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	Comentários sobre: E eu que aguardava o carnaval chegar	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133379/#comment-649613</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 21:06:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Isadora, Tudo certo? 

Algumas considerações:

As circunstâncias não são as mesmas que as em que o meu colega Victor Hugo escreveu pela primeira vez sobre o doc Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar. Se antes os trabalhadores julgavam ter a escolha de trabalhar ininterruptamente, quer acreditem que controlam o próprio tempo de trabalho ou não, hoje, com a pandemia, a impossibilidade de escoarem as peças produzidas torna o próprio trabalho impossível. Sendo assim não só é mais tático recorrer à prefeitura, mas é uma possibilidade bem maior comparada a de um aplicativo a curto prazo apresentar uma solução para trabalhadores do agreste pernambucano. 

Inclusive, o trabalho nas facções, diferente dos entregadores de aplicativo, não é essencial. Eles não produzem comida ou medicamentos. Existe uma brecha para que eles comecem a recorrer a feiras clandestinas. Isso sim. Mas enquanto eu escrevo este comentário esses trabalhadores estão desassistidos. Me parece que é mais provável uma dessas duas saídas: ou se viram para escoar os seus produtos em feiras/comércios de menor popularidade, coisa que já estão fazendo e relatam estar sendo um sofrimento; ou unem-se para exigir um Auxílio Municipal para acumular com o do governo federal. A segunda opção me parece ser mais segura em um contexto de pandemia, lembrando ser este um fator determinante da luta de classes hoje. Agora, tenho receio em achar que as coisas seriam melhores se as plataformas fossem introduzidas em Toritama. Mas quem sabe assim teriam para onde direcionar suas demandas além da prefeitura? Com a mudança no processo de trabalho mudariam consequentemente também as formas de luta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Isadora, Tudo certo? </p>
<p>Algumas considerações:</p>
<p>As circunstâncias não são as mesmas que as em que o meu colega Victor Hugo escreveu pela primeira vez sobre o doc Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar. Se antes os trabalhadores julgavam ter a escolha de trabalhar ininterruptamente, quer acreditem que controlam o próprio tempo de trabalho ou não, hoje, com a pandemia, a impossibilidade de escoarem as peças produzidas torna o próprio trabalho impossível. Sendo assim não só é mais tático recorrer à prefeitura, mas é uma possibilidade bem maior comparada a de um aplicativo a curto prazo apresentar uma solução para trabalhadores do agreste pernambucano. </p>
<p>Inclusive, o trabalho nas facções, diferente dos entregadores de aplicativo, não é essencial. Eles não produzem comida ou medicamentos. Existe uma brecha para que eles comecem a recorrer a feiras clandestinas. Isso sim. Mas enquanto eu escrevo este comentário esses trabalhadores estão desassistidos. Me parece que é mais provável uma dessas duas saídas: ou se viram para escoar os seus produtos em feiras/comércios de menor popularidade, coisa que já estão fazendo e relatam estar sendo um sofrimento; ou unem-se para exigir um Auxílio Municipal para acumular com o do governo federal. A segunda opção me parece ser mais segura em um contexto de pandemia, lembrando ser este um fator determinante da luta de classes hoje. Agora, tenho receio em achar que as coisas seriam melhores se as plataformas fossem introduzidas em Toritama. Mas quem sabe assim teriam para onde direcionar suas demandas além da prefeitura? Com a mudança no processo de trabalho mudariam consequentemente também as formas de luta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Isadora Guerreiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133379/#comment-649537</link>

		<dc:creator><![CDATA[Isadora Guerreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 18:20:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Victor Hugo e Alan, me parece que quem vai acabar &quot;acudindo&quot; esses trabalhadores é a economia de plataforma, e não a prefeitura. Era o que faltava para que aquelas relações de trabalho se &quot;uberizassem&quot; definitivamente, para além do &quot;salário por peça&quot; ainda ligado ao sistema industrial (muito por conta justamente da feira). O que vocês acham?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Victor Hugo e Alan, me parece que quem vai acabar &#8220;acudindo&#8221; esses trabalhadores é a economia de plataforma, e não a prefeitura. Era o que faltava para que aquelas relações de trabalho se &#8220;uberizassem&#8221; definitivamente, para além do &#8220;salário por peça&#8221; ainda ligado ao sistema industrial (muito por conta justamente da feira). O que vocês acham?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé Antonio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133379/#comment-649121</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 01:39:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Victor Hugo.
O comentário do H white foi de esquerda? Não sabia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Victor Hugo.<br />
O comentário do H white foi de esquerda? Não sabia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Victor Hugo Viegas Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133379/#comment-647763</link>

		<dc:creator><![CDATA[Victor Hugo Viegas Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 23:29:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como é possível fazer política sem imaginação: com propaganda e repetição do lugar comum. Que tipo de política seria essa? Conseguem imaginar? Eu consigo: é política conservadora no máximo travestida com ares de revolta. Mais do mesmo. Fingindo que não é. Há quem chame isso de populismo quando é de direita. E quando é de esquerda, qual o nome? Nem imagino. Talvez não tenha ainda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como é possível fazer política sem imaginação: com propaganda e repetição do lugar comum. Que tipo de política seria essa? Conseguem imaginar? Eu consigo: é política conservadora no máximo travestida com ares de revolta. Mais do mesmo. Fingindo que não é. Há quem chame isso de populismo quando é de direita. E quando é de esquerda, qual o nome? Nem imagino. Talvez não tenha ainda.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133379/#comment-647761</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 23:21:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[FLAGRANTE DELITO

Quem imagina os imaginadores? Pesquisadores teriam encontrado a enquete operária na natureza? Ou o próprio conceito de imaginação na objetividade de seu sujeito-transcedental? Eu fico com os curiosos! Aqueles cuja sinceridade permite a imaginação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FLAGRANTE DELITO</p>
<p>Quem imagina os imaginadores? Pesquisadores teriam encontrado a enquete operária na natureza? Ou o próprio conceito de imaginação na objetividade de seu sujeito-transcedental? Eu fico com os curiosos! Aqueles cuja sinceridade permite a imaginação.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: H. Branco		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/07/133379/#comment-647616</link>

		<dc:creator><![CDATA[H. Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 18:11:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da enquete operária à imaginação: que movimentos gostaríamos de pensar que poderiam acontecer?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da enquete operária à imaginação: que movimentos gostaríamos de pensar que poderiam acontecer?</p>
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