<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Se não o sindicato, o quê?	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2020/05/131836/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2020/05/131836/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 Sep 2020 15:41:33 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Sarah Patel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/05/131836/#comment-665415</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sarah Patel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 15:41:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=131836#comment-665415</guid>

					<description><![CDATA[Disciplina sobre “sindicalismo, anarquismo e anarcossindicalismo”? ... huuuum...!

&quot;Foi a classe operária que, com as suas lutas contra a mesquinhez e estreiteza de espírito da capacidade capitalista, contribuiu para estabelecer as condições de um capitalismo normal. Sem parar, deve bater-se para preservar este precário equilíbrio. Os sindicatos são os instrumentos destas lutas, por isso preenchem uma função indispensável no capitalismo. Alguns patrões menos espertos não compreendem isto, mas os seus chefes políticos, mais avisados, sabem muito bem que os sindicatos são um elemento essencial ao capitalismo, e que, sem esta força reguladora que são os sindicatos operários, o poder capitalista não seria completo. Finalmente, se bem que produzidos pelas lutas dos operários e mantidos vivos pelos seus esforços e sacrifícios, os sindicatos tornaram-se órgãos da sociedade capitalista”. (PANNEKOEK, Anton. A luta operária (s/d), disponível em &#060;http://guy-debord.blogspot.com.br/2009/06/anton-pannekoek-o-sindicalismo.html)

&#034;O sindicalismo não pode vencer a resistência do capitalismo. Esta a lição que se deve depreender do que anteriormente se disse. As vitórias que alcança trazem apenas soluções a curto prazo. (...)  
(...)
A incapacidade do sindicalismo nada tem de surpreendente, pois que se um grupo isolado de trabalhadores se pode mostrar numa justa correlação de forças quando se opõe a um patronato isolado, é porém, impotente face a um patrão que é apoiado pelo conjunto da classe capitalista. É o que se passa neste caso: o poder estatal, a força financeira do capitalismo, a opinião pública burguesa, a virulência da imprensa capitalista concorrem para vencer o grupo de trabalhadores combativos.

Quanto ao conjunto da classe operária, não se sente envolvido pela luta de um grupo de grevistas. Sem dúvida que a massa dos trabalhadores nunca é hostil a uma acção de greve: pode até chegar a empreender colectas para apoiar os grevistas - com a condição de não serem proibidas por ordem de um tribunal. Mas esta simpatia não vai mais longe: os grevistas permanecem sós, enquanto milhões de trabalhadores os observam passivamente. E a luta não pode ser ganha (salvo em casos particulares quando o patronato decide, por razões económicas, satisfazer algumas reivindicações) enquanto o conjunto da classe operária não estiver unido neste combate&#034; (PANNEKOEK, Anton. O sindicalismo, (s/d), disponível emhttps://www.marxists.org/portugues/pannekoe/1936/mes/sindicalismo.htm)

&#034;Estabelecer um diálogo cordial (razão + coração)&#034;...? Huuuuum...!

&#034;É hoje moda no Brasil fazer apelos ao coração e dar a primazia à ética. Parece que nenhuma palestra pode terminar, por vezes não pode mesmo começar, sem invocar os sentimentos da assistência, e raramente se encontra seminário ou congresso que não inclua a ética entre os temas abordados com destaque. Para evitar desilusões, previno desde já que nem uma coisa nem a outra se encontrará neste livro, como aliás em nenhum que eu tenha escrito ou venha a escrever. O convite aos sentimentos, por oposição ao intelecto, é uma forma de estimular o irracionalismo, e o mundo conheceu já, nas décadas de 1920 e de 1930, o carácter político do irracionalismo e os seus resultados, quando os fascismos tomavam também o apelo ao coração e aos sentimentos como base da sua ideologia e da sua prática de mobilização das massas. Quanto à ética, abstracta e com e maiúsculo, ela é o que jamais deixou de ser, a pior das hipocrisias. O cínico tem ao menos a desculpa de saber o que faz. O ético nem isso, já que a moral geral e universal serve para encobrir os resultados das acções não tanto aos olhos alheios, mas sobretudo aos próprios que as praticam.

O que nós precisamos, e hoje mais do que nunca, perante tantos desafios novos, é a lucidez de um frio raciocínio. Precisamos de deitar fora, sem compaixão nem apegos sentimentais, tudo o que, herdado do passado ou justificado por hábitos arreigados, se revele prejudicial ou apenas inútil. Precisamos de traçar com rigor a linha que divide os interesses dos trabalhadores e os interesses dos capitalistas, e esta é uma tarefa tanto mais difícil quando não se trata de uma demarcação regular e estável, mas, pelo contrário, de uma linha sinuosa e oscilante, reconstruída em cada momento. Os apelos ao coração e à ética só confundem onde seria necessário esclarecer. A administração de uma empresa pode, evidentemente, patrocinar a arte e as boas causas, aplicar os princípios da nutrição racional no refeitório dos trabalhadores, por exemplo, e dirigir discursos humanistas aos seus assalariados, assim como pode não praticar a corrupção e não recorrer a fraudes. Mas este uso dos sentimentos e este procedimento ético em nada alteram os mecanismos fundamentais da exploração. Do mesmo modo, os dirigentes sindicais podem manter os trabalhadores regularmente informados de uma boa parte das decisões tomadas nas reuniões de direcção e podem não levar no bolso o dinheiro da tesouraria, mas não é por isso que se altera a estrutura burocrática dos sindicatos e que o seu funcionamento deixa de ser autoritário e centralizado&#034; (Bernardo, João. Transnacionalização do Capital e Fragmentação dos Trabalhadores. https://comunism0.wordpress.com/transnacionalizacao-do-capital-e-fragmentacao-dostrabalhadores/)

Problemas de classe, raça e gênero...? ... hum...!

&#034;E a igualdade de direitos políticos das mulheres é o primeiro mote que ela levanta, ao se prestar a recrutar novas seguidoras em prol das reivindicações de toda a classe trabalhadora. (...)E apenas na proletária moderna que a mulher se toma um ser humano, pois e apenas a luta que produz o ser humano, a participação no trabalho cultural, na história da humanidade.

(...)

A proletária precisa de direitos políticos, pois exerce a mesma função econômica que o proletário masculino na sociedade, se sacrifica igualmente para o capital, mantém igualmente o Estado, e igualmente sugada e subjugada por ele. Ela tem os mesmos interesses e, precisa, para sua defesa, das mesmas armas. Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o homem e a mulher, mas na oposição entre o capital e o trabalho.

(...) Aqui, ao lado do homem, a mulher trabalhadora sacode as colunas da ordem social vigente e, antes que esta lhe conceda um direito aparente, ela ira ajudar a pôr em ruínas essa ordem social.&#034; (Luxemburgo, Rosa. A Proletária. https://www.marxists.org/portugues/luxemburgo/1914/03/05.htm#tr1)

 &#034;Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o homem e a mulher, mas na oposição entre o capital e o trabalho&#034;

Ou...

Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o branco e o negro, mas na oposição entre o capital e o trabalho.

Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o europeu e o resto do mundo, mas na oposição entre o capital e o trabalho.

Etc...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Disciplina sobre “sindicalismo, anarquismo e anarcossindicalismo”? &#8230; huuuum&#8230;!</p>
<p>&#8220;Foi a classe operária que, com as suas lutas contra a mesquinhez e estreiteza de espírito da capacidade capitalista, contribuiu para estabelecer as condições de um capitalismo normal. Sem parar, deve bater-se para preservar este precário equilíbrio. Os sindicatos são os instrumentos destas lutas, por isso preenchem uma função indispensável no capitalismo. Alguns patrões menos espertos não compreendem isto, mas os seus chefes políticos, mais avisados, sabem muito bem que os sindicatos são um elemento essencial ao capitalismo, e que, sem esta força reguladora que são os sindicatos operários, o poder capitalista não seria completo. Finalmente, se bem que produzidos pelas lutas dos operários e mantidos vivos pelos seus esforços e sacrifícios, os sindicatos tornaram-se órgãos da sociedade capitalista”. (PANNEKOEK, Anton. A luta operária (s/d), disponível em &lt;<a href="http://guy-debord.blogspot.com.br/2009/06/anton-pannekoek-o-sindicalismo.html" rel="nofollow ugc">http://guy-debord.blogspot.com.br/2009/06/anton-pannekoek-o-sindicalismo.html</a>)</p>
<p>&quot;O sindicalismo não pode vencer a resistência do capitalismo. Esta a lição que se deve depreender do que anteriormente se disse. As vitórias que alcança trazem apenas soluções a curto prazo. (&#8230;)<br />
(&#8230;)<br />
A incapacidade do sindicalismo nada tem de surpreendente, pois que se um grupo isolado de trabalhadores se pode mostrar numa justa correlação de forças quando se opõe a um patronato isolado, é porém, impotente face a um patrão que é apoiado pelo conjunto da classe capitalista. É o que se passa neste caso: o poder estatal, a força financeira do capitalismo, a opinião pública burguesa, a virulência da imprensa capitalista concorrem para vencer o grupo de trabalhadores combativos.</p>
<p>Quanto ao conjunto da classe operária, não se sente envolvido pela luta de um grupo de grevistas. Sem dúvida que a massa dos trabalhadores nunca é hostil a uma acção de greve: pode até chegar a empreender colectas para apoiar os grevistas &#8211; com a condição de não serem proibidas por ordem de um tribunal. Mas esta simpatia não vai mais longe: os grevistas permanecem sós, enquanto milhões de trabalhadores os observam passivamente. E a luta não pode ser ganha (salvo em casos particulares quando o patronato decide, por razões económicas, satisfazer algumas reivindicações) enquanto o conjunto da classe operária não estiver unido neste combate&quot; (PANNEKOEK, Anton. O sindicalismo, (s/d), disponível emhttps://www.marxists.org/portugues/pannekoe/1936/mes/sindicalismo.htm)</p>
<p>&quot;Estabelecer um diálogo cordial (razão + coração)&quot;&#8230;? Huuuuum&#8230;!</p>
<p>&quot;É hoje moda no Brasil fazer apelos ao coração e dar a primazia à ética. Parece que nenhuma palestra pode terminar, por vezes não pode mesmo começar, sem invocar os sentimentos da assistência, e raramente se encontra seminário ou congresso que não inclua a ética entre os temas abordados com destaque. Para evitar desilusões, previno desde já que nem uma coisa nem a outra se encontrará neste livro, como aliás em nenhum que eu tenha escrito ou venha a escrever. O convite aos sentimentos, por oposição ao intelecto, é uma forma de estimular o irracionalismo, e o mundo conheceu já, nas décadas de 1920 e de 1930, o carácter político do irracionalismo e os seus resultados, quando os fascismos tomavam também o apelo ao coração e aos sentimentos como base da sua ideologia e da sua prática de mobilização das massas. Quanto à ética, abstracta e com e maiúsculo, ela é o que jamais deixou de ser, a pior das hipocrisias. O cínico tem ao menos a desculpa de saber o que faz. O ético nem isso, já que a moral geral e universal serve para encobrir os resultados das acções não tanto aos olhos alheios, mas sobretudo aos próprios que as praticam.</p>
<p>O que nós precisamos, e hoje mais do que nunca, perante tantos desafios novos, é a lucidez de um frio raciocínio. Precisamos de deitar fora, sem compaixão nem apegos sentimentais, tudo o que, herdado do passado ou justificado por hábitos arreigados, se revele prejudicial ou apenas inútil. Precisamos de traçar com rigor a linha que divide os interesses dos trabalhadores e os interesses dos capitalistas, e esta é uma tarefa tanto mais difícil quando não se trata de uma demarcação regular e estável, mas, pelo contrário, de uma linha sinuosa e oscilante, reconstruída em cada momento. Os apelos ao coração e à ética só confundem onde seria necessário esclarecer. A administração de uma empresa pode, evidentemente, patrocinar a arte e as boas causas, aplicar os princípios da nutrição racional no refeitório dos trabalhadores, por exemplo, e dirigir discursos humanistas aos seus assalariados, assim como pode não praticar a corrupção e não recorrer a fraudes. Mas este uso dos sentimentos e este procedimento ético em nada alteram os mecanismos fundamentais da exploração. Do mesmo modo, os dirigentes sindicais podem manter os trabalhadores regularmente informados de uma boa parte das decisões tomadas nas reuniões de direcção e podem não levar no bolso o dinheiro da tesouraria, mas não é por isso que se altera a estrutura burocrática dos sindicatos e que o seu funcionamento deixa de ser autoritário e centralizado&quot; (Bernardo, João. Transnacionalização do Capital e Fragmentação dos Trabalhadores. <a href="https://comunism0.wordpress.com/transnacionalizacao-do-capital-e-fragmentacao-dostrabalhadores/" rel="nofollow ugc">https://comunism0.wordpress.com/transnacionalizacao-do-capital-e-fragmentacao-dostrabalhadores/</a>)</p>
<p>Problemas de classe, raça e gênero&#8230;? &#8230; hum&#8230;!</p>
<p>&quot;E a igualdade de direitos políticos das mulheres é o primeiro mote que ela levanta, ao se prestar a recrutar novas seguidoras em prol das reivindicações de toda a classe trabalhadora. (&#8230;)E apenas na proletária moderna que a mulher se toma um ser humano, pois e apenas a luta que produz o ser humano, a participação no trabalho cultural, na história da humanidade.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>A proletária precisa de direitos políticos, pois exerce a mesma função econômica que o proletário masculino na sociedade, se sacrifica igualmente para o capital, mantém igualmente o Estado, e igualmente sugada e subjugada por ele. Ela tem os mesmos interesses e, precisa, para sua defesa, das mesmas armas. Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o homem e a mulher, mas na oposição entre o capital e o trabalho.</p>
<p>(&#8230;) Aqui, ao lado do homem, a mulher trabalhadora sacode as colunas da ordem social vigente e, antes que esta lhe conceda um direito aparente, ela ira ajudar a pôr em ruínas essa ordem social.&quot; (Luxemburgo, Rosa. A Proletária. <a href="https://www.marxists.org/portugues/luxemburgo/1914/03/05.htm#tr1" rel="nofollow ugc">https://www.marxists.org/portugues/luxemburgo/1914/03/05.htm#tr1</a>)</p>
<p> &quot;Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o homem e a mulher, mas na oposição entre o capital e o trabalho&quot;</p>
<p>Ou&#8230;</p>
<p>Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o branco e o negro, mas na oposição entre o capital e o trabalho.</p>
<p>Suas reivindicações políticas estão profundamente enraizadas no abismo social que separa a classe dos explorados da classe dos exploradores; não na oposição entre o europeu e o resto do mundo, mas na oposição entre o capital e o trabalho.</p>
<p>Etc&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Hebert Campos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/05/131836/#comment-665395</link>

		<dc:creator><![CDATA[Hebert Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 04:15:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=131836#comment-665395</guid>

					<description><![CDATA[Texto sem propósito, sem nexo. Sem reflexão histórica ou política de sindicato. Vi na página que tem 50 anos o síndicato.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto sem propósito, sem nexo. Sem reflexão histórica ou política de sindicato. Vi na página que tem 50 anos o síndicato.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jener		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/05/131836/#comment-623593</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jener]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 17:37:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=131836#comment-623593</guid>

					<description><![CDATA[Priscila, o comentário desse sindicalizado reflete bem o momento.
Militantes implorando a participação de todos e os &quot;apolíticos&quot; dizendo que precisamos de outros caminhos que sejam pelo sindicato pq as diretorias dos sindicatos supostamente estariam a serviço de partidos de esquerda.
Sem a disposição para o diálogo franco nada mudará na forma de nos organizarmos.
Compartilho da sua decepção quanto a disposição da maioria em lutar pelo coletivo.
O individualismo, o egoísmo, a ganância e a validade tem minado nossas relações.
O discurso do ódio venceu essa batalha. Mas ainda tenho esperanças em um mundo melhor, mais justo, solidário, empático e amoroso.
Enquanto a união está distante, sigo tentando fazer a minha parte como cidadão e como professor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Priscila, o comentário desse sindicalizado reflete bem o momento.<br />
Militantes implorando a participação de todos e os &#8220;apolíticos&#8221; dizendo que precisamos de outros caminhos que sejam pelo sindicato pq as diretorias dos sindicatos supostamente estariam a serviço de partidos de esquerda.<br />
Sem a disposição para o diálogo franco nada mudará na forma de nos organizarmos.<br />
Compartilho da sua decepção quanto a disposição da maioria em lutar pelo coletivo.<br />
O individualismo, o egoísmo, a ganância e a validade tem minado nossas relações.<br />
O discurso do ódio venceu essa batalha. Mas ainda tenho esperanças em um mundo melhor, mais justo, solidário, empático e amoroso.<br />
Enquanto a união está distante, sigo tentando fazer a minha parte como cidadão e como professor.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Síndico		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/05/131836/#comment-609138</link>

		<dc:creator><![CDATA[Síndico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2020 15:15:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=131836#comment-609138</guid>

					<description><![CDATA[Priscilla, acho que parte da apatia relativa à atividade sindical é devida justamente a que os sindicatos muitas vezes são co-responsáveis pela perda de direitos. Não estou falando do caso específico dos e das professoras, mas num nível histórico. 
Acho complicado essencializar os sindicatos como ferramentas únicas, ou explicar a recusa das maiorias em unir-se ao sindicalismo a um &quot;individualismo&quot;. Talvez o mais importante ocorra abaixo do nível do sindicato. Sem pensar isso, nunca ficará claro porque é que em alguns casos um sindicato pode dirigir uma luta autêntica e expressiva, e em outros está abandonado às moscas da bosta dirigente. É sempre mais fácil jogar a culpa naqueles que estão escolhendo não lutar, pois assim conservamos a ideia de que o que estamos fazendo está necessariamente correto, como se o sindicato fosse sempre a resposta que faltasse. E é bem gostoso estar sempre certo, e que os demais estejam errados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Priscilla, acho que parte da apatia relativa à atividade sindical é devida justamente a que os sindicatos muitas vezes são co-responsáveis pela perda de direitos. Não estou falando do caso específico dos e das professoras, mas num nível histórico.<br />
Acho complicado essencializar os sindicatos como ferramentas únicas, ou explicar a recusa das maiorias em unir-se ao sindicalismo a um &#8220;individualismo&#8221;. Talvez o mais importante ocorra abaixo do nível do sindicato. Sem pensar isso, nunca ficará claro porque é que em alguns casos um sindicato pode dirigir uma luta autêntica e expressiva, e em outros está abandonado às moscas da bosta dirigente. É sempre mais fácil jogar a culpa naqueles que estão escolhendo não lutar, pois assim conservamos a ideia de que o que estamos fazendo está necessariamente correto, como se o sindicato fosse sempre a resposta que faltasse. E é bem gostoso estar sempre certo, e que os demais estejam errados&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
