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	Comentários sobre: Auxílio Emergencial e as lutas sociais	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Ze Antonio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/10/134588/#comment-672705</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ze Antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 13:54:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Facistização é a mobilização social defendendo políticas de controle dos trabalhadores contra sua resistencia. O elemento fascista do governo Bolsonaro é a mobilização em torno da aceitação da austeridade. Portanto não é igual ao &quot;fascismo&quot; original, que ligou concessão de direitos com gestão autoritária. 
O neofascismo personificado na mobilização Bolsonarista ja esta em curso, como está descrito na entrevista. Para combater isso, é preciso defender alguma base que não incorpore toda a exaltação individualista e de violência contra direitos da classe trabalhadora. Isso está ocorrendo com a mobilização social pelo auxílio. Esse processo que é mais forte do que qualquer simbologia que lembre aspectos conservadores (André janones no AVANTE, bandeiras do Brasil, etc). Resta a esquerda escolher se prefere ficar sendo seitas que só lidam com trabalhadores com sua política populista, para manter o &quot;nojo de pobre&quot; quando ela se subordina ao trabalho e defender o &quot;salário pago justamente pelo tempo de trabalho&quot;. Ou se vai dialogar com os elementos coletivistas e solidários desse povo desempregado e informal que ta lutando pelo auxílio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Facistização é a mobilização social defendendo políticas de controle dos trabalhadores contra sua resistencia. O elemento fascista do governo Bolsonaro é a mobilização em torno da aceitação da austeridade. Portanto não é igual ao &#8220;fascismo&#8221; original, que ligou concessão de direitos com gestão autoritária.<br />
O neofascismo personificado na mobilização Bolsonarista ja esta em curso, como está descrito na entrevista. Para combater isso, é preciso defender alguma base que não incorpore toda a exaltação individualista e de violência contra direitos da classe trabalhadora. Isso está ocorrendo com a mobilização social pelo auxílio. Esse processo que é mais forte do que qualquer simbologia que lembre aspectos conservadores (André janones no AVANTE, bandeiras do Brasil, etc). Resta a esquerda escolher se prefere ficar sendo seitas que só lidam com trabalhadores com sua política populista, para manter o &#8220;nojo de pobre&#8221; quando ela se subordina ao trabalho e defender o &#8220;salário pago justamente pelo tempo de trabalho&#8221;. Ou se vai dialogar com os elementos coletivistas e solidários desse povo desempregado e informal que ta lutando pelo auxílio.</p>
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		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/10/134588/#comment-672692</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 13:03:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na leitura do grupo entrevistado, fascistização e austeridade (ou seu efeito social, &quot;barbárie&quot;) se igualam? A renda básica (não menos neoliberal, sabemos, dinheiro invés de direitos etc.) é uma inflexão na política de austeridade da equipe econômica do Sr. Guedes, mas seu efeito não poderia ser um avanço na consolidação do fascismo tupiniquim? A começar pelo destaque obtido por uma figura como André Janones, deputado da área bolsonarista nas Minas Gerais, cuja bandeira dos R$600 não representa uma ruptura com o presidente. Há quem entenda mais do assunto para falar aqui, mas os fascismos históricos contavam com políticas de proteção aos povo (pra não ir longe, vide nosso pai dos pobres). Que o auxílio é central na conjuntura atual do Brasil e que responde a um sujeito social de existência latente, não tenho dúvidas, mas não teria o mesmo otimismo quanto às conclusões políticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na leitura do grupo entrevistado, fascistização e austeridade (ou seu efeito social, &#8220;barbárie&#8221;) se igualam? A renda básica (não menos neoliberal, sabemos, dinheiro invés de direitos etc.) é uma inflexão na política de austeridade da equipe econômica do Sr. Guedes, mas seu efeito não poderia ser um avanço na consolidação do fascismo tupiniquim? A começar pelo destaque obtido por uma figura como André Janones, deputado da área bolsonarista nas Minas Gerais, cuja bandeira dos R$600 não representa uma ruptura com o presidente. Há quem entenda mais do assunto para falar aqui, mas os fascismos históricos contavam com políticas de proteção aos povo (pra não ir longe, vide nosso pai dos pobres). Que o auxílio é central na conjuntura atual do Brasil e que responde a um sujeito social de existência latente, não tenho dúvidas, mas não teria o mesmo otimismo quanto às conclusões políticas.</p>
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