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	Comentários sobre: Entrevista com um manifestante dentro da Universidade sitiada em Hong Kong	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: kuarup		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[kuarup]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 21:50:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vou contar sumariamente o que a esquerda de baixo impactos e anorexa  comenta/discute nalgumas bolhinhas quando o assunto é Hong Kong, em aspas para ser fiel às diversas autorias:

&quot;Hong Kong está vivendo o Brasil de 2013, sob influencia de forças externas&quot; (sic de um &quot;militante&quot;  de um partido institucional grande).

&quot;A direita mundial está dirigindo os confrontos&quot;

&quot;A extrema direita ucraniana se mudou para lá e está recrutando gente&quot;. Faço uma pausa para as teorias relacionadas ao PAN Eurasianismo....e paro aqui porque não vou ao pscinalista por conta dessas tonteirias.

&quot;Os movimentos de Hong Kong querem estabelecer o padrão ocidental de regime&quot;.
&quot;Antes a China que os EUA&quot;
&quot;Não existe revolucionários no movimento&quot;
&quot;Quem está no confronto é a extrema direita&quot;
&quot;Quem dá o tom do movimento é a classe média urbana&quot;

Fim do sumário, pordoem o copia e cola.

Após o posicionamento de Lula, recentemente sobre 2013, velhos armários foram reabertos na esquerda institucional, alguns mais próximos da terra média (Tolkien) que das complexidades do tempo presente. Então, nem vou me ater ao assunto, fartamente tratado no PP aliás.

Minha hipótese: A Esquerda Brasileira, depois de passar cheque em branco lá nos idos dos 70, tornou-se reacionária. Sim, a esquerda pode ser reacionária, pois, no caso tupiniquim, a dita esquerda não é nem mamífero e nem pássaro, parafraseando Chico de Oliveira.

Noves fora a intencionalidade da esquerda sobre 2013, cujo acerto de contas é energia mal gasta, prevalece aquele senso: o que não controlo, preciso conter.

Brasil 2013, Chile 2019...em comum a longa trajetória das esquerdas de baixo impacto em levantar cercas de contenção às revoltas. Impossibilitados de fazer sua máquina hegemonica rodar sob a engrenagem &quot;solta&quot; das ruas em chamas. Resta a distribuição no varejo dos piores argumentos para justificar a sabotagem (com sinal invertido) de toda potência de Insurreição das ruas. A galera da Bachellet entregou a rapadura antes do fim de um mês  de revoltas, felizmente e apesar deles, o Chile segue em #evade.

Por causa dessa nada esquizofrênica postura, ou estratégia, Hong Kong só pode ser vista pela lente conservadora enquanto ameaça de &quot;contra-revolução&quot;. E como a experiência, memória, imaginários, táticas e invenções não contam para as forças institucionais de esquerda, o juízo sobre as revoltas sempre recairá sob o signo triste do acontecimento suspenso. Pobre esquerda triste.

Incapazes de ver além do cercadinho miúdo e sem maiores significados para as imensas maiorias, tem restado altas dosagens de ressentimento, para usar o termo  da moda,sobre todos os que não estão sob o mesmo acordo.

A esquerda brazuca,esse sujeito sem ossos,se distância cada vez mais do tecido da realidade, afundando mais e mais em seus box Sprawl.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou contar sumariamente o que a esquerda de baixo impactos e anorexa  comenta/discute nalgumas bolhinhas quando o assunto é Hong Kong, em aspas para ser fiel às diversas autorias:</p>
<p>&#8220;Hong Kong está vivendo o Brasil de 2013, sob influencia de forças externas&#8221; (sic de um &#8220;militante&#8221;  de um partido institucional grande).</p>
<p>&#8220;A direita mundial está dirigindo os confrontos&#8221;</p>
<p>&#8220;A extrema direita ucraniana se mudou para lá e está recrutando gente&#8221;. Faço uma pausa para as teorias relacionadas ao PAN Eurasianismo&#8230;.e paro aqui porque não vou ao pscinalista por conta dessas tonteirias.</p>
<p>&#8220;Os movimentos de Hong Kong querem estabelecer o padrão ocidental de regime&#8221;.<br />
&#8220;Antes a China que os EUA&#8221;<br />
&#8220;Não existe revolucionários no movimento&#8221;<br />
&#8220;Quem está no confronto é a extrema direita&#8221;<br />
&#8220;Quem dá o tom do movimento é a classe média urbana&#8221;</p>
<p>Fim do sumário, pordoem o copia e cola.</p>
<p>Após o posicionamento de Lula, recentemente sobre 2013, velhos armários foram reabertos na esquerda institucional, alguns mais próximos da terra média (Tolkien) que das complexidades do tempo presente. Então, nem vou me ater ao assunto, fartamente tratado no PP aliás.</p>
<p>Minha hipótese: A Esquerda Brasileira, depois de passar cheque em branco lá nos idos dos 70, tornou-se reacionária. Sim, a esquerda pode ser reacionária, pois, no caso tupiniquim, a dita esquerda não é nem mamífero e nem pássaro, parafraseando Chico de Oliveira.</p>
<p>Noves fora a intencionalidade da esquerda sobre 2013, cujo acerto de contas é energia mal gasta, prevalece aquele senso: o que não controlo, preciso conter.</p>
<p>Brasil 2013, Chile 2019&#8230;em comum a longa trajetória das esquerdas de baixo impacto em levantar cercas de contenção às revoltas. Impossibilitados de fazer sua máquina hegemonica rodar sob a engrenagem &#8220;solta&#8221; das ruas em chamas. Resta a distribuição no varejo dos piores argumentos para justificar a sabotagem (com sinal invertido) de toda potência de Insurreição das ruas. A galera da Bachellet entregou a rapadura antes do fim de um mês  de revoltas, felizmente e apesar deles, o Chile segue em #evade.</p>
<p>Por causa dessa nada esquizofrênica postura, ou estratégia, Hong Kong só pode ser vista pela lente conservadora enquanto ameaça de &#8220;contra-revolução&#8221;. E como a experiência, memória, imaginários, táticas e invenções não contam para as forças institucionais de esquerda, o juízo sobre as revoltas sempre recairá sob o signo triste do acontecimento suspenso. Pobre esquerda triste.</p>
<p>Incapazes de ver além do cercadinho miúdo e sem maiores significados para as imensas maiorias, tem restado altas dosagens de ressentimento, para usar o termo  da moda,sobre todos os que não estão sob o mesmo acordo.</p>
<p>A esquerda brazuca,esse sujeito sem ossos,se distância cada vez mais do tecido da realidade, afundando mais e mais em seus box Sprawl.</p>
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