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	<title>
	Comentários sobre: A força da renda básica	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/12/135379/#comment-695767</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 02:20:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Benanav não trata a renda básica como exvlusivamente uma resposta às consequencias da estagnação econômica. Ele nao analisa a renda básica em si, mas a resposta que os teóricos do &quot;desemprego gerado pela automação&quot; propõem. Nessa resposta aparece a renda básica. É a resposta desses teóricos que Benanav discorda quanto ao diagnóstico que Benanav analisa. E ele é bem materialista nesse sentido. A renda básica poderá ser algo positivo se dor consequência de movimentos da classe trabalhadora, um produto de uma derrota de uma luta que busque bem mais do que ela. Ela como &quot;técnica&quot; estará inserida no contexto social que definirá o caráter progressista ou não dela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Benanav não trata a renda básica como exvlusivamente uma resposta às consequencias da estagnação econômica. Ele nao analisa a renda básica em si, mas a resposta que os teóricos do &#8220;desemprego gerado pela automação&#8221; propõem. Nessa resposta aparece a renda básica. É a resposta desses teóricos que Benanav discorda quanto ao diagnóstico que Benanav analisa. E ele é bem materialista nesse sentido. A renda básica poderá ser algo positivo se dor consequência de movimentos da classe trabalhadora, um produto de uma derrota de uma luta que busque bem mais do que ela. Ela como &#8220;técnica&#8221; estará inserida no contexto social que definirá o caráter progressista ou não dela.</p>
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		<title>
		Por: Pedro Cazes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/12/135379/#comment-695712</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cazes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 23:19:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tenho acompanhado com o maior interesse os textos da coluna sobre a renda básica. Se bem entendi o argumento da Raquel, ela aponta que em um momento no qual &quot;o desenvolvimento tecnológico que torna supérfluo o trabalho convive com a criação acelerada de trabalhos de merda&quot;, as &quot;transformações do mercado de trabalho ou do processo produtivo exigissem um alargamento das técnicas de distribuição de renda&quot;. Esse alargamento faria com que o mecanismo que permite a &quot;apropriação de uma parcela do excedente total produzido sem que essa parcela seja resultado imediato de um trabalho próprio&quot;, típico da acumulação capitalista, fosse agora &quot;estendido&quot; ao âmbito da força de trabalho. Porém, não me parece que seja uma questão de escala, ou de uma transformação quantitativa/qualitativa. Não deveríamos pensar na força dessa proposta (renda básica) associada ao processo de financeirização e desmonte dos serviços públicos (ou seja, daquilo que antes era relativamente desmercantilizado)? Afinal, a questão é: se não é mais através da exploração da força de trabalho que a população entrará na engrenagem da acumulação capitalista, quais as formas de expropriação que são recriados pelo capital financeiro? A distribuição de dinheiro sem contrapartida, ao que me parece, é ao mesmo tempo um freio de emergência para tentar conter o desmanche social, a tendência a anomia e etc, e ao mesmo tempo uma forma de manter os fluxos de dinheiro necessários para o próprio sistema financeiro. Uma família que recebe renda básica não encontraria a possibilidade de aprofundar o seu endividamento? (Os hospitais privados já são controlados por fundos de investimento... as duas coisas andam juntas). Acho que o sistema financeiro precisa injetar dinheiro na economia &quot;real&quot; pra poder sugar com mais força, algo assim. Enfim, não entendo bem dessas coisas, mas segue a contribuição pro debate!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho acompanhado com o maior interesse os textos da coluna sobre a renda básica. Se bem entendi o argumento da Raquel, ela aponta que em um momento no qual &#8220;o desenvolvimento tecnológico que torna supérfluo o trabalho convive com a criação acelerada de trabalhos de merda&#8221;, as &#8220;transformações do mercado de trabalho ou do processo produtivo exigissem um alargamento das técnicas de distribuição de renda&#8221;. Esse alargamento faria com que o mecanismo que permite a &#8220;apropriação de uma parcela do excedente total produzido sem que essa parcela seja resultado imediato de um trabalho próprio&#8221;, típico da acumulação capitalista, fosse agora &#8220;estendido&#8221; ao âmbito da força de trabalho. Porém, não me parece que seja uma questão de escala, ou de uma transformação quantitativa/qualitativa. Não deveríamos pensar na força dessa proposta (renda básica) associada ao processo de financeirização e desmonte dos serviços públicos (ou seja, daquilo que antes era relativamente desmercantilizado)? Afinal, a questão é: se não é mais através da exploração da força de trabalho que a população entrará na engrenagem da acumulação capitalista, quais as formas de expropriação que são recriados pelo capital financeiro? A distribuição de dinheiro sem contrapartida, ao que me parece, é ao mesmo tempo um freio de emergência para tentar conter o desmanche social, a tendência a anomia e etc, e ao mesmo tempo uma forma de manter os fluxos de dinheiro necessários para o próprio sistema financeiro. Uma família que recebe renda básica não encontraria a possibilidade de aprofundar o seu endividamento? (Os hospitais privados já são controlados por fundos de investimento&#8230; as duas coisas andam juntas). Acho que o sistema financeiro precisa injetar dinheiro na economia &#8220;real&#8221; pra poder sugar com mais força, algo assim. Enfim, não entendo bem dessas coisas, mas segue a contribuição pro debate!</p>
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