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	Comentários sobre: Militância: a aposta materialista no antagonismo (1)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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	<item>
		<title>
		Por: Os Simpsons		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/12/135409/#comment-696746</link>

		<dc:creator><![CDATA[Os Simpsons]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2020 15:03:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“A tendência é como a profecia: significa ver e afirmar de modo diferente aquilo que já existe virtualmente no presente”.
Profecia quem faz são os &quot;Simpsons&quot;.
Os &quot;Simpsons&quot; são da Fox.
A Fox é da Disney.
A Disney foi do Walt Disney
Walt Disney era liberal, 
(dizem que era nazista também...)
O liberalismo crê que o mercado é guiado por uma &quot;mão invisível&quot;
Será por isso que, contra a &quot;mão invisível&quot;, o operaísmo crê na “organização invisível”?
Esperemos novos episódios dos Simpsons, que têm tido a &quot;tendência&quot; profética para responder a esta questão...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A tendência é como a profecia: significa ver e afirmar de modo diferente aquilo que já existe virtualmente no presente”.<br />
Profecia quem faz são os &#8220;Simpsons&#8221;.<br />
Os &#8220;Simpsons&#8221; são da Fox.<br />
A Fox é da Disney.<br />
A Disney foi do Walt Disney<br />
Walt Disney era liberal,<br />
(dizem que era nazista também&#8230;)<br />
O liberalismo crê que o mercado é guiado por uma &#8220;mão invisível&#8221;<br />
Será por isso que, contra a &#8220;mão invisível&#8221;, o operaísmo crê na “organização invisível”?<br />
Esperemos novos episódios dos Simpsons, que têm tido a &#8220;tendência&#8221; profética para responder a esta questão&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Peixe Vivo Fora da Água Fria		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/12/135409/#comment-696737</link>

		<dc:creator><![CDATA[Peixe Vivo Fora da Água Fria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2020 14:36:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O capital se transnacionaliza, os trabalhadores se fragmentam... Em prol de seus &quot;próprios objetivos&quot;, contra uma classe material e mundialmente organizada, e, portanto, universal, para &quot;decompor&quot; os objetivos deste inimigo, o estado amplo, propõe-se para a classe trabalhadora uma &quot;espontaneidade organizada&quot; através de &quot;uma organização invísivel&quot;? Como, contra este estado amplo, que consegue organizar-se internacionalmente mantendo a soberania interna de cada um de seus entes, &quot;medir a realidade tendo por base as próprias categorias&quot;?

Bela poesia para jovens universitários e editoras de livros (de esquerda ou não...), mas, mesmo eu não sendo poeta, fico com a minha...

Como toupeira sigo 
num cavar sem  fim
A única luz no fim do túnel é a que ficou atrás de mim

Como toupeira eu canto
Que o tamanho do sonho
Ou do santo
Supera o tamanho do monstro

Mas o monstro que me suporta
E o mesmo que me soterra
No meu céu sob a terra

E o cavar segue  adiante...
Numa rede infinita de frágeis túneis
De uma escuridão sempre constante

Peixe Vivo Fora da Água Fria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O capital se transnacionaliza, os trabalhadores se fragmentam&#8230; Em prol de seus &#8220;próprios objetivos&#8221;, contra uma classe material e mundialmente organizada, e, portanto, universal, para &#8220;decompor&#8221; os objetivos deste inimigo, o estado amplo, propõe-se para a classe trabalhadora uma &#8220;espontaneidade organizada&#8221; através de &#8220;uma organização invísivel&#8221;? Como, contra este estado amplo, que consegue organizar-se internacionalmente mantendo a soberania interna de cada um de seus entes, &#8220;medir a realidade tendo por base as próprias categorias&#8221;?</p>
<p>Bela poesia para jovens universitários e editoras de livros (de esquerda ou não&#8230;), mas, mesmo eu não sendo poeta, fico com a minha&#8230;</p>
<p>Como toupeira sigo<br />
num cavar sem  fim<br />
A única luz no fim do túnel é a que ficou atrás de mim</p>
<p>Como toupeira eu canto<br />
Que o tamanho do sonho<br />
Ou do santo<br />
Supera o tamanho do monstro</p>
<p>Mas o monstro que me suporta<br />
E o mesmo que me soterra<br />
No meu céu sob a terra</p>
<p>E o cavar segue  adiante&#8230;<br />
Numa rede infinita de frágeis túneis<br />
De uma escuridão sempre constante</p>
<p>Peixe Vivo Fora da Água Fria</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ahmad Abu al-Abbas al-Mansur @ alcazarquivir.ma		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/12/135409/#comment-696212</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ahmad Abu al-Abbas al-Mansur @ alcazarquivir.ma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 20:15:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para que vossa nobilíssima majestade defunta almejasse comer bacalhau a cada fim de ano, quantos não terão desejado algo mais que o bocadinho de morte ao fim de cada novo dia de exploração? As-salamu alaykum.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que vossa nobilíssima majestade defunta almejasse comer bacalhau a cada fim de ano, quantos não terão desejado algo mais que o bocadinho de morte ao fim de cada novo dia de exploração? As-salamu alaykum.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dom Sebastião, Parte 1: O Regresso		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/12/135409/#comment-696068</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dom Sebastião, Parte 1: O Regresso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 15:53:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=135409#comment-696068</guid>

					<description><![CDATA[Antigamente bacalhau era comida de pobre. Era preço de banana! Mas até hoje tem gente que acha que o mar é salgado porque o bacalhau é salgado. Enquanto isso, a banana na feira vale mais que dólar.

Há  buracos, cavados por velhas ou jovens toupeiras, os mais “intensos”… Mas quando chega o “tatuzão”, buracos “extensos” são cavados, como os que ligam Inglaterra à França ou Barra Funda à Itaquera… “metro, boulot, dodo”. Porque (ou por que?) todas toupeiras, as nossas e as deles, são cegas... 

Diz-se por aí que o “herói dos trabalhadores” é Diogo Maradona (Militância: a aposta materialista no antagonismo?), então, deixemos Marx em paz!? 

“A tendência é como a profecia: significa ver e afirmar de modo diferente aquilo que já existe virtualmente no presente”. 

E não é por viver em profecias que não vivemos? Se aceitássemos (e vivêssemos dia a dia)  a morte, não fantasiaríamos  o regresso de Dom Sebastião…  sejamos nós sebastianistas, marxistas, ou mesmo marxianos… porque Marte é logo ali (mas não é aqui...)...

Queria mesmo é poder comer bacalhau no natal...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antigamente bacalhau era comida de pobre. Era preço de banana! Mas até hoje tem gente que acha que o mar é salgado porque o bacalhau é salgado. Enquanto isso, a banana na feira vale mais que dólar.</p>
<p>Há  buracos, cavados por velhas ou jovens toupeiras, os mais “intensos”… Mas quando chega o “tatuzão”, buracos “extensos” são cavados, como os que ligam Inglaterra à França ou Barra Funda à Itaquera… “metro, boulot, dodo”. Porque (ou por que?) todas toupeiras, as nossas e as deles, são cegas&#8230; </p>
<p>Diz-se por aí que o “herói dos trabalhadores” é Diogo Maradona (Militância: a aposta materialista no antagonismo?), então, deixemos Marx em paz!? </p>
<p>“A tendência é como a profecia: significa ver e afirmar de modo diferente aquilo que já existe virtualmente no presente”. </p>
<p>E não é por viver em profecias que não vivemos? Se aceitássemos (e vivêssemos dia a dia)  a morte, não fantasiaríamos  o regresso de Dom Sebastião…  sejamos nós sebastianistas, marxistas, ou mesmo marxianos… porque Marte é logo ali (mas não é aqui&#8230;)&#8230;</p>
<p>Queria mesmo é poder comer bacalhau no natal&#8230;</p>
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