixo de Zeca Riben. ABANDONEM O ZAP! Há recursos melhores para se organizar com camaradas de luta. Sugiro também que leiam as colunas sobre cuidados digitais que o PassaPalavra tem publicado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: kuarup		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-517034</link>

		<dc:creator><![CDATA[kuarup]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 16:34:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Zeca Riben, dando seguimento ao tema postado por ti, e escorregando para outros lados, solto texto de uma boa polêmica entre o time matrix/Riot e o Moxie (desenvolvedor e lorde supremo do fechado Signal). Como meu inglês é pra lá de sofrível não traduzi, li usando deepl, compartilho aqui pois o tema proposto por ti é pra lá de relevante. 

No mais, grato Zeca pela abordagem pedagógica...acabei &quot;usando&quot; também para certos compas que imaginam o Telegram como refúgio para lutadores,mas enfim, cada um enfia o pé no formigueiro que escolhe.

Link para On Privacy versus Freedom https://matrix.org/blog/2020/01/02/on-privacy-versus-freedom/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Zeca Riben, dando seguimento ao tema postado por ti, e escorregando para outros lados, solto texto de uma boa polêmica entre o time matrix/Riot e o Moxie (desenvolvedor e lorde supremo do fechado Signal). Como meu inglês é pra lá de sofrível não traduzi, li usando deepl, compartilho aqui pois o tema proposto por ti é pra lá de relevante. </p>
<p>No mais, grato Zeca pela abordagem pedagógica&#8230;acabei &#8220;usando&#8221; também para certos compas que imaginam o Telegram como refúgio para lutadores,mas enfim, cada um enfia o pé no formigueiro que escolhe.</p>
<p>Link para On Privacy versus Freedom <a href="https://matrix.org/blog/2020/01/02/on-privacy-versus-freedom/" rel="nofollow ugc">https://matrix.org/blog/2020/01/02/on-privacy-versus-freedom/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-517001</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 15:00:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comentarista que assina como &quot;Alan&quot; deve viver um curioso paradoxo. Ao tempo em que critica um texto que propõe retomar construções coletivas concretas, e acusa de &quot;proto-pós-moderno&quot; um site que publica um texto que, segundo o próprio comentarista, recebeu num grupo de WhatsApp, ele esperava algum texto com temas mais &quot;duros&quot; e, de certo modo, abstrusos para o tipo de público menos versado no jargão conceitual da economia marxista. Ora, sendo ele versado neste jargão, e tendo a cultura que demonstra ter, está em posição de produzir tal reflexão e encaminhar para o site. Mas não a faz. Prefere aguardar a produção de um texto, que certamente compartilhará nos grupos de WhatsApp de que participa. A que ponto chegamos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comentarista que assina como &#8220;Alan&#8221; deve viver um curioso paradoxo. Ao tempo em que critica um texto que propõe retomar construções coletivas concretas, e acusa de &#8220;proto-pós-moderno&#8221; um site que publica um texto que, segundo o próprio comentarista, recebeu num grupo de WhatsApp, ele esperava algum texto com temas mais &#8220;duros&#8221; e, de certo modo, abstrusos para o tipo de público menos versado no jargão conceitual da economia marxista. Ora, sendo ele versado neste jargão, e tendo a cultura que demonstra ter, está em posição de produzir tal reflexão e encaminhar para o site. Mas não a faz. Prefere aguardar a produção de um texto, que certamente compartilhará nos grupos de WhatsApp de que participa. A que ponto chegamos!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-516457</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 22:23:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Provavelmente meu comentário não será aprovado, site proto-pós-moderno é difícil de se comentar. Já parou pra pensar nos minutos (espero que tenham sido minutos de fato) gastos pra escrever essa porcaria? olha aí gente, vocês não estão na Finlândia, finquem o pé na mandioca e pensem na hora de escrever. Há de se hierarquizar os assuntos, não temos tempo pra perder com futilidades e insignificâncias como essa, poderia ter escrito algo sobre acumulação, a transnacionalização galopante e estão mais uma vez se enveredando pelas imbecilidades pra, ironicamente, ganharem compartilhamentos em grupos de esquerda no zap, é por um que vim parar aqui, inclusive. Façam um favor a vocês mesmos, mantenham pautas irrelevantes escondidas no site e destaquem as relevantes, já é a terceira vez que apareço nesse site pra ler bobagem.

&quot;A sua praticidade, na verdade, nos tira a obrigação de reservar um tempo mínimo do dia (às vezes não precisamos de mais do que 30 minutos) para as atividades militantes, para a leitura ou para construir algo verdadeiramente coletivo.&quot; ESPERO mais ainda que ele não ache que esse texto foi uma &quot;militância&quot;.

Até mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente meu comentário não será aprovado, site proto-pós-moderno é difícil de se comentar. Já parou pra pensar nos minutos (espero que tenham sido minutos de fato) gastos pra escrever essa porcaria? olha aí gente, vocês não estão na Finlândia, finquem o pé na mandioca e pensem na hora de escrever. Há de se hierarquizar os assuntos, não temos tempo pra perder com futilidades e insignificâncias como essa, poderia ter escrito algo sobre acumulação, a transnacionalização galopante e estão mais uma vez se enveredando pelas imbecilidades pra, ironicamente, ganharem compartilhamentos em grupos de esquerda no zap, é por um que vim parar aqui, inclusive. Façam um favor a vocês mesmos, mantenham pautas irrelevantes escondidas no site e destaquem as relevantes, já é a terceira vez que apareço nesse site pra ler bobagem.</p>
<p>&#8220;A sua praticidade, na verdade, nos tira a obrigação de reservar um tempo mínimo do dia (às vezes não precisamos de mais do que 30 minutos) para as atividades militantes, para a leitura ou para construir algo verdadeiramente coletivo.&#8221; ESPERO mais ainda que ele não ache que esse texto foi uma &#8220;militância&#8221;.</p>
<p>Até mais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: kuarup		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-507455</link>

		<dc:creator><![CDATA[kuarup]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 16:11:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=129375#comment-507455</guid>

					<description><![CDATA[Boaaa!!   Ainda vale ressaltar a enorme miséria mental que o zap causa.Dado que o Zap também executa a competição &quot;desigual e combinada&quot; entre os indivíduos nos grupos (um ranking real dos &quot;influencers&quot;), isso produz toda sorte de ressentimentos. 

No mundo das ideias, é difícil imaginar o pensar com tantas notificações chegando aos kilos, cascatas de  mensagens, do nascimento de mais uma sobrinha a algum golpe de algum país mundo afora. Sem falar nas reais impossibilidades de privacidade e segurança.

O Zap tem lá suas funções, conexões familiares funcionam bem. Ou não. Coletivos ou aglomerados de indivíduos que querem querem derrubar o capital, difícil mesmo dar certo no Zap.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boaaa!!   Ainda vale ressaltar a enorme miséria mental que o zap causa.Dado que o Zap também executa a competição &#8220;desigual e combinada&#8221; entre os indivíduos nos grupos (um ranking real dos &#8220;influencers&#8221;), isso produz toda sorte de ressentimentos. </p>
<p>No mundo das ideias, é difícil imaginar o pensar com tantas notificações chegando aos kilos, cascatas de  mensagens, do nascimento de mais uma sobrinha a algum golpe de algum país mundo afora. Sem falar nas reais impossibilidades de privacidade e segurança.</p>
<p>O Zap tem lá suas funções, conexões familiares funcionam bem. Ou não. Coletivos ou aglomerados de indivíduos que querem querem derrubar o capital, difícil mesmo dar certo no Zap.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2019/12/129375/#comment-507448</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 15:38:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=129375#comment-507448</guid>

					<description><![CDATA[REVOLUÇÃO E CONTRARREVOLUÇÃO, QUANDO O FUTURO ACABOU:
Che Guevara, o guerrilheiro fotogênico e algo menos boquirroto que Fidel Castro, jogou no ventilador: &quot;O dever de todo revolucionário é fazer a revolução!&quot; 
O p.b.r. (pequeno burguês radicalizado) jacobino terceiromundista daquele então sentiu-se pessoal e intransferivelmente convocado pela história (com H, s&#039;il vous plaît). 
Leitores mais ou menos foquistas de Régis Debray, heróis e mártires autopresumíveis do mundo uniram-se: arma da crítica &#038; crítica das armas davam-se as mãos. E - (re)começando na Bolívia, depois do fiasco da &#039;insurreição&#039; congolesa - Guevara foi aprisionado e executado, para alívio de marxistas-leninistas de toda laia.
Não havia álibis: redes sociais, uber etc. Mas o roteiro era o de sempre: revolução derrotada ou, quando &#039;vitoriosa&#039;, logo se descobria que aquela fantochada não era senão mais uma reestruturação capitalista...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REVOLUÇÃO E CONTRARREVOLUÇÃO, QUANDO O FUTURO ACABOU:<br />
Che Guevara, o guerrilheiro fotogênico e algo menos boquirroto que Fidel Castro, jogou no ventilador: &#8220;O dever de todo revolucionário é fazer a revolução!&#8221;<br />
O p.b.r. (pequeno burguês radicalizado) jacobino terceiromundista daquele então sentiu-se pessoal e intransferivelmente convocado pela história (com H, s&#8217;il vous plaît).<br />
Leitores mais ou menos foquistas de Régis Debray, heróis e mártires autopresumíveis do mundo uniram-se: arma da crítica &amp; crítica das armas davam-se as mãos. E &#8211; (re)começando na Bolívia, depois do fiasco da &#8216;insurreição&#8217; congolesa &#8211; Guevara foi aprisionado e executado, para alívio de marxistas-leninistas de toda laia.<br />
Não havia álibis: redes sociais, uber etc. Mas o roteiro era o de sempre: revolução derrotada ou, quando &#8216;vitoriosa&#8217;, logo se descobria que aquela fantochada não era senão mais uma reestruturação capitalista&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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