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	Comentários sobre: O problema da escala no anarquismo e o caso do comunismo cibernético (1)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-1011238</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 15:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dúvida,

Na própria reportagem que você apontou é dito que existem chefes. Pelo que é dito na reportagem se trata do já velho toyotismo. Uma versão dele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dúvida,</p>
<p>Na própria reportagem que você apontou é dito que existem chefes. Pelo que é dito na reportagem se trata do já velho toyotismo. Uma versão dele.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Dúvida		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-1011213</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dúvida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 10:02:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Algum comentário quanto à forma de organizacão de empresa denominada holocracia? Forma de gestão sem chefes, democrática, sem hierarquias e implementada em uma empresa que chegou a ter faturamento de 1 bi de dólares?

https://produtive.com.br/o-que-aprender-com-zappos-e-holocracia/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algum comentário quanto à forma de organizacão de empresa denominada holocracia? Forma de gestão sem chefes, democrática, sem hierarquias e implementada em uma empresa que chegou a ter faturamento de 1 bi de dólares?</p>
<p><a href="https://produtive.com.br/o-que-aprender-com-zappos-e-holocracia/" rel="nofollow ugc">https://produtive.com.br/o-que-aprender-com-zappos-e-holocracia/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-649044</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 22:51:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gio,
Sim e não. Depende do que se entende por autonomismo. Se por autonomismo entendemos um processo de lutas autônomas dos vendedores de força de trabalho (proletariado), que atinge um certo nível de generalização (temporal e territorial) suficiente para criar uma situação de duplo poder com o Estado, sim.
Agora, se por autonomismo entendemos uma corrente política caracterizada por fortes traços anti-organizacionais e anti-intelectuais, não.
Quanto à crítica ao Federalismo, entre outros problemas, este modelo impede o acesso da totalidade da humanidade ao que de melhor for produzido no planeta. Tal barreira ocorre por inverter a relação entre materialidade e subjetividade, ao colocar o livre acordo entre as partes federadas acima das necessidades sociais (das estomacais às da imaginação). É o problema do localismo/falta de escala, para voltar ao texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gio,<br />
Sim e não. Depende do que se entende por autonomismo. Se por autonomismo entendemos um processo de lutas autônomas dos vendedores de força de trabalho (proletariado), que atinge um certo nível de generalização (temporal e territorial) suficiente para criar uma situação de duplo poder com o Estado, sim.<br />
Agora, se por autonomismo entendemos uma corrente política caracterizada por fortes traços anti-organizacionais e anti-intelectuais, não.<br />
Quanto à crítica ao Federalismo, entre outros problemas, este modelo impede o acesso da totalidade da humanidade ao que de melhor for produzido no planeta. Tal barreira ocorre por inverter a relação entre materialidade e subjetividade, ao colocar o livre acordo entre as partes federadas acima das necessidades sociais (das estomacais às da imaginação). É o problema do localismo/falta de escala, para voltar ao texto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: gricha		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-648806</link>

		<dc:creator><![CDATA[gricha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 14:40:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[https://anarkobiblioteka3.files.wordpress.com/2016/08/economc3ada_libertaria_-_abraham_guillc3a9n.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://anarkobiblioteka3.files.wordpress.com/2016/08/economc3ada_libertaria_-_abraham_guillc3a9n.pdf" rel="nofollow ugc">https://anarkobiblioteka3.files.wordpress.com/2016/08/economc3ada_libertaria_-_abraham_guillc3a9n.pdf</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-647621</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 18:22:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Zé? essa terceira opção seria o AUTONOMISMO? 
E poderia dizer melhor sobre essa critica ao Federalismo? 

No começo do texto achei que ia ser tratada a questão da escala politica de uma organização revolucionaria em escala global? como ela seria , quais suas limitações , o que foi tentando e o que pode ser feito  ..... 
Mas depois ele se voltou para as questões de produção . O que podemos dividir de forma didática( produção distribuição ) mais estão todos entrelaçados, junto com a politica.  Ai o que é mais importante discutir?  a técnica, ou o modelo de gestão da produção e distribuição? tem  como dividir uma posição politica de suas acções praticas? A forma de governo vai ditar a forma de organização da produção .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Zé? essa terceira opção seria o AUTONOMISMO?<br />
E poderia dizer melhor sobre essa critica ao Federalismo? </p>
<p>No começo do texto achei que ia ser tratada a questão da escala politica de uma organização revolucionaria em escala global? como ela seria , quais suas limitações , o que foi tentando e o que pode ser feito  &#8230;..<br />
Mas depois ele se voltou para as questões de produção . O que podemos dividir de forma didática( produção distribuição ) mais estão todos entrelaçados, junto com a politica.  Ai o que é mais importante discutir?  a técnica, ou o modelo de gestão da produção e distribuição? tem  como dividir uma posição politica de suas acções praticas? A forma de governo vai ditar a forma de organização da produção .</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Luiz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-647509</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Luiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 12:50:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um pequeno fato para pensarmos a esquerda: quando fiz a graduação em uma conhecida universidade pública, havia alguns professores do departamento de filosofia que tinham suas pesquisas ligadas ao tema deste artigo, de modo que, tecnologia informacional, cibernética, inteligência artificial, Norbert Weiner, auto-organização e teoria dos sistemas eram estudados por estes pesquisadores. O interessante é que a maioria dos estudantes e professores da esquerda pertencente ao campus geralmente menosprezavam duramente  estas pesquisas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um pequeno fato para pensarmos a esquerda: quando fiz a graduação em uma conhecida universidade pública, havia alguns professores do departamento de filosofia que tinham suas pesquisas ligadas ao tema deste artigo, de modo que, tecnologia informacional, cibernética, inteligência artificial, Norbert Weiner, auto-organização e teoria dos sistemas eram estudados por estes pesquisadores. O interessante é que a maioria dos estudantes e professores da esquerda pertencente ao campus geralmente menosprezavam duramente  estas pesquisas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: j		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-646829</link>

		<dc:creator><![CDATA[j]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 09:37:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[não entendo muito de econômia para ser sincero. Não vou sugerir uma solução por ser leigo, apesar de ver que o que fizeram no modelo adotado na Espanha, durante a guerra cívil fosse muito interessante, como o que os zapatistas fazem hoje, mas ainda muitíssimo longe de ser numa escala global, muito menos de propor um “Left Market Anarchism”, por almejar um comunismo libertário de fato, apesar do que eu vou dizer agora possa parecer muito com um “Left Market Anarchism”... Mas vejo que tecnologias como blockchain, criptomoedas, possam ser talvez um passo para atingir uma escala global, longe de ser uma solução, ou algo ideal ainda, pode parecer meio absurdo o que eu disse num primeiro momento, mas existe uma cooperativa que começou na Espanha (de preceitos simpáticos ao socialismo libertário), FairCoop, que resolveu adotar essas tecnologias, e acabou vendo que era viável ofertar o que eles vinham fazendo em âmbito global, que qualquer um poderia se cadastrar e oferecer seus produtos e serviços em sua plataforma de mercado online, fairmarket, de qualquer lugar no mundo, usando a criptomoeda da cooperativa, baseada numa economia circular, numa economia descentralizada com uma moeda descentralizada, com valor fixo e estável que é discutido em assembleia abertas baseadas no consenso, bem diferente de demais criptomoedas que costumam ter variações de valor de mercado de forma volátil, sem aquela história de valorização e desvalorização exurbitantes de criptomoeda em segundos, fazendo dessa criptomoeda, faircoin, como aquele dinheiro que a gente troca em feiras modelo para poder comprar os legumes, frutas, etc do feirante... ou dinheiro de feira de economia solidária... mas em escala global. Talvez a criptomoeda não seja o mais interessante que eles têm a mostrar e ensinar, apesar de ela ser internacional e descentralizada com intuito de não-acumulação, mas o interessante tá na plataforma deles, e na tecnologia de blockchain, que funciona como um livro razão universal público descentralizado, uma espécie de um cartório de virtual, que autêntica transações, dados, informações, ou o que a gente bem entender, podendo consulta-lo... pode ser útil em bancos de horas, voltados para a geração de serviços e renda na perspectiva de reorganização das economias locais, e globais quem sabe, tendo por base os princípios da economia solidária. Com um objetivo de promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, através do fomento à criação de redes de produção, consumo, cooperativas, etc. Baseado no apoio às iniciativas da economia popular e solidária em seus diversos âmbitos... mas ainda sim gosto de outra ideia também, que daria para se aliar a essa também, a ideia dos bolo&#039;bolo, que tem como meta a superação do sistema capitalista em prol do surgimento de redes de socialidade descentralizada difundidas e propagadas por comunidades autônomas libertárias interligadas globalmente com a ideia de cada bolo deve buscar ser o mais autossuficiente possível seja na sua produção ou na relações ou outros bolo... é um conceito sul-africano... meio novo ainda para mim...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>não entendo muito de econômia para ser sincero. Não vou sugerir uma solução por ser leigo, apesar de ver que o que fizeram no modelo adotado na Espanha, durante a guerra cívil fosse muito interessante, como o que os zapatistas fazem hoje, mas ainda muitíssimo longe de ser numa escala global, muito menos de propor um “Left Market Anarchism”, por almejar um comunismo libertário de fato, apesar do que eu vou dizer agora possa parecer muito com um “Left Market Anarchism”&#8230; Mas vejo que tecnologias como blockchain, criptomoedas, possam ser talvez um passo para atingir uma escala global, longe de ser uma solução, ou algo ideal ainda, pode parecer meio absurdo o que eu disse num primeiro momento, mas existe uma cooperativa que começou na Espanha (de preceitos simpáticos ao socialismo libertário), FairCoop, que resolveu adotar essas tecnologias, e acabou vendo que era viável ofertar o que eles vinham fazendo em âmbito global, que qualquer um poderia se cadastrar e oferecer seus produtos e serviços em sua plataforma de mercado online, fairmarket, de qualquer lugar no mundo, usando a criptomoeda da cooperativa, baseada numa economia circular, numa economia descentralizada com uma moeda descentralizada, com valor fixo e estável que é discutido em assembleia abertas baseadas no consenso, bem diferente de demais criptomoedas que costumam ter variações de valor de mercado de forma volátil, sem aquela história de valorização e desvalorização exurbitantes de criptomoeda em segundos, fazendo dessa criptomoeda, faircoin, como aquele dinheiro que a gente troca em feiras modelo para poder comprar os legumes, frutas, etc do feirante&#8230; ou dinheiro de feira de economia solidária&#8230; mas em escala global. Talvez a criptomoeda não seja o mais interessante que eles têm a mostrar e ensinar, apesar de ela ser internacional e descentralizada com intuito de não-acumulação, mas o interessante tá na plataforma deles, e na tecnologia de blockchain, que funciona como um livro razão universal público descentralizado, uma espécie de um cartório de virtual, que autêntica transações, dados, informações, ou o que a gente bem entender, podendo consulta-lo&#8230; pode ser útil em bancos de horas, voltados para a geração de serviços e renda na perspectiva de reorganização das economias locais, e globais quem sabe, tendo por base os princípios da economia solidária. Com um objetivo de promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, através do fomento à criação de redes de produção, consumo, cooperativas, etc. Baseado no apoio às iniciativas da economia popular e solidária em seus diversos âmbitos&#8230; mas ainda sim gosto de outra ideia também, que daria para se aliar a essa também, a ideia dos bolo&#8217;bolo, que tem como meta a superação do sistema capitalista em prol do surgimento de redes de socialidade descentralizada difundidas e propagadas por comunidades autônomas libertárias interligadas globalmente com a ideia de cada bolo deve buscar ser o mais autossuficiente possível seja na sua produção ou na relações ou outros bolo&#8230; é um conceito sul-africano&#8230; meio novo ainda para mim&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-646539</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 21:10:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Passa Palavra acertou em cheio. Até 1989, nos meios proletários do Brasil, os debates sobre modelos viáveis da sociedade comunista eram solenemente desprezados/abortados como &quot;utópicos&quot; ou &quot;abstratos&quot;. Com a derrocada do Capitalismo de Estado na Europa (é sempre bom lembrar: ainda em vigor em Cuba, Vietnã, Coreia do Norte e China) qualquer proposta séria de substituição revolucionária do capitalismo, para ser minimamente credível estava  obrigada a encarar esta questão. Outro obstáculo era a mitificação da Comuna de Paris de 1871 pelos adeptos de São Marx e São Bakunin, onde o que foi a primeira expressão concreta de autogoverno proletário no capitalismo é confundida com a forma institucional do comunismo, que Marx e Bakunin nunca viram. Foi somente a partir de 1904/05, com a efêmera experiência internacional dos Conselhos Proletários como sistema, que o problema da centralização/descentralização e, decorrente direto dele, da escala, pode encontrar uma perspectiva de solução prática. Surgiu então uma terceira forma institucional forjada CONTRA o centralismo de cima para baixo do bolchevismo e CONTRA o federalismo anarquista: a centralização de baixo para cima ou autocentralização. Este conjunto de experiências práticas de luta autônoma do proletariado em nível planetário permitiu, a marxistas e anarquistas ateus e a quem mais tivesse olhos para ver, duas coisas: que existe um antagonismo entre ambos os modelos  - o bolchevique e o anarquista - e ambos reforçam, cada qual a seu modo, o que ambos, ideologicamente, dizem querer eliminar: a conexão classista entre produção e distribuição na economia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Passa Palavra acertou em cheio. Até 1989, nos meios proletários do Brasil, os debates sobre modelos viáveis da sociedade comunista eram solenemente desprezados/abortados como &#8220;utópicos&#8221; ou &#8220;abstratos&#8221;. Com a derrocada do Capitalismo de Estado na Europa (é sempre bom lembrar: ainda em vigor em Cuba, Vietnã, Coreia do Norte e China) qualquer proposta séria de substituição revolucionária do capitalismo, para ser minimamente credível estava  obrigada a encarar esta questão. Outro obstáculo era a mitificação da Comuna de Paris de 1871 pelos adeptos de São Marx e São Bakunin, onde o que foi a primeira expressão concreta de autogoverno proletário no capitalismo é confundida com a forma institucional do comunismo, que Marx e Bakunin nunca viram. Foi somente a partir de 1904/05, com a efêmera experiência internacional dos Conselhos Proletários como sistema, que o problema da centralização/descentralização e, decorrente direto dele, da escala, pode encontrar uma perspectiva de solução prática. Surgiu então uma terceira forma institucional forjada CONTRA o centralismo de cima para baixo do bolchevismo e CONTRA o federalismo anarquista: a centralização de baixo para cima ou autocentralização. Este conjunto de experiências práticas de luta autônoma do proletariado em nível planetário permitiu, a marxistas e anarquistas ateus e a quem mais tivesse olhos para ver, duas coisas: que existe um antagonismo entre ambos os modelos  &#8211; o bolchevique e o anarquista &#8211; e ambos reforçam, cada qual a seu modo, o que ambos, ideologicamente, dizem querer eliminar: a conexão classista entre produção e distribuição na economia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mal exemplo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-646384</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mal exemplo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 15:15:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tanta preocupaçao em diferenciar-se do marxismo para terminar com uma retorica sectaria bem parecida com o estalinismo... parabens!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tanta preocupaçao em diferenciar-se do marxismo para terminar com uma retorica sectaria bem parecida com o estalinismo&#8230; parabens!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: André Tunes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133143/#comment-645656</link>

		<dc:creator><![CDATA[André Tunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2020 13:46:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=133143#comment-645656</guid>

					<description><![CDATA[Leo V, 
O Anarquismo é objetivo, acho que seu conhecimento é raso, a emancipação da humanidade é o objetivo anarquista, mas como Malatesta fala, não queremos por o anarquismo, ou seja, cabe a nós através do exemplo como Kropotkin deixa claro, criar a alternativa comunista (não marxista) para agregar a humanidade nessas novas relações antiautoritaria e anticapitalista, por isso o anarquismo é da base, e não algo imposto de cima, como o marxismo, criando assim a revolta popular como Krondast (acho que é assim que se escreve).

O Anarquismo da revolução espanhola trás problemas, Amoros e outros autores demonstram isso, relaxa, eu tenho conhecimento da doutrina libertaria, e digo com evidências que esse texto é uma visão burguesa do Anarquismo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leo V,<br />
O Anarquismo é objetivo, acho que seu conhecimento é raso, a emancipação da humanidade é o objetivo anarquista, mas como Malatesta fala, não queremos por o anarquismo, ou seja, cabe a nós através do exemplo como Kropotkin deixa claro, criar a alternativa comunista (não marxista) para agregar a humanidade nessas novas relações antiautoritaria e anticapitalista, por isso o anarquismo é da base, e não algo imposto de cima, como o marxismo, criando assim a revolta popular como Krondast (acho que é assim que se escreve).</p>
<p>O Anarquismo da revolução espanhola trás problemas, Amoros e outros autores demonstram isso, relaxa, eu tenho conhecimento da doutrina libertaria, e digo com evidências que esse texto é uma visão burguesa do Anarquismo!</p>
]]></content:encoded>
		
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