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	Comentários sobre: O mal-estar com o crescimento chinês	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Elie		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elie]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 09:55:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Raquel Azevedo,
D&#039;accord je comprend, merci de votre réponse ainsi que des précisions apportées.

(Tradução do Passa Palavra: Entendi, estou de acordo. Obrigado pela resposta e pelas explicações.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raquel Azevedo,<br />
D&#8217;accord je comprend, merci de votre réponse ainsi que des précisions apportées.</p>
<p>(Tradução do Passa Palavra: Entendi, estou de acordo. Obrigado pela resposta e pelas explicações.)</p>
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		<title>
		Por: Raquel Azevedo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 13:01:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi, Elie. Acho que o Smith contemporâneo do Branko é diferente do Smith que o Arrighi evoca no livro dele. Uma das ideias do Adam Smith em Pequim é que haveria duas formas de desenvolvimento capitalista: uma natural, que o Arrighi associa ao caminho que Smith apresenta n&#039;A riqueza das nações, ou seja, a formação de uma sociedade de mercado a partir do aprofundamento da divisão do trabalho desde a agricultura, passando pela manufatura e chegando enfim ao comércio internacional; e outra anti-natural, correspondente ao caminho apresentado por Marx, que, segundo Arrighi, inverte o progresso natural ao apresentar o desenvolvimento do comércio como etapa que antecede o desenvolvimento da agricultura. Enquanto a estrutura marxista e o Estado a ela correspondente (que perde sua autonomia para a burguesia e deve encarnar a agressividade do colonialismo e do comércio de longas distâncias) são a marca do Ocidente, Arrighi se pergunta qual seria a característica do desenvolvimento chinês. Para ele, a China repete o caminho apontado por Smith, inclusive (e especialmente) na manutenção da autonomia do Estado na economia e na política externa. 

O gesto do Arrighi é aplicar o modelo do Smith ao desenvolvimento capitalista chinês. O que o Branko propõe é que o pensamento econômico contemporâneo tem de considerar que os efeitos da última revolução tecnológica são distintos daqueles da revolução tecnológica dos séculos XVIII e XIX. Essa última aprofundou a desigualdade de renda entre os países; a primeira reduziu. Um novo Smith teria que considerar (e explicar) esses efeitos ambíguos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Elie. Acho que o Smith contemporâneo do Branko é diferente do Smith que o Arrighi evoca no livro dele. Uma das ideias do Adam Smith em Pequim é que haveria duas formas de desenvolvimento capitalista: uma natural, que o Arrighi associa ao caminho que Smith apresenta n&#8217;A riqueza das nações, ou seja, a formação de uma sociedade de mercado a partir do aprofundamento da divisão do trabalho desde a agricultura, passando pela manufatura e chegando enfim ao comércio internacional; e outra anti-natural, correspondente ao caminho apresentado por Marx, que, segundo Arrighi, inverte o progresso natural ao apresentar o desenvolvimento do comércio como etapa que antecede o desenvolvimento da agricultura. Enquanto a estrutura marxista e o Estado a ela correspondente (que perde sua autonomia para a burguesia e deve encarnar a agressividade do colonialismo e do comércio de longas distâncias) são a marca do Ocidente, Arrighi se pergunta qual seria a característica do desenvolvimento chinês. Para ele, a China repete o caminho apontado por Smith, inclusive (e especialmente) na manutenção da autonomia do Estado na economia e na política externa. </p>
<p>O gesto do Arrighi é aplicar o modelo do Smith ao desenvolvimento capitalista chinês. O que o Branko propõe é que o pensamento econômico contemporâneo tem de considerar que os efeitos da última revolução tecnológica são distintos daqueles da revolução tecnológica dos séculos XVIII e XIX. Essa última aprofundou a desigualdade de renda entre os países; a primeira reduziu. Um novo Smith teria que considerar (e explicar) esses efeitos ambíguos.</p>
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		<title>
		Por: Elie		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130017/#comment-549351</link>

		<dc:creator><![CDATA[Elie]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 16:54:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ce &quot;nouvel Adam Smith&quot; n&#039;est t-il pas tout trouvé en la personne de Giovanni Arrighi qui a écrit un livre au titre évocateur: &quot;Adam Smith à Pékin, Les promesses de la voie chinoise&quot; ? Je pose cette question naïvement car j&#039;aimerais avoir l&#039;avis de l&#039;auteur de l&#039;article.

(Tradução do Passa Palavra: Não será que «esse novo Adam Smith» corresponde à pessoa de Giovanni Arrighi, autor de um livro com um título elucidativo: &lt;em&gt;Adam Smith em Pequim. As promessas da Via Chinesa&lt;/em&gt;? É sinceramente que faço a pergunta, porque gostaria de conhecer a opinião da autora do artigo.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ce &#8220;nouvel Adam Smith&#8221; n&#8217;est t-il pas tout trouvé en la personne de Giovanni Arrighi qui a écrit un livre au titre évocateur: &#8220;Adam Smith à Pékin, Les promesses de la voie chinoise&#8221; ? Je pose cette question naïvement car j&#8217;aimerais avoir l&#8217;avis de l&#8217;auteur de l&#8217;article.</p>
<p>(Tradução do Passa Palavra: Não será que «esse novo Adam Smith» corresponde à pessoa de Giovanni Arrighi, autor de um livro com um título elucidativo: <em>Adam Smith em Pequim. As promessas da Via Chinesa</em>? É sinceramente que faço a pergunta, porque gostaria de conhecer a opinião da autora do artigo.)</p>
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