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	Comentários sobre: Um governo contra o governo? (3) O “governo real”	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Artur Lauande Mucci		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/06/132135/#comment-621356</link>

		<dc:creator><![CDATA[Artur Lauande Mucci]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 20:51:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acrescento que, apesar de os poderes estarem funcionando no sentido de cumprirem as demandas do capital financeiro, no jogo políticos das nossas elites, os três poderes apresentam uma disfuncionalidades no sentido de haver uma competição e medição de forças. A organicidade do bolsonarismo se choca com a organicidade fisiológica de nossa elites políticas mais tradicionais, que querem manter seus currais eleitorais e a maioria no legislativo. A panelinha do Bolsonaro começa a parecer pequena e nesse sentido as elites disputam espaço e protagonismo no processo político que deverá levar às reformas liberais mais radicais de desmonte do estado. Nossas elites mais tradicionais não simpatizam com o personalismo político como estratégia e modelo para a condução do executivo. Todas as grandes personalidades da história do Brasil são jogadas na lata de lixo para manter a hegemonia dessas elites e não na mão de uma personalidade, que no jogo da persuasão com o povo, vai querer trilhar sua própria narrativa. O presidente precisa ser um espantalho e a dinâmica entre esses poderes é abalada quando o executivo quer alinhar na marra as ações do executivo com os demais poderes. É triste, mas a impressão mais caricata de nossa história recente é a de uma revolução burguesa que - sem uma apropriada burguesia - é sempre refeita, mas acaba sempre no mesmo resultado dependente -  que logo gera a necessidade de mais um processo caricato de revolução burguesa, para realinhar os poderes das elites e as panelinhas da corrupção e da violência sob os currais eleitorais. 
Somente a classe trabalhadora nas ruas e os movimentos antifas podem dar a dinâmica ao processo político que vivemos no sentido da não conciliação político eleitoral com os liberais chamados de progressistas. A pauta única é o impeachment, mas os projetos são totalmente diferentes e a ocupação das ruas e a demarcação das pautas realmente populares são a missão que o contexto histórico atual indica para as classes trabalhadoras.
Parabéns pelo trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acrescento que, apesar de os poderes estarem funcionando no sentido de cumprirem as demandas do capital financeiro, no jogo políticos das nossas elites, os três poderes apresentam uma disfuncionalidades no sentido de haver uma competição e medição de forças. A organicidade do bolsonarismo se choca com a organicidade fisiológica de nossa elites políticas mais tradicionais, que querem manter seus currais eleitorais e a maioria no legislativo. A panelinha do Bolsonaro começa a parecer pequena e nesse sentido as elites disputam espaço e protagonismo no processo político que deverá levar às reformas liberais mais radicais de desmonte do estado. Nossas elites mais tradicionais não simpatizam com o personalismo político como estratégia e modelo para a condução do executivo. Todas as grandes personalidades da história do Brasil são jogadas na lata de lixo para manter a hegemonia dessas elites e não na mão de uma personalidade, que no jogo da persuasão com o povo, vai querer trilhar sua própria narrativa. O presidente precisa ser um espantalho e a dinâmica entre esses poderes é abalada quando o executivo quer alinhar na marra as ações do executivo com os demais poderes. É triste, mas a impressão mais caricata de nossa história recente é a de uma revolução burguesa que &#8211; sem uma apropriada burguesia &#8211; é sempre refeita, mas acaba sempre no mesmo resultado dependente &#8211;  que logo gera a necessidade de mais um processo caricato de revolução burguesa, para realinhar os poderes das elites e as panelinhas da corrupção e da violência sob os currais eleitorais.<br />
Somente a classe trabalhadora nas ruas e os movimentos antifas podem dar a dinâmica ao processo político que vivemos no sentido da não conciliação político eleitoral com os liberais chamados de progressistas. A pauta única é o impeachment, mas os projetos são totalmente diferentes e a ocupação das ruas e a demarcação das pautas realmente populares são a missão que o contexto histórico atual indica para as classes trabalhadoras.<br />
Parabéns pelo trabalho.</p>
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		<title>
		Por: lopez		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/06/132135/#comment-620163</link>

		<dc:creator><![CDATA[lopez]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 03:53:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[se a extrema-direita chegou ao poder por meio de uma estratégia leninista, está se deparando com problemas análogos. Neste sentido, não foram capazes de utilizar o MBL como guarda-verde-oliva; função que cumpriram em 2016 nas ocupações de escolas pelo país. A revolução cultural bolsonarista parece ter perdido o momento, ou não foi capaz de juntar volume de onda para quebrar. E agora com o furacão das revoltas populares estacionado sobre os EUA, os tais &quot;antifas&quot; estão ganhando moral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>se a extrema-direita chegou ao poder por meio de uma estratégia leninista, está se deparando com problemas análogos. Neste sentido, não foram capazes de utilizar o MBL como guarda-verde-oliva; função que cumpriram em 2016 nas ocupações de escolas pelo país. A revolução cultural bolsonarista parece ter perdido o momento, ou não foi capaz de juntar volume de onda para quebrar. E agora com o furacão das revoltas populares estacionado sobre os EUA, os tais &#8220;antifas&#8221; estão ganhando moral.</p>
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