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	Comentários sobre: A Fundação Ford e a questão negra	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/132965/#comment-876192</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 23:23:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aos desavisados, este texto foi retomado pelo comentarista acima em função de um texto de Mário Maestri no blog A Terra é Redonda (https://aterraeredonda.com.br/a-questao-negra-a-fundacao-ford-e-a-guerra-fria/) que por sua vez recebeu uma réplica do Douglas de Barros no blog da Boitempo (https://blogdaboitempo.com.br/2023/01/04/o-identitarismo-marxista-de-mario-maestri/).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos desavisados, este texto foi retomado pelo comentarista acima em função de um texto de Mário Maestri no blog A Terra é Redonda (<a href="https://aterraeredonda.com.br/a-questao-negra-a-fundacao-ford-e-a-guerra-fria/" rel="nofollow ugc">https://aterraeredonda.com.br/a-questao-negra-a-fundacao-ford-e-a-guerra-fria/</a>) que por sua vez recebeu uma réplica do Douglas de Barros no blog da Boitempo (<a href="https://blogdaboitempo.com.br/2023/01/04/o-identitarismo-marxista-de-mario-maestri/" rel="nofollow ugc">https://blogdaboitempo.com.br/2023/01/04/o-identitarismo-marxista-de-mario-maestri/</a>).</p>
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		<title>
		Por: Matheus		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 17:06:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um trabalho muito pertinente. Penso que é só um pedacinho da influência que a Fundação Ford e assemelhadas tiveram na formação do campo intelectual brasileiro. Estudar e pesquisar ciências sociais, políticas e históricas, no Brasil, é uma coisa de louco. O senso-comum conservador acredita piamente que todos os sociólogos, historiadores, etc são marxistas aguerridos, que só falam da luta de classes e pregam revolução. Minha experiência acadêmica, porém, mostra justamente o contrário: o predomínio de um antimarxismo academicista extremamente radical, beirando ao anticomunismo lunático de Guerra Fria, uma cumplicidade sorrateira com o liberalismo político e até econômico (mas com &quot;políticas sociais&quot; compensatórias!), uma retórica de falso subversivismo &quot;cultural&quot; e &quot;identitário&quot;. Ao contrário do que muitos pensam, o predomínio do marxismo nunca existiu, e a hegemonia do positivismo são águas passadas. Não há uma teoria hegemônica autoproclamada, mas uma espécie de &quot;caldo&quot; misturando pós-modernismo, pós-estruturalismo, construtivismo radical e liberalismo multiculturalista. Não é por outra razão que estudantes universitários, outrora tão mobilizados, passaram anos caladinhos diante o autoritarismo neoliberal de Bolsonaro, enquanto se esgoelavam com lacração em redes sociais e penelinhas conhecidas como &quot;coletivos&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um trabalho muito pertinente. Penso que é só um pedacinho da influência que a Fundação Ford e assemelhadas tiveram na formação do campo intelectual brasileiro. Estudar e pesquisar ciências sociais, políticas e históricas, no Brasil, é uma coisa de louco. O senso-comum conservador acredita piamente que todos os sociólogos, historiadores, etc são marxistas aguerridos, que só falam da luta de classes e pregam revolução. Minha experiência acadêmica, porém, mostra justamente o contrário: o predomínio de um antimarxismo academicista extremamente radical, beirando ao anticomunismo lunático de Guerra Fria, uma cumplicidade sorrateira com o liberalismo político e até econômico (mas com &#8220;políticas sociais&#8221; compensatórias!), uma retórica de falso subversivismo &#8220;cultural&#8221; e &#8220;identitário&#8221;. Ao contrário do que muitos pensam, o predomínio do marxismo nunca existiu, e a hegemonia do positivismo são águas passadas. Não há uma teoria hegemônica autoproclamada, mas uma espécie de &#8220;caldo&#8221; misturando pós-modernismo, pós-estruturalismo, construtivismo radical e liberalismo multiculturalista. Não é por outra razão que estudantes universitários, outrora tão mobilizados, passaram anos caladinhos diante o autoritarismo neoliberal de Bolsonaro, enquanto se esgoelavam com lacração em redes sociais e penelinhas conhecidas como &#8220;coletivos&#8221;.</p>
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		<title>
		Por: Denise		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/132965/#comment-762286</link>

		<dc:creator><![CDATA[Denise]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jul 2021 21:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante a minha formação em uma Federal em Minas Gerais tive contato com um sujeito fantástico que alertava-me sobre a Ford ser a cabeça de chave das financiadoras de pesquisas para a galera afro. Em São Paulo, em continuidade a minha formação, dois anos após conhecer este doutor em MG vi operar na Federal de São Paulo o identitarismo. Uma batalha sem fim para pesar na balança da dor quem era mais fudido e que teria assim a legitimidade da fala.

A interseccionalidade a serviço da segregação da classe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a minha formação em uma Federal em Minas Gerais tive contato com um sujeito fantástico que alertava-me sobre a Ford ser a cabeça de chave das financiadoras de pesquisas para a galera afro. Em São Paulo, em continuidade a minha formação, dois anos após conhecer este doutor em MG vi operar na Federal de São Paulo o identitarismo. Uma batalha sem fim para pesar na balança da dor quem era mais fudido e que teria assim a legitimidade da fala.</p>
<p>A interseccionalidade a serviço da segregação da classe.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Professor Básico		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/132965/#comment-643697</link>

		<dc:creator><![CDATA[Professor Básico]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 00:55:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No 1º semestre da minha graduação, em uma universidade federal, aprendemos que o marxismo era limitado e antiquado porque não tratava das questões do meio ambiente, das mulheres e dos negros. A titular da disciplina era especialista em viajar para os EUA e voltar com novas publicações dos estudos culturais, atualizando constantemente o debate acadêmico sobre o multiculturalismo. Como os coletivos, os partidos da esquerda do capital e as linhas de pesquisa acadêmicas nunca pareceram se preocupar seriamente com esses financiamentos, e com o consequente enquadramento teórico-político, sobrou mais essa para a extrema-direita denunciar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No 1º semestre da minha graduação, em uma universidade federal, aprendemos que o marxismo era limitado e antiquado porque não tratava das questões do meio ambiente, das mulheres e dos negros. A titular da disciplina era especialista em viajar para os EUA e voltar com novas publicações dos estudos culturais, atualizando constantemente o debate acadêmico sobre o multiculturalismo. Como os coletivos, os partidos da esquerda do capital e as linhas de pesquisa acadêmicas nunca pareceram se preocupar seriamente com esses financiamentos, e com o consequente enquadramento teórico-político, sobrou mais essa para a extrema-direita denunciar.</p>
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