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	Comentários sobre: A pandemia é um mal menor para os capitalistas?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Profeta Gates		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/04/130620/#comment-573625</link>

		<dc:creator><![CDATA[Profeta Gates]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2020 15:56:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em março de 2015 Bill Gates profetizou sobre uma nova epidemia depois do surgimento do EBOLA: 
&quot;Por isso da próxima vez, poderemos não ter tanta sorte. Pode ser um vírus em que as pessoas se sentem tão bem, mesmo contagiosas, que entram em aviões ou vão a mercados. A fonte do vírus pode ser natural, como no caso do Ébola, ou pode ser bioterrorismo. Por isso, existem coisas que fariam a situação mil vezes pior&quot;.

https://www.ted.com/talks/bill_gates_the_next_outbreak_we_re_not_ready/transcript 

E assim caminha a humanidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em março de 2015 Bill Gates profetizou sobre uma nova epidemia depois do surgimento do EBOLA:<br />
&#8220;Por isso da próxima vez, poderemos não ter tanta sorte. Pode ser um vírus em que as pessoas se sentem tão bem, mesmo contagiosas, que entram em aviões ou vão a mercados. A fonte do vírus pode ser natural, como no caso do Ébola, ou pode ser bioterrorismo. Por isso, existem coisas que fariam a situação mil vezes pior&#8221;.</p>
<p><a href="https://www.ted.com/talks/bill_gates_the_next_outbreak_we_re_not_ready/transcript" rel="nofollow ugc">https://www.ted.com/talks/bill_gates_the_next_outbreak_we_re_not_ready/transcript</a> </p>
<p>E assim caminha a humanidade</p>
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		<title>
		Por: Ze antonio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/04/130620/#comment-573073</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ze antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 22:18:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No texto não utilizo a noção de imperialismo, onde se sobrepõe o mercado externo  e subjuga  as condições produtivas locais. Essa leitura possível tá condicionada à visão de que a fórmula se repete, como se o capital financeiro fosse o entreguista, que fundamenta uma lógica de exploração de exploração de mais valia absoluta. Essa noção  tá colocada também numa perspectiva de completo esgotamento da exploração de mais valia, como se o capital não tivesse saídas a não ser a precarização.
Eu trato da ideia aí, de que é a oposição e defasagem produtiva, que coloca a crise na intensidade que ela tem. É também essa oposição entre setores e a formas de incorporação dos movimentos dos trabalhadores, que promove novos consensos de reestruturação produtiva. Se isso resolve ou não a crise econômica, é outra história. O fato é esse um movimento mais lógico da classes dominantes, do que acreditar que ela aceitaria uma subjugação produtiva a nível nacional e internacional. 
Então, incorporação do trabalhadores , no sentido da disciplina se converter em novos meios de extração de mais valia, é a dinâmica que prevalece., que traz a luta de classes pro palco.  Infelizmente, é isso que tende a ocorrer, Com está colocado no texto. Mesmo que as lutas se incorporem em um novo ciclo de mais valia relativa, a situação da crise internacional coloca novos meios de domesticação diante de uma mais grave: a crise do movimento dos trabalhadores. É essa perda do sentido econômico, que a própria esquerda participa, que eu quis expor. Pra gente perceber que a crise colocada abre oportunidades, porém os mecanismos de incorporação já estão se movimentando. Tanto que a nível local, a gestão das empresas de alta produtividade é levada a um consenso com as de baixa. No sentido de que a aposta num Socorro financeiro seja um meio de manter os setores integrados. Então,  o que importa aqui é como o movimento dos trabalhadores pode agir e como a coisa pode ficar dependendo de suas ações. Pq é daí que a coisa depende, não de leis permanentes, como numa oposição entre &quot;entreguistas&quot; e &quot;progressistas&quot;. Então não se trata de uma esperança democrática num bem estar promovido pela classes dominantes, é da forma que as lutas e resistências dos trabalhadores permitem uma domesticação diante do entendimento de que a sua reprodução é algo necessário a ser preservado, pro capitalismo. Essa força ativa dos trabalhadores, muito além dos dispositivos acordados entre as classes dominantes, como sindicatos e a legalidade da racionalidade nas relações capitalistas, que traz os termos da reestruturação produtiva ja em curso atualmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No texto não utilizo a noção de imperialismo, onde se sobrepõe o mercado externo  e subjuga  as condições produtivas locais. Essa leitura possível tá condicionada à visão de que a fórmula se repete, como se o capital financeiro fosse o entreguista, que fundamenta uma lógica de exploração de exploração de mais valia absoluta. Essa noção  tá colocada também numa perspectiva de completo esgotamento da exploração de mais valia, como se o capital não tivesse saídas a não ser a precarização.<br />
Eu trato da ideia aí, de que é a oposição e defasagem produtiva, que coloca a crise na intensidade que ela tem. É também essa oposição entre setores e a formas de incorporação dos movimentos dos trabalhadores, que promove novos consensos de reestruturação produtiva. Se isso resolve ou não a crise econômica, é outra história. O fato é esse um movimento mais lógico da classes dominantes, do que acreditar que ela aceitaria uma subjugação produtiva a nível nacional e internacional.<br />
Então, incorporação do trabalhadores , no sentido da disciplina se converter em novos meios de extração de mais valia, é a dinâmica que prevalece., que traz a luta de classes pro palco.  Infelizmente, é isso que tende a ocorrer, Com está colocado no texto. Mesmo que as lutas se incorporem em um novo ciclo de mais valia relativa, a situação da crise internacional coloca novos meios de domesticação diante de uma mais grave: a crise do movimento dos trabalhadores. É essa perda do sentido econômico, que a própria esquerda participa, que eu quis expor. Pra gente perceber que a crise colocada abre oportunidades, porém os mecanismos de incorporação já estão se movimentando. Tanto que a nível local, a gestão das empresas de alta produtividade é levada a um consenso com as de baixa. No sentido de que a aposta num Socorro financeiro seja um meio de manter os setores integrados. Então,  o que importa aqui é como o movimento dos trabalhadores pode agir e como a coisa pode ficar dependendo de suas ações. Pq é daí que a coisa depende, não de leis permanentes, como numa oposição entre &#8220;entreguistas&#8221; e &#8220;progressistas&#8221;. Então não se trata de uma esperança democrática num bem estar promovido pela classes dominantes, é da forma que as lutas e resistências dos trabalhadores permitem uma domesticação diante do entendimento de que a sua reprodução é algo necessário a ser preservado, pro capitalismo. Essa força ativa dos trabalhadores, muito além dos dispositivos acordados entre as classes dominantes, como sindicatos e a legalidade da racionalidade nas relações capitalistas, que traz os termos da reestruturação produtiva ja em curso atualmente.</p>
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		<title>
		Por: Rodrigo Lima		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/04/130620/#comment-573029</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 21:16:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130620#comment-573029</guid>

					<description><![CDATA[Em certa altura o texto propõe o seguinte: &quot;Numa difícil recuperação econômica pelas transnacionais, diante da crise, cabe às lutas pautar novos termos de disciplina e impor uma reestruturação social produtiva que garanta conquistas. E nisso, antecipar-se contra o uso de políticas de controle social que tomam feições de contrainsurgência e condicionam qualquer ganho à subordinação aos gestores. As políticas sociais e de intervenção pelo ganho de produtividade, como consequência do conflito, podem obrigar as classes capitalistas a investir mais benefícios na força de trabalho antes de exigências por produção. Trabalhadores investindo na sua reprodução é um caminho básico para lutas chegarem a um horizonte revolucionário.&quot; 

Algumas questões que se apresentam dispersas ao longo do texto neste trecho acima ficam claras. Para o autor há uma disputa e certa contradição entre o empresariado médio cujo lucro seria essencialmente extraído por mais-valia absoluta e, em oposição, as grandes empresas, que alcançariam sua lucratividade com mecanismos indiretos de mais-valia relativa. Esta contradição se expressaria em posicionamentos políticos particulares de cada fração. O problema é que as formas de mais-valia absoluta e relativa não são propriamente separáveis. O desenvolvimento tecnológico geral de um tempo histórico permite uma redução geral do custo da força de trabalho (alimentos, transporte, saúde, educação, etc.), isto é a parte que &quot;cabe&quot; à mais-valia relativa e não, diretamente, a utilização de mais máquinas, mais produtiva, por uma empresa específica. Quando uma empresa de determinado setor se utiliza de maquinas mais produtivas ela alcança uma mais-valia extraordinária, excepcional, pois realiza, vende, seus produtos ou serviços com o preço médio, mas com um custo de produção menor. Não há, portanto, uma disputa imediata entre empresas que se voltam &quot;mais&quot; para a &quot;mais-valia relativa&quot; e empresas que se voltam mais para a &quot;mais valia absoluta&quot;. As empresas com maior custo de produção (por máquinas menos proutivas, por exemplo) realizam um lucro abaixo do lucro médio e por isso tendem a ampliar a extensão da jornada de trabalho. Mas, como fica claro no livro III, o mercado nacional e mundial força a massa de mais valor nacionalmente e globalmente produzida à construir um lucro médio, que equaliza a porção de lucro a ser recebida pela mesma massa de capital investida nos mais variados setores, seja a construção civil, com uma grande quantidade de trabalhadores, ou na mineração, com poucos trabalhadores. 

Esta primeira questão &quot;teórica&quot;, por assim dizer, se transforma no texto em uma confusão de ordem prática: as lutas dos trabalhadores que se orientam para forçar o desenvolvimento tecnológico, ou seja, para o quê o texto apresenta como &quot;mais-valia relativa&quot;, podem construir um cenário com melhores condições de existência para a classe trabalhadora em geral. Bom, este argumento, das &quot;aventuras benéficas da mais-valia relativa&quot; serviram e servem desde bastante tempo para a leituras que compreendem grandes diferenciações na interior da burguesia. Uma dessas leituras, por exemplo, apresenta um capital financeiro malfazejo e um capital produtivo benfazejo. Um seria meramente predatório, o outro teria a benéfica qualidade de produzir coisas e condições (melhores?) de existência da classe trabalhadora. Outra leitura possível, é a das &quot;frações nacionalistas&quot; da burguesia em oposição às &quot;frações entreguistas&quot;. As primeiras vivem do mercado interno e, portanto, constroem condições (melhores?) para os trabalhadores. As outras, por viver das alianças com o império criariam condições &quot;destrutivas&quot; do saudoso parque industrial local. 

O norte político do texto se desenha como uma aposta de que as pressões das lutas dos trabalhadores podem forçar a construção de condições melhores para a existência dos trabalhadores na medida em que desenvolvam as forças produtivas (a produtivdade) local. Esta estratégia serviu e serve também às apostas da social democracia em garantir, a partir das cisões acima, um &quot;lugar ao sol&quot; para a burguesia. Na prática, este programa é utilizado para credenciar as organizações oriundas das lutas dos trabalhadores como possíveis gestoras do sistema, como um possível &quot;governo&quot;, uma vez que no coração de seus programas cabem bem as condições de produção e reprodução do mundo do capital e das mercadorias. Na história, em geral, uma vez que estas organizações se encontram na gestão do sistema, as aparentes disputas entre as frações &quot;benfazejas&quot; e &quot;malfazejas&quot; da burguesia inscrita em seus programas curiosamente esvanescem. E isto por que o caráter desigual da produção (capitais que produzem sob condições concretas, desiguais, que possuem custos de produção diversos, acima ou abaixo do custo médio de produção)  é uma condição do funcionamento do próprio sistema e não um entrave. A racionalização de que seria possível &quot;equalizar&quot; por cima as condições de produção é mera ilusão. 

Por fim, uma pergunta: caberia a classe trabalhadora disciplinar melhor os capitalistas para o bom funcionamento do capitalismo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em certa altura o texto propõe o seguinte: &#8220;Numa difícil recuperação econômica pelas transnacionais, diante da crise, cabe às lutas pautar novos termos de disciplina e impor uma reestruturação social produtiva que garanta conquistas. E nisso, antecipar-se contra o uso de políticas de controle social que tomam feições de contrainsurgência e condicionam qualquer ganho à subordinação aos gestores. As políticas sociais e de intervenção pelo ganho de produtividade, como consequência do conflito, podem obrigar as classes capitalistas a investir mais benefícios na força de trabalho antes de exigências por produção. Trabalhadores investindo na sua reprodução é um caminho básico para lutas chegarem a um horizonte revolucionário.&#8221; </p>
<p>Algumas questões que se apresentam dispersas ao longo do texto neste trecho acima ficam claras. Para o autor há uma disputa e certa contradição entre o empresariado médio cujo lucro seria essencialmente extraído por mais-valia absoluta e, em oposição, as grandes empresas, que alcançariam sua lucratividade com mecanismos indiretos de mais-valia relativa. Esta contradição se expressaria em posicionamentos políticos particulares de cada fração. O problema é que as formas de mais-valia absoluta e relativa não são propriamente separáveis. O desenvolvimento tecnológico geral de um tempo histórico permite uma redução geral do custo da força de trabalho (alimentos, transporte, saúde, educação, etc.), isto é a parte que &#8220;cabe&#8221; à mais-valia relativa e não, diretamente, a utilização de mais máquinas, mais produtiva, por uma empresa específica. Quando uma empresa de determinado setor se utiliza de maquinas mais produtivas ela alcança uma mais-valia extraordinária, excepcional, pois realiza, vende, seus produtos ou serviços com o preço médio, mas com um custo de produção menor. Não há, portanto, uma disputa imediata entre empresas que se voltam &#8220;mais&#8221; para a &#8220;mais-valia relativa&#8221; e empresas que se voltam mais para a &#8220;mais valia absoluta&#8221;. As empresas com maior custo de produção (por máquinas menos proutivas, por exemplo) realizam um lucro abaixo do lucro médio e por isso tendem a ampliar a extensão da jornada de trabalho. Mas, como fica claro no livro III, o mercado nacional e mundial força a massa de mais valor nacionalmente e globalmente produzida à construir um lucro médio, que equaliza a porção de lucro a ser recebida pela mesma massa de capital investida nos mais variados setores, seja a construção civil, com uma grande quantidade de trabalhadores, ou na mineração, com poucos trabalhadores. </p>
<p>Esta primeira questão &#8220;teórica&#8221;, por assim dizer, se transforma no texto em uma confusão de ordem prática: as lutas dos trabalhadores que se orientam para forçar o desenvolvimento tecnológico, ou seja, para o quê o texto apresenta como &#8220;mais-valia relativa&#8221;, podem construir um cenário com melhores condições de existência para a classe trabalhadora em geral. Bom, este argumento, das &#8220;aventuras benéficas da mais-valia relativa&#8221; serviram e servem desde bastante tempo para a leituras que compreendem grandes diferenciações na interior da burguesia. Uma dessas leituras, por exemplo, apresenta um capital financeiro malfazejo e um capital produtivo benfazejo. Um seria meramente predatório, o outro teria a benéfica qualidade de produzir coisas e condições (melhores?) de existência da classe trabalhadora. Outra leitura possível, é a das &#8220;frações nacionalistas&#8221; da burguesia em oposição às &#8220;frações entreguistas&#8221;. As primeiras vivem do mercado interno e, portanto, constroem condições (melhores?) para os trabalhadores. As outras, por viver das alianças com o império criariam condições &#8220;destrutivas&#8221; do saudoso parque industrial local. </p>
<p>O norte político do texto se desenha como uma aposta de que as pressões das lutas dos trabalhadores podem forçar a construção de condições melhores para a existência dos trabalhadores na medida em que desenvolvam as forças produtivas (a produtivdade) local. Esta estratégia serviu e serve também às apostas da social democracia em garantir, a partir das cisões acima, um &#8220;lugar ao sol&#8221; para a burguesia. Na prática, este programa é utilizado para credenciar as organizações oriundas das lutas dos trabalhadores como possíveis gestoras do sistema, como um possível &#8220;governo&#8221;, uma vez que no coração de seus programas cabem bem as condições de produção e reprodução do mundo do capital e das mercadorias. Na história, em geral, uma vez que estas organizações se encontram na gestão do sistema, as aparentes disputas entre as frações &#8220;benfazejas&#8221; e &#8220;malfazejas&#8221; da burguesia inscrita em seus programas curiosamente esvanescem. E isto por que o caráter desigual da produção (capitais que produzem sob condições concretas, desiguais, que possuem custos de produção diversos, acima ou abaixo do custo médio de produção)  é uma condição do funcionamento do próprio sistema e não um entrave. A racionalização de que seria possível &#8220;equalizar&#8221; por cima as condições de produção é mera ilusão. </p>
<p>Por fim, uma pergunta: caberia a classe trabalhadora disciplinar melhor os capitalistas para o bom funcionamento do capitalismo?</p>
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