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	Comentários sobre: Outra face do racismo: 1) o Tolstoy dos Zulus	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Bruno Domingos		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Domingos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 14:07:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entao provavelmente fiz alguma mistura estranha de leituras na cabeça, obrigado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entao provavelmente fiz alguma mistura estranha de leituras na cabeça, obrigado.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 13:24:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bruno Domingos,
Não me lembro de ter alguma vez citado algo nesse sentido, e aliás a ideia é estranha, porque até há poucas décadas havia no sionismo uma forte componente sindical e de esquerda, de matriz europeia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno Domingos,<br />
Não me lembro de ter alguma vez citado algo nesse sentido, e aliás a ideia é estranha, porque até há poucas décadas havia no sionismo uma forte componente sindical e de esquerda, de matriz europeia.</p>
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		<title>
		Por: Só mais um PPP: Pobre, Pardo, Periférico		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-1046931</link>

		<dc:creator><![CDATA[Só mais um PPP: Pobre, Pardo, Periférico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 19:40:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enquanto isso: Jovens pretos, brancos, pardos, indigenas, (pretos e pardos em maior número) continuam morrendo na mão do estado oficial, do estado paralelo(milicias, facções, cartéis). O movimento negro, na minha opinião, sempre foi comandado por uma elite negra intelectualizada, que produziu teoricamente no Brasil algumas boas análises pra  ajudar a entender  o racismo. Mas como toda elite intelectual tem pouca prática e conversa mais consigo mesmo do que com aqueles que &quot;analisa&quot; e quer &quot;emancipar&quot;, o identitarismo existe desde sempre e não começou no movimento negro, quem nunca vê celebrações da cultura italiana, portuguesa, alemã, japonesa e outras Brasil afora? Quantas existem celebrando a cultura africana? Qual a proposta pra combater o identitarismo e ao mesmo tempo o racismo? A inserção através de cotas não é uma proposta revolucionária nem nunca pretendeu, é somente pra tentar dar um ar de universalismo dentro do capitalismo,  na já manjada ótica do &quot;viu como todo mundo consegue&quot;. Quem galga degraus dentro da atual sociedade, sendo negro, pardo, indígena ou alienígena vai ser mais um reprodutor do sistema capitalista e suas hierarquias. A sociedade estadunidense é, historicamente, uma das mais segregacionistas do mundo, isso reflete no movimento negro de lá. A criação de uma elite negra capitalista no Brasil não vai surgir tão cedo, afinal a mobilidade social aqui é muito lenta, temos o chamado &quot;Piso Grudento&quot;, onde é muito difícil quem é das classes mais baixas ascenderem socialmente e os dados indicam uma desigualdade em relação a cor da pele gritante. Será que o movimento negro deveria acabar? Deve ser combatido? Afinal o que é o movimento negro no Brasil? O que produz atualmente, o que defende, quais ações, é único, plural, qual a ideia hegemônica dentro desse movimento? Ficam mais perguntas que respostas depois de ler os textos..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto isso: Jovens pretos, brancos, pardos, indigenas, (pretos e pardos em maior número) continuam morrendo na mão do estado oficial, do estado paralelo(milicias, facções, cartéis). O movimento negro, na minha opinião, sempre foi comandado por uma elite negra intelectualizada, que produziu teoricamente no Brasil algumas boas análises pra  ajudar a entender  o racismo. Mas como toda elite intelectual tem pouca prática e conversa mais consigo mesmo do que com aqueles que &#8220;analisa&#8221; e quer &#8220;emancipar&#8221;, o identitarismo existe desde sempre e não começou no movimento negro, quem nunca vê celebrações da cultura italiana, portuguesa, alemã, japonesa e outras Brasil afora? Quantas existem celebrando a cultura africana? Qual a proposta pra combater o identitarismo e ao mesmo tempo o racismo? A inserção através de cotas não é uma proposta revolucionária nem nunca pretendeu, é somente pra tentar dar um ar de universalismo dentro do capitalismo,  na já manjada ótica do &#8220;viu como todo mundo consegue&#8221;. Quem galga degraus dentro da atual sociedade, sendo negro, pardo, indígena ou alienígena vai ser mais um reprodutor do sistema capitalista e suas hierarquias. A sociedade estadunidense é, historicamente, uma das mais segregacionistas do mundo, isso reflete no movimento negro de lá. A criação de uma elite negra capitalista no Brasil não vai surgir tão cedo, afinal a mobilidade social aqui é muito lenta, temos o chamado &#8220;Piso Grudento&#8221;, onde é muito difícil quem é das classes mais baixas ascenderem socialmente e os dados indicam uma desigualdade em relação a cor da pele gritante. Será que o movimento negro deveria acabar? Deve ser combatido? Afinal o que é o movimento negro no Brasil? O que produz atualmente, o que defende, quais ações, é único, plural, qual a ideia hegemônica dentro desse movimento? Ficam mais perguntas que respostas depois de ler os textos..</p>
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		<title>
		Por: Bruno Domingos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-1046895</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Domingos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 17:43:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aproveitando o encejo, a um tempo lembro de ter lido uma citação que acredito ter sido feita por João Bernardo sobre a negação da &quot;cultura europeia&quot; pelo sionismo como negação do internacionalismo e das conquistas do movimento operario, na minha memória era apresentada como sendo de um sobrevivente do Holocausto que gostava de escrever diarios, procurei no Kemplerer que embora diga alguma coisa parecida na LTI não encontrei nada sobre o movimento operario, espero não ter tirado da cabeça.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando o encejo, a um tempo lembro de ter lido uma citação que acredito ter sido feita por João Bernardo sobre a negação da &#8220;cultura europeia&#8221; pelo sionismo como negação do internacionalismo e das conquistas do movimento operario, na minha memória era apresentada como sendo de um sobrevivente do Holocausto que gostava de escrever diarios, procurei no Kemplerer que embora diga alguma coisa parecida na LTI não encontrei nada sobre o movimento operario, espero não ter tirado da cabeça.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-1046766</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 10:50:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lina,

Quanto à sua primeira questão, não só o movimento negro, mas todos os identitarismos necessitam de um reverso, para que a identidade continue a afirmar-se. No caso específico do movimento negro, é essa a função do racismo reverso. Nunca um movimento negro, aliás, nunca um identitarismo procura suprimir as descriminações e criar uma sociedade de pessoas em plano de igualdade, porque isto conduziria à abolição das fronteiras de cada identidade — precisamente o que não querem. O objectivo do movimento negro e de todos os outros identitarismos é a promoção de novas elites. Nesta perspectiva, é interessante observar que os movimentos negros em países de maioria branca são sistematicamente omissos a respeito do que se passa em África, do comportamento político e económico e cultural das elites africanas, bem como do racismo de negros contra negros. É para lá que se deve olhar, quando se quer avaliar o movimento negro aqui.

Quanto à sua segunda questão, convém recordar que o escravismo foi um sistema de exploração multimilenário existente em todas as sociedades com economias minimamente complexas. O escravismo foi tão generalizado como é hoje o assalariamento. Aliás, o escravismo não se limitou a ser um sistema de exploração da força de trabalho, porque em impérios como o chinês e o muçulmano certas camadas da elite, tanto na burocracia civil como entre os militares, tinham uma relação de escravismo para com o imperador, embora se devam considerar como exploradores relativamente aos restantes escravos. O problema é, portanto, muito amplo e complexo e não se compadece com versões moralistas. A História não deve servir para ajustes de contas. No caso específico do continente africano, havia em primeiro lugar o escravismo que as sociedades mais complexas e militarmente bem organizadas efectuavam à custa de sociedades relativamente indefesas. Isto para não falar, no interior de cada sociedade, da escravização por dívidas. Em segundo lugar, ocorreu ao longo de muitos séculos o tráfico de escravos oriundos da África negra em direcção às sociedades muçulmanas do norte do continente e, conduzido também por traficantes muçulmanos, o tráfico através do Oceano Índico. Só em terceiro lugar é que se veio inserir nestas duas grandes redes escravistas o tráfico devido a portugueses, franceses e britânicos. E tratou-se realmente de uma inserção, porque os europeus adquiriam os escravos nas redes de tráfico já existentes. 

Finalmente, agradeço-lhe os termos em que formulou o seu comentário e a oportunidade que me deu para explicar talvez melhor alguns aspectos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lina,</p>
<p>Quanto à sua primeira questão, não só o movimento negro, mas todos os identitarismos necessitam de um reverso, para que a identidade continue a afirmar-se. No caso específico do movimento negro, é essa a função do racismo reverso. Nunca um movimento negro, aliás, nunca um identitarismo procura suprimir as descriminações e criar uma sociedade de pessoas em plano de igualdade, porque isto conduziria à abolição das fronteiras de cada identidade — precisamente o que não querem. O objectivo do movimento negro e de todos os outros identitarismos é a promoção de novas elites. Nesta perspectiva, é interessante observar que os movimentos negros em países de maioria branca são sistematicamente omissos a respeito do que se passa em África, do comportamento político e económico e cultural das elites africanas, bem como do racismo de negros contra negros. É para lá que se deve olhar, quando se quer avaliar o movimento negro aqui.</p>
<p>Quanto à sua segunda questão, convém recordar que o escravismo foi um sistema de exploração multimilenário existente em todas as sociedades com economias minimamente complexas. O escravismo foi tão generalizado como é hoje o assalariamento. Aliás, o escravismo não se limitou a ser um sistema de exploração da força de trabalho, porque em impérios como o chinês e o muçulmano certas camadas da elite, tanto na burocracia civil como entre os militares, tinham uma relação de escravismo para com o imperador, embora se devam considerar como exploradores relativamente aos restantes escravos. O problema é, portanto, muito amplo e complexo e não se compadece com versões moralistas. A História não deve servir para ajustes de contas. No caso específico do continente africano, havia em primeiro lugar o escravismo que as sociedades mais complexas e militarmente bem organizadas efectuavam à custa de sociedades relativamente indefesas. Isto para não falar, no interior de cada sociedade, da escravização por dívidas. Em segundo lugar, ocorreu ao longo de muitos séculos o tráfico de escravos oriundos da África negra em direcção às sociedades muçulmanas do norte do continente e, conduzido também por traficantes muçulmanos, o tráfico através do Oceano Índico. Só em terceiro lugar é que se veio inserir nestas duas grandes redes escravistas o tráfico devido a portugueses, franceses e britânicos. E tratou-se realmente de uma inserção, porque os europeus adquiriam os escravos nas redes de tráfico já existentes. </p>
<p>Finalmente, agradeço-lhe os termos em que formulou o seu comentário e a oportunidade que me deu para explicar talvez melhor alguns aspectos.</p>
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		<title>
		Por: Lina		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-1046589</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 22:01:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom, mas tenho dois questionamentos: 1) Você não acha que precisa considerar uma certa assimetria de poder? Por exemplo, concordo que o identitarismo é hipócrita, mas não concordo que exista um racismo reverso. Porque o fato de alguns negros ocuparem os espaços privilegiados do capitalismo não faz com que os brancos deixem de ocupá-los. Assim como as mulheres ocuparem espaços não desemboca em &quot;misandria&quot;, esses grupos historica e longamente oprimidos não têm poder estruturalmente para eliminar os outros (bom, pelo menos não ainda, e se vierem a ter, acho que vai demorar bastante). 2) Não me parece viável comparar a escravização feita pelo Boko Haram com a escravização de negros pelos europeus, que durou trezentos anos, não foi simplesmente &quot;uma certa escravização ocorrida há séculos&quot; (no Brasil foi abolida somente em 1888, ou seja, há um pouco mais de 100 anos -- 137, para ser precisa). E foi uma escravização feita de forma sistemática por grandes nações imperialistas, não era um grupo minoritário em um lugar específico, acho que isso pesa bastante, não? Não que devamos ignorar ou aplaudir o que o Boko Haram faz, estou falando apenas que me parece assimétrico demais para ser colocado no mesmo nível em termos de influência na estrutura geral de poder (é o mesmo nível de horror em termos humanos, mas têm horrores exercidos sobre grupos de humanos -- mulheres e negros -- que duram séculos e são sistemáticos, adquirem legitimidade institucional e se imbricam mais profundamente na sociedade). Enfim, são apenas esses questionamentos que tenho,  se puder dizer algo sobre isso vai ser bom para eu entender melhor seu posicionamento. E não estou partindo de um lugar acadêmico, são apenas as minhas impressões primeiras, posso estar completamente equivocada, mas gostaria de ouvir você a respeito. No mais, o texto é excelente e corajoso. Obrigada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom, mas tenho dois questionamentos: 1) Você não acha que precisa considerar uma certa assimetria de poder? Por exemplo, concordo que o identitarismo é hipócrita, mas não concordo que exista um racismo reverso. Porque o fato de alguns negros ocuparem os espaços privilegiados do capitalismo não faz com que os brancos deixem de ocupá-los. Assim como as mulheres ocuparem espaços não desemboca em &#8220;misandria&#8221;, esses grupos historica e longamente oprimidos não têm poder estruturalmente para eliminar os outros (bom, pelo menos não ainda, e se vierem a ter, acho que vai demorar bastante). 2) Não me parece viável comparar a escravização feita pelo Boko Haram com a escravização de negros pelos europeus, que durou trezentos anos, não foi simplesmente &#8220;uma certa escravização ocorrida há séculos&#8221; (no Brasil foi abolida somente em 1888, ou seja, há um pouco mais de 100 anos &#8212; 137, para ser precisa). E foi uma escravização feita de forma sistemática por grandes nações imperialistas, não era um grupo minoritário em um lugar específico, acho que isso pesa bastante, não? Não que devamos ignorar ou aplaudir o que o Boko Haram faz, estou falando apenas que me parece assimétrico demais para ser colocado no mesmo nível em termos de influência na estrutura geral de poder (é o mesmo nível de horror em termos humanos, mas têm horrores exercidos sobre grupos de humanos &#8212; mulheres e negros &#8212; que duram séculos e são sistemáticos, adquirem legitimidade institucional e se imbricam mais profundamente na sociedade). Enfim, são apenas esses questionamentos que tenho,  se puder dizer algo sobre isso vai ser bom para eu entender melhor seu posicionamento. E não estou partindo de um lugar acadêmico, são apenas as minhas impressões primeiras, posso estar completamente equivocada, mas gostaria de ouvir você a respeito. No mais, o texto é excelente e corajoso. Obrigada!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-674330</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 14:26:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[AINDA CAVA A VELHA TOUPEIRA?
Gestores -virtuais ou atuais, presumidos ou reais- de todas as etnias e fenótipos, engalfinhados no cada um por si &#038; deus contra: o império da desfaçatez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AINDA CAVA A VELHA TOUPEIRA?<br />
Gestores -virtuais ou atuais, presumidos ou reais- de todas as etnias e fenótipos, engalfinhados no cada um por si &amp; deus contra: o império da desfaçatez.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-674015</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 17:36:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A coisa já chega a ser escancarada:

&quot;Por que precisamos de uma elite negra no Brasil?&quot;, por Jorge Alexandre Neves

https://jornalggn.com.br/artigos/por-que-precisamos-de-uma-elite-negra-no-brasil-por-jorge-alexandre-neves/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A coisa já chega a ser escancarada:</p>
<p>&#8220;Por que precisamos de uma elite negra no Brasil?&#8221;, por Jorge Alexandre Neves</p>
<p><a href="https://jornalggn.com.br/artigos/por-que-precisamos-de-uma-elite-negra-no-brasil-por-jorge-alexandre-neves/" rel="nofollow ugc">https://jornalggn.com.br/artigos/por-que-precisamos-de-uma-elite-negra-no-brasil-por-jorge-alexandre-neves/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Veraldo Gandré		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-673266</link>

		<dc:creator><![CDATA[Veraldo Gandré]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 15:40:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há quem acredite nas flores vencendo o canhão... E há quem acredite em &quot; terriotorialidades&quot; vencendo a luta de classes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem acredite nas flores vencendo o canhão&#8230; E há quem acredite em &#8221; terriotorialidades&#8221; vencendo a luta de classes&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/08/133549/#comment-673138</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 05:46:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[fascismo vs. fascismo

Conheça a NFAC, milícia negra que está sacudindo os EUA

https://jornalggn.com.br/analise/conheca-a-nfac-milicia-negra-que-esta-sacudindo-os-eua/

&quot;Ao contrário dos Panteras Negras, a NFAC defende que, quando as condições forem atingidas, os negros possam emigrar dos EUA e construir um novo país para si próprios. “Essa ideia está muito mais próxima do pensamento de Marcus Garvey, que é um líder anterior ao movimento dos Panteras Negras”, disse Conceição.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>fascismo vs. fascismo</p>
<p>Conheça a NFAC, milícia negra que está sacudindo os EUA</p>
<p><a href="https://jornalggn.com.br/analise/conheca-a-nfac-milicia-negra-que-esta-sacudindo-os-eua/" rel="nofollow ugc">https://jornalggn.com.br/analise/conheca-a-nfac-milicia-negra-que-esta-sacudindo-os-eua/</a></p>
<p>&#8220;Ao contrário dos Panteras Negras, a NFAC defende que, quando as condições forem atingidas, os negros possam emigrar dos EUA e construir um novo país para si próprios. “Essa ideia está muito mais próxima do pensamento de Marcus Garvey, que é um líder anterior ao movimento dos Panteras Negras”, disse Conceição.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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