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	Comentários sobre: Burocrata do bem x burocrata do mal	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690991</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2020 12:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[FESTINA LENTE (mobilização ininterrupta, por etapas):
1) Cagar no escuro, nunca mais!
2) Papel higiênico, já!
Aguardem novas consignas transitórias em agitprop...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FESTINA LENTE (mobilização ininterrupta, por etapas):<br />
1) Cagar no escuro, nunca mais!<br />
2) Papel higiênico, já!<br />
Aguardem novas consignas transitórias em agitprop&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690621</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 13:26:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Leo V,

Felizmente a classe trabalhadora sempre encontra uma maneira de lutar e, eventualmente, de lutar com autonomia, rejeitando as alternativas postas pelas velhas classes dominantes e pelos candidatos a classe dominante e construindo (ou tentando) outras alternativas. E felizmente há o Passa Palavra para não tolher reflexões abstratas que possam contribuir nesse processo.

Saudações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Leo V,</p>
<p>Felizmente a classe trabalhadora sempre encontra uma maneira de lutar e, eventualmente, de lutar com autonomia, rejeitando as alternativas postas pelas velhas classes dominantes e pelos candidatos a classe dominante e construindo (ou tentando) outras alternativas. E felizmente há o Passa Palavra para não tolher reflexões abstratas que possam contribuir nesse processo.</p>
<p>Saudações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690620</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 13:03:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ok Fagner,

o Flagrante delito é uma pintura abstrata, concordo.

Enquanto se contempla essa &quot;pintura abstrata&quot; cujo significado é a auto-imagem da radicalidade militante, os trabalhadores estão dando um jeito de cagarem com luz no banheiro da fábrica. Enquanto não vender a força de traalho para sobreviver não for uma opção, é em torno das pequenas-grandes coisas cotidianas do trabalho que eles se mobilizarão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok Fagner,</p>
<p>o Flagrante delito é uma pintura abstrata, concordo.</p>
<p>Enquanto se contempla essa &#8220;pintura abstrata&#8221; cujo significado é a auto-imagem da radicalidade militante, os trabalhadores estão dando um jeito de cagarem com luz no banheiro da fábrica. Enquanto não vender a força de traalho para sobreviver não for uma opção, é em torno das pequenas-grandes coisas cotidianas do trabalho que eles se mobilizarão.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690606</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 11:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[BEamongTWEEN: terceira margem do rio &#038; quarta pessoa do singular 
Vontade de nada (ni[h]ilismo ativo) e nada de vontade (ni[h]ilismo passivo) com suas diferenças, são enormes minúcias, polarizadas em resistência e capitulação. 
Práxis é decisão: ação direta sem intermediários e dirigentes. Escolher, de duas uma, a opção (menos ruim?) -na alternativa que o inimigo de classe decidiu- é apenas reforçar a servidão, tornando-a voluntária.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BEamongTWEEN: terceira margem do rio &amp; quarta pessoa do singular<br />
Vontade de nada (ni[h]ilismo ativo) e nada de vontade (ni[h]ilismo passivo) com suas diferenças, são enormes minúcias, polarizadas em resistência e capitulação.<br />
Práxis é decisão: ação direta sem intermediários e dirigentes. Escolher, de duas uma, a opção (menos ruim?) -na alternativa que o inimigo de classe decidiu- é apenas reforçar a servidão, tornando-a voluntária.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690544</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 01:50:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na polêmica entre o realismo e a abstração, Mário Pedrosa afirmou que “os pintores abstracionistas são os artistas mais conscientes da época histórica em que estamos vivendo”, e que o papel documentário da pintura acabou, “sua função agora é outra: a de ampliar o campo da linguagem na pura percepção”. E escreveu que “toda boa pintura é de ordem abstrata: são seus valores intrínsecos, e não a maior ou menor fidelidade da representação externa, que determinam a maior ou menor qualidade estética”. E a propósito de Calder, afirmou que sua arte “não reflete sociedades, nem sublima pesadelos subjetivos. É antes uma porta para o futuro. E já a atitude de que, desprezando o dia presente, sombrio como nos pareça, divisa, de onde está, os horizontes longínquos da utopia, da utopia que eternamente se está a esboçar diante de nós. Não é, todavia, um veículo para o artista escapar-se espiritualmente, para isolar-se na sociedade, sem contato vital com esta, todo entregue à expressão do seu extremado e hermético subjetivismo, desesperançado de comunicabilidade. Comunicar-se, ele se comunica, quando mais não seja, com os homens das futuras gerações, pois esses talvez tenham, enfim, energia bastante para o necessário esforço de integrar a arte à própria vida”. No campo oposto, contra o enunciar, por meio da abstração, do futuro presente, estava o “realismo naturalista ou socialista, ora em franca decadência, ou ainda sustentado por mera disciplina extra-artística”, com sua “intenção de documentação naturalista”. Para Pedrosa, o homem somente estaria preparado para responder aos problemas presentes e para construir o futuro quando fosse capaz de desenvolver a sensibilidade e a intuição: “esta é a grande revolução, a mais profunda e permanente, e não serão os políticos, mesmo os atualmente mais radicais”, refletiu, “nem os burocratas de Estado que irão realizá-la. Confundir revolução política e revolução artística é, pois, um primarismo bem típico da mentalidade dominante”. E citou Langer, para quem a abstração “clarifica e organiza a intuição mesma. E é por isso que tem a força de uma revelação”. Ora, Leo V se insurge contra a “crítica abstrata longe da realidade cotidiana do trabalho”, aquela que “abstrai a realidade cotidiana das pessoas”, “que se coloca fora do mundo”, e diz que “num site como esse, que se propõe pensar as lutas e a realidade cotidiana”, “algo do tipo não deveria aparecer”. Nos comentários de Leo V está expressa, portanto, a atitude daqueles que se insurgiam contra a arte abstrata em favor do realismo socialista. Eu, por outro lado, penso que o tipo de crítica abstrata feito acima é louvável, pois proporciona justamente aquela sensibilidade e aquela intuição, que nos aponta o horizonte em que queremos viver. Enfim, espero que no futuro não tenhamos de escolher entre a Lu da Magalu e o Véio da Havan.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na polêmica entre o realismo e a abstração, Mário Pedrosa afirmou que “os pintores abstracionistas são os artistas mais conscientes da época histórica em que estamos vivendo”, e que o papel documentário da pintura acabou, “sua função agora é outra: a de ampliar o campo da linguagem na pura percepção”. E escreveu que “toda boa pintura é de ordem abstrata: são seus valores intrínsecos, e não a maior ou menor fidelidade da representação externa, que determinam a maior ou menor qualidade estética”. E a propósito de Calder, afirmou que sua arte “não reflete sociedades, nem sublima pesadelos subjetivos. É antes uma porta para o futuro. E já a atitude de que, desprezando o dia presente, sombrio como nos pareça, divisa, de onde está, os horizontes longínquos da utopia, da utopia que eternamente se está a esboçar diante de nós. Não é, todavia, um veículo para o artista escapar-se espiritualmente, para isolar-se na sociedade, sem contato vital com esta, todo entregue à expressão do seu extremado e hermético subjetivismo, desesperançado de comunicabilidade. Comunicar-se, ele se comunica, quando mais não seja, com os homens das futuras gerações, pois esses talvez tenham, enfim, energia bastante para o necessário esforço de integrar a arte à própria vida”. No campo oposto, contra o enunciar, por meio da abstração, do futuro presente, estava o “realismo naturalista ou socialista, ora em franca decadência, ou ainda sustentado por mera disciplina extra-artística”, com sua “intenção de documentação naturalista”. Para Pedrosa, o homem somente estaria preparado para responder aos problemas presentes e para construir o futuro quando fosse capaz de desenvolver a sensibilidade e a intuição: “esta é a grande revolução, a mais profunda e permanente, e não serão os políticos, mesmo os atualmente mais radicais”, refletiu, “nem os burocratas de Estado que irão realizá-la. Confundir revolução política e revolução artística é, pois, um primarismo bem típico da mentalidade dominante”. E citou Langer, para quem a abstração “clarifica e organiza a intuição mesma. E é por isso que tem a força de uma revelação”. Ora, Leo V se insurge contra a “crítica abstrata longe da realidade cotidiana do trabalho”, aquela que “abstrai a realidade cotidiana das pessoas”, “que se coloca fora do mundo”, e diz que “num site como esse, que se propõe pensar as lutas e a realidade cotidiana”, “algo do tipo não deveria aparecer”. Nos comentários de Leo V está expressa, portanto, a atitude daqueles que se insurgiam contra a arte abstrata em favor do realismo socialista. Eu, por outro lado, penso que o tipo de crítica abstrata feito acima é louvável, pois proporciona justamente aquela sensibilidade e aquela intuição, que nos aponta o horizonte em que queremos viver. Enfim, espero que no futuro não tenhamos de escolher entre a Lu da Magalu e o Véio da Havan.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690527</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 00:21:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[eleitor,

crítica mais profunda é aquela que abstrai a realidade cotidiana das pessoas? Que se coloca fora do mundo?

O exemplo do Flagrante Delito foi péssimo pois é público e notória a violência psíquica que o Veio da Havan exerce sobre seus funcionários.
Se é tudo igual vc não entenderia por que os motoboys de aplicativos não querem CLT na sua maioria, por exemplo... E se não se entende essas escolhas não se entende os trabalhadores e nem o caminho das lutas.

É exatamente num site como esse, que se propõe pensar as lutas e a realidade cotidiana, que algo do tipo não deveria aparecer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>eleitor,</p>
<p>crítica mais profunda é aquela que abstrai a realidade cotidiana das pessoas? Que se coloca fora do mundo?</p>
<p>O exemplo do Flagrante Delito foi péssimo pois é público e notória a violência psíquica que o Veio da Havan exerce sobre seus funcionários.<br />
Se é tudo igual vc não entenderia por que os motoboys de aplicativos não querem CLT na sua maioria, por exemplo&#8230; E se não se entende essas escolhas não se entende os trabalhadores e nem o caminho das lutas.</p>
<p>É exatamente num site como esse, que se propõe pensar as lutas e a realidade cotidiana, que algo do tipo não deveria aparecer.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: eleitor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690513</link>

		<dc:creator><![CDATA[eleitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 22:49:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=135226#comment-690513</guid>

					<description><![CDATA[no fundo, sempre se trata de naturalizar as opções que a democracia nos dá.
Quem aqui seria louco por optar pelo choque elétrico nos genitais, se a outra opção é apenas um chute na cabeça? Olha, se precisar, posso chegar até a usar uma camiseta que diga &quot;chute na cabeça&quot;, dou entrevista, apareço na foto, não tenho dúvida.
Podemos dar-nos o espaço aqui para críticas mais profundas. Os debates com companheiros de lugar de trabalho certamente ocorrem nos seus espaços apropriados, não em sites como este.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>no fundo, sempre se trata de naturalizar as opções que a democracia nos dá.<br />
Quem aqui seria louco por optar pelo choque elétrico nos genitais, se a outra opção é apenas um chute na cabeça? Olha, se precisar, posso chegar até a usar uma camiseta que diga &#8220;chute na cabeça&#8221;, dou entrevista, apareço na foto, não tenho dúvida.<br />
Podemos dar-nos o espaço aqui para críticas mais profundas. Os debates com companheiros de lugar de trabalho certamente ocorrem nos seus espaços apropriados, não em sites como este.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690499</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 21:05:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sinceramente, eu escolheria a Lu da Magalu, sem dúvida.

O Antonio de Odilon Brito nunca deve ter tido patrão assediador e que, no caso do Veio da Havan sente prazer em constranger e violentar os trabalhadores e ainda publicizar isso.

Esse Flagrante Delito é bonito para quem faz crítica abstrata longe da realidade cotidiana do trabalho, na qual o chefe ser y ou x pode fazer a diferença entre a saúde e a doença ou até mesmo entre a vida ou a morte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente, eu escolheria a Lu da Magalu, sem dúvida.</p>
<p>O Antonio de Odilon Brito nunca deve ter tido patrão assediador e que, no caso do Veio da Havan sente prazer em constranger e violentar os trabalhadores e ainda publicizar isso.</p>
<p>Esse Flagrante Delito é bonito para quem faz crítica abstrata longe da realidade cotidiana do trabalho, na qual o chefe ser y ou x pode fazer a diferença entre a saúde e a doença ou até mesmo entre a vida ou a morte.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Henrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690339</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 01:01:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=135226#comment-690339</guid>

					<description><![CDATA[Isadora Guerreiro. Uma dúvida sincera: o voto é indicativo de preferência política? Em outras palavras: ele possui uma lógica racional a ponto de podermos usá-lo como indicativo de pertencimento ao espectro político? Por exemplo. É comum um ex-eleitor do PT ter se tornado bolsonarista e agora ter se voltado para o França ou o Boulos? Obrigado pelas indicações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isadora Guerreiro. Uma dúvida sincera: o voto é indicativo de preferência política? Em outras palavras: ele possui uma lógica racional a ponto de podermos usá-lo como indicativo de pertencimento ao espectro político? Por exemplo. É comum um ex-eleitor do PT ter se tornado bolsonarista e agora ter se voltado para o França ou o Boulos? Obrigado pelas indicações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Isadora Guerreiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/11/135226/#comment-690286</link>

		<dc:creator><![CDATA[Isadora Guerreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 18:45:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=135226#comment-690286</guid>

					<description><![CDATA[Paulo Henrique,
Apenas para dar mais dados sobre a sua questão, veja o mapeamento cartográfico que o LabCidade fez sobre os votos no primeiro turno: http://www.labcidade.fau.usp.br/aprofundando-a-geografia-eleitoral-o-voto-no-primeiro-turno-em-sao-paulo/. Houve um aumento de votos inválidos (brancos e nulos) numa região de São Paulo de classe média, que junta &quot;novos ricos&quot; com a ascensão de frações de classe trabalhadora. Nesta mesma região (um arco entre a Zona Leste e a Zona Norte numa distância mediana em relação ao centro da cidade) os candidatos Arthur do Val Mamãe Falei e Márcio França tiveram seus melhores desempenhos. A pensar sobre &quot;nova política&quot; e sair um pouco da velha polarização junto ao PSDB, que está expressa no segundo turno agora com PSOL. Mais um detalhe interessante: as bordas da cidade concentraram votos na polarização Russomano/Tatto, a antiquíssima disputa PT/malufismo. Enfim, três dinâmicas aí para analisar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Henrique,<br />
Apenas para dar mais dados sobre a sua questão, veja o mapeamento cartográfico que o LabCidade fez sobre os votos no primeiro turno: <a href="http://www.labcidade.fau.usp.br/aprofundando-a-geografia-eleitoral-o-voto-no-primeiro-turno-em-sao-paulo/" rel="nofollow ugc">http://www.labcidade.fau.usp.br/aprofundando-a-geografia-eleitoral-o-voto-no-primeiro-turno-em-sao-paulo/</a>. Houve um aumento de votos inválidos (brancos e nulos) numa região de São Paulo de classe média, que junta &#8220;novos ricos&#8221; com a ascensão de frações de classe trabalhadora. Nesta mesma região (um arco entre a Zona Leste e a Zona Norte numa distância mediana em relação ao centro da cidade) os candidatos Arthur do Val Mamãe Falei e Márcio França tiveram seus melhores desempenhos. A pensar sobre &#8220;nova política&#8221; e sair um pouco da velha polarização junto ao PSDB, que está expressa no segundo turno agora com PSOL. Mais um detalhe interessante: as bordas da cidade concentraram votos na polarização Russomano/Tatto, a antiquíssima disputa PT/malufismo. Enfim, três dinâmicas aí para analisar.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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